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Ao comitê de segurança da informação compete supervisionar a aplicação do ato normativo sobre o uso seguro de computação em nuvem.
Certo
Errado
Os direitos de acesso de todos os funcionários ao sistema de dados da organização devem ser retirados logo após o encerramento de suas atividades.
Certo
Errado
Nessa norma, são descritas de forma detalhada as tecnologias de segurança da informação que devem ser utilizadas, principalmente, para os controles de segurança da informação previstos no sistema de gestão de segurança da informação (SGSI).
Certo
Errado
Definir os requisitos criptográficos mínimos para o armazenamento de dados e informações, custodiados pela administração pública federal, em soluções de computação em nuvem é competência do comitê de segurança da informação.
Certo
Errado
Recomenda-se que todas as senhas sejam armazenadas em um repositório da organização em formato de texto claro.
Certo
Errado
A documentação dos procedimentos e das informações necessárias para que organizações mantenham seus ativos de informação críticos e o funcionamento de suas atividades críticas em local alternativo, em um nível previamente definido, em caso de evento adverso, compreende o Plano de:
Gestão de Incidentes.
Gestão de Riscos.
Continuidade de Negócio.
Gerenciamento de Serviços.
Para se aplicar uma política de segurança da informação em uma organização, é suficiente que a alta direção da organização bem como os detentores dos demais cargos de liderança tenham conhecimento do teor da referida política e acompanhem a sua implantação.
Certo
Errado
O envolvimento da alta direção é crucial para o sucesso de um sistema de gestão de segurança da informação; uma atividade que é responsabilidade direta da alta direção é
a execução diária de backups de dados.
a configuração de firewalls e sistemas de detecção de intrusão.
o desenvolvimento de políticas de segurança da informação.
a realização de auditorias internas de segurança da informação.
As equipes do Security Operation Center (SOC) da organização, muitas vezes, são inundadas com tarefas repetitivas e demoradas que prejudicam e reduzem a eficiência na resposta aos incidentes. Para minimizar esse problema, um conjunto de tecnologias de segurança cibernética permite que as organizações respondam a alguns incidentes automaticamente, possibilitando que os administradores lidem com alertas de segurança, sem a necessidade de intervenção manual. Para isso, englobam três importantes recursos de software usados pelas equipes de cibersegurança: gerenciamento de casos e de fluxos de trabalho; automação de tarefas e acesso a meios centralizados de consulta; e compartilhamento de informações sobre ameaças.
Esse conjunto de tecnologias de segurança cibernética é conhecido como
IPS
DLP
WAF
CASB
SOAR
Arquitetura Zero Trust é o termo utilizado para um conjunto de paradigmas de cibersegurança em evolução que deslocam as defesas de perímetros estáticos baseados em rede, para se concentrarem nos utilizadores, bens e recursos. Logo, a Zero Trust se baseia na premissa de que o ambiente de segurança deve ser construído em torno dos dados e não dos dispositivos. Dessa forma, mesmo que um dispositivo seja comprometido, o acesso aos dados sensíveis é limitado, reduzindo o impacto de um possível ataque.
Assim, o aspecto que caracteriza uma vantagem do uso da arquitetura Zero Trust para a segurança da informação é:
uso de novas tecnologias de implementação: utiliza microssegmentação, Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM), automação, orquestração, inteligência artificial e machine learning;
melhor detecção de ataques: a arquitetura Zero Trust possibilita uma melhor detecção de atividades maliciosas, uma vez que todo comportamento é tratado com cautela e investigado prontamente;
maior proteção contra ameaças externas: ao não presumir confiança cega em nenhum dispositivo ou usuário, a arquitetura Zero Trust reduz o risco de ataques internos acidentais ou intencionais;
maior superfície de ataque: com a implementação de controles rigorosos de acesso e autenticação, a superfície de ataque é reduzida, tornando mais difícil para os invasores explorarem vulnerabilidades;
resposta rápida a incidentes: a segmentação da rede e a aplicação de políticas agranulares permitem que as equipes de segurança isolem rapidamente áreas comprometidas, reduzindo o impacto de incidentes.
Atualmente, as organizações são dependentes da tecnologia e dos sistemas computacionais. Logo, a perda de equipamentos e informações podem impactar a gestão da continuidade do negócio, causando perdas financeiras e, até mesmo, dependendo da gravidade das ameaças, provocando sua dissolução.
Nesse contexto, a instrução que faz parte do controle da gestão da continuidade de negócio é:
a gerência tem como dever desabilitar contas inativas, sem senhas ou com senhas fracas;
as aplicações devem bloquear contas de usuários após determinado número de tentativas de acesso sem sucesso;
a gerência deve proibir o acesso de funcionários não autorizados ao Data Center;
o Plano de Contingência deve determinar como responder a possíveis desastres;
os usuários que operam os sistemas de TI da organização devem assinar um termo de responsabilidade antes de obter o acesso a eles.
A equipe de prevenção, tratamento e resposta a incidentes cibernéticos tem como atribuição assessorar a implementação das ações de segurança da informação e participar da elaboração da política de segurança da informação.
Certo
Errado
Compete aos órgãos e às entidades da administração pública federal direta e indireta, em seu âmbito de atuação, instituir e implementar a equipe de prevenção, tratamento e resposta a incidentes cibernéticos.
Certo
Errado
Os Controles CIS (Center for Internet Security) refletem o conhecimento combinado de inúmeros especialistas de várias áreas de segurança e de vários setores, que compartilham percepções sobre ataques e invasores, identificam as causas básicas e as traduzem em classes de ação defensivas. A versão 8 dos Controles CIS apresenta Grupos de Implementação (IG, sigla em inglês) de Controles CIS, e cada IG identifica um subconjunto dos Controles CIS que a comunidade avaliou amplamente para serem aplicáveis a uma empresa com um perfil de risco e recursos semelhantes para implementação. Dentre esses IG, um deles é recomendado para uma empresa que emprega especialistas em segurança especializados nas diferentes facetas da segurança cibernética (por exemplo, gestão de riscos, teste de invasão, segurança de aplicações) e na qual os ativos e os dados contêm informações ou funções confidenciais que estão sujeitas à supervisão regulatória e de conformidade, o que obriga a empresa a abordar a disponibilidade dos serviços e a confidencialidade e integridade dos dados sensíveis.
Esse Grupo de Implementação de Controle CIS é o
IG1
IG2
IG3
IG4
IG5
Organizar uma forma eficaz de resposta a incidentes de segurança de computadores envolve várias decisões e ações importantes. Nesse sentido, no Guia para Tratamento de Incidentes de Segurança de Computadores, publicado no NIST SP 800-61, é definido um ciclo de vida de resposta a incidentes. Uma das fases desse ciclo de vida é a encarregada por determinar se um incidente aconteceu, a partir da análise de precursores e indicadores e da procura de informações correlacionadas.
Trata-se da fase de
contenção
erradicação
preparação
recuperação
detecção e análise
O Guia de Aperfeiçoamento da Segurança Cibernética para Infraestrutura Crítica publicado pelo NIST provê uma orientação geral para a melhoria da governança de segurança cibernética para organizações que compõem a rede de infraestruturas críticas do país, como geração e distribuição de energia, distribuição de água entre outras.
Esse Guia estabelece níveis de implementação da estrutura de gestão da segurança cibernética, criando uma contextualização geral de como determinada organização trata o risco de segurança cibernética e os seus processos atualmente instalados para o gerenciamento desse risco.
Nesse contexto, é correto afirmar que
no nível 1 (Parcial), as práticas de gerenciamento de risco já estão consolidadas.
no nível 2 (Risco Informado), a organização ainda não possui processos estabelecidos para gerenciamento de risco.
no nível 3 (Reproduzível), as políticas de gerenciamento de risco estão aprovadas e publicadas como Política.
no nível 4 (Adaptável), a empresa ignora os relatos de novas ameaças, construindo sua própria base de ameaças mais completa.
no nível 5 (Consolidada), a empresa já se antecipa aos novos riscos, tendo inclusive capacidade de resistir aos Zero Day Attacks.
Um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) deve contemplar os requisitos de segurança necessários para assegurar a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação gerada pela organização. É necessário estabelecer o escopo e limites para a abrangência do SGSI.
Um aspecto que deve ser considerado na determinação do escopo do SGSI é (são):
a liderança e o comprometimento da Alta Direção com o SGSI;
a promoção da melhoria contínua do SGSI;
os critérios para aceitação dos riscos a serem tratados pelo SGSI;
as questões internas e externas que afetam o alcance dos resultados do SGSI;
os recursos para o alcance dos objetivos do SGSI.
A norma ISO 27001 corresponde a padrão publicado pela International Organization for Standardization (ISO) em parceria com a International Electrotechnical Commission (IEC). Ela define os requisitos, processos e normas a serem seguidas para garantir uma gestão de segurança da informação eficaz.
Para manutenção e melhoria de qualquer sistema são elementos chave as ações de monitoramento e medição, que envolvem diversas práticas, políticas e procedimentos.
Estas ações de segurança da informação devem observar os seguintes aspectos:
Segurança exclusivamente lógica da organização; Segurança de documentos físicos; Análise de aspectos vulneráveis.
Organização interna e externa da empresa; Cumprimento parcial dos requisitos legais; Técnicas de manipulação de informações.
Gestão de incidentes exclusivamente em data center; Práticas de controle de acesso (em sistemas e no ambiente físico); Gestão de ativos.
Ações de segurança no desenvolvimento de sistemas; Foco exclusivo nos equipamentos pessoais utilizados na organização; Tecnologia de criptografia.
Segurança física da organização; Gestão de incidentes; Análise de aspectos vulneráveis.
Cabe ao gestor de segurança da informação de cada órgão ou entidade elaborar o plano de gestão de riscos de segurança da informação e o relatório de tratamento de riscos.
Certo
Errado
Considere as afirmativas relacionadas ao Sistema de Segurança da Informação (SGSI). Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)É um sistema de gestão corporativo voltado para a Segurança da Informação, que inclui toda abordagem organização usada para proteger a informação empresarial e seus critérios de Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.
(__)O SGSI inclui estratégias, planos, políticas, medidas, controles e diversos instrumentos usados para estabelecer, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, manter e melhorar a segurança da informação.
(__)A norma ISO 27001 é o padrão e a referência internacional para a Gestão da Segurança da Informação.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
V - V - F.
F - V - F.
V - F - F.
V - V - V.
F - V - V.