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A terapia ocupacional deve exigir que o indivíduo se empenhe ativamente no processo terapêutico e que seja parceiro do terapeuta no planejamento e na direção desse processo.
A avaliação terapêutica ocupacional deve analisar o desempenho ocupacional dos clientes, os componentes de desempenho e os contextos de desempenho.
No modelo da ocupação humana, o desempenho ocupacional baseia-se na habilidade das pessoas para perceberem e avaliarem a informação sensorial e na habilidade para planejar e executar uma ação com propósito.
As articulações sinoviais dos subgrupos selar, condilar e elipsóide permitem a realização de movimentos em três eixos de movimento, sendo, portanto, classificadas como triaxiais.
Os ossos classificados como pneumáticos são assim denominados por apresentarem cavidades que contêm ar.
O objetivo do tratamento de terapia ocupacional está diretamente relacionado às prioridades do cliente e aos problemas identificados na sua avaliação inicial.
No primeiro momento, quando o indivíduo leva o copo de água até a boca, o músculo bíceps realiza uma contração excêntrica.
A principal diferença entre as abordagens sensorial e neurodesenvolvimental é que a primeira focaliza o déficit e a produção do controle motor e, a segunda direciona-se para o registro, a organização e o processamento sensoriais que fundamentam as respostas propositadas no ambiente.
A conduta voltada para o controle motor propicia atividades organizadas para estimular demandas crescentes para o desenvolvimento, aprendizado e controle motor e enfatiza a prática de padrões de movimento em relação às tarefas funcionais.
A abordagem neurodesenvolvimental procura estimular os padrões anormais e normalizar o tônus muscular, o movimento normal, visando a melhoria da capacidade de realizar as atividades de vida diária.
Em uma contração isométrica estática, a função desenvolvida é a de desaceleração.
Em uma contração isotônica concêntrica, a função desenvolvida é a de aceleração.
No modelo de integração sensorial, o comportamento ocupacional emerge da interação entre o indivíduo e o meio ambiente.
Na última parte da avaliação, quando o terapeuta coloca uma força resistente, impedindo que a flexão do cotovelo ocorra, acontece a contração isométrica, também conhecida como contração estática ou de sustentação.
Na extensão do cotovelo, o bíceps assume a função de músculo agonista.
Durante a flexão do cotovelo, o músculo que exerce a função antagonista é o tríceps.