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O papel ocupacional passou a ser avaliado e estudado no modelo materialista-histórico.
Com base na teoria psicanalítica freudiana, e mais especificamente em torno das relações objetais, a atividade passou a ser vista e compreendida por meio de seus conteúdos simbólicos.
Diante da perspectiva reducionista, a atividade utilizada pelos terapeutas ocupacionais é sistematizada e denominada atividade-exercício.
É possível afirmar que crianças com paralisia cerebral passam a maior parte de seu tempo em atividades desestruturadas, o que pode posteriormente comprometer o seu senso de liberdade, exploração do meio e, por fim, a recreação.
Com base na teoria freudiana, as atividades estruturadas deixaram de ter sentido e passaram a não ser utilizadas, visto que não ofereciam oportunidade de expressão e comunicação.
A terapeuta deverá posicionar Maria Clara de modo a possibilitar melhor desempenho visual e conseqüentemente maior interesse, além de utilizar objetos coloridos e brilhantes para que ela consiga controlar de modo adequado os movimentos do corpo e dos olhos.
Devido ao comprometimento motor apresentado pela criança, é possível afirmar que ela vivenciará de forma reduzida o prazer sensório-motor, o que se caracteriza como a primeira forma de recreação para Piaget.
A práxis criadora é toda aquela que permite ao homem a produção de objetos que satisfaçam suas necessidades, sendo também denominada prático-utilitária.
Na perspectiva psicodinâmica, a terapia ocupacional passou a ser definida como um processo de comunicação que se estabelece exclusivamente na relação entre o terapeuta e o paciente.
A primeira vértebra cervical é denominada áxis e articula-se com o osso occiptal, formando a articulação axioccipital.
De acordo com a inserção e a localização, os músculos podem ser classificados em longos ou curtos.
Quanto à forma os ossos podem ser classificados em 4 tipos distintos: planos, curtos, longos ou irregulares.
As articulações radioulnares proximal e distal também podem ser classificadas como sendo aticulações sinoviais, porém do subgrupo das articulações ginglimoidais.
Os músculos são compostos essencialmente por uma porção carnosa e contrátil, denominada ventre, e uma porção passiva e tendinosa, que serve para a fixação e inserção dos músculos nos ossos ou órgãos do corpo humano.
A tricóide e o gínglimo são dois tipos de articulações sinoviais denominadas monoaxiais por terem um único eixo de movimento.
A cinesiologia surge na terapia ocupacional por meio do paradigma reducionista.
A análise da atividade voltada para a teoria aborda os métodos e o contexto típicos do desempenho da atividade, a variedade de habilidades envolvidas no desempenho e os vários significados culturais envolvidos na atividade.
As etapas, as propriedades e o design inerentes aos objetos específicos da tarefa empregados para sua realização possuem uma reduzida influência sobre as demandas da tarefa e os resultados de desempenho.
O desempenho da tarefa é preservado, existindo um equilíbrio entre o desempenho real e o que é esperado, exigido ou desejado, quando as demandas superam as capacidades do indivíduo.
A intervenção terapêutica ocupacional com crianças portadoras de déficits neurológicos pode ser descrita em três domínios: desenvolvimento, controle motor e equipamento de posicionamento e adaptação.