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No Brasil, quanto ao tratamento da leishmaniose visceral em caninos (LVC) segundo a legislação vigente, sabe-se que:
é recomendado o tratamento de cães infectados ou doentes, com produtos de uso humano
o tratamento de cães positivos de LVC é proibido em todo Brasil com qualquer medicamento de uso humano ou veterinário
é proibido o tratamento de cães infectados ou doentes com produtos de uso humano ou produtos não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
é permitido o tratamento de cães positivos de LVC, com medicamentos a base de anfotericina B, miltefosina e antimoniato de N-metil glucamina e alopurinol
Para assegurar a saúde e o bem-estar dos animais, as boas práticas de aplicação de medicamentos de uso veterinário são fundamentais. Analise as opções a seguir e identifique quais são consideradas como de via parenteral.
I- Via subcutânea
II- Intramuscular
III- Oral
IV- Pulverização
V- Spot-on
Assinale a alternativa correta:
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa V está correta.
Ao atender emergencialmente um papagaio (Amazona aestiva) desidratado, o Médico Veterinário optou por aplicar soro fisiológico pela via intraóssea.
Região tibiotarso distal.
Porção distal do úmero.
Côndilo dorsal da ulna distal.
Porção distal do fêmur.
Porção proximal do rádio.
As desordens do cálcio podem ser provocadas por inúmeras doenças e causar uma emergência, sendo que:
Os fármacos pamidronatos são utilizados no tratamento emergencial da hipercalcemia grave, pois reduzem rapidamente os níveis do cálcio ionizado.
As medidas emergenciais priorizam-se com a expansão volêmica com solução de NaCl 0,9%, dexametasona ou prednisona, furosemida e calcitonina de salmão diante de hipercalcemia iônica grave.
O linfoma canino, intoxicação por rodenticidas contendo colecalciferol, doença renal crônica e hipoparatiroidismo podem evoluir com quadro emergencial devido à hipercalcemia iônica.
Os cães com hipocalcemia iônica apresentam poliúria, polidipsia, fraqueza, agressividade, tremores musculares, incoordenação, crises convulsivas, distúrbios do ritmo cardíaco e tromboembolismo pulmonar.
Os cães ou gatos apresentando-se agudamente com quadro de hipocalcemia total e iônica grave, a administração emergencial de calcitriol é o tratamento de eleição.
Doença gástrica normalmente resulta de inflamação, ulceração, neoplasia ou obstrução e se manifesta clinicamente como vômito, hematêmese, melena, hipersalivação, dor abdominal e perda de peso, tendo variável etiologia. Em algumas ocasiões, faz-se necessário o tratamento utilizando a inibição farmacológica da secreção ácida. Quanto à terapia antiácida, assinale a opção CORRETA.
Ranitidina pode interferir na absorção e metabolismo de drogas pH dependentes.
Hidróxido de alumínio pode ocasionar, comumente, casos de diarreia.
Subsalicilato de bismuto possui grande ação antiácida sendo indicado principalmente em felinos.
Sucralfato tem ação antiácida e não interfere com a absorção de outras drogas.
Omeprazol é uma droga do grupo dos benzimidazóis, sem relatos de efeitos colaterais no cão.
Segundo a Regra dos vinte de Kirby, a motilidade e integridade do trato gastrintestinal deve ser copiosamente monitorada e caso estejam alteradas deve-se prover imediatamente alguma conduta para esta finalidade. As intervenções a seguir são adequadas para o cumprimento deste quesito:
O uso de lidocaína e metoclopramida em infusão contínua IV em animais sem pancreatite; aspiração do conteúdo gástrico excessivo e controle de gases do trato gastrintestinal.
O uso de lidocaína e anticolinérgicos em infusão contínua IV em animais sem pancreatite; aspiração do conteúdo gástrico excessivo e controle de gases do trato gastrintestinal.
O uso de lidocaína e noradrenalina em infusão contínua IV em animais sem pancreatite; aspiração do conteúdo gástrico excessivo e controle de gases do trato gastrintestinal.
O uso de lidocaína e dopamina em infusão contínua IV em animais sem pancreatite; aspiração do conteúdo gástrico excessivo e controle de gases do trato gastrintestinal.
O uso de lidocaína e glicose a 2,5% em infusão contínua IV em animais sem pancreatite; aspiração do conteúdo gástrico excessivo e controle de gases do trato gastrintestinal.
deficiência de vitamina D.
hipoparatireoidismo.
hiperparatireoidismo secundário renal.
adenoma funcional da paratireoide.
hiperparatireoidismo secundário nutricional.
Um paciente canino com paraplegia não deambulatória com reflexos espinais aumentados, hipertonia e déficits proprioceptivos conscientes nos membros pélvicos com membros torácicos normais apresenta uma lesão medular localizada nos seguintes segmentos:
terceiro torácico e terceiro lombar.
primeiro e quinto cervicais.
sexto cervical e segundo torácico.
quarto lombar e segundo sacral.
Em caso de angústia respiratória grave em cães e gatos, causadas por efusão pleural, deve-se primeiramente realizar:
radiografia torácica.
análise citológica do líquido pleural.
toracocentese emergencial.
administração de diuréticos.
Dentre os principais componentes do complexo respiratório felino destaca-se a calicivirose felina que consiste de infecção altamente contagiosa e prevalente em colônias de gatos. O sinal clínico mais comum da calicivirose é:
tosse por broncopneumonia grave com infecção bacteriana secundária.
conjuntivite, com secreção ocular, hiperemia conjuntival e quemose.
espirros, depressão, anorexia e febre.
glossite ulcerativa aguda, com vesículas e úlceras na cavidade oral.