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A utilização de um doppler vascular, um manguito de 30–40% da circunferência do membro do paciente e um esfignomanômetro fornecem a mensuração transoperatória da
pressão arterial média.
pressão arterial sistólica.
pressão venosa central.
pressão arterial diastólica.
A castração de equinos é realizada a fim de coibir ou reduzir um comportamento agressivo e de difícil manejo, característico dos animais não castrados. O procedimento pode ser realizado com o equino em posição quadrupedal (de pé), sob ação de sedativos, ou em decúbito, por meio de uma anestesia geral ou dissociativa. A técnica de castração mais utilizada é a aberta, na qual a túnica visceral é incisada e mantida aberta, mas também se utiliza a técnica fechada, em que as túnicas não são incisadas, e ainda a técnica semifechada, em que a túnica é aberta para o procedimento e depois suturada.
No pneumotórax, a toracocentese, em cães e gatos, deve ser realizada entre o terceiro e o quarto espaços intercostais para dar conforto para o animal.
Pressão diastólica no ventrículo esquerdo, como hipertensão arterial sistêmica e miocardiopatia hipertrófica, ou no átrio esquerdo, como nas insuficiências ou estenoses da valva mitral, provocando congestão venocapilar pulmonar com sintomas de falta de ar aos esforços e mesmo em repouso, e nos casos mais graves o edema pulmonar, são sinais da insuficiência cardíaca esquerda.
A anemia causada por aumento na perda de eritrócitos conduz, após uma lag phase inicial de 3 a 5 dias, à anemia não regenerativa.
Certo
Errado
Cães com cardiomiopatia dilatada e insuficiência renal podem ter a digoxina substituída pela digitoxina.
Nas distrofias corneanas relacionadas às raças, o diagnóstico e a eliminação como reprodutores dos cães afetados são importantes. Em geral, distrofias corneanas não respondem a tratamento medicamentoso tópico, mas as lesões, com frequência, podem ser removidas por ceratectomia.
Certo
Errado
Correlacione as definições da coluna B aos termos epidemiológicos descritos na Coluna A.
COLUNA A
I. Período de incubação.
II. Período de transmissibilidade.
III. Período latente.
IV. Período prodrômico.
COLUNA B
( ) Período de incubação aplicado a doenças não infecciosas. Intervalo entre a exposição a agentes químicos tóxicos e o início dos sinais e sintomas da doença.
( ) Intervalo de tempo durante o qual uma pessoa ou um animal infectados eliminam um agente biológico para o meio ambiente ou para o organismo de um vetor hematófago.
( ) Intervalo entre a exposição efetiva do hospedeiro suscetível a um agente biológico e o início dos sinais e sintomas clínicos da doença nesse hospedeiro.
( ) Lapso de tempo entre os primeiros sintomas com os quais o diagnóstico pode ser estabelecido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
II – III – IV – I.
III – I – IV – II.
IV – III – II – I.
I – II – III – IV.
III – II – I – IV.
Quanto ao manejo nutricional nas doenças endócrinas de cães, é INCORRETO afirmar que
no hiperadrenocorticismo o manejo alimentar está centrado no controle da polifagia.
a utilização de fibras na alimentação visa minimizar indiretamente a absorção de glicose em pacientes diabéticos.
uma dieta com baixa concentração de carboidrato, na diabetes melitus, não altera a glicemia.
no hipotireoidismo deve-se controlar a hiperlipidemia com dietas pobres em gordura.
O uso inadequado de grãos no arraçoamento de vacas de alta produção leiteira pode ocasionar a acidose ruminal subclínica (ARS), gerando grandes prejuízos econômicos. É CORRETO afirmar que essa enfermidade pode apresentar as seguintes afecções:
Atonia ruminal, diarreia profusa e taquicardia.
Hipomotilidade, distensão ruminal com líquido e diarreia profusa.
Laminite, geofagia e redução na produção e nos teores de gordura no leite.
Desidratação de moderada a grave, taquicardia, taquipnéia e ataxia.
Taquicardia, taquipnéia e hipomotilidade