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Durante uma parada cardiorrespiratória em cães e gatos, outras condutas podem ser recomendadas, tais como:
Administração intracardíaca de epinefrina na ausência de acesso venoso.
Administração precoce de bicarbonato de sódio 1 mEq/kg IV em paradas presenciadas.
Administração de naloxona devido PCR por complicações do uso de dexmedetomidina ou xilazina.
Administração de fluido cristaloides de forma rotineira em grandes volumes, prova de carga de volume, mesmo no paciente euvolêmico.
Compressões abdominais intercaladas com as compressões torácicas quando houver pessoal disponível e treinado.
A cinomose canina é uma doença infecciosa que afeta cães, tendo como característica o envolvimento de vários sistemas orgânicos do animal afetado. A respeito de cinomose canina, assinale a afirmativa INCORRETA.
Devido ao tropismo do agente pelo epitélio vesical, é comum cães doentes apresentarem hematúria.
Um dos sinais clínicos iniciais da doença é a secreção nasal e ocular, variando de serosa a mucopurulenta, seguida de tosse seca e ocasionalmente tonsilite.
Os sinais cutâneos observados são hiperqueratose dos coxins plantares e espelho nasal, além de dermatite pustular na região abdominal ventral.
Cães que sobrevivem a infecção branda antes da erupção dos seus dentes permanentes frequentemente apresentam superfícies dentárias irregulares e descoloração marrom, devido à hipoplasia do esmalte.
As convulsões podem ser de qualquer tipo, dependendo da região do cérebro afetada e, em casos graves, pode haver malácia.
A cólica equina é uma emergência médica, de causa multifatorial, definida como dor abdominal aguda. A respeito dos aspectos clínicos da cólica equina, assinale a alternativa correta.
O parasitismo acentuado por Draschia spp. é uma importante causa de cólica tromboembólica.
A cólica gasosa em equinos é pouco relatada, devido à alta capacidade de eructação dessa espécie.
O intestino delgado longo e relativamente livre na cavidade abdominal (preso por um mesentério muito desenvolvido) predispõe a torções e vólvulos.
A flexura pélvica e a transição do cólon dorsal direito ao cólon transverso são locais pouco frequentes para surgimento de cólica por compactação.
Os equinos apresentam um estômago grande, proporcional a sua capacidade digestiva total, facilitando o surgimento de compactação gástrica.
Em relação à clínica médica das afecções do aparelho respiratório de ruminantes, é correto afirmar:
a via mais frequente de infecção da tuberculose bovina é a digestiva em bovinos adultos que bebem águas paradas contaminadas e em bezerros alimentados com leite proveniente de vacas com tuberculose.
A Rinotraqueíte Infecciosa Bovina (IBR) é uma doença infecciosa causada por um vírus denominado Herpesvírus Bovino. Pelo fato da infecção pelo Herpesvírus bovino ter sinais clínicos característicos, a presença da doença pode ser confirmada facilmente pelo diagnóstico laboratorial de isolamento e cultivo do vírus.
O período de incubação da Febre Catarral maligna é curto de 3 a 10 dias, e a duração do curso clínico da doença aguda é de pelo menos 30 dias, podendo haver casos hiperagudos de um dia de evolução.
No Complexo Respiratório Bovino, denominado, também, como Pneumonia Enzoótica, participam diversos agentes virais, principalmente, em associação com bactérias e Chlamydia psittaci.
Os sinais clínicos da forma aguda da Febre Catarral Maligna são poucos e discretos, além de não haver febre, também não há secreção nasal purulenta. Há depressão, aumento de peso e mal hálito.
Sobre a Diabetes mellitus (DM) em cães, assinale a alternativa correta.
As lesões patológicas mais comuns em cães com DM são o aumento no número e no tamanho das ilhotas de Langerhans e degeneração hidrópica das células β.
Desarranjos no metabolismo das gorduras são extremamente comuns em pacientes diabéticos e incluem redução nos níveis séricos de colesterol, triglicerídeos e ácidos graxos livres.
Uma vez estabelecida a deficiência absoluta ou relativa de insulina pelas células β, ocorre redução na utilização tecidual de glicose, aminoácidos e ácidos graxos.
O Diabetes transitório é extremamente comum em cães, sendo as fêmeas expostas a estrógenos as mais propensas a desenvolver essa doença.
A hiperglicemia crônica eleva a secreção de insulina e a sensibilidade periférica dos tecidos à insulina (glicotoxicidade).