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Um equino apresentava dor abdominal intensa, temperatura retal de 39,1ºC, hiperemia de mucosas oral e ocular, frequência cardíaca de 64 batimentos por minuto, frequência respiratória de 36 movimentos por minuto, tempo de preenchimento capilar de 3 segundos, atonia à auscultação nos quadrantes das fossas paralombares do antímero direito e hipoperistalse no antímero esquerdo. O animal apresentava, também, conteúdo gástrico escorrendo pelas narinas, sendo imediatamente sondado, recuperando 12 litros de forma espontânea, mantendo uma taxa média de refluxo de 3 litros por hora com pH 8,0. Assim que sondado, houve redução da dor abdominal para um desconforto leve, com frequência cardíaca de 54 batimentos por minuto e frequência respiratória de 18 movimentos por minuto, mantendo os demais parâmetros. Assinale a alternativa CORRETA:
O animal está apresentando um quadro de enterite anterior e deve ser mantido em tratamento clínico.
O animal está apresentando um quadro de obstrução intraluminal do íleo e deve ser mantido em tratamento clínico.
O animal está apresentando uma obstrução estrangulada do intestino delgado e deve ser submetido à celiotomia exploratória.
O animal está apresentando um quadro de obstrução intraluminal do íleo e deve ser submetido à celiotomia exploratória.
A síndrome cólica, caracterizada por manifestação de dor abdominal aguda, é uma das principais causas de morbidade e mortalidade entre a espécie equina. Embora as manifestações clínicas dos equinos com abdome agudo guardem certa semelhança, a etiologia, a fisiopatologia e o prognóstico podem ser diferentes em cada caso. Desse modo, é necessário que o médico veterinário seja capaz de diferenciar casos leves, que podem ser tratados de modo conservador, daqueles moderados a graves, passíveis de evoluir para um colapso anatômico e funcional que pode predispor a morte. Apesar dos avanços em relação aos métodos de diagnóstico, às técnicas anestésicas, às manobras cirúrgicas e ao acompanhamento intensivo no pós-operatório, a demora no atendimento e na tomada de decisão pela resolução cirúrgica reduzem as chances de recuperação dos animais.
BLAND, S. D. Equine colic: a review of the equine hindgut and colic. Veterinary Science Development, v. 6, p. 6.223, 2016 (adaptado).
Acerca da síndrome cólica em equinos, assinale a opção correta.
A endotoxemia e a síndrome da resposta inflamatória sistêmica consistem em distúrbios associados aos quadros de abdome agudo e são responsáveis por elevada mortalidade entre os equinos.
Os casos de cólica intestinal são mais frequentes e possuem boa resposta ao tratamento conservador, sem que haja necessidade de cirurgia, principalmente os decorrentes de obstruções.
Os animais com obstruções por enterolitíases têm a indicação de resolução conservadora, com uso de analgésicos para controle da dor e laxantes para a expulsão do enterólito.
O tempo de preenchimento capilar superior a 8 segundos e o de hematócrito superior a 60% estão associados à evolução clínica satisfatória no pós-operatório.
A dieta com concentrado rico em carboidratos solúveis e com altos teores de fibra é considerada um fator pouco relacionado a episódios de cólica.
Em potros recém-nascidos, uma enfermidade altamente fatal, conhecida como “doença do potro sonolento”, é caracterizada pela formação de múltiplos abscessos em diversos órgãos, podendo causar lesões de nefrite embólica, pneumonia embólica, artrite, além de necrose hepática e linfoide. O agente causal dessa doença é identificado como:
Rhodococcus equi.
Xanthium cavanillesii.
Streptococcus equi.
Actinobacillus equuli.
Burkholderia mallei.
João é chamado para atender um equino que, segundo o proprietário, parece ter “câimbras”. O animal apresenta hiperextensão do membro pélvico ao caminhar e desgaste do casco do membro afetado. O tratamento indicado para esse caso é:
aplicação de oxitetraciclina no ligamento flexor digital profundo.
desmotomia do ligamento patelar medial.
tenotomia do ligamento flexor digital superficial.
neurectomia do nervo digital palmar.
secção do ligamento anular palmar do boleto.
Ao examinar um equino, com histórico de claudicação, o médico veterinário observa, à inspeção, que o animal ao passo apresenta um andar atípico, onde, na elevação do membro para a fase cranial do passo, ocorre a flexão das articulações coxo-femoral e fêmoro-tíbio-patelar, permanecendo em extensão a articulação do tarso.
Baseado na descrição biomecânica acima, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o diagnóstico clínico:
Ruptura do tendão do músculo gastrocnêmio.
Fixação dorsal da patela.
Ruptura do músculo fibular terceiro.
Relaxamento do tendão extensor digital longo.
Em equinos, existe uma doença oftalmológica periódica. Que doença é essa e qual seu agente causador, respectivamente?
Uveíte, Leptospira spp.
Catarata, Rhodococcus equi.
Glaucoma, Pseudomonas fluorescens.
Úlcera, Leptospira spp.
Conjuntivite, Rhodococcus equi.
As tendinites são frequentes em equinos de esporte e estão associadas a grandes perdas econômicas. Sobre as tendinites na espécie equina, analise as afirmativas a seguir:
I. As recidivas são frequentes depois que um tendão lesionado se remodela, visto que a elasticidade da estrutura é comumente afetada durante o processo de reparação tecidual.
II. Em casos de suspeita de tendinite, deve-se fazer uma avaliação ultrassonográfica quantitativa, que envolve a avaliação da área total do tendão e da área da lesão, dos escores de padrão de ecogenicidade e do paralelismo das fibras.
III. Os tendões flexores digital superficial (TFDS) e digital profundo (TFDP) são avaliados na região palmar/plantar do metacarpo/metatarso. O TFDP está em contato direto com o osso terceiro metacarpiano/metatarsiano, dorsal ao TFDS.
IV. O colágeno III é o tipo mais abundante no tendão equino saudável.
V. O repouso absoluto durante as fases de reparação tendínea é indicado para que ocorra o aumento na proporção do colágeno tipo I nos tendões e para o alinhamento correto das fibras de colágeno.
Está CORRETO o que se afirma, apenas, em:
I e II.
I, III e IV.
II, III e V.
II, III, IV e V.
O médico veterinário, ao examinar um potro com 6 dias de vida, com relato do proprietário de letargia e perda de apetite, identificou a presença de uveíte bilateral, associada a hipópio. Além disso, o animal estava desidratado e hipoglicêmico, com temperatura retal de 39,5º C e com hiperemia das mucosas oral e ocular. Diante do quadro apresentado, mesmo sem o resultado dos exames laboratoriais, qual das alternativas a seguir apresenta a suspeita diagnóstica CORRETA?
Dismaturidade.
Endotoxemia.
Infecção por Rhodococcus sp.
Sépse neonatal.
Assinale a alternativa correta: Você deve administrar, em dose única, um analgésico intravenoso em um equino adulto, com 532 quilos de peso, cuja posologia recomenda 2mg/kg e a apresentação do produto é de 50 mg/mL. Qual o volume a ser aplicado?
5,32 mL.
10,64 mL.
15,70 mL
21,28 mL.
31,05 mL.
Potro, macho, 20 horas pós-nascimento, apresentou: depressão, desconforto abdominal (abdômen abaulado), tenesmo, frequência cardíaca e respiratórias aumentadas, conjuntivas pálidas, estrangúria, letargia. Os exames demonstraram hipoglicemia de 80 mg/Dl (96 a 176 mg/Dl), hiperlactatemia de 3,2 mmol/L (1,11 a 1,78 mmol/L), hematócrito de 39% (32 a 52%), proteína plasmática total de 7,2 g/Dl (6 a 8 g/Dl), Ureia 217,14 mg/Dl (15 a 48 mg/Dl), creatinina 4,86 mg/Dl (0,5 a 2,0 mg/Dl), a proporção das concentrações de creatinina peritoneal e sérica, sendo o resultado 2,27:1 (1:2). Realizada a ultrassonografia transabdominal, observou-se a presença de líquido livre heterogêneo, indicando elevada celularidade. Realizada a abdominocentese para coleta do líquido peritoneal, revelou-se, o líquido, como de coloração avermelhada escura, turvo, proteína 3,1 g/Dl (< 2g/Dl) e lactato de 7,4 mmol/L (3,6 a 10,8 mg/Dl). Diante do exposto, o diagnóstico é de:
Septicemia.
Uroperitônio.
Distúrbio neurológico.
Compactação de mecônio.
Persistência do úraco.
Um equino de 4 anos de idade manifestou alterações comportamentais após retornar de uma competição. O animal viajou 600 km, permaneceu 5 dias no local de prova e retornou ao haras de origem. Dentre os sinais clínicos, observou-se inapetência, apatia, temperatura retal de 39,8ºC, frequência cardíaca de 52 batimentos por minuto, frequência respiratória de 26 movimentos por minuto, mucosas ictéricas, petéquias na mucosa oral e nasal. No exame hematológico, foram observados 3.200 leucócitos totais, 4.100.000 eritrócitos, 24% de hematócrito.
Dentre as opções a seguir, assinale a alternativa CORRETA:
Iniciar o tratamento com oxitetraciclina e, em caso de não haver redução da hipertermia após três dias de tratamento, introduzir terapia com dipropionato de imidocarb.
Iniciar o tratamento com dipropionato de imidocarb e, em caso de não haver redução da hipertermia após três dias de tratamento, introduzir terapia com penicilina e gentamicina.
Iniciar o tratamento com tetraciclina e, em caso de não haver redução da hipertermia após três dias de tratamento, introduzir terapia com enrofloxacina.
Iniciar o tratamento com sulfa e trimetoprin e, em caso de não haver redução da hipertermia após três dias de tratamento, introduzir terapia com tetraciclina.
Equino, macho, 11 anos, pelagem branca, manga larga marchador, apresentou uma lesão no olho direito. Durante exame físico, observou-se um nódulo com o aspecto vegetativo, irregular e rugoso, branco-avermelhado, de consistência firme, localizado em toda a estrutura ocular. Foi relatado que o mesmo estava inquieto, não enxergava do olho direito e estava perdendo peso. Era criado em sistema semiextensivo, passado o dia em piquete exposto ao sol e a noite em baia. Era usado para trabalhos leves na propriedade. Diante do histórico apresentado, a suspeita clínica é de:
Carcinoma de células escamosas.
Sarcóide.
Melanoma.
Conjuntivite.
Ceratoconjuntivite seca.
Equino, fêmea, 16 anos de idade, com histórico de há alguns anos não manifestar cio e há alguns meses atrás ter apresentado secreção vaginal purulenta, febre, anorexia e desidratação. À palpação retal, não foi encontrada nenhuma alteração significativa em ovários e útero. Realizada a ultrassonografia, encontrou-se um espessamento da parede uterina e uma quantidade significativa de líquido no interior do corpo do útero. Nos ovários, havia a presença de uma estrutura cística. Foram realizadas coletas bacteriológicas da secreção vaginal na fossa clitoriana, no canal cervical e na parede vaginal. O resultado obtido foi a presença de Haemophilus equigenitalis e bacilos Gram positivos na vagina e cérvice. Na fossa clitoriana foram encontrados bacilos Gram +. Podemos afirmar que se trata de um caso de:
Endometrite.
Aborto a vírus.
Tumor ovariano.
Exantema coital.
Torção uterina.
Solução de cloreto de sódio a 0,9% deve ser empregada quando houver hipercalemia, hiponatremia, hipocloremia e alcalose metabólica. Em equinos, as situações clínicas mais comuns que requerem o uso de NaCl 0,9% são:
As rupturas de bexiga em potros e a desidratação após exercício físico extenuante com grandes perdas hidroeletrolíticas por meio do suor, como por exemplo enduros equestres.
Animais que não estejam se alimentando ou ingerindo água e apresentem hipernatremia.
Para correção da acidose metabólica grave com pH inferior a 7,2 ou com déficit de base superior a 10 mEq/
Em situações emergenciais, em pacientes com choque hipovolêmico ou séptico. Esta solução, por ser hipertônica, promove a translocação de fluidos do interstício para o plasma, aumentando, assim, o volume circulante, levando à melhora do rendimento cardíaco e da pressão arterial.
A solução também é utilizada como repositora de água e de minerais em caso de alcalose metabólica de grau moderado, em carência de potássio.
Um equino adulto de 400kg sofreu uma queda de costas, batendo fortemente sua cabeça contra o solo. Imediatamente inicia-se uma epistaxe profusa. Ao examinar o paciente, 60 minutos após o acidente, o médico veterinário obteve os seguintes parâmetros: tremor muscular, letargia, turgor cutâneo normal, mucosas hipocoradas, tempo de preenchimento capilar de três segundos, frequência cardíaca de 72 batimentos por minuto, frequência respiratória de 40 movimentos por minuto e 28% de hematócrito.
Após duas horas do acidente, a epistaxe profusa reduziu para um intenso gotejamento e, após quatro horas do acidente, um novo exame clínico demonstrou os seguintes parâmetros: frequência cardíaca de 76 batimentos por minuto, frequência respiratória de 42 movimentos por minuto e hematócrito de 19%. Diante do exposto, marque a alternativa CORRETA:
A queda acentuada do hematócrito, mesmo com a redução da epistaxe, se deve a uma redistribuição dos fluidos corporais, sendo indicado a fluidoterapia parenteral com cristalóides, de forma monitorada. O paciente deverá ser transfundido se o hematócrito atingir 12%.
A alteração dos parâmetros do paciente possui interferência da dor devido ao impacto da cabeça com o solo e, possivelmente, seriam normalizados com uma terapia analgésica eficiente. Devido ao hematócrito do animal estar acima do indicado para transfusão (12%), devemos aguardar com terapia suporte.
A queda acentuada do hematócrito, com a redução da epistaxe, pode indicar que o animal está aspirando o sangue, o que justifica a alteração nos parâmetros, principalmente a taquipneia e a taquicardia. Sendo assim, a transfusão está indicada, por não ser possível mensurar o volume perdido pela epistaxe.
A demora na redução do hematócrito se deve à resposta inicial de contração esplênica e à demora no direcionamento do fluido intersticial para compor o fluido intravascular, sendo um paciente com indicação de transfusão sanguínea.
Ao examinar uma égua em trabalho de parto, há três horas, o médico veterinário residente do haras constata que o feto está vivo e com a seguinte disposição: apresentação longitudinal posterior, lombo sacral, com os membros pélvicos insinuados na pelve. Dentre as opções a seguir, assinale a alternativa CORRETA:
Por se tratar de uma disposição eutócica, devem ser verificados possíveis fatores impeditivos, de origens materno e fetal, para o parto e distúrbios hidroeletrolóticos. Caso não tenha impedimentos, o potro deve ser tracionado.
Devido à disposição distócica do feto, a fêmea deve ser encaminhada para cirurgia cesariana, uma vez que o feto está vivo e pode entrar em sofrimento se houver demora na tentativa de correção de sua disposição.
Devem ser realizadas manobras obstétricas para corrigir sua disposição fetal, uma vez que o parto teve início há pouco tempo e a correção da disposição fetal é de fácil condução.
Apesar de ser uma disposição distócica, a não expulsão do feto indica incompatibilidade entre os tamanhos do feto e da mãe. Nesses casos, a indicação é a cirurgia cesariana.
O uso de drenos de Penrose em equinos é indicado para
situações em que há necessidade de tamponamento de cavidades com sangramento abundante (ou seja, durante cirurgia sinusal) ou para abscessos que não podem ser drenados.
situações em que há infecção ascendente por absorção; reação de corpo estranho resultando em inflamação e possível infecção; e em que a ferida esteja sangrando.
grandes feridas em áreas musculares que precisam ser drenadas.
situações que necessitam de dreno para cavidade torácica e abdominal.
feridas que não podem ser completamente debridadas e quando há material estranho residual, tecido massivamente contaminado, tecido questionavelmente viável e espaços mortos cheios de líquido.
Com relação às deformidades angulares em potros, assinale a alternativa CORRETA:
Nos potros com deformidades flexurais da articulação interfalângica distal, a principal estrutura envolvida é o tendão flexor digital superficial.
A hemiepifisiodese pela técnica de perfuração da fise não é efetiva no tratamento dos desvios angulares tipo varus metacarpofalângico em potros, pois não resulta em performance atlética inferior.
A hemiepifisiodese pela técnica de perfuração da fise é segura e efetiva no tratamento dos desvios angulares tipo varus metacarpofalângico em potros, não resultando em performance atlética inferior.
A hemiepifisiodese pela técnica de perfuração da fise não é segura no tratamento dos desvios angulares tipo varus metacarpofalângico em potros. A maioria dos animais submetidos ao procedimento desenvolve complicações cirúrgicas.
Equino, fêmea, da raça Quarto de Milha, pesando aproximadamente 450Kg, com 3 anos de idade, vive em piquete (fazenda), alimenta-se de pasto e concentrado comercial, vacinada contra raiva e foi vermifugado recentemente. O animal foi encontrado caído no piquete, necessitou de ajuda para se levantar, porém estava se alimentando e ingerindo água normalmente, sendo o único equino da propriedade com sinais clínicos. Na inspeção, foi observada atrofia muscular na garupa e na região lombar, caracterizada como grave, apresentando incoordenação motora, fraqueza muscular e ataxia dos membros pélvicos. Foi realizado exame específico do sistema neurológico. No teste de propriocepção, o animal não conseguia recuar com a cabeça elevada; durante as curvas fechadas, a égua tropeçava nos membros pélvicos; ao elevar um de seus membros do solo e segurá-lo, o animal apresentou dificuldade em se manter equilibrado apoiando nos demais membros, quando a cauda foi tracionada, era possível perceber acentuada paresia assimétrica, que posteriormente foi classificada como incoordenação de grau 2. Diante do quadro apresentado, o diagnóstico é de:
Mieloencefalopatia degenerativa equina.
Leucoencefalomalácia.
Mieloencefalopatia protozoária equina.
Encefalomielite equina a vírus.
Botulismo.
Sobre o Exame de Claudicação em equinos, assinale a alternativa CORRETA:
Durante o exame clínico do aparelho locomotor, se as claudicações são identificadas pelos testes de flexão, os bloqueios anestésicos não são indicados.
No teste de flexão distal do membro, a flexão das articulações interfalangeana proximal, interfalangeana distal e metacarpofalangeana deve ser feita de forma independente.
O exame de claudicação deve ser sempre realizado em ordem de procedimentos convencionais, passo a passo, e nunca deve avançar para os exames de imagem antes de completar os passos anteriores.
Em caso de suspeita de claudicação decorrente de alterações na articulação metacarpo-falangeana, espera-se uma resposta positiva ao bloqueio dos 4 pontos baixos e negativa ao bloqueio abaxial do sesamoide.