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A cólica equina pode ser conceituada como um distúrbio resultante de doenças que acometem o aparelho digestório.
Assinale a alternativa correta sobre o tema.
A frequência cardíaca não é um bom indicador da severidade da doença.
Encarceramentos intestinais abdominais são alterações consideradas graves, sendo responsáveis por quadros clínicos agudos de cólica e índice elevado de óbito.
Os sons abdominais audíveis são na sua maioria gerados pelo estômago e duodeno.
A palpação retal é um procedimento fundamental para auxiliar com o esvaziamento gástrico, porém sem importância diagnóstica.
Dentre os tipos de cólicas, o encarceramento do forame epiploico é considerado intraluminal não estrangulativa, de prognóstico favorável.
Diagnóstico de gestação por palpação retal entre os dias 17 a 21 de gestação, encontrando pequeno aumento de volume de 2,4 a 2,8 cm de diâmetro. Esse quadro é possível na
vaca.
égua.
ovelha.
cabra.
porca.
Sobre a Anemia Infecciosa Equina, assinale a alternativa INCORRETA:
Causada por um RNA vírus, do Gênero Lentivirus, família Retroviridae;
A transmissão ocorre através de picada de mutucas (tabanídeos), e das moscas dos estábulos materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, esporas, freios, embocaduras, etc.;
Tratamento se dá através de uso de antibióticos ainda na fase aguda, pra debelar os sintomas;
A doença também afeta asininos (jumentos) e muares (burros e mulas);
Após resultado positivo do exame, o animal deverá permanecer isolado, aguardando contato do Serviço Veterinário Oficial;
Um equino macho, castrado, de 7 anos de idade apresentou-se pela manhã na cocheira enrijecido, com dificuldade de locomoção e dolorido. O tratador salienta que o ambiente de habitação, alimentação e água não foram alterados em tipo e quantidade fornecidos diariamente. Indica somente que, no dia anterior, ocorreu uma cavalgada de aproximadamente 15 quilômetros. Somente este animal, da mesma propriedade e de convívio como os demais, apresentou o quadro.
Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Trata-se certamente de um caso de cólica, e a passagem de sonda nasogástrica se faz necessária de imediato.
Trata-se evidentemente de um quadro de tétano pelo fato do animal estar se apresentado enrijecido, e a antibioticoterapia deve ser instituído imediatamente.
Pelo quadro clínico e apresentação, refere-se a um quadro de Rabdomiólise, sendo necessária a avalição do nível de creatinoquinase (CK) para a confirmação do diagnóstico.
A evidência de enrijecimento em 24 horas indica um quadro de laminite nos quatro membros, sendo necessária interversão medicamentosa à base de anti-histamínicos.
Leia o relato do caso a seguir.
Equino, Mangalarga Marchador, macho, castrado, de seis anos de idade, com histórico de sinais agudos e severos de cólica, como deitar, rolar, cavar e olhar para o flanco. Nenhum tratamento prévio foi estabelecido. O exame clínico, realizado duas horas após o aparecimento dos sinais, revelou frequência cardíaca de 100 batimentos por minuto, temperatura retal de 38 °C, mucosas congestas, motilidade reduzida nos quatro quadrantes e tempo de preenchimento capilar de três segundos. À sondagem nasogástrica, observou-se a presença de 15 litros de refluxo de coloração alaranjada. O animal demonstrava sinais de dor severa e contínua, não responsiva à descompressão gástrica e ao uso do flunixin meglumine. À palpação retal foram identificadas alças intestinais distendidas e tensas, de característica tubular e diâmetro aproximado de 5 cm.
Diante dos achados clínicos, esse animal apresenta qual tipo de desordem gastrointestinal?
Distúrbio obstrutivo estrangulante, envolvendo o estômago, a exemplo da torção.
Distúrbio obstrutivo não estrangulante, envolvendo a flexura pélvica, a exemplo da compactação.
Distúrbio obstrutivo estrangulante, envolvendo o intestino delgado, a exemplo do vólvulo.
Distúrbio obstrutivo não estrangulante, envolvendo o cólon menor, a exemplo da enterolitíase.
A síndrome do navicular é caracterizada por claudicação persistente, de impacto e de baixa intensidade, que acomete com frequência os cavalos de trabalho ou esporte. Suas características clínicas e de exames complementares são bem estabelecidas, sendo adequado afirmar que
a claudicação responde pouco ao bloqueio anestésico dos nervos digitais palmares, e muito ao bloqueio anestésico dos nervos palmares.
animais acometidos podem se beneficiar com o uso de ferraduras fechadas de barra reta ou ovais, assim como de palmilhas com elevação dos talões.
a lesão pode ser confirmada pelo exame radiográfico dos cascos, e a identificação de lesões é suficiente para justificar a claudicação.
a ultrassonografia se volta à identificação de lesões da face extensora do navicular, enquanto a ressonância magnética ao diagnóstico de lesões flexoras.
o tratamento cirúrgico se baseia na tenotomia do flexor digital profundo, por aliviar a tensão sobre o navicular e permitir o controle da dor.
A brucelose é uma zoonose bacteriana encontrada em diversos países, porém sua importância está na dependência de algumas variáveis, como a população animal exposta, a espécie bacteriana envolvida e as medidas de combate implantadas para seu controle/erradicação. Em relação à brucelose equina, causada pela Brucella abortus, analise as assertivas abaixo e assinale com V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Bursite fistulosa é, frequentemente, a manifestação da doença nos equinos.
( ) Os casos de abortos são frequentes e ocorrem nas primeiras 4 semanas de gestação da égua.
( ) A contaminação é mais comum devido ao contato com bovinos ou suínos contaminados.
( ) A transmissão da doença de um equino a outro é rara.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
V – V – V – F.
V – F – V – V.
F – V – F – V.
F – F – F – F.
Em relação à clínica médica das afecções do sistema nervoso de equídeos é correto afirmar:
A leucoencefalomalácia equina (LEME), doença degenerativa não infecciosa e altamente fatal causada pelo fungo Fusarium moniliforme, que libera micotoxina no milho, ração ou feno com manejo e estocagem inadequada, quando ingerido causa uma intoxicação afetando o sistema nervoso central dos equídeos, e com isso provocando uma alteração metabólica que promove o amolecimento da substância branca do encéfalo e liquefação, que nada mais é que a passagem do estado sólido para o estado liquido.
A tetania progressiva dos músculos esqueléticos resulta em andar amolecido, caracterizado por flacidez do pescoço e membros, que induz uma “posição de cavalete” quando o equino permanece em estação. Espasmos nos músculos do dorso e da cernelha causam extensão do pescoço e cabeça.
Os agentes mais observados na meningite são herpesvírus subtipo 1 e 4 e nos casos de septicemia, especialmente as neonatais.
O curso clínico da Leucoencefalomalácia varia em média de 20 a 30 dias e, na maioria das vezes, culmina com morte. O tétano é uma doença bacteriana infeciosa, de distribuição mundial, causada por um agente chamado Clostridium tetani. É uma doença com baixa taxa de morbimortalidade, sendo que a mortalidade é bem variável, chegando até 80% nos equinos (Radostits; 2010). Os prejuízos causados nesses animais são decorrentes não apenas a presença da bactéria, mas também a suas exotoxinas.
A disseminação hematógena do parasita Halicephalobus gingivalis, causador da Encefalomielite parasitária foram previamente relatados no lúmen de vasos sanguíneos do encéfalo, onde as larvas são inoculadas na pele e nas membranas dos equinos através da picada do mosquito do gênero Culex, com subsequente invasão da cavidade nasal e/ou vasos sanguíneos. Podem infectar principalmente a cavidade nasal, os rins e o SNC dos equinos.
O deslocamento dorsal de palato mole em cavalos está relacionado com diversos fatores etiológicos determinantes. Atrofia da musculatura do palato, intoxicações, diminuição do diâmetro nasofaríngeo e da distância faríngeo epiglótica, epiglote hipoplásica, diminuição no tônus da faringe e retração da língua com elevação do palato mole e da laringe. Outra causa refere-se a lesões em nervos cranianos. Quais são eles?
V e VI (Trigêmeo e Abducente)
III e IV (Oculomotor e Troclear)
VII e VIII (Facial e Vestibulococlear)
XI e XII (Acessório e Hipoglosso)
IX e X (Glossofaríngeo e Vago)
A leucoencefalomalácia (LEM) dos equinos está associada à ingestão de milho contaminado por Fusarium moniliforme e Fusarium proliferatum. A LEM causa necrose de liquefação da substância branca subcortical cerebral, sintomas neurológicos como perda da acuidade visual, incoordenação motora, fasciculações musculares; ptose auricular, palpebral e labial, provocando dificuldade na apreensão de alimentos. Assinale a alternativa que apresenta a micotoxina associada com a LEM nos equinos.
Ocratoxina.
Patulina.
Fumonisina B1.
Fusanona X.
Tiaminase.
Em relação ao diagnóstico por imagem, clínica médica e cirúrgica das afecções do sistema musculoesquelético de equídeos é correto afirmar:
O exame ultrassonográfico é uma das ferramentas mais utilizadas para o diagnóstico de tenossinovite séptica, integridade tendínea e confirmação da comunicação entre fistula e estrutura sinovial. Após as primeiras 24 horas de apresentação dos sinais clínicos, pode ser observado efusão sinovial e espessamento da bainha. Alguns cavalos podem apresentar celulite e espessamento da pele associado com as tenossinovites sépticas, dificultando a avaliação ultrassonográfica.
Equinos acometidos por doença degenerativa do ligamento suspensório apresentam uma resposta de reparo cicatricial anormal. Enquanto o ligamento sofre degeneração, feixes de colágeno se ligam por fibroses formando novos feixes.
A tendinite é um processo infeccioso que pode acometer principalmente os tendões flexores e suas bainhas sinoviais dos membros anteriores dos cavalos de corrida, ou dos membros posteriores dos cavalos de sela e tração.
As imagens radiográficas contrastadas não demonstram alterações conclusivas para o diagnóstico de infecções das bainhas tendíneas, porém, tenossinovites sépticas avançadas podem desenvolver osteomielite (infecção óssea) concomitante do osso circundante, podendo ser visualizada e confirmada.
A Laminite é um quadro infeccioso/inflamatório que causa aquecimento do casco, locomoção vagarosa e suadores. Em casos mais agressivos a doença pode levar o osso a penetrar o pé do anima e até a separação da parede do casco.
Assinale a alternativa que indica a letalidade da infecção pelo vírus leste da encefalite equina nos equinos no ano de 2018.
5/10.
7/1 000.
15/1 000.
25/1 000.
25/100.
Em relação à clínica médica das afecções de pele e anexos de equídeos é correto afirmar:
Astenia dérmica regional hereditária (ADRHE): é encontrada em cavalos de raça, como o Quarto de Milha, devido a fragilidade da pele e tem como principais sinais a coceira e ferimentos, diretamente no dorso, membros e pescoço.
Inchaços não cancerosos ou queloides são resultantes das reações alérgicas a infecções dérmicas.
As lesões cancerosas ocorrem em animais de pelagem escura devido à exposição ao sol, podendo se espalhar pelo corpo.
Dermatite nos membros inferiores causada exclusivamente por fungos, podendo levar a diminuição do pelo na região infectada e apresentar até mesmo feridas.
A habronemose (cutânea) equina, também conhecida como “esponja” ou “feridas de verão”, é uma verminose causada pelo ciclo errático de larvas dos nematódeos Habronema spp e Drashia megastoma. A doença é mais comum no verão por se tratar do período em que os mosquitos-palha se reproduzem em maior velocidade, favorecendo o ciclo da habronemose.
A sepse é uma causa de óbito importante em potros neonatos. Reconhecer os sinais precocemente, bem como identificar potros que se enquadram na categoria de alto risco de desenvolver sepse, podem aumentar a sobrevivência de animais acometidos. São considerados fatores de risco, sinais clínicos, achados laboratoriais de sepse em potros neonatos, respectivamente:
ingestão de colostro inadequada, febre e timpanismo, hiperglicemia e trombocitopenia.
prematuridade, mucosas congestas e petéquias aurais, leucopenia e hipoglicemia.
parto em curral, diarreia e ataxia, leucocitose e acantocitose.
ingestão de colostro de baixa qualidade, tenesmo, monocitose.
Em relação à clínica médica e cirúrgica das afecções do aparelho cardiovascular de equídeos, é correto afirmar:
A tromboflebite jugular é um problema clínico comum em equinos, frequentemente associado a injeções intravenosas obrigatórias que são realizadas perivascular.
A endocardite bacteriana é uma afecção adquirida bastante comum, que acomete principalmente animais idosos. A valva tricúspide é a primeiramente afetada pela infecção bacteriana com formação de placas fibrinosas, podendo formar êmbolos sépticos.
A trombose aórtico-ilíaca é uma doença vascular progressiva de origem genética, cuja etiologia não está determinada que ocorre na aorta abdominal e em seu ramo da artéria ilíaca.
A tromboflebite séptica é um problema clínico que ocorre por reação alérgica do corpo por agulha ou cateter, ocasionando quadro infeccioso sanguíneo.
Defeito de septo ventricular é a cardiopatia congênita menos comum em equinos, sendo que anomalias valvulares são bem comuns e ocorrem principalmente nas valvas semilunares aórticas e nas válvulas atrioventriculares (displasia de mitral e tricúspide).
A neuropatia laríngea recorrente (NLR) é a causa mais comum de ruídos respiratórios anormais e da diminuição do desempenho desportivo em cavalos. A prevalência de NLR varia entre raças, sendo de 2,6% a 8% em cavalos PSI. Assinale a alternativa correta.
Injeção perivascular, micose das bolsas guturais, trauma, lesões ou procedimentos cirúrgicos no pescoço, abcesso na cabeça e pescoço e neoplasias do pescoço ou tórax, intoxicação por organofosfatos, por plantas, chumbo; encefalopatia hepática e doenças do sistema nervoso central, podem causar a NLR. Todas acarretam a disfunção do músculo cricotiróideo dorsal incapacita a abdução da cartilagem aritenoide e respectiva corda vocal; hipoxemia, hipocapnia e acidose metabólica são consequências da afecção.
A NLR é uma neuropatia periférica do nervo laríngeo recorrente; o lado esquerdo é o mais frequente e gravemente afetado; a disfunção do músculo cricoaritenóideo dorsal (CAD) incapacita a abdução da cartilagem aritenoide e respectiva corda vocal; hipoxemia, hipercapnia e acidose metabólica são consequências da afecção. A técnica de reinervação laríngea envolve a implantação de um enxerto de pedículo neuromuscular (PNM) no músculo CAD afetado. O primeiro nervo cervical (C1) e o músculo omohioideo são utilizados para o enxerto.
Os cavalos com NLR apresentam características de um exame ultrassonográfico específicas, como o aumento da ecogenicidade dos músculos: cricotiróideo lateral, cricotiróideo dorsal e vocal, em comparação com o lado oposto. A NLR apresenta boa percentagem de resolução quando tratada cirurgicamente. Registaram-se como complicações associadas à correção cirúrgica a redução no grau de adução pós-cirúrgico; colapso total da aritenoide; tosse; disfagia grave e condropatia das aritenoides.
A paralisia unilateral da laringe esquerda é a mais comum e resulta, na perda progressiva de grandes axônios mielinizados do nervo laríngeo recorrente esquerdo, que se caracteriza histologicamente por: atrofia e hipertrofia de fibras musculares, aparência angular, perda de fibras musculares tipo 1 e aumento do número de fibras tipo 2, fibrose e deposição de gordura. No exame ultrassonográfico de um animal com NLR a substituição do músculo normal por tecido fibroso e gordura resultam na diminuição da ecogenicidade.
O objetivo da técnica cirúrgica de laringoplastia prostética (LP) é conseguir alcançar algum grau de adução permanente da cartilagem cricotiroideo (CC) afetada. Através da reprodução da função do músculo cricotiroideo dorsal, colocando um implante que mantenha o processo corniculado da CC afetada abduzido. O resultado ideal seria uma CC abduzida o suficiente para permitir um fluxo de ar adequado de ar durante o exercício, mas que não permita a entrada de saliva, comida ou água para dentro do lúmen da laringe ou da traqueia durante a deglutição.
Em relação à clínica médica das afecções do aparelho respiratório de equídeos, é correto afirmar:
A gripe equina é causada por diversos vírus, sendo uma infecção comum, mas que pode levar a quadros de pneumonia. Nesse caso o cavalo fica normal e não precisa ser poupado de grandes esforços físicos.
A doença pulmonar crônica é uma síndrome alérgica e inflamatória que atinge principalmente os equinos mais velhos. A DPCO, como é chamada a Doença Pulmonar Crônica Obstrutiva, pode ser causada pelo agravamento de infecções virais, pela constante exposição a fatores alergênicos como pó, ácaros e fungos, e também pela pré-disposição genética.
A adenite equina, conhecida popularmente como garrotilho, é uma doença infecciosa causada pela bactéria Streptococcus equi. A doença é transmitida pela via oral e nasal, sendo que a bactéria pode ser veiculada pelo contato direto ou indireto entre os animais.
Camas feitas de materiais como palha, feno, farelo ou serragem são as mais indicadas para evitar irritar as vias nasais dos equinos.
A Influenza Equina, a chamada gripe do cavalo é uma doença não contagiosa, mas altamente fatal, devido à característica importante de capacidade de mutação do vírus, o que reduz o grau e o período de proteção da vacinação.
Das afecções que acometem o sistema reprodutivo, qual podem ser consideradas como uma das principais causas de subfertilidade e infertilidade na espécie equina?
Endometrite
Fibrose periglandular
Sobre a síndrome cólica equina, é correto afirmar que
no atendimento da síndrome cólica, a primeira atitude a ser tomada pelo clínico é realizar a palpação retal para detectar se há torções.
nas cólicas com torções intestinais, caso a cirurgia não seja realizada em um curto espaço de tempo, haverá translocação bacteriana para a cavidade abdominal, septicemia, choque e morte.
a maioria dos casos de síndrome cólica são resolvidos apenas com cirurgia abdominal, sendo os enterólitos as principais causas.
os equinos com síndrome cólica demonstram a dor através de apatia e decúbito lateral, permanecendo quietos. A apatia é tão grave que os animais permitem a manipulação dos veterinários.
a tiflocentese é uma técnica utilizada para retirar os gases do estômago, aliviando a dor do equino.
Algumas patologias relacionadas ao abdome agudo em equinos têm maior ocorrência em determinadas categorias de animais, como por exemplo:
lipoma estrangulante em geriatras, retenção de mecônio em neonatos, intussuscepção íleo-cecal em potros sobreanos e hérnia inguino-escrotal em garanhões.
gastrite em potros desmamados, eventração em machos castrados, duodeno-jejunite em éguas prenhes e atresia de jejuno em potros sobreanos.
compactação por áscaris em potros árabes, volvulo de cólon maior em éguas no pós-parto e compactação de ceco em éguas jovens.
hérnia inguino-escrotal em garanhões, tricobenzoares em cavalos jovens, torção uterina em éguas prenhes e estenose de piloro em garanhões.