

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Sobre o Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH) do Brasil, é CORRETO afirmar:
A vacinação dos herbívoros domésticos foi suspensa devido à ocorrência de focos da doença em humanos em alguns estados do Brasil.
A raiva, no Brasil, é considerada uma doença epidêmica, distribuída em duas regiões do território nacional. Em 2021, foram registrados 1.004 casos de raiva em herbívoros, nos estados da região Sudeste e Sul.
O morcego Desmodus rotundus é o principal transmissor da raiva aos herbívoros, pois é a espécie de morcego hematófago mais abundante e tem nos herbívoros a sua maior fonte de alimento. O PNCRH visa ao controle populacional desse morcego, como também a outras medidas profiláticas e de vigilância.
O principal fator que contribui para que a raiva se dissemine de forma insidiosa e preocupante nos herbívoros domésticos é a ocupação desordenada, que altera o ambiente em que os morcegos Diphylla ecaudata vivem, obrigando-os a procurar novas áreas e outras fontes de alimentação.
O PNCRH estabelece suas ações visando ao efetivo controle da ocorrência de raiva nos herbívoros no Brasil e não à convivência com a doença, o que é alcançado por meio da vacinação estratégica das fêmeas de espécies susceptíveis e do controle populacional de seu principal transmissor, Tadarida brasiliensis.
A peste suína clássica (PSC), também conhecida como cólera suína, é uma doença viral contagiosa dos suínos domésticos e selvagens. É causada por um vírus do gênero pestivirus da família Flaviviridae e costuma ocasionar graves problemas sanitários relacionados à alta mortalidade animal e a grandes perdas econômicas nos locais de incidência. Com relação a essa doença e ao seu programa nacional de vigilância, assinale a alternativa correta.
Todas as unidades federativas do Brasil, incluindo o Distrito Federal, possuem o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde Animal de livre de peste suína clássica (PSC).
O período de incubação da PSC é em média, de 30 dias.
Entre os diagnósticos diferenciais da doença estão a raiva e a brucelose, que, assim como a PSC, também são doenças de notificação obrigatória ao serviço veterinário oficial.
O fornecimento aos suínos de restos de alimentos contaminados com o vírus, sem tratamento térmico, é a forma mais comum de introdução da doença em países ou zonas livres dela.
A vacinação contra a PSC é obrigatória para todas as produções suinícolas do País e atualmente constitui a medida preventiva base do Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS).
Sobre o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose, é correto afirmar que
fêmeas submetidas a testes sorológicos de diagnóstico de brucelose no intervalo de quinze dias antes até quinze dias depois do parto ou do aborto, cujos resultados sejam negativos, deverão ser retestadas entre trinta e sessenta dias após o parto ou o aborto.
é obrigatória a comprovação, pelo proprietário, da vacinação das bezerras ao serviço veterinário estadual, no mínimo, uma vez por ano.
animais reagentes positivos deverão ser isolados do rebanho, afastados da produção leiteira e abatidos no prazo máximo de quinze dias após o diagnóstico, em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial.
em estabelecimento de criação de bovinos de leite, com foco de tuberculose, deve ser realizado um teste para diagnóstico de tuberculose nas fêmeas acima de vinte e quatro meses e machos reprodutores.
é permitido o trânsito de fêmeas em idade de vacinação para Brucelose, desde que apresentem resultado negativo para a doença.
O Plano Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros tem como objetivo manter sob controle a incidência da Raiva na população de herbívoros domésticos com a seguinte estratégia de atuação:
Investigação epidemiológica e laboratorial de todos os casos confirmados de raiva em herbívoros domésticos e em cães.
Desenvolver suas atividades, considerando o conceito de saúde única, trabalhando em parceria com o Ministério da Saúde no diagnóstico da raiva e na proteção da saúde pública e do meio ambiente, respeitando as leis de proteção à fauna.
Adotar sempre a utilização de pasta anticoagulante em animais espoliados por morcegos.
Vacinação obrigatória de todos os herbívoros domésticos.
Vigilância ativa em áreas de maior e menor risco, urbanas e suburbanas.
Sobre o Programa Nacional de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária, assinale a alternativa INCORRETA.
Um dos objetivos do programa é promover fortalecimento, aumento da abrangência e aperfeiçoamento das ações públicas e privadas orientadas para a Educação Sanitária em Defesa Agropecuária.
Entende-se por educação sanitária em defesa agropecuária o processo de disseminação, construção e apropriação de conhecimentos relacionados com a saúde animal, sanidade vegetal e qualidade dos produtos, subprodutos e insumos agropecuários.
A gestão de planos e atividades em Educação Sanitária em Defesa Agropecuária será desenvolvida, sempre que possível, de forma articulada entre as três Instâncias do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária e os Sistemas Brasileiros de Inspeção de Produtos e Insumos Agropecuários.
A utilização dos meios de comunicação como instrumento de informação e de educação, em auxílio da prática das atividades educativo sanitárias e da difusão de informações de caráter educativo sobre defesa agropecuária, é uma das diretrizes do programa.
A coordenação do Programa Nacional de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária será exercida pelo Departamento de Sanidade Animal, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Os caprinos e ovinos são de grande importância para economia da região Nordeste do Brasil, principalmente da região semiárida. Para que haja controle das enfermidades de importância econômica e zoonótica desta espécie animal, o Ministério da Agricultura editou e aprovou a Instrução Normativa Nº 87, de 10 de dezembro de 2004, que aprovou ao regulamento técnico do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos. Conforme a Instrução Normativa, marque a assertiva INCORRETA:
Sacrifício sanitário é o abate de animais, devido à ação de controle de enfermidades, em matadouro de inspeção.
Caprinos e ovinos só poderão transitar quando acompanhados da GTA, observadas as exigências normativas vigentes.
A notificação de doenças consiste na comunicação oficial da ocorrência de casos de determinada enfermidade à autoridade sanitária competente.
Caprinos e ovinos deverão ser transportados em veículos apropriados, limpos e desinfectados antes do embarque.
Destruição é procedimento de eliminação de animais, com aproveitamento para consumo, realizado no próprio estabelecimento de criação ou local aprovado pelo serviço oficial, obedecendo a critérios aprovados.
Assinale a alternativa correta sobre o desenvolvimento de programas sanitários para controle e/ou erradicação de enfermidades de interesse médico veterinário.
O Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA) considera a Influenza Aviária uma doença endêmica no país.
O Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) trabalha com a possibilidade de atuação exclusiva de médicos-veterinários do serviço oficial, inclusive para colheita e envio de material para diagnóstico.
O Programa Nacional de Sanidade de Caprinos e Ovinos (PNSCO) prevê que os proprietários deverão informar ao Serviço Oficial apenas casos confirmados das doenças de notificação obrigatória.
As atividades do Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS) estão voltadas para a prevenção de doenças, para o reconhecimento, manutenção e ampliação de zonas livres de doenças e na certificação e monitoramento de granjas de reprodutores suídeos (GRSC).
O Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo (PNSAAC) dispõe sobre as regras higiênico-sanitárias que devem ser adotadas, exceto durante a despesca.
Relativamente ao Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos – PNSCO, considere as seguintes afirmativas:
I. Dentre as principais doenças monitoradas pelo PNSCO, destaca-se a Paraplexia Enzoótica dos Ovinos, a qual requer notificação imediata de qualquer caso suspeito.
II. O Corynebacterium pseudotuberculosis é o agente etiológico da Linfadenite Caseosa (LC), popularmente conhecida como mal do caroço, a qual, de acordo com o PNSCO, requer notificação mensal de qualquer caso confirmado.
III. A Agalactia Contagiosa, causada pelo Mycoplasma agalactiae ,é considerada uma doença emergente no Brasil, requerendo notificação imediata de qualquer caso confirmado de acordo com o PNSCO.
É correto o que se afirma:
na afirmativa I, apenas.
nas afirmativas I e II, apenas.
na afirmativa III, apenas.
nas afirmativas II e III, apenas.
em todas as afirmativas.
Sobre o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), é correto afirmar que
a marcação das fêmeas vacinadas é obrigatória, utilizando-se ferro candente ou nitrogênio líquido, no lado direito da cara.
é obrigatória a vacinação de todas as fêmeas das espécies bovina e bubalina, na faixa etária de três a doze meses, utilizando-se dose única de vacina viva liofilizada, elaborada com amostra 19 de Brucella abortus (B19).
o diagnóstico de brucelose em fêmeas vacinadas com a vacina RB51 deve ser realizado com animais com idade acima de 24 meses.
fêmeas submetidas a testes sorológicos de diagnóstico de brucelose no intervalo de quinze dias antes até quinze dias depois do parto ou aborto, cujos resultados sejam negativos, deverão ser retestadas entre trinta a sessenta dias após o parto ou aborto.
para o diagnóstico direto da tuberculose, serão utilizados testes alérgicos de tuberculinização intradérmica em bovinos e bubalinos identificados individualmente, com idade igual ou superior a seis meses, realizados por médico veterinário habilitado ou médico veterinário oficial.
De acordo com o Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos (PNSS), determinadas doenças devem ser notificadas imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial, de modo a proteger a suinocultura nacional.
Segundo o PNSS, uma doença erradicada ou nunca registrada no país, que requer notificação imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial é a
hipertermia maligna.
peste suína africana.
peste suína clássica.
doença de Aujeszky.
paratuberculose.
O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) foi instituído em 2001 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o objetivo de diminuir o impacto negativo dessas zoonoses na saúde humana e animal, além de promover a competitividade da pecuária nacional. Analise as afirmativas abaixo sobre o PNCEBT:
I. O PNCEBT introduziu a vacinação obrigatória contra a brucelose bovina e bubalina em todo o território nacional.
II. O PNCEBT definiu uma estratégia de certificação de propriedades livres ou monitoradas.
III. O PNCEBT estabelece que, para o saneamento das propriedades que entram em processo de certificação de propriedades livres de brucelose e tuberculose, deve ser realizada testagem de todos os animais e tratamento dos reagentes positivos.
IV. O PNCEBT estabelece exigências de diagnóstico para efeito de trânsito interestadual de animais destinados à reprodução e/ou animais que participam de exposições. Estes devem ser submetidos a teste de diagnóstico, ou ser provenientes de propriedade livre para obter a Guia de Trânsito Animal (GTA).
V. A vacinação contra brucelose e tuberculose deverá ser realizada sob responsabilidade de médicos veterinários. Por tratar-se de vacina viva atenuada, sua compra só poderá ser efetuada mediante a apresentação da receita emitida por médico veterinário.
Estão CORRETAS:
Apenas I e II.
Apenas I, II e III.
Apenas I, II e IV.
Apenas I, III e V.
Apenas II, III e IV.
Sobre o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PE-PNEFA), é CORRETO afirmar:
Tem como objetivo principal reduzir o número de casos de Febre Aftosa, principalmente nos Estados que fazem fronteira com outros países.
Tem como objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país totalmente livre de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira.
Foi delineado para ser executado em um período de 5 anos, iniciando em 2020 e encerrando em 2025.
Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo com os esforços para a erradicação da doença no mundo.
Um dos seus objetivos é a substituição gradual da vacinação contra a febre aftosa, em todo o território brasileiro, que implica na adoção de diversas ações a serem desenvolvidas em âmbito municipal, estadual e nacional, com o envolvimento do Serviço Veterinário Oficial (SVO), setor privado, produtores rurais e agentes políticos.
Conforme o Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal, marque a assertiva INCORRETA quanto à vacinação de fêmeas bovinas e bubalinas:
A marcação das fêmeas vacinadas entre três e oito meses de idade é obrigatória, utilizando-se ferro candente ou nitrogênio líquido, no lado esquerdo da cara.
A utilização da vacina B19 poderá ser substituída pela vacina, amostra RB51, na espécie bovina.
Fêmeas vacinadas com a amostra RB51 deverão ser marcadas com um V.
O médico veterinário cadastrado não poderá incluir em seu cadastro vacinadores auxiliares.
Fêmeas vacinadas com a vacina B19 deverão ser marcadas com o algarismo final do ano de vacinação.
O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), objetiva reduzir a prevalência e a incidência dessas doenças em bovinos e bubalinos, visando à erradicação. A esse respeito, assinale a opção correta.
É recomendado que animais reagentes positivos para brucelose ou para tuberculose sejam marcados somente com nitrogênio líquido no lado esquerdo da face e encaminhados ao isolamento. Se o animal for submetido a tratamento com doxiciclina e não apresentar titulação mensurável, deve-se efetuar a “notificação de animal em tratamento”.
De acordo com os dados do Departamento de Saúde Animal do MAPA, no estado de Rondônia, a brucelose e a tuberculose são pertencentes à classe A, ou seja, a prevalência de focos é inferior a 2% para ambas as doenças.
O programa de saneamento em locais de focos de tuberculose em bovinos e bubalinos estabelece como facultativos os testes de rebanho para diagnóstico da doença nos animais a partir de seis semanas.
A certificação de propriedades livres de brucelose, de tuberculose ou de brucelose e tuberculose faz parte do conjunto de medidas sanitárias compulsórias.
É obrigatória a vacinação de todas as fêmeas bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, com amostra B19. No entanto, para a espécie bovina, a vacina com amostra B19 poderá ser substituída pela vacina com amostra RB51.
As opções a seguir apresentam alguns dos principais programas de erradicação de doenças em execução no país, à exceção de uma. Assinale-a.
Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa – PNEFA
Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros – PNCRH
Programa Nacional de Controle da Bucefalose – PNCB
Programa Nacional de Sanidade Apícola – PNSAb
No Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, é aprovado o uso de dois tipos de vacina, a B19 e a RB 51. De acordo com o Regulamento Técnico para Produção e Controle de Qualidade da Vacina Contra a Brucelose, para o controle final da qualidade da vacina são realizados dois testes de pureza, sendo estes:
contagem de microrganismos viáveis e ensaio de estabilidade térmica.
teste de pressão negativa e contagem de microrganismos viáveis.
ensaio de estabilidade térmica e pesquisa de contaminantes viáveis.
pesquisa de contaminantes viáveis e pesquisa de contaminantes por microscopia direta.
pesquisa de contaminantes por microscopia direta e teste de pressão negativa.
A brucelose e a tuberculose bovinas são doenças zoonóticas que ocorrem em grande parte do território nacional. Essas doenças causam prejuízos econômicos e sociais, uma vez que têm grande impacto na produtividade dos rebanhos e são responsáveis por riscos à saúde humana. Com o objetivo de controlar e, posteriormente, erradicar essas doenças do território nacional, em 2001 foi lançado no Brasil o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT). Em relação ao PNCEBT, analise as afirmações abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O estado de Santa Catarina é o único considerado livre da brucelose bovina e bubalina e onde não é realizada a vacinação.
( ) No Brasil, são permitidas as vacinas B19 para as fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade, e a RB51 para todos os bovinos e bubalinos do rebanho, independentemente da idade e sexo.
( ) A vacinação contra a tuberculose nas espécies animais, abrangidas pelo PNCEBT, deve ser realizada anualmente até o final do primeiro semestre de cada ano.
( ) O tratamento medicamentoso (antibióticos) dos animais infectados pelo Mycobacterium bovis deve continuar por, pelo menos, duas semanas após o desaparecimento dos sinais clínicos da doença.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
V – V – V – F.
V – F – F – F.
F – V – V – V.
F – F – F – V.
De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), sobre os testes de diagnóstico da brucelose, assinale a afirmativa correta.
O teste do anel em leite pode ser utilizado para monitoramento dos estabelecimentos pelo serviço veterinário oficial.
O teste de Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) é utilizado como teste confirmatório.
Os testes podem ser feitos em machos de qualquer idade destinados à reprodução
Fêmeas não vacinadas devem ser testadas com idade igual ou superior a 12 meses de idade.
O teste de Fixação de Complemento é o teste de triagem.
Caso seja identificado um bovino positivo para brucelose bovina em um rebanho, quais as medidas sanitárias deverão ser tomadas segundo o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal?
Promover o isolamento do animal infectado, realizar o tratamento com antibioticoterapia específica e, após dois testes consecutivos negativos, reintegrar o animal no rebanho. Não há necessidade de comunicação ao serviço veterinário oficial.
Os animais reagentes positivos para brucelose deverão ser marcados pelo médico veterinário responsável pelo exame no lado direito da cara, isolados do rebanho, afastados da produção leiteira e abatidos no prazo máximo de trinta dias após o diagnóstico, em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial. Na impossibilidade de abate sanitário em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial, os animais serão submetidos à eutanásia no estabelecimento de criação, conforme normatizado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. O médico veterinário habilitado que realizou o diagnóstico deverá notificar os resultados inconclusivos e positivos para brucelose ao serviço veterinário oficial em até um dia útil.
Os animais reagentes positivos para brucelose deverão ser marcados pelo médico veterinário responsável pelo exame no lado direito da cara, isolados do rebanho, afastados da produção leiteira e tratados pelo prazo de trinta dias após o diagnóstico no próprio estabelecimento de criação. O médico veterinário habilitado que realizou o diagnóstico deverá notificar os resultados positivos para brucelose ao serviço veterinário oficial em até um dia útil.
Os animais positivos não oferecem risco ao restante do rebanho, não sendo necessário realizar o isolamento dos mesmos. A cura se dá de maneira natural e depende apenas da imunidade de cada indivíduo.
Os animais positivos deverão ser vacinados com as vacinas B19 e a RB51, ambas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, respectivamente, e deverão permanecer isolados por 15 dias. O serviço veterinário oficial deverá ser informado.
De acordo com o Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal, é CORRETO afirmar:
O plano prevê a adoção de programas setoriais para carne – PCRC, mel – PCRM, leite – PCRL, pescado – PCRP e ovos – PCRO.
Os programas setoriais para os diferentes tipos de alimento requerem acurados modais tecnológicos, instrumentos de aferição e reagentes químicos/biológicos dentro dos mais exigentes padrões de qualidade, além de pessoal qualificado para a execução de todas as suas etapas.
É importante frisar que todas as drogas e compostos químicos aos quais os animais ficam expostos deixam resíduos perigosos à saúde humana e animal.
Os limites mínimos de resíduos (LMR) são determinados em centros de comprovada idoneidade científica, a partir de apurados estudos toxicológicos, de curto e médio prazos.