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Ana Mae Barbosa propõe, em A imagem no ensino de arte, a comparação entre 2 obras da iconografia artística brasileira. A primeira explora o contraste de cores chapadas e a segunda, a multiplicidade de nuanças de uma mesma cor. Ela se refere à obras dos seguintes artistas:
Omar Rayo e Max Bill.
Maria Martins e Max Bill.
Tarsila do Amaral e Anita Malfatti.
Tarsila do Amaral e Maria Martins.
Anita Malfatti e Van Gogh.
Em A língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte, as autoras propõem a nutrição estética com o objetivo de
provocar leituras que possam desencadear atividades de releitura de obras de arte ampliando o fazer artístico.
provocar leituras que possam desencadear um aprendizado de arte ampliando as redes de significação do fruidor.
promover o acesso a artistas vivos, contemporâneos e brasileiros.
promover atividades provocantes que geram o interesse dos alunos pela arte para pesquisa posterior.
Considere as premissas abaixo.
I. Um objeto de pesquisa e estudo.
II. Uma seqüência de situações de aprendizagem.
III. A utilização dos códigos da linguagem da arte.
IV. O ato de desvelar/ampliar.
Para as autoras Martins, Picosque & Guerra, são premissas para um processo de ensino-aprendizagem em arte sob a ótica de projetos em ação o contido em
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
I e IV, apenas.
O modo de trabalhar o ensinar/aprender arte através de projetos tem uma dinâmica própria que poderá ser transformada e adequada às diferentes realidades de cada grupo de alunos, não se constituindo como método, mas como uma atitude pedagógica que envolve
o sentido sempre interdisciplinar que oportuniza tanto o grupo-classe a investigar um mesmo tema em diferentes áreas de conhecimento como os professores a desenvolverem o trabalho docente em parceria.
uma nova maneira de fazer do professor, na qual o planejamento seqüencial das aulas decorre do tema escolhido pelo grupo-classe a ser desenvolvido em paralelo ao planejamento anual que normatiza os objetivos e os conteúdos a serem cumpridos no decorrer do ano.
dar ênfase à aprendizagem de valores e atitudes mais do que conteúdos informativos.
a investigação do professor, que se coloca atento ao seu grupo-classe e ao conteúdo que quer ensinar e do grupo de alunos, que fica conectado e implicado no que deseja pesquisar.
a valorização da autonomia pessoal, o senso crítico e o sentido democrático de cidadania e participação.
Sem o olhar fecundador do artista, a matéria é inerte e muda: apenas aquele olhar formativo desperta-a para a vida da arte. Os problemas técnicos não se impõem ao artista, mas é ele quem sabe fazê-los nascer da matéria que lhe foi entregue pela tradição; a técnica, de per si, só forma o artesão, mas é o artista quem sabe torná-la capaz de mostrar a arte; a matéria pode ser resistência, obstáculo, causa de malogro, e é o artista quem sabe fazer dela uma ocasião, um veículo, uma garantia de êxito.
Este pensamento de Luigi Pareyson, reflete-se no pensamento dos estudiosos contemporâneos do ensino de arte que afirmam:
I. A exploração dos materiais é uma ação pedagógica necessária.
II. É necessário atribuir significados à matéria, pois ela também dá suporte à poética do artista.
III. A técnica pode refletir o contexto sócio-histórico-cultural de quando foi utilizada, e sua compreensão facilita perceber o significado das rupturas.
IV. Conhecer o processo de criação do artista permite perceber não somente sua poética pessoal, suas temáticas, as influências estilísticas, mas também o modo como enfrentou a resistência das matérias que escolheu para trabalhar.
É correto o que se afirma em:
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Segundo Ana Mae Barbosa, o ensino pós-moderno de arte caracteriza-se pelo posicionamento teórico- metodológico conhecido como Proposta Triangular, que tem por base a inter-relação entre:
a observação da forma, a estética e a crítica musical
as artes cênicas, a educação musical e as artes plásticas
o fazer artístico, a observação da forma e a percepção do cotidiano
a compreensão da história da arte, o fazer artístico e a análise da obra de arte
Para Ana Mãe Barbosa, Fazer a Arte envolve:
a imitação de um modelo pré estabelecido de arte.
somente a observação do fazer do artista.
a análise da ação do próprio aluno.
a avaliação do trabalho do aluno.
a ação do domínio da prática artística.
As formas como os leitores se aproximam da obra de arte têm sido alvo de pesquisas de poucos estudiosos, embora a percepção do desenvolvimento estético possa dar ao professor ferramentas para melhor interagir com seus alunos na busca da aprendizagem em arte. Dentre estes estudos, encontra-se uma pesquisa que afirma os seguintes estágios sequenciais: descritivo/narrativo, construtivo, classificativo, interpretativo e re-criativo. A autoria desta pesquisa é de:
Maria Helena Rossi.
Michael Parsons.
Terezinha Franz.
Abigail Housen.
Howard Gardner.
Fala de um professor em reunião do Conselho de Classe:
"Eu não admito críticas quanto à minha avaliação. Tenho de zelar pela vida escolar desse aluno e acho que todos devem seguir o mesmo exemplo. Como eu posso formar um aluno que não traz os conteúdos das séries anteriores? E no final do ano: como vou poder aprová-lo para a série seguinte, se mal conseguiu aprender o conteúdo básico do ano anterior?"
A posição assumida com relação ao sentido atribuído à avaliação sustenta-se no:
plano de ensino do professor
projeto curricular da disciplina
projeto curricular da escola
projeto-político pedagógico da escola
No que diz respeito ao processo de escolarização dos sujeitos descritos no Texto 1, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em vigor declara que os currículos do Ensino Fundamental deverão:
oferecer ensino religioso obrigatório e ecumênico como parte da formação básica do cidadão, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil.
promover a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática.
alcançar relação adequada entre o número de alunos e o professor, a carga-horária das disciplinas e as condições materiais do estabelecimento de ensino.
controlar a freqüência, conforme o disposto em seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a freqüência mínima de setenta e cinco por cento.
Leia o texto abaixo. "Estava muito preocupado em liberar a criança através do desenho, da pintura. Comecei a ver que o problema não era esse, era um problema muito maior, era ver a criança no seu aspecto global, a criança e a relação professor-aluno, a observação do comportamento delas, o estímulo e os meios para que elas pudessem, através das atividades, terem um comportamento mais criativo, mais harmonioso. (...) Deveríamos ter um comportamento aberto, livre com a criança; uma relação em que a comunicação existisse através do fazer e não do que pudéssemos dar como tarefa ou como ensinamento(...)." (Augusto Rodrigues). Este texto traduz uma concepção e ensino de arte que caracteriza:
o movimento "Escolinha de Arte";
as escolas profissionais de arte;
a pedagogia artística tradicional;
os Parâmetros Curriculares Nacionais;
a Metodologia Triangular.
Em relação à arte, no ensino fundamental, a atual legislação educacional brasileira:
considera a arte uma atividade não obrigatória que poderá ser explorada segundo as tendências e interesses de cada unidade escolar;
reconhece a importância da arte na formação e no desenvolvimento de crianças e jovens e a inclui no currículo como componente obrigatório;
propõe a adoção de uma metodologia fundamentada nos princípios da livre expressão e da não diretividade;
enfatiza os aspectos utilitários da arte com vistas à preparação técnica de indivíduos para o mercado de trabalho;
estimula a existência do professor polivalente em arte como uma forma de valorizar a integração das diferentes linguagens artísticas.
Espera-se que o aluno do 2º segmento do Ensino Fundamental (da 5ª à 8ª série) desenvolva seu conhecimento estético e competência artística nas diferentes linguagens da Arte. Segundo os PCN – Arte, as Artes Cênicas, como área de conhecimento, têm como um dos objetivos gerais estimular esse aluno a:
experimentar diferentes técnicas da linguagem teatral com a finalidade de transformar sua produção escolar em apresentações
desenvolver as competências necessárias à formação do ator e reforçar sua auto-estima e livre expressão
reconhecer o teatro como atividade lúdica e perceber a linguagem teatral como forma de sensibilização
refletir sobre a produção teatral construída na escola e perceber o teatro como tarefa coletiva
Possibilitar e orientar o desenvolvimento estético de crianças e jovens, objetivando o crescimento de seu poder de percepção, criação e compreensão das diferentes linguagens artísticas, requer que o professor de arte:
I - saiba organizar e graduar os conteúdos tanto no sentido do fazer quanto no do apreciar a arte;
II - leve em conta e fique atento às características da faixa etária, aos interesses e aos saberes dos alunos;
III - tome como modelo para seus alunos os padrões estéticos da arte erudita;
IV - preocupe-se em tornar a arte sempre presente na sala de aula.
Pode-se dizer que está correto o que se afirma:
no item III;
nos itens I e IV;
nos itens I, II e III;
nos itens I, II e IV;
nos itens II, III e IV.
"Pedro Bala era muito mais ativo, sabia planejar os trabalhos, sabia tratar com os outros, trazia nos olhos e na voz a autoridade de chefe."
Na descrição do potencial atribuído ao personagem Pedro Bala, o termo "ativo" refere-se, respectivamente, aos seguintes aspectos do desenvolvimento humano:
intelectual, psico-motor e psico-social
psico-social, intelectual e psico-motor
intelectual, psico-social e psico-motor
psico-social, psico-motor e intelectual