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Considerada a dama do paisagismo brasileiro, Rosa Grena Kliass foi responsável pela transformação no cenário paisagístico, destacando para a sociedade brasileira a importância do papel do arquiteto paisagista. Ganhadora de inúmeros prêmios e consagrada no campo da arquitetura paisagística, foi uma importante agente transformadora da paisagem brasileira. O Parque Mangal das Garças, inaugurado em 2005 na cidade de Belém, PA, está entre os principais projetos da arquiteta paisagista. Assinale a alternativa que NÃO faz parte dos conceitos e soluções adotados nesse projeto.
O parque apresenta uma síntese do ambiente amazônico, com matas de terra firme, matas de várzea e campos.
O parque tem como função a recuperação de edifícios de valor histórico e a reintegração de importantes áreas da orla fluvial, reintegrando estas à vida da cidade.
O traçado do parque procurou valorizar a topografia local, harmonizando os acessos com as vias existentes e com os terrenos do entorno.
O tratamento paisagístico partiu do respeito pelo aningal, vegetação nativa predominante na área.
A vegetação complementar implantada no parque foi constituída, quase na sua totalidade, por plantas exóticas de caráter ornamental.
Como inspiração no paisagismo de parques, praças e jardins públicos do Brasil os projetos deveriam refletir, além da estrutura particular necessária, uma proposta que se remeta ao uso da grande diversidade da vegetação típica da flora brasileira.
Referência indiscutível como pintor, escultor, ceramista, tapeceiro, designer de joias, arquiteto e paisagista, na sua obra imprimiu novas tendências e conceitos. Particularmente foi a pintura que influenciou a criação de sua obra paisagista, definindo-se como "artista de jardim". As plantas baixas de seus projetos lembram a maioria das vezes telas abstratas, linhas orgânicas em contraponto à rigidez clássica dos jardins clássicos, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa. Ficou conhecido e foi precursor pela sua preocupação ambiental e pela preocupação com a preservação da flora brasileira. Em seus projetos, cheios de criações e novos conceitos inovou ao usar plantas nativas do Brasil e isso se tornou sua característica marcante. Por esse motivo seu estilo tornou-se sinônimo do paisagismo brasileiro no mundo, sendo seu nome:
Tomie Ohtake
Oscar Niemeyer
Lucio Costa
Roberto Burle Marx
Ruy Ohtake
Escolher espécies apropriadas para passeios e áreas públicas sempre foi complexo, devido, sobretudo, a largura reduzida dos passeios e também às diversas restrições.
No livro “Vegetação Urbana” (2002), seus autores mencionam alguns critérios a serem seguidos para a escolha do tipo de árvore de acordo com a localização delas em relação à largura da rua.
Nesse contexto, relacione os tipos de ruas e passeios da COLUNA I com as respectivas sugestões dos tipos de árvore para cada um deles apresentadas na COLUNA II:
COLUNA I
1- Ruas e passeios estreitos.
2- Ruas estreitas com passeios largos.
3- Passeios estreitos e ruas largas.
4- Passeios largos e ruas largas.
COLUNA II
( ) Utilizar espécies de pequeno porte para a calçada onde se encontrar a rede aérea, médio e pequeno porte para calçada oposta, sem fiação aérea.
( ) Escolher espécies de pequeno porte para serem plantadas no recuo de jardim, dentro do lote, com autorização do proprietário.
( ) Utilizar espécies de médio e grande porte na calçada, sem rede aérea e de pequeno porte na oposta, com fiação.
( ) Não se pode plantar árvores sobre esse passeio, mas no calçamento e a 50cm da calçada, no lado da rua onde não houver fiação. Podem ser colocadas espécies de médio porte.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
2 1 4 3.
2 4 1 3.
3 1 4 2.
3 4 1 2.
Uma vez definidos os conceitos gerais do projeto paisagístico, é fundamental avançar no estudo dos volumes vegetais, suas características e seu potencial no desenho dos espaços. Para tanto, sempre deverá ser previsto o estágio final de desenvolvimento da vegetação, seu porte adulto.
De acordo com Benedito Abbud (2007), existem três tipos principais de estratos vegetais.
Assinale a alternativa que NÃO se refere aos estratos vegetais apresentados pelo autor.
Arbóreo.
Arbustivo.
Forração.
Gramado.
No paisagismo, há diversas possibilidades de trabalhar com árvores no plano de massas vegetais, tirando o maior proveito dos dois grandes grupos desse vegetal, classificados segundo seu tipo de copa. Trata-se das espécies com copa horizontal e com copa vertical. O primeiro grupo possui o diâmetro de copa maior que a altura e o segundo tem diâmetro de copa menor que a altura. A árvore de copa horizontal forma um teto, uma sombra, um lugar aconchegante para quem se senta sob o seu dossel.
Assinale a alternativa que apresenta a referência de diâmetro de copa para as árvores de médio porte no grupo arbóreo de copa horizontal, segundo Benedito Abbud (2007).
Entre 3 e 4m.
Entre 4 e 5m.
Entre 5 e 8m.
Maior que 8m.
Analise a afirmativa a seguir.
Na arquitetura e urbanismo, damos o nome de __________ à arte e à técnica de planejar e organizar a paisagem para possibilitar ao homem maior aproveitamento e fruição de grandes espaços externos de uso coletivo.
Marque a alternativa que completa corretamente a lacuna.
urbanismo
arquitetura sustentável
paisagismo
ecó arquitetura
design de interiores
É de suma importância o conhecimento das necessidades e das exigências de cada espécie, no que se refere ao cultivo, à localização e ambientação adequada, ao tratamento e cuidados específicos. Para essa empreitada, faz-se necessária a utilização de conhecimentos de Botânica, Ecologia, Fitogeografia e Agronomia.
Nesse contexto, relacione as áreas de conhecimento da COLUNA I com as respectivas informações fornecidas por cada uma delas dispostas na COLUNA II:
COLUNA I
1- Botânica.
2- Ecologia.
3- Fitogeografia.
4- Agronomia.
COLUNA II
( ) Trará informações necessárias para a compreensão do habitat das plantas, fornecendo os subsídios necessários para a correta utilização das espécies escolhidas.
( ) Dará suporte à compreensão da fisiologia da planta, ou seja, demonstrará como elas “funcionam”.
( ) Dará suporte necessário ao manejo do solo e das plantas e ao “controle” do jardim, seja para a manutenção da saúde nutricional das plantas, seja para o controle de pragas.
( ) Dará as informações necessárias para a compreensão dos mecanismos de adaptação da planta e suas relações de convívio com outras no novo ambiente – o jardim.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
2 1 4 3.
2 4 1 3.
3 1 4 2.
3 4 1 2.
Analise as figuras de 23 a 26 para responder à questão 30.

Figura 23: Praça Eliane, Casa Cor SP 2016, de Alex Hanazaki
Disponível em: <http://www.eliane.com/blog/casa-cor-sp>. Acesso em: 15 set. 2017.

Figura 24: Praça Eliane, Casa Cor SP 2016, de Alex Hanazaki
Disponível em: <http://www.eliane.com/blog/casa-cor-sp>. Acesso em: 15 set. 2017.

Figura 25: Praça Eliane, Casa Cor SP 2016, de Alex Hanazaki
Disponível em <http://www.eliane.com/blog/casa-cor-sp>. Acesso em: 15 set. 2017.

Figura 26: Praça Eliane, Casa Cor SP 2016, de Alex Hanazaki
Disponível em: <http://www.eliane.com/blog/casa-cor-sp>. Acesso em: 15 set. 2017.
O projeto paisagístico de Alex Hanazaki, para a Casa Cor 2016, aproveita as árvores existentes e propõe o conceito
orgânico, muito comum nos jardins ingleses do século XIX, revisitados neste projeto pela presença do espelho d’água com cascata junto ao muro e pelo pergolado lateral.
clássico, apresentando um equilíbrio rígido e formal, caracterizado por linhas geométricas cujos círculos, retângulos e semicírculos formam uma paisagem de topiarias teatrais.
geométrico, envolvido pela ideia de brutalismo e tropicalismo brasileiro, evidenciados nas formas cúbicas e plantas nos canteiros, que dão a impressão de serem flutuantes.
oriental, caracterizado pela organicidade do espelho d’água com passeio integrado, sugerindo uma atualização dos lagos tradicionais japoneses com pontes.
“Esse conceito foi pensado há bastante tempo, mais precisamente no Egito antigo, porém, definido como conceito arquitetônico apenas em 1920, pelo arquiteto modernista Charles-Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido como Le Corbusier. Foi ele quem desenvolveu a ideia com a intenção de compensar a pegada ambiental causada pela construção no terreno e proporcionar uma maior qualidade de vida às pessoas através de áreas de lazer. O conceito era tão importante que passou a ser considerado um dos pontos fundamentais da nova arquitetura e com sua grande difusão serviu de influência para vários outros arquitetos. Para Le Corbusier, as cidades modernas encontravam-se asfixiadas, sem áreas verdes suficientes, inviabilizando uma boa qualidade de vida aos cidadãos.” Então, propôs que todas as construções tivessem seu próprio
terraço-jardim.
jardim sob pilotis.
jardim de inverno.
espaço interno ajardinado.
Na história da arte dos jardins, o jardim clássico ou formal, exemplificado pelos jardins do antigo Egito ou do estilo francês, é marcado pela liberdade de formas e assimetria.
Certo
Errado
Podemos considerar como elementos de comunicação no jardim: linha, forma, textura e cor.
Certo
Errado
“A ideia [da casa] era simples: eles tinham um parque magnífico formado por um campo cercado de árvores; eles desejavam viver no campo; eles estariam ligados a Paris por um caminho de 30 quilômetros de automóvel. Vai-se portanto até a porta da casa de carro, e é o arco mínimo de curvatura do automóvel que fornece a dimensão mesma da casa. O automóvel entra sob o pilotis, contorna os serviços comuns, para no meio, na porta do vestíbulo, entra então na garagem ou segue seu caminho de saída: eis o fundamental. Outra coisa: a vista é muito bonita, a grama é uma coisa bela, a floresta também: se tocará neles o mínimo possível. A casa se colocará em meio à grama como um objeto, sem molestar nada.”
(Le Corbusier.)
Pilotis, planta livre, janela em fita, fachada livre e terraço-jardim são conceitos que permitiram tornar os elementos constitutivos do projeto independentes uns dos outros, possibilitando a maior liberdade de criação na arquitetura moderna de Charles-Edouard Jeanneret-Gris (Le Corbusier). Esses conceitos ficaram conhecidos como:
Menos é mais ou “less is more”.
Cinco modulares de Le Corbusier.
Cinco pontos da arquitetura moderna.
Cinco alicerces da arquitetura contemporânea.