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Em arquitetura, entende-se por funcionalidade a análise do desempenho do sistema construtivo, permitindo a adaptação do espaço de acordo com as necessidades de uso ao longo do tempo. O aspecto da funcionalidade envolve flexibilidade, racionalidade e construção, o que permitirá ao hospital manter a sua função de atendimento diário. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um requisito para atingir flexibilidade nos edifícios hospitalares.
Ao planejar uma unidade hospitalar, pensar, também, na possibilidade de sua ampliação.
Adoção de construções modulares, que permitirá otimizar tempo e custos.
Adoção de espaços padronizados, o que permite uma maior possibilidade de mudança, sem alterações físicas desnecessárias.
Ocupar ao máximo o terreno, para evitar a verticalização, deixando de lado a ampliação.
Regularidade e modulação das estruturas, de acordo com as características, disposições e dimensões.
O Manual de Especificação de Materiais de Revestimento em Hospitais Universitários foi publicado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) como parte do Acordo de Cooperação Técnica Internacional 14/01, assinado com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos. Esse manual foi desenvolvido com o propósito de servir como uma ferramenta auxiliar no processo de escolha e especificação de materiais de revestimentos para Hospitais Universitários Federais, baseando-se nas normativas vigentes para esse fim. Sobre a escolha dos materiais de revestimentos para hospitais, assinale a alternativa correta.
Na escolha de materiais para revestimento de forros e tetos, não é necessário analisar aspectos de assepsia, como se deve fazer nas demais superfícies, já que estes não estão em contato direto com o paciente.
Em todos os tipos de ambientes hospitalares, sejam eles áreas críticas, semicríticas ou não-críticas, é obrigatória a utilização no piso de revestimentos de materiais de acabamento que tornem a superfície monolítica.
Na escolha do piso, não há nenhuma norma que obrigue que o revestimento tenha características antiderrapantes, para evitar o escorregamento tanto de pacientes como de funcionários.
São exemplos de materiais com aparência monolítica, priorizados em algumas áreas dos hospitais: piso vinílico, borracha, linóleo, resina autonivelante.
A RDC-50/2002 ANVISA é a única norma que deve ser atendida na especificação dos tipos de revestimentos das superfícies dos ambientes hospitalares.
A ABNT NBR 14712 – Elevadores elétricos e hidráulicos — Elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca — Requisitos de segurança para construção e instalação – traz recomendações para os elevadores de maca, os quais podem ser utilizados nos estabelecimentos assistenciais de saúde. Assinale a alternativa que indica uma recomendação correta de acordo com a NBR citada.
A carga nominal e o número de passageiros são determinados de acordo com a ABNT NBR 14712.
Os elevadores de maca devem satisfazer as prescrições dos elevadores de passageiros no que lhes for aplicável.
As cabinas devem ter dimensões internas mínimas de 1,50 m de largura por 2,20 m de comprimento, para possibilitar o transporte de macas.
Quando for previsto o transporte do paciente no próprio leito, as portas devem ter largura mínima de 1,00 m.
Os botões ou outros dispositivos de comando do elevador, tanto no interior da cabina como no pavimento, devem estar situados a uma altura mínima de 1,30 m em relação ao piso.
A Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária a RDC 51 estabelece os requisitos para o PBA (projeto básico de arquitetura) de ambientes destinados à saúde. Analise as afirmativas abaixo.
I. As plantas baixas, cortes e fachadas, com escalas não menores que 1:100, exceto as plantas de locação, de situação e de cobertura, que podem ter a escala definida pelo autor do projeto ou por legislação local pertinente.
II. Nomenclatura em todos os ambientes, conforme listagem contida na RDC/Anvisa nº 50, de 2002, ou a que vier a substituí-la, e demais normas federais.
III. Todas as dimensões (medidas lineares, aberturas e áreas internas dos compartimentos e espessura das paredes).
IV. A locação de louças sanitárias e bancadas, posição dos leitos (quando houver), locação dos equipamentos não portáteis médico assistenciais e de infraestrutura, equipamentos de geração de água quente e vapor, equipamentos de geração de energia elétrica regular e de emergência, equipamentos de fornecimento ou geração de gases medicinais, equipamentos de telefonia e dados e equipamentos de climatização, locais para armazenamento e de tratamento (quando houver) dos resíduos de serviço de saúde.
V. A indicação das instalações prediais, por ambiente, adotando¬-se a simbologia definida no item 3. Dimensionamento, Quantificação e Instalações Prediais dos Ambientes do Regulamento Técnico aprovado pela RDC/Anvisa nº 50, de 2002, ou a que vier a substituí-la.
Assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
Apenas as afirmativas II, IV e V estão corretas
As afirmativas I, II, III, IV e V estão corretas
Apenas as afirmativas III e V estão corretas
Apenas a afirmativa I está correta
Resolução-RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde em seu Art. 1º aprovar o Regulamento Técnico destinado ao planejamento, programação, elaboração, avaliação e aprovação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde, anexo a esta Resolução, a ser observado em todo território nacional, na área pública e privada compreendendo:
I. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde.
II. As construções novas de estabelecimentos assistenciais de saúde de todo o país;
III. As áreas a serem ampliadas de estabelecimentos assistenciais de saúde já existentes.
IV. As reformas de estabelecimentos assistenciais de saúde já existentes e os anteriormente não destinados a estabelecimentos de saúde.
V. As inobservâncias das normas aprovadas por este Regulamento.
Estão CORRETAS:
I, II e III apenas.
II, III e IV apenas.
III, IV e V apenas.
I, III e V apenas.
I, II, III, IV e V.
Segundo a Resolução-RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, em seu art. 3º, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde, as Secretariais Estaduais e Municipais de Saúde são responsáveis pela:
Assinale a alternativa CORRETA:
Aplicação e execução de ações visando o cumprimento deste Regulamento Técnico, podendo estabelecer normas de caráter supletivo ou complementar a fim de adequá-lo às especificidades locais.
Aplicação e execução de ações visando o cumprimento das ações destinadas a promoção da saúde, podendo estabelecer normas de caráter supletivo ou complementar a fim de adequá-lo às especificidades locais.
Aplicação e execução de ações visando o cumprimento deste Regulamento Técnico, podendo estabelecer normas de caráter deliberativo ou complementar a fim de adequá-lo às especificidades locais.
Aplicação execução de ações visando o cumprimento deste Regulamento Técnico, podendo estabelecer normas de caráter supletivo e normativo complementar a fim de adequá-lo às especificidades locais.
Aplicação e execução de ações visando o cumprimento das orientações do Ministério da Saúde, podendo estabelecer normas de caráter supletivo ou complementar a fim de adequá-lo às especificidades locais.
A ocorrência de um incêndio em um Estabelecimento Assistencial de Saúde (EAS) coloca em risco a saúde de todos os seus ocupantes, em especial dos pacientes que se encontram fragilizados, tendo em vista as possíveis dificuldades de locomoção. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), coordenadora do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), publicou um manual para fornecer orientações sobre prevenção e combate a incêndios em serviços de saúde. Sobre a compartimentação horizontal e vertical como sistema de segurança contra incêndio, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) corretas(s).
I. Recomenda-se que as áreas ou ambientes de alto risco, como cozinhas, lavanderias, laboratórios, entre outros, sejam adequadamente compartimentados (horizontal e verticalmente) do restante da edificação através de barreiras corta-fogo com TRRF indicado e não possuam comunicação direta com as rotas de fuga, devendo assim ser providos de antecâmaras.
II. Pela severidade do impacto de um eventual sinistro, verifica-se que o centro cirúrgico, o centro obstétrico, a unidade coronariana e as unidades de terapia intensivas apresentam necessidades de um tratamento diferenciado, tanto pelas condições clínicas dos pacientes quanto pelo esperado impacto nas condições de funcionamento dos EAS e reflexos financeiros, uma vez que são áreas geradoras de importantes receitas para as instituições.
III. Será considerada quebra de compartimentação vertical a interligação de até 3 pisos ou pavimentos consecutivos, por intermédio de átrio, escadas, rampas de circulação ou escadas rolantes, independente do somatório da área dos seus pavimentos.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas II.
Apenas I.
I, II e III.
Segundo a RDC 50 (Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária), assinale a alternativa que apresenta qual a largura mínima das circulações de urgência/emergência, centro cirúrgico e obstétrico.
1,5 m (metros)
1,8 m (metros)
2,0 m (metros)
2,20 m (metros)
2,50 m (metros)
Áreas verdes são muito importantes na ambiência dos estabelecimentos assistenciais de saúde, por isso é relevante que o arquiteto domine questões relacionadas ao paisagismo. Nos jardins, as plantas podem ser dispostas isoladamente ou em grupos. No segundo caso, elas recebem nomes conforme o volume e a forma que apresentam. Os grupos que se compõem de plantas de pequeno porte, dispostas de forma linear que tendem a compor as bordas de um canteiro, de um caminho, ou até de uma árvore em destaque, são denominados
bordaduras.
maciços.
tufos.
corbelha.
alegrete.
A fim de permitir que sua população evacue o edifício em caso de incêndio e para permitir o acesso dos bombeiros para o combate ao fogo a NBR9077/2001: Saída de emergência em edifícios - fixa as dimensões mínimas das saídas de emergência para edifícios de diversos grupos e para hospitais e complexos de saúde, prevendo a retirada de pacientes em macas e leitos. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta quais as dimensões mínimas das saídas de emergência estabelecidas para os respectivos casos.
1,00 m (metro) e 1,20 m (metro)
1,10 m (metro) e 1,40 m (metro)
1,20 m (metro) e 1,80 m (metro)
1,10 m (metro) e 2,10 m (metro)
1,10 m (metro) e 2,20 m (metro)
O Humaniza SUS é uma cartilha da política nacional de humanização desenvolvida pelo Ministério da Saúde. Nela, encontramos orientações para ambiência na urgência articulada à diretriz do acolhimento, favorecendo que, ao se intervir, criar e recriar os espaços físicos na urgência, problematizam-se também as práticas, os processos de trabalho e os modos de viver e conviver nesse espaço. Para a organização dos espaços e seus usos e para a clareza no entendimento, a composição espacial aqui sugerida é composta por eixos e áreas que evidenciam os níveis de risco dos pacientes. Sobre esses eixos, assinale a alternativa correta.
O Eixo Vermelho está relacionado à clínica do paciente grave, com risco de morte, sendo composto por um agrupamento de duas áreas principais.
Uma diretriz importante para as áreas do Eixo Vermelho é de que esses espaços não devem permitir direito ao acompanhante e à visita.
O Eixo Verde é o eixo dos pacientes aparentemente não-graves. O arranjo do espaço deve favorecer o acolhimento do cidadão e a classificação do grau de risco.
No Eixo Azul, nos espaços para acolhimento, recepção, recomenda-se a utilização de balcões altos, para que o paciente fique em pé em frente ao atendente, já que o atendimento deve ser agilizado.
A caracterização do espaço deve ser feita por cores, para maior clareza e facilidade na compreensão das áreas e seus usos, quando as cores escolhidas fazem alguma referência ao sistema adotado na classificação de risco.
Segundo a RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, considera-se como regra básica para todos os EAS, no tocante às exigências de conforto higrotérmico e luminoso, que na localização da edificação no terreno sejam seguidas as exigências do código de obras local. No entanto nenhuma janela de ambientes de uso prolongado, aqueles com permanência de uma mesma pessoa por período contínuo de mais de quatro horas, poderá possuir afastamentos menores do que
1,00 m.
1,50 m.
2,00 m.
2,50 m.
3,00 m.
A RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004, apresenta que os serviços novos ou submetidos a reformas ou ampliação, obedecendo à legislação ambiental, devem encaminhar, juntamente com o Projeto Básico de Arquitetura para a vigilância sanitária local, quando da solicitação do alvará sanitário, um
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS.
Plano de Gerenciamento de Fluídos de Serviços de Saúde - PGFSS.
Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde - PGRSSS.
Plano de Gerenciamento de Resíduos Líquidos de Serviços de Saúde - PGRLSS.
Plano de Gerenciamento de Resíduos Poluentes de Serviços de Saúde - PGRPSS.
A definição dada pelo DATASUS: “Unidade para realização de atendimentos de atenção básica e integral a uma população, de forma programada ou não, nas especialidades básicas, podendo oferecer assistência odontológica e de outros profissionais de nível superior. A assistência deve ser permanente e prestada por médico generalista ou especialista nessas áreas, podendo ou não oferecer SADT e Pronto Atendimento 24 Horas” se refere a qual classificação de estabelecimento de saúde?
Posto de Saúde.
Unidade Básica de Saúde.
Policlínica.
Hospital/Dia – Isolado.
Clínica Especializada.
Segundo a RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, no Regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde, o ambiente Internação intensiva-UTI / CTI é obrigatório em hospitais terciários e em hospitais secundários com capacidade para quantos leitos?
≥ 100.
≥ 50.
≥ 80
≥ 30.
≥ 90.
Para fins de avaliação de projeto físico de estabelecimento de saúde, podem ser aceitas, nas dimensões mínimas dos ambientes, principalmente para atendimento a modulações arquitetônicas e estruturais, variações de até
6%.
8%.
7%.
9%.
5%.
Nas áreas destinadas à manipulação da Nutrição Parenteral em ambientes farmacêuticos é VEDADO o uso de
portas de correr.
filtros de ar.
cantos arredondados.
tubulações embutidas.
tetos rebaixados.
Ao se elaborar o programa arquitetônico de um EAS qualquer, é necessário antes:
Descrever graficamente as instalações internas e externas que serão realizadas.
Descrever quais atividades serão realizadas nesse EAS e assim identificar quais os ambientes necessários para a realização dessas atividades.
Desenvolver um projeto inicial, buscando condições de conforto e higiene.
Todas as alternativas estão corretas.
Considere os itens abaixo com relação a abrigos temporários de resíduos de serviços de saúde.
I. Ser provido de pisos e paredes revestidos de material resistente, lavável e impermeável.
II. Possuir ponto de iluminação artificial e de água, tomada elétrica alta e ralo sifonado com tampa.
III. Quando provido de área de ventilação, deve ser dotada de tela de proteção contra roedores e vetores.
IV. Ter porta de largura compatível com as dimensões dos coletores.
V. Estar identificado como "ABRIGO TEMPORÁRIO DE RESÍDUOS".
São exigências para abrigos temporários de resíduos de serviços de saúde o que consta de
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.
I, IV e V, apenas.
II e V, apenas.
Em vistoria prévia à obra de reforma de unidade de atendimento de saúde, verificou-se as seguintes situações:
I. No piso interno dos banheiros foi aplicado revestimento de placas cerâmicas, assentadas com argamassa colante, sendo que o caimento executado era de 5 mm por metro linear e seguia em direção à porta de saída.
II. Uma rampa de acesso foi construída com declividade tal que vencia um desnível de 30 cm com comprimento horizontal de 5 m.
III. A iluminância medida na enfermaria é de 500 lux.
Está de acordo com as normas e regramentos vigentes o que consta de
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.