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Em Sergipe, o único bem inscrito na lista do Patrimônio Mundial da Unesco é
a Praça São Francisco, na cidade de São Cristóvão, conjunto integrado por edifícios públicos e privados que representam o testemunho único do período durante o qual as coroas de Portugal e Espanha estiveram unidas, entre 1580 e 1640.
o Conjunto Praça do Comércio e Antiga Alfândega de Aracaju, importante unidade aduaneira instalada em prédio com arquitetura eclética.
o Conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico de Laranjeiras, que se destaca pelas igrejas, estilo barroco da arquitetura, paisagem e grutas.
a Praça da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Nossa Senhora do Socorro, que reúne influências jesuíticas portuguesas e organização das casas segundo normas tradicionais espanholas.
o Conjunto arquitetônico da Casa de Tejupeba e Capela do Colégio, em Itaporanga d'Ajuda, que representa uma das primeiras realizações dos jesuítas na Colônia Portuguesa na América.
“Nele a preservação do patrimônio cultural é tratada nos capítulos relacionados ao desenvolvimento econômico e social do turismo e, indiretamente, em uma das diretrizes que propõem a promoção e o incentivo à sensibilização do cidadão para a preservação do patrimônio cultural. No entanto, apesar de não se caracterizar como uma legislação de proteção ao patrimônio, pelo seu caráter genérico, que não institui controle da edificação, o mesmo estabelece diretrizes e direciona o crescimento da cidade para áreas mais favoráveis a preservação de seu patrimônio.” A descrição anterior trata-se de:
PPC.
PDC.
PDM.
MPM.
Em 2013, o Brasil figurou na Lista do Patrimônio Mundial com dezenove sítios, sendo doze culturais e sete naturais, os quais integram uma gama completa de patrimônio da pré-história à arquitetura moderna de Brasília. Para a sinalização do Patrimônio Mundial, pode-se afirmar que
o desenho do pictograma deve ser sempre aplicado em amarelo, sobre um fundo de cor que varia de acordo com a natureza do patrimônio.
serão utilizados os pictogramas do Guia Brasileiro de Sinalização Turística, incorporando o emblema do Patrimônio Mundial para indicação de um bem da humanidade.
os pictogramas são fixos e não poderão ser desenhados para sinalizar monumentos que, por suas características, não sejam representados adequadamente pelos pictogramas que se encontram no Guia Brasileiro.
de acordo com a natureza do patrimônio, o fundo do pictograma pode ser: dourado para bens culturais, verde para bens naturais e azul para bens mistos.
para que se tenha uma diferenciação, o emblema do Patrimônio Mundial deverá ser aplicado sempre em prateado sobre fundo marrom.
Françoise Choay (2006) destaca práticas realizadas pela indústria patrimonial em todo o mundo, destinadas a valorizar o monumento histórico e a transformá-lo em produto econômico.
NÃO pode ser considerado como um efeito nocivo desta prática:
As interfaces de informação presentes nos monumentos impedem a reintegração do edifício às malhas urbanas contemporâneas, limitando a dinâmica cultural.
A associação dos monumentos à venda de produtos de consumo em geral e sua conversão em espaço destinado à realização de eventos, convertendo o monumento a valor econômico.
A realização de obras que facilitam o acesso ao monumento, muitas vezes descaracterizam seu entorno e criam um fluxo de visitantes, não suportado pela estrutura do monumento.
As obras de adequação de edifícios antigos a novos usos, em muitos casos, são guiadas apenas pela preocupação estética e acabam por descaracterizar aspectos culturais e históricos do monumento.
A conservação de cidades e de conjuntos arquitetônicos antigos afeta as dinâmicas da composição do local, valorizando a região e afetando a população local, dificultando a permanência de antigos moradores.
“(...) a noção de monumento compreende não só a criação arquitetônica isolada; mas também a moldura em que ela está inserida. O monumento é inseparável do meio onde se encontra situado e, bem assim, da história da qual é testemunho. Reconhece-se, consequentemente, um valor monumental tantos aos grandes conjuntos arquitetônicos quanto às obras modestas que adquiriram, no decorrer do tempo, significação cultural e humana.”
(Carta de Veneza de 25 a 31 de maio de 1964, Itália).
Segundo Françoise Choay (2006), o conceito de monumento evoluiu com o passar do tempo. Segundo a autora,
I- até a década de 1960, eram considerados monumentos históricos uma pequena porção de tipos de construção: os remanescentes da Antiguidade Clássica, edifícios religiosos da Idade Média e castelos.
II- os monumentos históricos envolvem a relação que a sociedade estabelece com seus traços culturais e passam a compor o domínio patrimonial, a partir de 1837, quando é criada a Comissão dos Monumentos Históricos na França.
III- a inflação patrimonial tem, entre seus aspectos negativos, o alto custo de manutenção, inadequação das edificações às necessidades da sociedade contemporânea e a paralização do desenvolvimento do espaço urbano.
IV- nas últimas décadas do século XX, passam a integrar o domínio patrimonial todas as formas de construir, sejam eruditas sejam populares, urbanas ou rurais.
Estão corretas apenas as afirmativas
I e II.
II e III.
I, II e III.
I, II e IV.
I, III e IV.
Em relação à classificação da crítica dos monumentos, segundo Bruno Zevi, assinale a alternativa correta.
Análise urbanística são as relações dimensionais do edifício relativamente ao parâmetro humano.
Análise arquitetônica é o estudo da caixa mural que contém o espaço.
Análise volumétrica é a história da concepção espacial, do modo de sentir e viver os espaços interiores.
Análise dos elementos decorativos é a análise da escultura e da pintura aplicadas à arquitetura e, sobretudo, aos seus volumes.
Análise de escala é a história dos espaços exteriores em que surge o monumento e que ele contribui para criar.

(IMAGENS. A Tarde, Salvador, 3 fev. 2013).
Identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as demais. Hoje em dia, o sentido de monumento progrediu.
Entende por “monumento” e “monumento histórico” o que está enunciado em
( ) O monumento é uma criação deliberada, cujo destino foi assumido, a priori, na primeira tentativa, ao passo que o monumento histórico não é desejado inicialmente, é constituído a posteriori pelos olhares convergentes do historiador e do amador, que o selecionam entre a massa dos edifícios existentes.
( )As duas noções são, hoje, frequentemente confundidas e aceitas como corretas.
( ) As duas noções, hoje, frequentemente são confundidas, no entanto há muitos níveis opostos, se não antinômicas.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
V V V
F V F
F V V
V V F
V F V
A definição clássica da Unesco é abrangente, e considera os móveis e imóveis ligados à tradição cultural, e que devem ser transmitidos, devem ser lançados nessa transmissão cultural para as gerações vindouras. Essa é a definição da Unesco para
patrimônio.
acervo.
bem cultural.
documento
arquivo.
Segundo Bruno Zevi, em Saber ver a Arquitetura, a crítica dos monumentos pode articular-se esquematicamente em Análise Urbanística, Análise Arquitetônica, Análise Volumétrica, Análise dos Elementos Decorativos e Análise de Escala. Assinale a alternativa que apresenta a definição INCORRETA em relação a esta classificação:
Análise urbanística - A história dos espaços interiores em que se insere o monumento e que ele contribui para criar.
Análise arquitetônica - A história da concepção espacial, do modo de sentir e viver os espaços interiores.
Análise volumétrica - Estudo da caixa mural que contém o espaço.
Análise dos elementos decorativos - Análise da escultura e da pintura aplicadas à arquitetura e sobretudo aos seus volumes.
Análise da escala - Relações dimensionais do edifício relativamente ao parâmetro humano.