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A obra "Seja Marginal, Seja Herói" foi criada pelo artista brasileiro Hélio Oiticica em 1979. No que concerne à leitura dessa obra, assinale a alternativa correta:
Oiticica exalta as figuras do malandro e do sambista, entendidas como aqueles que ousam se arriscar e experimentar novas possibilidades.
O artista valoriza a coragem e a experiência dos que se dedicam a criar algo novo e autêntico a partir das recompensas financeiras.
"Seja Marginal, Seja Herói" é uma obra que inspira a criatividade, a coragem e a liberdade de expressão.
A obra traz uma reflexão sobre a arte e a cultura brasileiras e propõe a manutenção dos padrões estabelecidos.
A obra de Oiticica é uma crítica à sociedade industrial brasileira da época que explorava os trabalhadores.
Ainda no tocante à obra de Garcez e Oliveira, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Aleijadinho é um artista superestimado no Brasil.
II – As obras de Aleijadinho são resultados do estudo deste sobre a técnica de Erfurt.
III – Aleijadinho sempre trabalhou utilizando macetes de endoasimétricos.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens II e III são verdadeiros.
Todos os itens são falsos.
Na metade do século XX, São Paulo já era gigante, um polo de desenvolvimento industrial e intelectual do país. A elite paulista clamava por espetáculos e eventos à sua altura. Então, em 1948 foi criado o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), que certamente desejava ser uma das respostas à demanda da elite, mas, ao mesmo tempo, transformava o cenário do teatro paulista. O TBC foi um divisor de águas das artes cênicas não só de São Paulo, mas do Brasil. A característica mais marcante desse espaço, que, em 1949, também se tornava grupo teatral, foi a busca pelo profissionalismo dos diretores, encenadores e atores, dos cenários e dos figurinos. Considerando essas informações, assim como a cultura e o teatro brasileiros, assinale a opção correta.
O edifício do TBC existe até hoje e está localizado no centro da capital paulista, em Bela Vista.
Durante todo o percurso do TBC o repertório foi exclusivamente de peças nacionais, por isso o nome Teatro Brasileiro de Comédia.
O grupo de encenadores e diretores do TBC sempre foi brasileiro, a fim de reforçar uma linguagem própria do teatro nacional.
A criação do TBC, em 1948, foi uma iniciativa pública do governo do estado de São Paulo.
O desenvolvimento de um teatro como o TBC na cidade de São Paulo, na metade do século XX, pouco se associa a questões políticas, sociais e econômicas.
“Foi em clima de otimismo e crença na transformação da sociedade que nasceu o cinema brasileiro moderno, do qual o ______________ foi um exemplo maior. Os cinemanovistas - formados nas sessões dos cineclubes, na crítica cinematográfica produzida nas páginas de cultura dos jornais e, sobretudo, nas ongas e constantes discussões em torno do cinema e da realidade do país, desejavam, acima de tudo, fazer filmes, ainda que fossem ‘ruins’ ou ‘mal feitos’, embora ‘estimulantes’, conforme opiniões da época.” (MASCARELLO, 2006, p.289)
Sobre o cinema brasileiro, assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente:
Pornochanchada.
Expressionismo.
Cinema Novo.
Neorrealismo.
Durante a década de 1920, era defendida, a partir do movimento modernista, a função social da música e a importância do folclore e da música popular.
A liderança dessa perspectiva, dentro do movimento modernista, foi de
Oswald de Andrade.
Mario de Andrade.
Zina Aita.
Graça Aranha.
Paulo Prado.
A arte moderna brasileira trouxe inúmeras inovações no campo das Artes para o Brasil, dentre eles a forte presença feminina. Qual das mulheres citadas abaixo NÃO participou da semana de 1922?
Zina Aita.
Anita Malfatti.
Regina Graz.
Guiomar Vaz .
Tarsila do Amaral.
O movimento do Modernismo foi vanguardista na primeira metade do século XX. Embora algumas vezes incompatíveis, rejeitavam o domínio do Academicismo e do Naturalismo em favor da arte experimental. Todas as vertentes compartilhavam do sentimento de transformação do mundo, que exigia da arte a renovação. A arte devia explorar emoções e estados mentais, ordem espiritual, função social, o inconsciente, a natureza da representação ou o papel social da arte na sociedade capitalista e burguesa. Essas características, em ordem, se referem ao:
Expressionismo, Neoplasticismo, Construtivismo, Surrealismo, Cubismo, Dadaísmo.
Impressionismo, Surrealismo, Cubismo, Dadaísmo, Construtivismo, Neoplasticismo.
Neoplasticismo, Impressionismo, Construtivismo, Surrealismo, Cubismo, Dadaísmo.
Expressionismo, Neoplasticismo, Surrealismo, Construtivismo, Dadaísmo, Cubismo.
Neoplasticismo, Impressionismo, Construtivismo, Surrealismo, Dadaísmo, Cubismo.
Sobre a semana de Arte Moderna, é correto afirmar que ela foi realizada no Teatro Municipal:
do Rio de Janeiro, sendo liderada pelo “Grupo das Artes”, formado pelas pintorasAnita Malfatti e Tarsila do Amaral, além dos escritores Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Mário de Andrade e teve patrocínio da Petrobrás.
de São Paulo, sendo liderada pelo “Grupo das Artes” formado pelas pintoras Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, além dos escritores Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Mário de Andrade, causando revolta em outros artistas, sendo patrocinada pela Petrobrás.
de São Paulo, sendo liderada pelo “Grupo dos Cinco” formado pelas pintoras Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, além dos escritores Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Mário de Andrade, sendo financiado pela oligarquia paulista.
do Rio de Janeiro, berço da cultura nacional, sendo liderada pelo “Grupo das Artes”, formado pelas pintoras Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, além dos escritores Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Mário de Andrade e teve patrocínio da oligarquia carioca.
de Belo Horizonte, sendo liderada pelo “Grupo das Artes”, formado pelas pintorasAnita Malfatti e Tarsila do Amaral, além dos escritores Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mário de Andrade e teve patrocínio da Vale do Rio Doce.
Durante os anos 1927-1935, Anita Malfatti atuou na disseminação do modernismo ministrando cursos nos quais busca desenvolver os métodos expressionistas desenvolvidos por seu professor
Max Beckmann.
Paul Klee.
Ernst Kirchner.
Homer Boss.
Emil Nolde.

Anita Malfatti. A Boba, 1915.
As obras mais famosas que conhecemos como aquelas que inflamaram as ideias modernistas no Brasil, como a obra A boba, da pintora Anita Malfatti, foram criadas a partir do contato direto que alguns artistas tinham com as efervescentes investigações artísticas europeias no início do século XX. O pioneirismo de Anita Malfatti, assim como o de outros artistas do período, gerou também muitas críticas, porque o “gosto” artístico, mesmo em São Paulo, onde eles se articulavam e onde iriam “plantar a bandeira” da inauguração do modernismo no Brasil, ainda era pela arte clássica e convencional. A respeito da arte no Brasil no século XX, assinale a opção correta.
Como a maioria dos artistas envolvidos na Semana de Arte Moderna de 1922 era descendente das grandes oligarquias cafeeiras de São Paulo, as obras e os discursos não criticavam a elite paulista e nem as formas mais tradicionais de arte, tão apreciadas por eles.
Na obra A boba, a figura feminina no primeiro plano, levemente deformada, angulosa e assimétrica, possui pontos de convergência com a proposta do expressionismo.
Um dos fatos que imortalizou o nome de Anita Malfatti nas artes visuais brasileira foi sua participação na famosa Semana de Arte Moderna, em 1922, ao lado de nomes como Hélio Oiticica, Di Cavalcanti, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.
Tarsila do Amaral, outra artista do período modernista no Brasil, contemporânea de Anita Malfatti, também participou da famosa Semana de Arte Moderna, em 1922, com suas obras Abaporu e O lago.
Algumas das principais características das obras de Anita Malfatti e dos modernistas em geral refletem a manutenção do academicismo, do tradicionalismo e do formalismo.
Antes da Semana de 1922, são realizadas em São Paulo duas exposições de pintura que colocam a arte moderna de um modo concreto para os brasileiros: a de Anita Malfatti, em 1917, e anteriormente, em 1913, a de
Tarsila do Amaral.
Lasar Segall.
Di Cavalcanti.
Zina Aita.
Victor Brecheret.
Esse estilo persistiu por algum tempo até ser superado, nos anos 1920 e 1930, pelo Movimento Modernista e pela industrialização e modernização da vida urbana. Valorizava os elementos ornamentais e caracterizava-se pelo uso de linhas curvas semelhantes às linhas das formas vegetais. O trecho refere-se a:
Arte Conceitual.
Art Nouveau.
Land Art.
Rococó.
Antes do Movimento Modernista de 1922, foi o primeiro artista que proporcionou ao Brasil o primeiro contato com a arte europeia mais inovadora. Nasceu na Lituânia e estudou pintura na Alemanha, para onde se mudou em 1906. Em 1912, esteve nos Países Baixos e, em 1913, veio ao Brasil, onde expôs sua pintura já com nítidas características expressionistas. O trecho refere-se ao artista:
Di Cavalcanti.
Vicente do Rego Monteiro.
Lasar Segall.
Cândido Portinari.
Heloísa: — Dizem tanta coisa de você Abelardo...
Abelardo: — Já sei... Os degraus do crime... que desci corajosamente. Sob o silêncio comprado dos jornais e a cegueira da justiça da minha classe! Os espectros do passado... Os homens que traí e assassinei. As mulheres que deixei. Os suicidados... O contrabando e a pilhagem... Todo o arsenal do teatro moralista dos nossos avós. Nada disso me impressiona, nem impressiona mais o público... A chave milagrosa da fortuna, uma chave Yale... jogo com ela!
Heloísa: — O pânico...
O trecho apresentado é parte da obra dramatúrgica O Rei da Vela, escrita por Oswald de Andrade em 1933 e publicada em 1937. Considerando o texto anterior e acerca de cultura, dramaturgia e teatro brasileiros, assinale a opção correta.
Essa obra faz parte da Trilogia da Devoração, a qual é composta também pelos textos O homem e o Cavalo, de 1934, e O Pagador de Promessas, de 1937.
Essa obra foi escrita durante o chamado modernismo brasileiro, mas só foi encenada em 1967, pelo grupo de teatro Arena, em São Paulo.
O grupo Oficina realizou uma montagem histórica desse texto, sob a direção do notório Augusto Boal, em 1967.
Em 1967, o grupo Oficina, sob a direção de José Celso Martinez, realizou a histórica montagem dessa obra.
Heloísa e Abelardo, personagens da obra, estabelecem uma intertextualidade com o casal histórico do período renascentista Pedro Abelardo e Heloísa de Argenteuil.
A palavra vanguarda designa, em seu sentido original, a posição dos guerreiros que nas batalhas ficavam na linha de frente do restante de seu exército. No início do século XX, esse mesmo termo passou a identificar a posição de criadores que trouxeram inovações estéticas e renovação de paradigmas no campo da Arte, estando, como se diz, "à frente de seu próprio tempo." No Brasil do século XX, podemos destacar o papel de vanguarda cultural e artística do movimento modernista de 22, que demonstrou parte significativa da produção artística no Brasil, sobretudo sudestina, daquele período, erigida sob novos paradigmas estéticos e políticos.
Sobre o movimento modernista de 1922, podemos afirmar que:
I - através da análise dos diferentes manifestos produzidos por ele, podemos identificar duas posturas nacionalistas diferentes entre os artistas modernistas: de um lado, um nacionalismo crítico, consciente das contradições sociais e culturais do país, e de outro um nacionalismo ufanista, utópico, de exaltação de valores nacionais idealizados.
II - o movimento modernista, na busca de uma Arte que representasse genuinamente a identidade nacional e em oposição à cultura europeizante que dominava as tendências artísticas brasileiras na época, rechaçaram completamente toda a produção artística das vanguardas europeias e se negaram veementemente a qualquer influência de artistas europeus.
III - a influência das vanguardas europeias é determinante para o Movimento Modernista brasileiro que, como aquelas, possuía um caráter de ruptura em relação aos padrões estéticos vigentes, tanto em relação a técnicas como a princípios.
IV - a Semana de Arte Moderna de 1922, considerada por muitos estudiosos da Arte e da Literatura como um divisor de águas, obteve grande repercussão nos jornais da época, além de provocar um debate acalorado na crítica, dividida entre aqueles que apoiavam as inovações do grupo e aqueles que mantinham sua defesa dos ideais clássicos do Parnasianismo.
Estão CORRETAS as afirmações:
I e II.
II, III e IV.
I e III.
I, III e IV.
II e III.
Em 2022, a Semana de Arte Moderna completou 100 anos. O evento, que ocorreu em São Paulo entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922, reuniu pela primeira vez alguns dos principais artistas de diferentes expressões da época em conferências, exposições e apresentações.
Sobre a Semana de Arte Moderna, considere as afirmações a seguir:
I - Esse primeiro ato público do que viria a ser o Modernismo brasileiro só ganhou importância com o passar dos anos, e chegou a ser criticado por alguns de seus artistas-participantes anos depois.
II - Realizado nos saguões do Teatro Municipal de São Paulo, entre as noites de 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, o encontro reuniu artistas como os pintores Di Cavalcanti e Anita Malfatti, o compositor Heitor Villa-Lobos e os escritores Oswald e Mário de Andrade, Graça Aranha e Menotti Del Picchia para sessões de música, poesia, dança e artes plásticas.
III - Os ideais oficializados no evento dariam mais tarde origem ao Movimento Antropofágico, cujos principais expoentes foram Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, e que tinha como premissa a inspiração em elementos estrangeiros para criar um fazer artístico totalmente brasileiro.
IV - A presença mais importante da Semana de Arte Moderna de 1922, no campo das Artes Visuais, foi da pintora Tarsila do Amaral, que expôs obras consideradas extremamente ousadas para os padrões da época, além de palestrar sobre os princípios ideológicos do Modernismo.
Estão corretas as afirmações:
I, II e III.
I, III e IV
II, III e IV
Apenas a IV
Apenas a III

Hélio Oiticica. Ambiente Eden. A experiência de WhiteChapel [The Whitechapel experiment]. 1969. WhiteChapel Gallery. Londres
As duas figuras apresentadas mostram uma instalação híbrida do artista Hélio Oiticica, mesclando instalação e performance. A exposição foi idealizada no projeto conhecido como A experiência de Whitechapel [The Whitechapel experiment], desenvolvido durante o exílio do artista na cidade de Londres. Última exposição individual do artista, A experiência de Whitechapel foi pensada como uma obra instalada em um ambiente fechado e completo e não de modo fragmentado, como observa a pesquisadora Maria de Fátima Morethy Couto. A exposição, pensada e montada como um manifesto, ou enquanto “experiência mostra” (segundo a concepção do artista), testemunha a rejeição de Oiticica por “formas antigas de arte” e seu crescente interesse por “experiências que se prolonguem para o campo sensorial, como uma ‘experiência afetiva’ total” [...] visando “derrubar todo condicionamento para a procura da liberdade individual”
MORETHY COUTO, Maria de Fátima. “The Whitechapel experiment’, o projeto Éden e a busca por uma experiência afetiva total. ” Revista ARS. São Paulo ECA-USP. Ano 15, n. 30, 2017, pp. 111-131, com adaptações.
Essa “procura da liberdade individual” mencionada por Hélio Oiticica no texto de abertura da exposição encontra-se mediada
por ações transgressoras dentro de uma galeria, de um museu ou em espaço aberto.
por proposições abertas ao exercício imaginativo do espectador/participador.
pelo deslocamento de um objeto do seu uso doméstico.
pelo de convite divulgado de última hora ao público.
por um dispositivo de registro dentro do ateliê.
Segundo AMARAL & TORAL, no pós-guerra, após 1945, o crescimento econômico do Brasil ajuda a mudar o panorama das artes plásticas. Novos museus são fundados, como o Museu de Arte de São Paulo (1947), Museu de Arte Moderna de São Paulo (1948) e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1948), graças às doações de empresários que possibilitam a compra de importantes coleções. A Bienal de São Paulo, realizada a partir de 1951, passa a trazer o melhor da arte de vanguarda internacional. Artistas brasileiros passam a ser apresentados ao lado de outros do exterior. Em relação a algumas das principais obras e seus respectivos autores apresentados nesta época, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Guerra (1942).

(2) Café (1935).

(3) Operários (1933).

(_) Cândido Portinari.
(_) Tarsila do Amaral.
(_) Lasar Segall.
1 - 2 - 3.
3 - 2 - 1.
2 - 3 - 1.
2 - 1 - 3.
Encontra-se nas páginas do catálogo da exposição “Ismael Nery em busca da essência”, a seguinte análise da obra do artista (1900-1934): “Dentro da produção de seus contemporâneos, locais e internacionais, talvez a única que parece emparelhar-se com a sua seja a obra de Frida Kahlo, artista que, não gratuitamente, também recebeu reconhecimento definitivo apenas nos anos 90. Embora essa artista mexicana tenha feito de seus desenhos e pinturas a ilustração de sua vida realmente vivida e também daquela sonhada – fato menos óbvio em Ismael Nery –, na obra de ambos o desencanto ou a insatisfação com os limites do corpo físico são uma constante. Daí, então, a necessidade percebida, tanto numa obra quanto na outra, de romper com esses limites, transcendê-los e estabelecer pontes ou situações de fusão com o outro, seja esse outro não uma pessoa ou o próprio cosmo” (2015, p 80).
Apesar da obra de Frida e Nery serem constantemente associadas à estética surrealista, cada um dos autores trilhou seu próprio caminho. Observando as obras Auto Retrato (1927) e A coluna partida (1944), identifica-se que a aproximação entre a obra de Nery e Frida. Ressalta-se, principalmente, na poética pessoal e intimista dos dois artistas. Nesse sentido, a aproximação à estética surrealista se apresenta:

Fonte: Autorretrato: https://masp.org.br/acervo/obra/autorretrato-rio-paris. Coluna quebrada https://g.co/arts/255EUaYZrtSjna4P8
Na temática social que se sobressai nas representações do corpo, em contraste com o mundo exterior.
No nacionalismo expresso em formas e cores, que remetem à cultura dos artistas, tais como idealizado no manifesto surrealista.
No desinteresse pela forma, levando à abstração e mesmo à distorção da imagem, como uma fuga da realidade.
Na atmosfera etérea, que se reporta a imagens oníricas do inconsciente, valorizadas pelos artistas do Surrealismo.
Na valorização e sensualização do corpo, entendida no psiquismo surrealista como expressão de desejos obscuros da mente.
No contexto da História da Arte, é correto afirmar que o movimento artístico que defendeu como temática a exaltação da máquina e da beleza da velocidade, associada ao elogio da técnica e da ciência, ficou conhecido como:
Fauvismo.
Futurismo.
Dadaísmo.
Surrealismo.
Expressionismo.