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De acordo com as autoras Taís Ferreira e Maria Fonseca Falkembach, o desenvolvimento das ações educativas envolvendo teatro, dança e manifestações espetaculares, as mais variadas (circo, shows, folguedos folclóricos, performances), com os alunos, NÃO deve respeitar:
abordar o fazer artístico (dançar, jogar, improvisar, criar em ação).
conceber a ideia do lugar do espectador, de modo a produzir sentidos e significados a partir do contato com os artefatos espetaculares.
estabelecer a relação simbólica/contextualização do teatro, da dança, dos espetáculos e das manifestações culturais com suas realidades, suas comunidades, na sociedade, em suas relações com o mundo e em suas constituições identitárias e de sujeitos.
evitar o contato com os artefatos espetaculares, no primeiro momentos, pois não se deve valorizar a recepção da obra de forma demasiada, mas sim a contemplação.
o conhecimento prévio dos alunos espectadores, seus repertórios de experiências com as diversas linguagens cênicas, midiáticas, audiovisuais, entre outras.