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No modelo de risco individual, a cada segurado, que é visto de forma individual, é associada uma probabilidade de ocorrência de sinistro em determinado período (mês, ano etc.) e o valor de cada sinistro é estimado de acordo com uma distribuição de probabilidade predeterminada. O montante esperado de sinistros do plano no período é igual à soma dos valores dos sinistros individuais.
A probabilidade de ocorrência de um sinistro em uma apólice analisada pelo modelo de risco individual é dada por uma distribuição binomial com probabilidade de sucesso igual a p, e de insucesso igual a 1-p.
O número de sinistros, no modelo coletivo, pode ser estimado por várias distribuições, entre elas a de Poisson e a binomial negativa. Uma das características da distribuição de Poisson é que a esperança da variável aleatória é maior que a sua variância.
A aproximação da distribuição do sinistro agregado utilizando-se a distribuição normal é recomendável por possuir coeficiente de assimetria igual a zero.
O processo de ruína em período finito está relacionado com vários fatores, entre os quais incluem-se a duração do contrato (processo), o carregamento de segurança utilizado no cálculo do prêmio, a distribuição do valor total dos sinistros retidos, o limite técnico, o montante do fundo financeiro inicial que suportará o risco da ruína e a probabilidade de ruína.
De acordo com o princípio da equivalência, o prêmio a ser cobrado pelo segurador deverá corresponder à esperança matemática do sinistro agregado acrescida de um carregamento de segurança escolhido arbitrariamente.
A escolha das distribuições de probabilidade para representar as variáveis aleatórias da freqüência e do valor dos sinistros no modelo de risco coletivo pode ser precedida de testes que analisem a aderência da distribuição às séries históricas dos sinistros ocorridos.
A probabilidade de ruína em período finito expressa a probabilidade de que o valor dos sinistros retidos ocorridos no período sejam superiores aos prêmios puros recebidos no mesmo período.
A distribuição de Poisson composta pode ser usada para o cálculo da distribuição do sinistro agregado quando a distribuição do valor individual do sinistro tem distribuição de Poisson.
No modelo de risco coletivo, a distribuição de sinistros é estudada para a carteira como um todo, analisando-se as variáveis aleatórias da quantidade de sinistros ocorridos (freqüência) e do valor de cada sinistro (severidade).
O cálculo aproximado da distribuição do total de sinistros da carteira pode ser efetuado com base na distribuição normal somente quando os sinistros individuais forem independentes e identicamente distribuídos.
igual, tanto no caso de uma Renda Postecipada, quanto no caso de uma Renda Antecipada.
igual no caso de uma Renda Postecipada e maior no caso de uma Renda Antecipada.
menor no caso de uma Renda Postecipada e igual no caso de uma Renda Antecipada.
maior no caso de uma Renda Postecipada e menor no caso de uma Renda Antecipada.
menor no caso de uma Renda Postecipada e maior no caso de uma Renda Antecipada.
Segundo a fórmula de Woolhouse, o cálculo da aproximação do Px u(12), para o benefício de uma renda unitária mensal, postecipada, diferida de "n" anos e vitalícia, será obtida pela equação:
n/ax(12)=[n/ax+(11/24 ∗ nEx)] ∗ R(12)
n/a¨x(12)=[n/a¨x−(13/24 ∗ nEx)] ∗R(12)
/na¨x(12)=[/na¨x−(11/24 ∗ (1−nEx))] ∗12 R(12)
n/ax(12)=[n/ax+(11/24 ∗ nEx)] ∗ 12 R(12)
/na¨x(12)=[/na¨x−(13/24 x (1−nEx))] ∗12 R(12)
No cálculo da probabilidade de uma pessoa de idade x falecer após "n" anos e dentro dos "m" seguintes, representada por n /
x+n
x+m
n
m
x
A formulação do Px a ser pago em parcelas anuais no final de cada ano, e durante o período de diferimento – até o penúltimo ano inclusive, para o benefício a ser recebido de uma única vez, caso a pessoa atinja a idade "x+n", é igual a:
{[(lx+n / lx) x (1+i)–n ] / [(Nx+1 + Nx+n) / Dx ]} x Q
{[(lx+n / lx) x (1+i)–n ] / [(Nx+1 - Nx+n) / Dx ]} x Q
{[(lx+n / lx) x (1+i)n-1 ] / [(Nx+1 - Nx+n+1) / Dx ]} x Q
{[(lx+n / lx) x (1+i)–n+1] / [(lx - lx+n-1) / Dx ]} x Q
{[(lx+n / lx) x (1+i)–n+1] / [(lx+n+1 - lx-1) / Dx ]} x Q
Analisando a distribuição do no de sinistros numa carteira de seguros, tendo satisfeita a condição npq>10, podemos aplicar a aproximação normal à variável f de Bernoulli. Comparando a aplicação desta distribuição (normal) e a distribuição de Poisson, temos:
A distribuição de Poisson é mais abrangente que a aproximação por Bernoulli; na avaliação de Bernoulli temos no máximo 1 sinistro por contrato, enquanto que na distribuição de Poisson este limite fica em aberto.
A distribuição de Poisson é menos abrangente que a aproximação por Bernoulli; na avaliação de Bernoulli temos no máximo 1 sinistro por contrato, enquanto que na distribuição de Poisson este limite fica em aberto.
A distribuição de Poisson é mais abrangente que a aproximação por Bernoulli; na avaliação de Bernoulli este limite fica em aberto, enquanto que na distribuição de Poisson temos no máximo 1 sinistro.
A distribuição de Poisson é menos abrangente que a aproximação por Bernoulli; na avaliação de Bernoulli este limite fica em aberto, enquanto que na distribuição de Poisson temos no máximo 1 sinistro.
A distribuição de Poisson é mais abrangente que a aproximação por Bernoulli; tanto na avaliação de Bernoulli, quanto na distribuição de Poisson este limite fica em aberto.