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Um banco de desenvolvimento analisa um projeto de investimento com base nas seguintes ferramentas: (i) demonstração do fluxo de caixa (DFC) projetada para 10 anos, com destaque para o fluxo de caixa livre do projeto; (ii) cálculo do valor presente líquido (VPL) e da taxa interna de retorno (TIR); (iii) simulações de cenários alternativos (aumento de custos, atraso na entrada de receitas) com impacto sobre o VPL; (iv) cálculo de indicadores de cobertura do serviço da dívida (DSCR – debt service coverage ratio).
Considerando a situação hipotética precedente, assinale a opção correta, à luz dos métodos e das ferramentas de análise financeira.
Indicadores de cobertura da dívida são substituíveis pelos índices de liquidez corrente, que são suficientes para avaliar projetos.
As ferramentas utilizadas são inadequadas, pois métodos de valor presente não são recomendados para projetos públicos.
A combinação das quatro ferramentas resulta em um conjunto sofisticado e adequado de ferramentas de análise financeira.
O banco de desenvolvimento deveria utilizar exclusivamente o lucro líquido contábil, que é o principal critério para análise de projetos.
O uso de cenários alternativos é incompatível com a abordagem de VPL e TIR.
A demonstração dos fluxos de caixa é de grande importância para os usuários das demonstrações contábeis, na medida em que concedem transparência às fontes e aos destinos do dinheiro que transita pela entidade. Nesse sentido, considere que uma entidade realizou as seguintes operações:
1. pagamento a investidores para resgatar ações da entidade;
2. compra de uma máquina a ser utilizada no processo produtivo; e
3. pagamento de férias aos empregados.
As operações representam, respectivamente, fluxos de caixa de atividades
(1) de financiamento (2) operacionais (3) de investimento.
(1) de investimento (2) operacionais (3) operacionais.
(1) de financiamento (2) de financiamento (3) operacionais.
(1) operacionais (2) de investimento (3) de financiamento.
(1) de financiamento (2) de investimento (3) operacionais.
A NBC TG 26 (R5) estabelece que as demonstrações contábeis devem ser elaboradas utilizando-se o regime de competência, exceto para uma demonstração específica que, por sua natureza de mensuração de entradas e saídas físicas de recursos, é elaborada com base no regime de caixa.
O contabilista da Câmara Municipal de Tabatinga/SP deve identificar que essa exceção obrigatória ao regime de competência refere-se à:
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).
Demonstração de saída.
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).
Demonstração do Valor Adicionado (DVA).
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).
O valor, em reais, correspondente ao Caixa das Atividades de Financiamentos é:
123.000 (positivo)
71.000 (positivo).
56.000 (positivo).
46.000 (positivo).
58.000 (positivo).
Em relação aos métodos direto e indireto utilizados na apresentação dos fluxos de caixa das atividades operacionais na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), assinale a alternativa correta.
No método direto, o fluxo de caixa das atividades operacionais é determinado exclusivamente a partir do lucro ou prejuízo líquido, ajustado pelos efeitos de itens que não representam movimentação de caixa.
No método indireto, são demonstradas individualmente as principais classes de recebimentos e pagamentos brutos de caixa decorrentes das atividades operacionais.
A utilização do método direto ou indireto altera a classificação dos fluxos de caixa das atividades de investimento e financiamento, razão pela qual os dois métodos podem apresentar valores totais de caixa diferentes para o mesmo período.
O método direto apresenta as principais classes de recebimentos brutos e pagamentos brutos de caixa das atividades operacionais, enquanto o método indireto parte do lucro ou prejuízo, efetuando ajustes relativos a transações sem efeito de caixa, diferimentos, apropriações e itens associados às atividades de investimento ou financiamento.
Com base na NBC TG 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são basicamente derivados das principais atividades geradoras de receita da entidade.
( ) Os fluxos de caixa das atividades operacionais geralmente resultam de transações e de outros eventos que entram na apuração do lucro líquido ou prejuízo.
( ) Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades operacionais são recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços, bem como pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F.
F – F – V.
V – F – F.
V – V – V.
F – V – V.
Sobre a elaboração e análise do fluxo de caixa, analise as assertivas a seguir:
I. O fluxo de caixa projetado permite antecipar necessidades de capital de giro e decisões de captação ou aplicação de recursos.
II. O fluxo de caixa deve ser elaborado pelo regime de competência para refletir adequadamente o resultado do período.
III. A aquisição de ativo imobilizado à vista é classificada como fluxo de caixa das atividades de investimento.
IV. A correta projeção dos recebimentos depende, por exemplo, da análise do prazo médio de recebimento e da política de crédito adotada.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas I, III e IV.
I, II, III e IV.
A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) apresenta as entradas e saídas de caixa e as classifica em fluxos de caixa em três atividades: operacional, de investimento e de financiamento. Em relação aos conceitos e definições a serem empregados nessa demonstração contábil, é CORRETO afirmar que as atividades da entidade que não as de investimento e de financiamento são denominadas como atividades:
operacionais.
de expansão patrimonial.
de resultado econômico.
de arrecadação orçamentária.
de atividade-meio financeira.
Durante a apresentação anual de resultados, notou-se que a entidade apurou um lucro contábil modesto no exercício, embora o saldo das contas bancárias tivesse apresentado um crescimento robusto no mesmo período. Para esclarecer a aparente contradição ao conselho, foi utilizada a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), evidenciando que as bases de mensuração do resultado e do caixa são intrinsecamente distintas. Considerando a estrutura e análise dos demonstrativos contábeis societários, a justificativa técnica CORRETA que explica o caixa apresentar resultado superior ao lucro é a de que:
A depreciação das instalações reduz o lucro contábil, contudo, por ser uma despesa não desembolsável, não gera saída real de caixa.
A captação de empréstimos para a entidade é contabilizada como receita financeira na demonstração de resultado, afetando o saldo final.
A locação de pavilhões a prazo eleva o fluxo de caixa de forma imediata, mas só será reconhecida como receita na DRE no ano seguinte.
O pagamento do principal da dívida deduz o resultado do exercício de forma integral, sendo classificado na DFC como fluxo operacional.
A aquisição de equipamentos de som à vista diminui o lucro atual, embora seja categoricamente dispensada de registro no fluxo de caixa.
No que se refere à demonstração dos fluxos de caixa (DFC), o método indireto é amplamente utilizado pelas entidades, por permitir a conciliação entre o lucro líquido e o caixa gerado pelas operações. A partir dessa informação e sob a ótica desse método, assinale a opção que apresenta corretamente a elaboração do fluxo operacional.
listar os recebimentos brutos de clientes deduzidos dos pagamentos brutos a fornecedores e empregados, evidenciando as entradas e as saídas diretas de numerário
apresentar o fluxo de caixa com base exclusivamente nas contas de investimento e financiamento, desconsiderando as variações ocorridas no ativo e no passivo circulantes
partir do lucro ou do prejuízo líquido e ajustá‑lo pelos efeitos de itens que não afetam o caixa, como depreciações e amortizações, além das variações no capital de giro
apurar o saldo de caixa e equivalentes de caixa, mediante a soma de todas as receitas de vendas realizadas por competência, sem considerar a efetiva entrada de recursos
realizar a reversão das despesas financeiras pagas, por o método indireto proibir a inclusão de qualquer item de natureza financeira no fluxo das atividades operacionais
Do fluxo de caixa das atividades operacionais da fictícia Companhia TAL, elaborada pelo método indireto, foram extraídas as seguintes informações, em reais (R$):
• Despesas com constituição de provisões: 20.000,00.
• Aumento de contas a receber: 110.000,00.
• Diminuição de estoques de mercadoria: 90.000,00.
• Diminuição de contas a pagar: 20.000,00.
• Aumento de tributos a pagar: 30.000,00.
Sabendo que o fluxo de caixa das atividades operacionais da companhia, nesse período, teve um saldo positivo de R$ 46.000,00, é correto afirmar, com base exclusivamente nas informações apresentadas, que o valor do lucro líquido do exercício equivale a R$
40.000,00.
36.000,00.
76.000,00.
80.000,00.
96.000,00.
A avaliação econômica de projetos se apoia em métodos que consideram os fluxos de caixa esperados e o custo do capital. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)O valor presente líquido corresponde à taxa que iguala as entradas e as saídas de caixa de um projeto, tornando nulo o resultado do fluxo descontado no período.
(__)A taxa interna de retorno representa a taxa de desconto que iguala o valor presente das entradas ao valor presente das saídas de caixa do projeto avaliado.
(__)O payback simples mede o tempo necessário para a recuperação do capital investido, com a limitação de desconsiderar o valor do dinheiro no tempo.
(__)O orçamento empresarial registra os fatos já ocorridos no exercício encerrado, consolidando os saldos contábeis para fins de divulgação aos usuários externos da informação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, V, F.
F, F, V, V.
V, F, F, V.
V, V, F, F.
A partir das informações apresentadas, em relação à demonstração dos fluxos de caixa (DFC) dessa empresa, que foi apurada em 31‑12‑20X2, o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais, apurado pelo método indireto, corresponde ao caixa consumido de R$ 46.
Certo
Errado
Com base na NBC TSP 12 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), são exemplos de fluxo de caixa proveniente de atividades de financiamento os:
Recebimentos em caixa decorrentes de operações descontinuadas.
Pagamentos em caixa por contratos futuros, a termo, de opção e swap.
Pagamentos em caixa por arrendatário, para redução do passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro.
Adiantamentos em caixa e emprestimos concedidos a terceiros, exceto aqueles adiantamentos e empréstimos feitos por instituição financeira pública.
O contador de uma Companhia Industrial está elaborando a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) referente ao encerramento do exercício de 2025, optando pela apresentação por meio do método indireto. Durante o fechamento, ele consolidou as seguintes informações extraídas da Demonstração do Resultado e dos balanços patrimoniais comparativos.
• Ganho com Resultado de Equivalência Patrimonial: R$300.
• Diminuição no saldo de Salários a Pagar: R$100.
• Despesa com Depreciação: R$500.
• Pagamento à vista para aquisição de um veículo: R$800.
• Aumento no saldo de Duplicatas a Receber de Clientes: R$600.
• Lucro Líquido do Exercício: R$2.400.
• Aumento no saldo de Fornecedores: R$450.
• Prejuízo na Venda de Equipamento (Imobilizado): R$150.
• Aumento no saldo de Estoques: R$200.
Com base nas informações fornecidas e nos preceitos da Norma Brasileira de Contabilidade (NBC) TG 03 (R3) – Demonstração dos Fluxos de Caixa, calcule o caixa líquido gerado pelas Atividades Operacionais e assinale a alternativa CORRETA.
R$ 2.150.
R$ 3.500.
R$ 2.750.
R$ 1.950.
R$ 2.300.
Na elaboração da demonstração dos fluxos de caixa pelo método indireto, o lucro líquido do exercício deve ser ajustado, entre outros itens, por
despesas reconhecidas no resultado que não tenham representado saída de caixa.
recebimentos de clientes ocorridos no período.
pagamentos de fornecedores registrados no ativo.
variações no saldo de caixa e equivalentes de caixa.
receitas que não tenham afetado o resultado do exercício.
Ao analisar a Demonstração dos Fluxos de Caixa de uma sociedade empresária, elaborada pelo método indireto, foi possível observar que o resultado com a venda de equipamentos foi somado ao lucro líquido, para apurar o lucro ajustado.
Pode-se constatar que
a venda dos equipamentos foi realizada à vista.
os equipamentos não haviam sido depreciados.
os equipamentos foram vendidos no final do exercício.
os equipamentos foram vendidos por valor menor ao contábil.
a atividade fim da sociedade empresária é a venda de equipamentos.
O recebimento em caixa pela emissão de ações ou de outros instrumentos patrimoniais insere-se na demonstração dos fluxos de caixa nas atividades:
operacionais
de lucratividade
de investimentos
de financiamentos
Uma empresa S/A apresentou, em notas explicativas das demonstrações contábeis, um quadro complementar às informações da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), intitulado “Transações que não envolvem caixa”, contendo os seguintes itens: ativo líquido adquirido em combinação de negócios por meio de emissão de instrumentos patrimoniais; contraprestação transferida para aquisição de controle; juros e encargos financeiros capitalizados ao imobilizado e ao intangível; a aquisição de ativos por meio de arrendamento.
Considerando-se as informações apresentadas e os preceitos do CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa, o analista judiciário, especialista em contabilidade, identificou que esse quadro complementar:
está em conformidade com o CPC 03, pois transações de investimento e financiamento que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa devem ser excluídas da DFC e divulgadas nas notas explicativas;
está em desconformidade com o CPC 03, pois todas as transações que afetam o imobilizado ou o passivo financeiro devem ser incluídas na DFC, independentemente da existência de pagamento em caixa;
está em desconformidade, pois a DFC deve abranger todas as variações patrimoniais relevantes, inclusive aquelas que não envolvem movimentação de caixa;
está violando o regramento do CPC 03, uma vez que transações de arrendamento devem ser tratadas como fluxos operacionais na DFC;
está em desconformidade com o CPC 03, pois a capitalização de juros e a adição de provisões ao imobilizado devem ser apresentadas como fluxos de caixa de investimento, por representarem acréscimos no ativo não circulante.
Em 01/11/2025, uma entidade iniciou o desenvolvimento de um software, para uso interno em suas atividades. A conclusão do projeto estava prevista para abril de 2026, com início de utilização em maio do mesmo ano.
Durante o exercício de 2025, a entidade realizou os seguintes desembolsos relacionados ao desenvolvimento do software:
• R$ 5.000 com atividades destinadas à obtenção de novos conhecimentos;
• R$ 10.000 com a busca de alternativas para sistemas;
• R$ 12.000 com a avaliação e a seleção final de alternativas possíveis para o processo.
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa anual, em 31/12/2025, o consumo de caixa classificado nas Atividades Operacionais corresponde a
zero.
R$ 5.000.
R$ 15.000.
R$ 17.000.
R$ 27.000.