Questões de Concurso sobre Propriedade para investimento

 
 
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Em 31/12/2022 uma sociedade empresária, que trabalhava com perícia contábil, adquiriu um terreno para ser utilizado como estacionamento por seus empregados por R$80.000. A sociedade empresária tinha a intenção de vender o terreno a terceiros após 8 anos.

Em 01/01/2024, a sociedade empresária passou a destinar o terreno ao aluguel a terceiros. Na data, o valor justo estimado do terreno era de R$90.000.


Considerando que a sociedade empresária reconhece os ativos classificados como propriedade para investimento por seu valor justo, a mudança na utilização do terreno gera, diretamente, um aumento


A

de R$10.000 na receita.


B

de R$20.000 na receita.


C

de R$10.000 no patrimônio líquido.


D

de R$20.000 no patrimônio líquido.


E

de R$20.000 no passivo.

Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário como ativo de direito de uso) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, ou, ainda, para venda no curso ordinário do negócio.


C

Certo


E

Errado

A Companhia AFQ atua na comercialização de produtos para alimentação vegana e, dentre os seus ativos, ela mantém um terreno no intuito de valorização do seu capital. Com base nessas informações, esse ativo deve ser classificado como:


A

Ativo Intangível.


B

Ativo Imobilizado.


C

Propriedade para Investimento.


D

Estoque.


E

Disponibilidades.

Um curso de inglês oferece suas aulas em um prédio de cinco andares, que é de sua propriedade e tem valor contábil de R$ 1.000.000. Quatro andares do prédio são ocupados pelo curso de inglês, enquanto o quinto andar é alugado para uma autoescola.


Assinale a alternativa que indica a contabilização do prédio nas Demonstrações Contábeis do curso.


A

Ativo Realizável a Longo Prazo: R$200.000; Ativo Imobilizado: R$800.000.


B

Propriedade para Investimento: R$1.000.000.


C

Ativo Imobilizado: R$1.000.000.


D

Propriedade para Investimento: R$200.000; Ativo Imobilizado: R$800.000.


E

Ativo Realizável a Longo Prazo: R$1.000.000.

A companhia pode ter imóveis que sejam mantidos para fins de locação ou arrendamento ou para fins de valorização da propriedade, tendo em vista uma futura venda a terceiros, ou ambos os objetivos. A propriedade (terreno ou edifício) pode ser mantida pelo proprietário ou pelo arrendatário para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambos.


Dessa forma, a empresa pode escolher mensurar como política contábil de suas propriedades para investimento o método do valor:


A

justo ou método do custo e deve aplicar a política de custo para os edifícios e valor justo para os terrenos;


B

justo ou método do custo e deve aplicar a política escolhida a todas as suas propriedades para investimento;


C

em uso e método do custo corrente e deve aplicar a política de valor em uso para os edifícios e custo corrente para os terrenos;


D

de cumprimento ou método do custo e deve aplicar a política de custo para os edifícios e valor de cumprimento para os terrenos;


E

de mercado ou método do custo corrente e deve aplicar a política escolhida a todas as suas propriedades para investimento.

O município Delta realizou obra pública na cidade que resultou na valorização significativa dos imóveis da região. Considerando a situação, surgiu o interesse de cobrança de valor proporcional à valorização ocorrida de cada proprietário de imóvel beneficiado. Com base nessas informações, deve ser instituída uma


A

contribuição para custeio da obra.


B

contribuição econômica.


C

taxa social.


D

taxa pela prestação do serviço.


E

contribuição de melhoria.

Uma entidade comprou um terreno ao lado de um shopping, com o intuito de valorização. Assim, assinale a opção que apresenta a correta classificação do terreno no balanço patrimonial da entidade.


A

Ativo não circulante mantido para venda.


B

Ativo realizável a longo prazo.


C

Ativo intangível.


D

Ativo imobilizado.


E

Propriedade para investimento.

Uma sociedade empresária foi constituída em 02/01/2024. Na data, os sócios integralizaram R$200.000 em capital social, em dinheiro. Em 10/02/2024, a sociedade empresária adquiriu terrenos para o seu funcionamento por R$120.000, para pagamento em 12 parcelas iguais, sendo a primeira em fevereiro. Assinale a opção que indica a(s) variação(ões) no balanço patrimonial da sociedade empresária em fevereiro de 2024.


A

Aumento no ativo: R$120.000.


B

Aumento no ativo: R$110.000; Aumento no Passivo: R$110.000.


C

Aumento no ativo: R$120.000; Aumento no Passivo: R$120.000.


D

Aumento no ativo: R$110.000; Aumento no Patrimônio Líquido: R$110.000.


E

Aumento no ativo: R$120.000; Aumento no Patrimônio Líquido: R$120.000.

Selecione o exemplo que NÃO trata de propriedade para investimento, nos termos do CPC 28:


A

Propriedade que esteja sendo construída ou desenvolvida para futura utilização como propriedade para investimento.


B

Terrenos mantidos para valorização de capital a longo prazo, e não para venda a curto prazo, no curso ordinário dos negócios.


C

Edifício que esteja desocupado, mas mantido para ser arrendado sob um ou mais arrendamentos operacionais.


D

Propriedade destinada à venda no decurso ordinário das atividades ou em vias de construção, ou desenvolvimento para tal venda.


E

Edifício que seja propriedade da entidade (ou ativo de direito de uso relativo a edifício mantido pela entidade) e que seja arrendado sob um ou mais arrendamentos.

Uma rede de supermercados adquiriu três imóveis: o primeiro será utilizado para o funcionamento de uma nova loja da rede; o segundo, para locação por preços muito abaixo do valor de mercado a seus funcionários, como política de recursos humanos para reter talentos; o último, para alugar a terceiros e auferir renda. Esses imóveis serão, contabilmente, classificados, respectivamente, como


A

imobilizado, imobilizado e investimento.


B

imobilizado, investimento e investimento.


C

investimento, imobilizado e imobilizado.


D

investimento, investimento e investimento.

Uma empresa S.A. adquire um terreno em uma combinação de negócios, que atualmente é usado para fins industriais, como um local para uma fábrica. Terrenos próximos foram recentemente desenvolvidos para uso residencial, como locais para edifícios de apartamentos de grande altura. A empresa S.A. avalia que o terreno atualmente usado como local para a fábrica poderia ser desenvolvido para uso residencial. Para poder decidir, observou as seguintes condições:


a. Valor do terreno como uso industrial

Valor atual do terreno para fins industriais: R$ 1.500.000,00

Valor dos ativos (fábrica e outros ativos): R$ 3.000.000,00

b. Valor do terreno como uso residencial

Valor do terreno como um local vazio para uso residencial: R$ 3.200.000,00

Custos de demolição da fábrica: R$ 400.000,00

Outros custos para converter o terreno (incluindo incertezas sobre a conversão): R$ 300.000,00


Considerando-se as informações apresentadas e os preceitos do CPC 46, o uso do terreno terá melhor utilização de maneira


A

industrial, com um valor total de R$ 1.500.000,00


B

industrial, com um valor total de R$ 3.000.000,00


C

industrial, com um valor total de R$ 4.500.000,00


D

residencial, com um valor total de R$ 2.500.000,00


E

residencial, com um valor total de R$ 3.200.000,00

Uma Sociedade Empresária possui um imóvel que é mantido para valorização do capital a longo prazo. Na qualidade de perito, com base na NBC TG 28 (R4) – PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).


( ) Caso o departamento de tesouraria ocupe uma pequena parte do imóvel, que não pode ser vendida ou locada separadamente, essa situação impede a classificação do imóvel como uma propriedade de investimento.

( ) É necessário que a Sociedade Empresária obtenha valores justos de todas as suas propriedades para investimento no final de cada exercício social.

( ) O laudo de avaliação a valor justo de uma propriedade para investimento necessariamente tem de ser elaborado por um avaliador independente da entidade.


As afirmativas são, respectivamente,


A

F – V – F.


B

V – V – F.


C

F – V – V.


D

F – F – V.


E

F – F – F.

Uma empresa S.A. possui uma propriedade classificada como propriedade para investimento. Em 31 de outubro de 2024, a empresa altera a intenção de uso e decide utilizar a propriedade como sede administrativa devido a uma expansão de seus negócios. Em 31 de dezembro de 2024, a empresa inicia a reforma para uso próprio; nesse momento, os construtores estão no local realizando os trabalhos de reforma com vista à ocupação pela empresa. Em 31 de março de 2025, a reforma é encerrada e, em 30 de abril, a sede da empresa e seus funcionários começam a utilizar a propriedade. Em 30 de junho de 2025, a empresa reclassifica, para a divulgação trimestral, a propriedade para investimento como imobilizado.


Considerando as informações apresentadas e os preceitos do CPC 28, o inspetor da CVM identificou que a empresa deveria ter reclassificado a propriedade em:


A

31 de outubro de 2024;


B

31 de dezembro de 2024;


C

31 de março de 2025;


D

30 de abril de 2025;


E

30 de junho de 2025.

Empresas do ramo de shoppings centers, hotelaria e turismo utilizam ativos imobilizados de diversas maneiras. O imobilizado é definido como item tangível que é mantido para uso na produção ou no fornecimento de mercadorias ou em serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos, e se espera que seja utilizado por mais de um período. Inclui terrenos e estruturas de construção, tais como escritórios, fábricas e armazéns, além de equipamentos, como máquinas, móveis e ferramentas. Uma classe separada do imobilizado pode ser tratada como propriedade para investimento mediante a aplicação do método de valor justo.


Dessa forma, segundo preceitos do CPC 28 — Propriedade para Investimento —, as propriedades para investimento são


A

edifícios que sejam propriedades da entidade e que sejam arrendados sob um ou mais arrendamentos operacionais.


B

edifícios para desenvolvimento futuro e uso subsequente como propriedades ocupadas pelo proprietário.


C

propriedades que são arrendadas a outra entidade sob arrendamento financeiro.


D

propriedades destinadas à venda no decurso ordinário das atividades.


E

terrenos mantidos para uso futuro como propriedade ocupada pelo proprietário.

Uma empresa recebeu, em novembro de 2024, o aluguel de seu imóvel referente a janeiro de 2025. A receita será reconhecida


A

totalmente, em novembro de 2024.


B

totalmente, em dezembro de 2024.


C

totalmente, em janeiro de 2025.


D

pela metade em novembro de 2024, sendo a outra metade em janeiro de 2025.


E

por um terço em cada um dos meses: novembro e dezembro de 2024 e janeiro de 2025.

A NBC TSP 06/2017, que trata da Propriedade para Investimento, define os critérios para reconhecimento, mensuração e divulgação de bens imóveis mantidos por uma entidade pública com o propósito de obter rendimentos ou valorização do capital. De acordo com essa norma, qual é o critério correto para a mensuração inicial da propriedade para investimento?


A

Ao valor justo na data de reconhecimento inicial, ajustado posteriormente pelo custo histórico.


B

Ao custo de aquisição, incluindo os custos diretamente atribuíveis à transação, na data de reconhecimento inicial.


C

Ao valor de mercado na data de reconhecimento inicial, sem a inclusão de quaisquer custos adicionais.


D

Ao custo de aquisição ou valor justo, dependendo de qual for o maior no momento da aquisição.


E

Pelo custo residual estimado, considerando a depreciação ao longo do tempo.

Em 01/01/X1 a empresa SHOP S.A. comprou um terreno pelo valor de R$ 500.000 para pagamento no longo prazo, mas, se a compra fosse feita com pagamento à vista, o valor seria R$ 450.000. A empresa incorreu, adicionalmente, em custos para formalização da compra no valor de R$ 10.000. O imóvel será destinado para obtenção de renda por meio do aluguel. No final do ano de X1, o valor justo desse terreno era de R$ 520.000.


Com base nas informações apresentadas, o tratamento contábil para o terreno adquirido deve ser classificado como


A

Propriedade Para Investimento (PPI) e reconhecida inicialmente pelo valor de R$ 510.000. Na mensuração subsequente, a empresa pode optar por mensurar a propriedade ao valor justo (R$ 520.000) ou manter ao custo de aquisição (R$ 510.000).


B

imobilizado e reconhecido inicialmente pelo valor de R$ 460.000. Na mensuração subsequente, a empresa deve manter a propriedade ao custo de aquisição (R$ 460.000).


C

Propriedade Para Investimento (PPI) e reconhecida inicialmente pelo valor de R$ 460.000. Na mensuração subsequente, a empresa deve manter a propriedade ao valor justo (R$ 520.000).


D

Propriedade Para Investimento (PPI) e reconhecida inicialmente pelo valor de R$ 460.000. Na mensuração subsequente, a empresa pode optar por mensurar a propriedade ao valor justo (R$ 520.000) ou manter ao custo de aquisição (R$ 460.000).


E

imobilizado e reconhecido inicialmente pelo valor de R$ 510.000. Na mensuração subsequente, a empresa deve manter a propriedade ao custo de aquisição (R$ 510.000).

A definição de Propriedade para investimento, conforme pronunciamento técnico contábil é:


A

a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário como ativo de direito de uso) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas e, não, para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas; ou venda no curso ordinário do negócio.


B

a propriedade destinada à venda no decurso ordinário das atividades ou em vias de construção ou desenvolvimento para tal venda, como, por exemplo, propriedade adquirida exclusivamente com vista à alienação subsequente no futuro próximo ou para desenvolvimento e revenda.


C

a propriedade ocupada pelo proprietário, incluindo (entre outras coisas) propriedade mantida para uso futuro como propriedade ocupada pelo proprietário, propriedade mantida para desenvolvimento futuro e uso subsequente como propriedade ocupada pelo proprietário, propriedade ocupada por empregados (paguem ou não aluguéis a taxas de mercado) e propriedade ocupada pelo proprietário ao aguardo de alienação.


D

a propriedade que é arrendada a outra entidade sob arrendamento financeiro, cujo objetivo não é agregá-lo aos investimentos para ganho de capital.


E

bens destinados à alienação ou mesmo ao arrendamento mercantil operacional, cujo valor será ajustado a valor de mercado ou ao valor em uso.

No último trimestre de um dado exercício financeiro, uma entidade adquiriu um terreno, com a pretensão de usá-lo futuramente, mas com finalidade ainda não determinada. O contador da entidade consultou as normas aplicáveis ao tratamento desse tipo de ativo, especificamente a NBC TG 27 (R4)/2017, a NBC TG 28 (R4)/2017 e a NBC TG 31 (R4)/2017.


Considerando-se a situação apresentada e as normas consultadas, o contador concluiu que a entidade deve


A

registrar o terreno como propriedade para investimento.


B

registrar o terreno como ativo imobilizado avaliado ao custo.


C

registrar o terreno como ativo não circulante mantido para venda.


D

manter o controle administrativo da aquisição e registrar quando for definida a finalidade.


E

reconhecer o bem como ativo não financeiro, considerando a política definida internamente.

Em 20X1, a Cia Guararema:


A

Comprou R$ 20.000,00 em propriedades para investimento.


B

Comprou R$ 935.000,00 em mercadorias.


C

Pagou duplicatas descontadas no valor de R$ 225.000,00.


D

Pagou somente R$ 300.000,00 para fornecedores.


E

Recebeu R$30.000,00 de juros.

   
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