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Em relação à demanda agregada, assinale a alternativa correta.
A identificação das variações do nível de preços, que afetam a soma dos bens comprados, tem como base os componentes do mercado e os níveis resultantes da renda em termos monetários.
A representação gráfica das condições existentes nos mercados monetário e de bens em uma economia pode ser utilizada para a construção da curva de demanda agregada.
A oferta real de recursos monetários numa economia é proporcional à diminuição dos salários e preços, pois a quantidade existente de dinheiro numa economia pode inferir sobre uma maior quantidade de transações.
A queda nos salários, em termos monetários, tem como significação, além da queda na renda real distribuída para cada trabalhador, o aumento dos preços das mercadorias.
Considere que determinada economia hipotética apresente os seguintes agregados macroeconômicos.

Se, no curto e médio prazos, uma redução do consumo — G — do governo, mantendo-se a oferta de moeda — M — constante, acarretar uma redução do produto — Y — e uma queda do investimento — I —, então, no longo prazo, a redução de G implicará aumento tanto de I quanto de Y.
Se, em determinado país, a demanda corresponder a 100 – 10p e a oferta doméstica corresponder a 20 + 20p, então a demanda por importações será igual a 80 – 30p, em que “p” representa o nível de preços.
Uma economia apresenta a seguinte função consumo (C) em relação à sua renda disponível (Yd):
deflacionário de 150.
deflacionário de 200.
inflacionário de 150.
deflacionário de 250.
inflacionário de 180.
Para estimular a economia através de política fiscal, o governo deveria, alternativamente, reduzir
a taxa de juros.
a taxa de câmbio.
o gasto público.
o déficit do setor público.
A respeito do modelo keynesiano, que constitui um importante instrumental para a análise macroeconômica, assinale a opção correta.
No longo prazo, a curva de oferta agregada é perfeitamente elástica e, portanto, aumentos no nível de preços absorvem os excessos de demanda porventura existentes na economia.
Em períodos de expansão econômica, quando a produção fica aquém da demanda agregada planejada, o investimento involuntário torna-se negativo.
O fato de que políticas bem-sucedidas de estímulo à poupança levem à redução da renda da economia vai ao encontro à existência do chamado paradoxo da parcimônia.
Supondo-se que, nesse modelo, o aumento dos gastos públicos seja totalmente financiado por impostos adicionais, o multiplicador keynesiano será igual à unidade e, portanto, o nível de atividade da economia não se alterará.
No Brasil, a alta substancial do preço das ações, sumariada pelos recordes sucessivos do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (IBOVESPA), desloca a curva de demanda agregada da economia brasileira, para cima e para a direita.
O multiplicador keynesiano do consumo é igual a 1,333 e o PIB de equilíbrio dessa economia é igual R$ 800 bilhões.
Considere o modelo:
C = Co + C(Yd)
Yd = Y – T T = t.Y
Y = C + I + G
Onde:
C = consumo;
Co = consumo autônomo;
Yd = renda disponível;
T = impostos;
G = gastos do governo;
I = investimento agregado.
Com base nesse modelo, é incorreto afirmar que
Considere o seguinte modelo:
Y = C + I + G + X – M
C = Co + α.Y
M = Mo + β.Y
0 < β < α < 1
Onde:
Y = produto agregado;
I = investimento agregado;
G = gastos do governo;
X = exportação de bens e serviços não fatores;
M = importação de bens e serviços não fatores;
C = consumo agregado;
Co = consumo agregado autônomo;
Mo = importações autônomas.
Com base nessas informações, é incorreto afirmar que
Considere
A = 400 + 0,7.Y - 3000.i
i = 0,06
X = 250
M = 0,2.Y
Onde:
A = demanda agregada interna;
i = taxa de juros;
X = exportações;
M = importações.
Considerando a renda de equilíbrio, o saldo X - M será de
Considere:
Y = C(Y) + I + G + X - M(Y)
C(Y) = Co + 0,7.Y
M(Y) = Mo + 0,5.Y
I = 700
G = 200
X = 300
Co = 500
Mo = 100
Onde Y = produto; I = investimento; G = gastos do governo; X = exportações; M = importações; Co = consumo autônomo; Mo = importações autônomas. Com base nessas informações, é incorreto afirmar que
ΔY/ΔCo = 1,5.
no equilíbrio, Y = 2.000.
no equilíbrio, C = 1.900.
no equilíbrio, M = 1.100.
se ΔG = 100, então ΔY = 125.
"Propensão marginal a consumir" significa:
a qualquer nível de renda, a relação entre o consumo total e a renda total;
a qualquer nível de renda, a alteração no total de despesas de consumo provocada por uma pequena alteração da renda (aumento ou diminuição);
para cada nível de renda, uma escala que exibe o valor das despesas de consumo naquele nível;
a qualquer nível de renda, e relativo a uma pequena alteração naquele nível, a relação entre a resultante alteração no consumo e a alteração do nível de renda;
a fração da renda que será gasta no consumo.
A figura abaixo, na qual C,I e Y representam respectivamente, Consumo, Investimento e Produto Nacional, ilustra o equilíbrio macroeconômico para uma economia fechada, sem governo, sem realização de depreciação e sem retenção de lucros. A partir da análise da figura, apoiada na teoria Keynesiana, é correto afirmar que:
uma taxa de produção maior que A é possível e desejável porque, além de aumentar o nível de emprego na economia, provocará uma queda no nível geral de preços expandindo a demanda agregada.
uma taxa de produção menor que A, inferior a produção de pleno emprego, é insuficiente para atender à demanda agregada e, como conseqüência, a economia entrará em uma espiral inflacionária.
o ponto E representa o equilíbrio, isto é, a demanda agregada iguala-se ao Produto Nacional e o Investimento realizado iguala-se ao investimento planejado e estará assegurado o pleno emprego da economia.
as taxas mais altas ou mais baixas de produção serão instáveis porque, no primeiro caso, haverá formação de estoques não desejados e, no segundo, os níveis de estoques cairão abaixo do nível que os vendedores desejariam manter.
caso a função consumo permaneça inalterada, para garantir a taxa de produção em B, a demanda por investimento deverá crescer no montante igual ao segmento AB.
Uma expansão das despesas públicas, acompanhada de um aumento equivalente da receita tributária, por não ter efeito multiplicador, não altera a demanda agregada.
Sejam conhecidas, para uma economia fechada e sem governo (e supondo que não haja lucros retidos pelas empresas),
Função poupança: S = -10 + 0,2Yd, onde Yd é renda pessoal disponível;
Função investimento: I = 20 + 0,1Y, onde Y é a renda nacional.
A função consumo é C=10 + 0,2Yd.
É impossível conhecer o produto de equilíbrio, pois não foi dada a função da renda pessoal disponível.
O multiplicador dos investimentos autônomos é 5.
O nível de equilíbrio do produto é 300.
Considere os seguintes dados para uma economia fechada com governo:

Com base nessas informações, é correto afirmar que o consumo autônomo agregado é igual a:
70
50
20
zero
85
Considere os seguintes dados:

Com base nessas informações, o nível do produto agregado de equilíbrio é de:
800
810
790
780
820