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O professor deve trabalhar conteúdos amplos e diversificados nas aulas de Educação Física escolar. Um deles é a fisiologia do sistema cardiovascular. Nessa aula, é preciso apresentar aos alunos os conceitos elementares, o que inclui a explicação sobre o que é o do débito cardíaco, que representa o número de vezes que o coração bate durante um minuto.
Certo
Errado
Loch et.al. (2019) abordam a atuação dos Profissionais de Educação Física inseridos no contexto da Atenção Básica à Saúde e a prática de as atividades físicas. Sobre esse assunto, é preciso
controlar a contribuição para a mudança do modelo de atenção.
privilegiar um olhar ampliado de saúde, coerente com o princípio da integralidade.
direcionar somente à sua relação com as doenças e agravos crônicos de saúde.
evitar o aspecto cultural da atividade física.
reforçar o olhar biomédico, ainda hegemônico.
Essa abordagem da Educação Física destaca a função social da Educação Física dentro da cultura corporal desenvolvendo sua capacidade intelectual ao promover a reflexão do conhecimento científico apresentado tomando com ponto de partida “a constatação, a interpretação, a compreensão e a explicitação da realidade social complexa e contraditória. Trata-se da Abordagem:
Desenvolvimentista.
Sistêmica.
Crítico-Superadora.
Cultural.
Psicomotricidade.
Em uma situação hipotética na qual você é o técnico ou professor de uma turma infantil, assinalar a alternativa que indica a ordem CORRETA de execução de um plano de emergência em caso de acidente com aluno:
I. Prestar os primeiros socorros.
II. Pedir para alguém acionar o sistema médico de emergência e contatar os pais ou responsáveis da criança.
III. Avaliar a lesão.
IV. Avaliar o nível de consciência do atleta.
I- II - III - IV.
IV - II - III - I.
II - IV - III - I.
III - I - IV - II.
“Um bom exemplo no que tange aspectos do movimento na primeira infância e com o qual nos deparamos recorrentemente é a questão da integridade física. Para preservar essa integridade, para que não se machuquem, orientamos recorrentemente sobre os perigos existentes. E no caso de crianças pequenas, são tantos e infindáveis! Mas existe uma distância entre orientação e proibição. Assim que a orientação alerta, ao mesmo tempo dialoga, dá autonomia, permite, estimula potencialidades, [...]. Já a proibição não permite acesso. Diz não. Desconfia, desacredita, não vê o potencial da criança. Também é mais simples: dizer que não pode é infinitamente mais descomplicado do que avaliar possibilidades e se corresponsabilizar com a criança no trabalho com seu corpo. Em nome dessa simplicidade - um certo comodismo na segurança – vemos inúmeras, crescentes e assustadoras proibições: não poder subir, nem esc pular, nem arrastar”.
SAURA, S. C.; MEIRELLES, R.; ECKSCHMIDT, S. Educação Física Escolar: sentir, pensar e agir na Educação Infantil - considerações para um possível caminho do brincar espontâneo. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, (São Paulo) 2015 Dez; 29 Supl 9:19-27.
Nesse texto, as autoras escrevem sobre a Educação Física na primeira infância. Em consonância com essa reflexão, o professor de Educação Física na Educação Infantil e no Ensino Fundamental deve
contribuir para que as crianças subam, escalem, pulem, mas proibir quando as achar incapaz de realizar o movimento.
evitar problemas com a direção e com a família, mantendo o controle de todos os gestos das crianças.
acompanhar os movimentos das crianças, orientá-las e estimular que se percebam.
focar em atividades que apresentem menos riscos à integridade das crianças.
evitar, de todas as formas, que as crianças se machuquem.