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A respeito das fontes de energia para a realização de exercícios físicos, sabe-se que existem dois estágios para a degradação da glicose no organismo. O primeiro estágio envolve a desintegração rápida (fermentação) de uma molécula de glicose no citosol da célula para duas moléculas de piruvato. No segundo estágio de catabolismo da glicose, as moléculas de piruvato são degradadas ainda mais na mitocôndria para dióxido de carbono e água. As transferências de energia das reações desse segundo estágio envolvem o transporte de elétrons e a subsequente fosforilação oxidativa e são denominadas
ferrosas.
anabólicas.
gliconeogênicas.
aeróbicas.
anaeróbicas.
Provas de corrida de longas distâncias, como meia maratona, faz-se necessário atenção para uma ingestão adequada de água, para que o corpo possa continuar a realizar suas funções durante o trajeto. A desidratação durante a corrida pode ocasionar a seguinte alteração funcional:
hipernatremia.
estado de alerta.
desconforto gástrico.
câimbras.
osmorregulação.
Segundo o documento “Atualização da Diretriz em Cardiologia do Esporte e do Exercício da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte 2019”, publicado em 2019, o tratamento efetivo de um atleta que sofre uma parada cardiorrespiratória súbita depende de uma sequência de ações interdependentes, para que, assim, formem um efeito em cadeia, aumentando a sobrevida da vítima. Qual alternativa NÃO faz parte dessas ações interdependentes?
Acesso rápido.
Ressuscitação cardiopulmonar precoce.
Desfibrilação precoce.
Suporte avançado de vida em cardiologia.
Registro do eletrocardiograma de 12 derivações.
As variáveis responsáveis pela resposta do consumo máximo de oxigênio são, EXCETO:
Frequência cardíaca
Volume sistólico
Diferença arteriovenosa de oxigênio
Volume diastólico final
Com relação à fisiologia muscular e à fisiologia do exercício, assinale a alternativa correta.
Entre as adaptações observadas nos músculos esqueléticos, por meio do treinamento resistido, estão o aumento dos canais de cálcio no retículo sarcoplasmático, o aumento de vesículas de proteínas transportadoras de glicose, o aumento do número de mitocôndrias, assim como a diminuição dos hormônios IGF-1 e insulina e a diminuição de ativação da proteína mTOR.
É possível observar o aumento de mionúcleos em células musculares exercitadas cerca de 3 a 7 dias após o exercício. Os mionúcleos vêm da proliferação e migração das células satélites musculares, que têm como função aumentar o volume muscular. Ademais, a proliferação e fusão das células satélites às células musculares depende, necessariamente, de lesões musculares (ainda que na forma de micro lesões).
Após a prática de treinamento de força, é comum haver dor muscular tardia, principalmente em sujeitos em início de treinamento. A dor aparece comumente por volta de 48 horas após o treino e é fruto, unicamente, da sensibilização das fibras neurais eferentes nociceptoras pelo acúmulo de ácido láctico na fibra muscular.
A causa dos déficits de força muscular induzidos por alongamento das fibras musculares pode ser explicada, predominantemente, por dois fatores: adaptações mecânicas, ou seja, uma redução na rigidez e um aumento no comprimento entre os sarcômeros em repouso que alteram a relação comprimento-tensão do músculo e fatores neurais como diminuição do recrutamento ou sensibilidade reflexa, ou uma combinação de ambos os mecanismos.
A mecanotransdução é um dos fatores que melhora a glicemia em sujeitos com diabetes mellitus tipo 2, visto que a contração muscular estimula a molécula AMPK a aumentar a liberação de cálcio na miofibrila e, também, a produzir óxido nítrico – fenômenos que melhoram os níveis de glicose no sangue.