

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A punção venosa periférica (PVP) representa uma das atividades frequentemente executadas pelos profissionais de enfermagem, que exige conhecimento oriundo de diferentes áreas do saber, competência e habilidade. A PVP é um procedimento técnico, que se caracteriza na introdução de um dispositivo curto no interior do vaso sanguíneo superficial e requer cuidados e controle periódico. De acordo com as orientações da ANVISA publicadas na nota técnica nº 04 em junho de 2022, são recomendações para este procedimento:
I. Para a escolha da veia e do cateter, devem-se levar em consideração as condições das veias, o tipo de solução a ser infundida e o tempo de infusão.
II. Em casos de difícil visualização ou palpação da veia pode se dar “tapinhas” sobre a veia, assim fazendo vasoconstrição, provocando o ingurgitamento da mesma e melhor visualização da veia.
III. O propósito da cobertura é proteger o sítio de inserção e minimizar possibilidade de infecção, e de fixar o dispositivo no local prevenindo dano ao vaso, qualquer cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva com gaze e fita adesiva estéril, ou membrana transparente semipermeável.
IV. A assepsia deve ser realizada com antissépticos a base de álcool, utilizando-se movimentos de vai e vem para clorexidina e movimentos circulatórios para PVPI, aguardar a secagem espontânea e não tocar na pele após a assepsia.
V. Múltiplas tentativas de punções causam dor, atrasam o início do tratamento, comprometem o vaso e aumentam custos e riscos de complicações, por isso deve-se considerar o número máximo de tentativas na punção venosa, limitando-se a duas tentativas por profissional, sendo necessário a troca do cateter em cada tentativa.
Estão corretas as assertivas:
I, II, III e IV.
I, III, IV e V.
II, III e IV.
III, IV e V.
I, IV e V.
A monitorização da Pressão Arterial Média (PAM) pode ser instalada em pacientes portadores de labilidade pressórica importante, dependentes de Aminas, ou que necessitem de Nitroprussiato de Sódio para controle da pressão arterial. Ao selecionar o sítio de punção, a eleição da artéria a ser puncionada obedece aos critérios de qualidade do pulso e menores riscos de complicações, que geralmente ocorrem na seguinte ordem:
radial, pediosa ou femoral.
antecubital, jugular externa ou pedial.
braquial, subclávia ou femoral.
ulnar, tibial e subclávia.
carótida, pulmonar e tibial.
Os cuidados de Enfermagem relacionados à inserção de cateteres venosos periféricos (CVPs) são essenciais para garantir a segurança do paciente em diferentes cenários da assistência à saúde. Um dos eventos que se associa à inserção dos CVPs é a flebite. Com o objetivo de estabelecer condutas mais adequadas no que tange aos CVPs, escalas e ferramentas para a graduação de flebites têm sido implementadas e utilizadas. Dentre essas escalas, há a escala de
Maddox.
Braden.
Ramsay.
Richimond.
Morse.
Um dispositivo venoso periférico de calibre 25 G é mais indicado para:
necessidade de infusão rápida.
maioria das infusões.
veias de pequeno calibre e crianças menores, lactentes e pré-escolares.
neonatos e lactentes.
crianças maiores (escolares), adolescentes e idosos.
A punção venosa periférica consiste na introdução de um catéter venoso na luz de uma veia superficial. Destina-se à coleta de materiais para exames ou para infusão de soluções intermitentes ou contínuas. São necessárias algumas considerações para este procedimento quando o paciente é pediátrico. Assinale a alternativa incorreta sobre o exposto.
Para pacientes pediátricos, selecionar o vaso com maior probabilidade de duração de toda terapia prescrita, evitando área anticubital
Para crianças menores de 3 anos, também podem ser consideradas as veias da cabeça. Caso a criança não caminhe também podem ser utilizadas as veias dos membros inferiores
Considerar catéter de maior calibre, conforme condição da rede venosa, pois a durabilidade é maior
Evitar região de flexão, membros comprometidos por lesões como feridas abertas, infecções nas extremidades, veias já comprometidas, áreas com infiltração e/ou extravasamentos prévios, áreas com outros procedimentos planejados
Sobre os cuidados com punção venosa, é correto afirmar:
As veias de escolha devem seguir os vasos primeiramente mais proximais e em caso de insucesso, devem-se então puncionar os mais distais, ou seja, mais próximos ao dorso da mão.
Os vasos sanguíneos mais recomendados são os dos membros inferiores, sobretudo em idosos, onde há intensa fragilidade venosa.
O uso de solução antisséptica, álcool ou similar é opcional para realizar a punção venosa, uma vez que se trata de um procedimento que necessita apenas de assepsia médica.
A punção venosa é um procedimento simples e seguro, sem riscos, e pode ser realizado por qualquer membro da equipe de enfermagem.
Trata-se de um procedimento que exige técnica asséptica e materiais estéreis para garantir a segurança do paciente e minimizar riscos de infecção.
De acordo com CARMAGNANI, em relação à punção venosa periférica, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Deve-se escolher sempre a veia mais calibrosa da região antecubital do membro superior dominante.
( ) Membros com fístula arteriovenosa poderão ser puncionados.
( ) Após a segunda tentativa de punção venosa sem sucesso, recomenda-se que outro profissional realize o procedimento.
E - E - C.
E - C - C.
C - E - E.
C - C - E.
C - C - C.
A obtenção do acesso venoso em pacientes gravemente traumatizados ou clinicamente instáveis é um procedimento indispensável para o restabelecimento da condição hemodinâmica, sendo a punção intraóssea uma alternativa de acesso rápido.
Sobre esse procedimento, é correto afirmar:
O acesso vascular intraósseo deve ser sempre a primeira opção em situações de emergência para a garantia de acesso.
O acesso intraósseo com equipamento especialmente desenvolvido para esse fim é contraindicado para crianças, devendo ser usado apenas em adultos, até que um acesso intravenoso seja obtido.
Na ausência de dispositivos designados para esse fim, recomenda-se o uso de agulhas hipodérmicas ou cateteres sobre agulha.
No âmbito da equipe de enfermagem, é privativo do Enfermeiro a realização da punção intraóssea, em situações de urgência e emergência, na impossibilidade de obtenção do acesso venoso periférico.
Na criança, os sítios anatômicos preferidos para a punção intraóssea são a crista ilíaca e o fêmur distal.
Em relação às manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), deve ser instalado acesso venoso periférico de fino calibre e o paciente deve ser mantido confortável, em uma superfície macia, para receber as manobras de RCP.
Certo
Errado
A remoção do acesso venoso periférico é indicada se não houver medicamentos endovenosos na prescrição médica e se esse cateter não tiver sido utilizado nas últimas 24 horas.
Certo
Errado
Em pacientes com cateter venoso central ou periférico, é necessário observar rotineiramente o sítio de inserção quanto à presença de sinais flogísticos e drenagem, infiltração e permeabilidade. Assinale a alternativa que relaciona corretamente o grau de flebite e a respectiva descrição:
Grau O: ausência de sintomas; Grau 4: dor no local de inserção do cateter, eritema e/ou edema, endurecimento e cordão fibroso palpável maior que 1 cm de comprimento, com drenagem purulenta.
Grau 1: eritema na inserção do cateter com ou sem dor; Grau 2: dor no local de inserção do cateter sem eritema e/ou edema.
Grau 2: dor no local de inserção do cateter com ou sem eritema e/ou edema; Grau 3: dor no local de inserção do cateter com eritema e edema sem endurecimento.
Grau 1: ausência de sintomas; Grau 4: dor no local de inserção do cateter, eritema e edema, com endurecimento e sem drenagem purulenta.
É de responsabilidade da equipe de enfermagem, durante o procedimento de punção venosa, a escolha do cateter. Qual é o cateter recomendado para punções de curta permanência em torno de 72 horas?
Dispositivo venoso periférico tipo agulhado.
Cateter venoso central.
Cateter central intravenoso periférico.
Cateter tipo escalpe.
Dispositivo venoso periférico flexível.
A flebite é uma das complicações mais frequentes decorrente do uso de cateteres venosos periféricos (CVP) e caracteriza-se por uma inflamação aguda da veia, que causa edema, dor, desconforto, eritema ao redor da punção e um “cordão” palpável ao longo do trajeto. Sobre essa complicação, assinale a alternativa correta.
Após a retirada do CVP não é necessário o acompanhamento do sítio da punção, pois a flebite ocorre somente nas primeiras horas após a inserção do cateter.
Quanto maior a veia maior deve ser o número do cateter flexível tipo abocath.
Condição clínica do paciente; características da veia; incompatibilidade entre fármacos; tonicidade e pH do medicamento ou solução; e tempo prolongado de inserção são fatores que podem influenciar no surgimento de flebites.
As veias cefálica e basílica são indicadas em último caso, quando não houve sucesso em outros locais.
A cobertura do local da punção não necessita ser estéril, sendo a fita microporosa a mais recomendada.
De acordo com a ANVISA, uma das medidas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde em cateteres periféricos é o preparo da pele. Qual é a recomendação para o limite de número de tentativas de punção periférica por profissional?
Limitar no máximo a duas tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, seis no total.
Limitar no máximo a duas tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, quatro no total.
Limitar no máximo a três tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, seis no total.
Limitar no max1mo a três tentativas de punção periférica por profissional.
Limitar no máximo a uma tentativa de punção periférica por profissional e, no máximo, duas no total.
Como o acesso venoso periférico é trocado frequentemente, o mais indicado para internações prolongadas de pacientes é o acesso venoso central, que tem menor risco de infecção hospitalar.
Certo
Errado
O uso de um cateter venoso periférico tem como objetivo manter uma via de acesso para administração de medicamentos endovenosos. Em relação aos cuidados de enfermagem a esse tipo de acesso, assinale a alternativa INCORRETA.
Avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e áreas adjacentes quanto à presença de rubor, edema e drenagem de secreções por inspeção visual e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as queixas do paciente em relação a qualquer sinal de desconforto, como dor e parestesia.
O cateter periférico instalado em situação de emergência com comprometimento da técnica asséptica deve ser trocado tão logo seja possível.
Não se deve utilizar água estéril para realização do flushing e lock dos cateteres.
Qualquer cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
Os cateteres de maiores calibres são os mais recomendados para realizar a punção, pois reduzem o risco de flebite mecânica e menor obstrução do fluxo sanguíneo dentro do vaso.
A noradrenalina não pode ser administrada no acesso venoso central, sendo indicado, nesses casos, um acesso periférico.
Certo
Errado
Sobre o uso de cateteres endovenosos, assinale a alternativa incorreta.
Realizar a punção preferencialmente com cateteres flexíveis, pois os cateteres rígidos podem lesar a camada íntima da veia, contribuindo para a ocorrência de complicações como flebite, formação de trombos e obstruções.
O local da punção deve ser escolhido com critério, pois o cateter deve ser inserido em regiões de articulações, onde não há o risco de infiltração e rompimento do vaso, além de propiciar a mobilidade do paciente.
Os cateteres flexíveis, como os de poliuretano, são mais adequados, pois estão associados a menores complicações infecciosas, além de contribuírem significativamente para a redução de flebites em punções venosas periféricas.
Após realizada a punção, deve-se aplicar curativo sobre o local, fixando adequadamente o cateter na pele, e anotar calibre, data e assinatura.
A Instalação e manutenção de infusão intravenosa possui como indicação, administração intermitente ou contínua de medicamentos ou soluções. Assinale a alternativa que NÃO corresponde aos procedimentos para manutenção sobre a administração citada acima:
Deixar correr a solução pelo equipo até fluir a solução na outra extremidade do equipo, para que não tenha bolhas de ar dentro do mesmo.
Observar periodicamente o local puncionado para evidenciar o aparecimento de sinais flogísticos (dor, rubor, calor e edema).
Heparinizar ou salinizar o acesso conforme rotina da instituição (administração de 2-3 ml de heparina diluída – 0,2 ml de heparina com 9,8 ml de soro fisiológico – ou administração de 3 ml de soro fisiológico 0,9%).
Recomenda-se a troca de equipos comuns a intervalos máximos de 72 horas, a não ser que exista a suspeita ou confirmação de infecção relacionada ao cateter.
Em relação aos fatores que alteram as taxas de infusão venosa, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A mudança na posição do paciente, contribui para alterar as taxas de infusão venosa.
( ) A manipulação do dispositivo pelo paciente ou visitante contribui para alterar as taxas de infusão venosa.
( ) A bateria da bomba de infusão com carga baixa não interfere nas taxas de infusão venosa.
( ) Equipo ou extensões do conjunto de infusão amassados contribuem para alterar as taxas de infusão venosa.
( ) Espasmo venoso não causa alteração durante a infusão venosa.
V – V – V – V – V.
V – V – F – F – F.
F – V – F – V – F.
V – V – F – V – F.
V – V – F – V – V.