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Cateter de Swan Ganz é um procedimento que consiste na obtenção de um acesso venoso profundo, via punção venosa central subclávia, jugular interna ou externa, veia femoral ou dissecção venosa em veia antecubital. O cateter de Swan Ganz tem como objetivo primário dar informações quanto às características hemodinâmicas dos estados de choque, bem como guiar a terapêutica, servindo, ainda, para a coleta de sangue venoso misto. Sobre a medida da saturação de oxigênio venoso misto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) É a saturação do sangue que sai do coração, pelo átrio esquerdo.
( ) O sangue venoso misto apresenta normalmente uma PaO2 de 40 mmHg e PaCO2 de 45 mmHg.
( ) O sangue venoso misto é coletado na artéria pulmonar e reflete o balanço entre o suprimento e consumo de oxigênio do corpo.
( ) Não está indicada para pacientes obstétricas de alto risco.
F – F – V – V.
F – F – V – F.
V – V – V – F.
V – F – F – V.
F – V – V – F.
A seleção do local de punção para administração de medicamentos deve ser realizada a partir da avaliação das condições do paciente e da escolha do cateter. Vários fatores podem influenciar a escolha da punção em membros superiores, porém, a segurança e conforto do paciente devem predominar. Quanto às vantagens e desvantagens dos locais de punção venosa periférica é correto afirmar que
as veias do arco dorsal da mão têm como vantagem menor ocorrência de obstrução de cateter e ausência de dor durante a punção.
uma das vantagens da punção do arco dorsal da mão é a facilidade de fixação de cateter e a não interferência nas atividades do paciente.
as veias do antebraço, apesar de calibrosas, têm como desvantagem indicação de terapia prolongada.
a facilidade de visualização e dilatação das veias cefálica e basílica, no antebraço, é uma das vantagens deste local de escolha.
O uso constante da rede venosa para aplicação de quimioterápicos, soros, antibióticos, sangue e seus derivados são muito frequentes no cotidiano do paciente oncológico. Sendo assim, é indicado pela equipe médica, muitas vezes, a instalação de um acesso venoso central. Em relação ao conhecido cateter de Port-a-cath, assinale a alternativa incorreta.
São cateteres semi-implantados, que devem permanecer sob a pele, embutida em uma loja no tecido subcutâneo da região torácica sobre uma protuberância óssea
Entre os cateteres de longa permanência, o Port-a-cath figura como o dispositivo com menores taxas de infecção de corrente sanguínea relacionadas a cateter
O acesso a esse tipo de cateter é feito através de punção do reservatório sobre a pele, sendo este reservatório constituído em geral, de aço inoxidável, titanium ou borracha de silicone puncionável
Implantado em Centro Cirúrgico, por cirurgião preferencialmente vascular, sob anestesia geral ou local. A ponta do cateter deve estar posicionada no interior de uma veia de grosso calibre e próxima ao átrio direito
A heparinização ou salinização deste tipo de cateter é recomendada mensalmente nos casos de Port-a-caths venosos ou conforme Protocolo Institucional
Os pacientes internados, ambulatoriais e de prontoatendimento, com prescrição médica de medicações intermitentes devem manter permeabilidade do cateter venoso periférico para a administração de medicamentos e infusões intermitentes.
São cuidados de enfermagem para a permeabilização de acesso venoso periférico com solução fisiológica, exceto:
Verifique a presença de dor e edema (indicam que o líquido injetado está extravasando nos tecidos).
Ao permeabilizar o cateter, avalie sua fixação e, se houver necessidade, troque-a para evitar a saída acidental do cateter.
Observe periodicamente se há sinais de flebite
Na presença de dor e edema retire o dispositivo imediatamente
Mesmo na presença de coágulos no dispositivo deve-se injetar a solução para permeabilização do acesso
Assinale a alternativa que apresenta quais são as veias indicadas como principais escolhas para a passagem do Catéter Central de Inserção Periférica.
Subclávia, jugular e femoral
Basílica, cubital média, cefálica e braquial
Carótida, aorta e pulmonar
Cava superior, basílica e jugular
Cefálica, femoral e aorta
Durante a internação de um paciente de 32 anos na clínica médica, a equipe de enfermagem procedia diariamente aos cuidados assistenciais prescritos. Como havia prescrições de vários medicamentos por via endovenosa, a equipe estava preocupada em manter o acesso venoso periférico pérvio e prevenir complicações, buscando sempre o conforto do paciente. Para que isso ocorra, o ideal é escolher uma veia que suporte a terapia intravenosa por, pelo menos,
Com relação às complicações no uso de dispositivos de acesso vascular, assinale a alternativa correta.
A flebite química, mecânica ou bacteriana é uma complicação da terapia intravenosa, sendo relacionada à administração de soluções ácidas ou hipertônicas, e não está, no entanto, relacionada à velocidade de infusão dessas soluções.
A infiltração ou o extravasamento causam aquecimento, hiperemia e edema na área de inserção do cateter.
O extravasamento é uma complicação da terapia intravenosa e é o termo técnico que melhor se aplica quando um medicamento vesicante entra nos tecidos.
A sobrecarga circulatória da solução intravenosa não é uma complicação advinda da terapia intravenosa.
A flebite é uma inflamação que ocorre após uma infecção, imobilização e inserção prolongada de cateteres intravenosos, e não está, no entanto, relacionada ao traumatismo da parede venosa.
Em neonatos estima-se que 70% dos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) apresentem em algum momento um extravasamento. Denomina-se Extravasamento Vascular (EV) a administração inadvertida e não intencional de medicações intravenosas a partir da veia para o tecido ou por vazamento ou por exposição direta. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Usar a enzima Hialuronidase em todos os casos e EV
A melhor estratégia é tratar EV com o uso de antídotos conforme a medicação que estava sendo administrada
Nos recém-nascidos a melhor estratégia é a prevenção e o diagnóstico precoce do extravasamento evitando ao máximo os danos ao tecido. Quando ocorrer o EV deve-se realizar o debridamento e a correção cirúrgica quando necessária
O tratamento do extravasamento constitui em uma emergência, portanto deve-se realizar o debridamento ou correção cirúrgica e imediatamente da ocorrência do EV
Protocolos de administração de medicações bem definidos para a enfermagem e a checagem constante do local do acesso, evitar uso de bombas de infusão
Deve-se limitar, no máximo, a duas tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, a quatro no total. Múltiplas tentativas de punções causam dor, atrasam o início do tratamento, comprometem o vaso e aumentam os custos e os riscos de complicações. Pacientes com dificuldade de acesso requerem avaliação minuciosa multidisciplinar para discussão das opções apropriadas.
Para realizar uma punção venosa, a técnica em enfermagem realizou a limpeza do local da punção com álcool 70%. Ao realizar este procedimento, a profissional realiza no local:
Assepsia.
Antissepsia.
Desinfecção.
Esterilização.
Qual o produto para antissepsia da área de inserção do cateter venoso central que tem superioridade sobre os demais?
PVPI aquoso.
Álcool a 70%.
Tintura de iodo a 1%.
Clorexidina tópica a 0,5%.
Clorexidina alcoólica a 2%.
Você é técnico de enfermagem e deve administrar uma medicação intravenosa em acesso venoso periférico no paciente pelo qual está responsável pelos cuidados no plantão. Antes de administrar a medicação, você observa que o local da inserção do cateter venoso periférico está frio, pálido e edemaciado. O que deverá ser feito nessa situação?
Administrar a medicação em menor velocidade de infusão.
Não administrar a medicação e comunicar ao enfermeiro a necessidade de novo acesso venoso periférico.
Lavar o acesso venoso com solução de soro fisiológico 0,9%.
Retirar o curativo e colocar um novo que não seja tão apertado.
Realizar um curativo não tão apertado e infundir a medicação lentamente.
São vários os procedimentos de enfermagem que dependem de uma via de acesso venosa. Sobre as técnicas para punção venosa, analise as afirmativas a seguir.
I. Para a punção venosa, é necessário expor a área da punção, verificar a rede venosa e dar leves tapas no local para o ingurgitamento das veias.
II. Para a punção venosa, é necessário fazer a antissepsia do local com algodão embebido em antisséptico do centro para as extremidades, em movimentos circulares ou em uma única direção.
III. Após a fixação do cateter, deve-se registrar na fixação mais superficial o calibre do cateter, data, hora da introdução e as iniciais do profissional que executou o procedimento.
IV. O tempo de permanência de um cateter periférico não deve exceder 36 horas.
Estão corretas as afirmativas
O cateter venoso de uso comum para pessoas que fazem hemodiálise permanece na pessoa até que a fístula arteriovenosa seja instalada ou quando há outras necessidades que o tornaram a única via para realizar o procedimento dialítico.
Considerando que um adulto em pós-cirúrgico de instalação desse cateter há 15 dias seja atendido pelo nefrologista do ambulatório e este solicite que seja trocada a heparina do cateter, é correto afirmar que
a via distal comporta até 5 UI.
a via não heparinizada deve ser mantida com heparina diluída e em baixa concentração.
os cateteres triplo lúmen devem receber um total de 15ml de soro fisiológico diluído com 15 UI de heparina.
as vias dos cateteres duplo lúmen devem ser heparinizadas com 5 UI na via distal e com 3 UI na via proximal.
os cateteres com três vias são ideais para evitar que seja passado mais outro acesso venoso central, o que evita infecções.
Em caso de sujidade visível no local da futura punção, deve-se removê-la com água e sabão antes da aplicação do antisséptico.
A punção venosa periférica é a instalação de um cateter em trajeto venoso periférico para manutenção de uma via de acesso para infusão de soluções ou administração de medicamentos (contínua ou intermitente). Ao considerar esta técnica, assinale a alternativa incorreta.
Puncionar preferencialmente as veias proximais, como as veias cefálica inferior, cefálica acessória, basílica e metacarpianas
Fazer a antissepsia da pele, no local da punção, utilizando algodão com álcool a 70% ou clorexidina alcoólica 0,5%
Caso ocorram sinais de flebite e infiltração ou extravasamento, retire o cateter venoso imediatamente
Um dos riscos desta técnica é a contaminação do ambiente por descarte inadequado de material
A punção venosa periférica tem como objetivo instalar cateter em trajeto venoso periférico para coleta de sangue venoso, infusão contínua de soluções, administração de medicamentos ou manutenção de uma via de acesso venosa. Conforme CARMAGNANI, sobre os métodos de punção venosa periférica, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) No método direto, a inserção do cateter deve ser feita diretamente sobre a veia a um ângulo de 30° a 45°, indicado para veias frágeis e/ou tortuosas.
( ) Evitar puncionar veias esclerosadas ou membros paralisados, edemaciados ou com lesões.
( ) Para manter o acesso venoso, não é apropriado nem recomendado o uso de dispositivo venoso flexível do tipo cateter sobre agulha.
( ) São preferíveis veias calibrosas para a administração de fármacos irritantes ou muito viscosos, a fim de diminuir o traumatismo do vaso e facilitar o fluxo.
C - C - E - C.
E - E - C - C.
C - E - C - C.
C - C - E - E.
Para o preparo da pele antes da punção venosa periférica, o técnico de enfermagem deverá conhecer as soluções existentes e os cuidados na aplicação. Para a aplicação da clorexidina alcoólica > 0,5%, são necessários os seguintes cuidados:
aplicar com movimentos de “vai e vem” por 30 segundos e aguardar a secagem espontânea do antisséptico antes da punção
aplicar com movimentos circulares de “dentro para fora” por 2 minutos e aguardar secagem espontânea do antisséptico antes da punção
aplicar com movimentos de “vai e vem” por 2 minutos e não será necessário aguardar a secagem espontânea do antisséptico
aplicar com movimentos circulares de “fora para dentro” por 1 minuto e poderá ser opcional aguardar a secagem espontânea do antisséptico
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de verdadeiro e falso, na ordem de cima para baixo, acerca da prevenção de infecções da corrente sanguínea relacionadas à punção e manutenção de cateteres periféricos:
( ) A remoção dos pelos no sítio de inserção, quando necessária, não deverá ser realizada com tesouras ou tricotomizador elétrico, pois estes aumentam o risco de infecção e choques, respectivamente.
( ) Limitar no máximo a quatro tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, seis no total.
( ) Utilizar gaze e fita adesiva estéril para cobertura apenas quando a previsão de acesso for menor que 48 horas.
( ) A cobertura não deve ser trocada em intervalos pré-estabelecidos, mas sempre que houver suspeita de contaminação, quando úmida, solta, suja ou com a integridade comprometida.
( ) O cateter periférico deve ser trocado rotineiramente a cada 96 horas.
F – F – V – F – V.
V – F – V – V – V.
F – V – V – V – F.
F – F – V – V – F.
F – F – F – V – F.
A escolha do calibre dos cateteres periféricos deve observar a necessidade terapêutica e a faixa etária dos pacientes. Nesse sentido, é correto afirmar:
O cateter 22G é indicado para os casos de emergências que ameaçam a vida.
A reposição volêmica em idosos pode ser infundida por meio do cateter 16G.
Os antibióticos podem ser infundidos por meio do cateter 14G em crianças e neonatos.
O cateter 18G é específico para prematuros até 1500 g.
Os componentes sanguíneos podem ser infundidos por meio de um cateter 24G se necessário, mas o fluxo será mais lento.