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Para realizar uma venóclise para soroterapia, o técnico em enfermagem escolheu puncionar a veia cefálica. Anatomicamente, considere a alternativa que descreve sua localização:
Porção radial da região inferior do braço, ao longo do osso radial do antebraço.
Face ulnar da região inferior do braço e estende-se para cima do osso ulnar.
Estende-se para cima e para frente do antebraço, das veias antecubitais medianas.
Lado radial do antebraço; atravessa na frente da artéria braquial no espaço antecubital.
Não há contraindicações absolutas para a inserção de acesso venoso central no paciente.
Certo
Errado
De acordo com CARMAGNANI, em relação à punção venosa periférica, é CORRETO afirmar que:
Membros com fístula arteriovenosa poderão ser puncionados.
Deve ser realizada a antissepsia com álcool 70% ou clorexidina alcoólica 0,5%.
Deve-se escolher sempre a veia mais calibrosa da região antecubital do membro superior dominante.
O cateter deve ser trocado a cada 24 horas para evitar infecções.
Após a quarta tentativa de punção venosa sem sucesso, recomenda-se que outro profissional realize o procedimento.
A fossa antecubital apresenta dois formatos anatômicos mais comuns: o formato em H ou formato em M. Locais, comumente, utilizados na punção venosa para terapias e coleta de sangue venoso, como vemos, abaixo:

Fonte: https://pncq.org.br/uploads/2019/PNCQ-Manual_de_Coleta_2019-Web-24_04_19.pdf
Considerando a localização anatômica, e a nomenclatura das veias, temos, pela imagem:
Basílica (1); Cefálica (2); Cubital mediana (3); Cefálica mediana (4) Basílica mediana (5).
Cefálica (1); Basílica (2); Cubital mediana (3); Cefálica mediana (4) Basílica mediana (5).
Basílica (1); Cefálica (2); Cefálica mediana (3); Cubital mediana (4) Basílica mediana (5).
Basílica (1); Cefálica (2); Cefálica mediana (3); Cubital mediana (4) Basílica mediana (5).
Cefálica (1); Basílica (2); Basílica mediana (3); Cubital mediana (4) Cefálica mediana (5).
Objetivando os cuidados preconizados pela ANVISA quanto à inserção e manutenção dos catéteres venosos periféricos, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:
I- Higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos. O uso de luvas substitui a necessidade de higiene das mãos;
II- Um novo cateter periférico deve ser utilizado a cada tentativa de punção no mesmo paciente;
III- Selecionar o cateter periférico com base no objetivo pretendido, na duração da terapia, na viscosidade do fluido, nos componentes do fluido e nas condições de acesso venoso;
IV- Evitar região de flexão, membros comprometidos por lesões como feridas abertas, infecções nas extremidades, veias já comprometidas (infiltração, flebite, necrose), áreas com infiltração e/ou extravasamentos prévios, áreas com outros procedimentos planejados.
As afirmativas I, II, III e IV são, respectivamente:
F, F, V, V.
V, V, V, V.
F, V, V, V.
V, V, F, F.
O acesso venoso periférico é a inserção de um cateter ou agulha em uma veia periférica, com a finalidade de coletar sangue para amostras laboratoriais ou infundir drogas ou soluções. Em relação aos locais de aplicação endovenosa, é possível inferir que:
As veias basílicas, localizadas ao longo do osso radial, devem ser utilizadas para a maioria das terapias endovenosas.
As veias metacárpicas, localizadas no dorso da mão, são veias pouco calibrosas, cuja punção é dolorosa e dificultada,
As veias anticubitais, localizadas na fossa anticubital, devem ser evitadas por terem a punção muito dolorosa e implicarem na perda de mobilidade.
As veias cefálicas acessórias, localizadas ao longo do osso radial, possuem a vantagem de serem calibrosas e podem ser utilizadas na maioria das terapias endovenosas.
As veias digitais devem ser utilizadas, preferencialmente, para infusões de grandes volumes e terapias prolongadas.
Em relação à técnica de acesso venoso periférico, é correto afirmar que:
As tentativas devem ser iniciadas nos vasos proximais dos membros superiores e progredir para os vasos distais.
As veias da região antecubital são boas opções nas situações mais críticas, porém, sua proximidade com as articulações promove alto risco para perda do acesso se houver muita movimentação.
O uso de cateter simples com agulhas (escalpe) é indicado para infusão de volumes maiores, contínuos e para medicações de administração única.
O uso de cateter simples com agulhas (escalpe) está relacionado a menor ocorrência de transfixação e infiltração.
A equipe de enfermagem é responsável por iniciar a infusão intravenosa (IV), interrompê-la caso detecte alguma alteração, monitorá-la e mantê-la. Em relação a selecionar o sítio de inserção de uma terapia IV, deve-se dar prioridade a veias:
Dos membros inferiores mais calibrosas.
Menores e em sua porção proximal.
Das mãos e do antebraço em sua porção distal.
Em local de articulações.
O acesso venoso central envolve a inserção de um cateter em uma veia calibrosa e, assim, terá como vantagem um maior diâmetro e uma maior velocidade de fluxo.
Certo
Errado
São complicações associadas à punção venosa central, exceto:
Inflamação e necrose da pele sobre o “port”.
Lesão de plexo braquial.
Embolia gasosa.
Mioclonia.
Utilizando um cateter intravenoso, o enfermeiro puncionou a veia cefálica, em mão esquerda de um paciente adulto, com o objetivo de manter via de acesso para a infusão de medicamentos prescritos pelo médico. Ao observar a figura a seguir, é correto afirmar que o acesso periférico foi instalado na veia identificada por:

(Fonte: Google Images)
I.
II.
III.
IV.
V.
O paciente está taquipneico.
Certo
Errado
Leia as considerações abaixo sobre os cuidados com a fístula arteriovenosa, conforme Veronese (2019), e assinale-as com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Realizar exame físico no acesso, seguindo os passos de inspeção, palpação e ausculta.
( ) Fazer antissepsia em múltiplas direções no local a ser puncionado com gaze estéril e solução antisséptica.
( ) Manter pelo menos 3 cm entre a punção arterial e a venosa.
( ) Puncionar o ramo arterial a 1 cm da anastomose.
( ) Retirar os curativos dos locais de punção após 24 horas do término da sessão de hemodiálise.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
V – F – V – V – V.
V – F – F – F – F.
F – F – V – F – V.
V – V – F – F – V.
F – V – V – V – F.
Em adultos, as veias de membros inferiores não devem ser utilizadas para coleta de amostra ou infusão, a menos que seja absolutamente necessário. A principal justificativa para essa recomendação é:
o risco de embolia.
a perda frequente de acesso.
a possibilidade de transfixar.
o perigo de quedas.
o impedimento da deambulação.
O acesso venoso de longa permanência do tipo "totalmente implantável" (ou port) é recomendado principalmente para pacientes onco-hematológicos e em pacientes em nutrição parenteral prolongada. A punção do reservatório (port) deve ser realizada com agulha angulada, própria para uso na membrana do reservatório (agulha tipo Huber) e esta agulha pode ficar até por:
3 dias.
4 dias.
5 dias.
6 dias.
7 dias.
Extravasamento é o escape de drogas do vaso sanguíneo para os tecidos circunjacentes. As drogas podem ter características vesicantes ou irritantes. Sobre esse tema, considere as afirmações abaixo.
I - Drogas vesicantes são aquelas que provocam irritação severa com formação de vesículas.
II - Drogas irritantes provocam reação cutânea menos intensa, sem necrose tecidual ou formação de vesículas.
III - Para a aplicação de antineoplásicos, deve-se escolher veias situadas longe de articulações, tendões, nervos e lesões.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
O enfermeiro, após avaliar um paciente, observa que seu acesso intravenoso (IV) não está infundindo a medicação corretamente conforme o número de gotas prescrita. Ele avalia o paciente em relação à dor no local do acesso IV, verifica o regulador de fluxo no equipo, verifica se ele está deitado sobre o equipo, verifica também o ponto de conexão entre o equipo e o cateter IV e, em seguida, a condição do local da inserção do cateter intravenoso. Depois que o enfermeiro reajusta o gotejo, a infusão recomeça a infundir corretamente. Com base no pensamento crítico na prática de Enfermagem, esse é um exemplo de:
Inferência.
Raciocínio diagnóstico.
Competência.
Resolução de problemas.
Habilidades técnicas.
Em relação à infiltração ou extravasamento de soluções endovenosas no período neonatal, assinale a alternativa INCORRETA.
A má perfusão periférica contribui para a ocorrência de infiltração ou extravasamento.
O extravasamento de soluções intravenosas fora da parede vascular causa irritação, isquemia, destruição de tecidos e necrose.
As lesões que ocorrem nas extremidades, como pés e mãos, podem atingir outras estruturas como tendões e nervos, causando alterações nas extremidades.
É raro a ocorrência de infiltração e extravasamento de soluções endovenosas em neonatos.
Deve-se interromper a infusão venosa nos primeiros sinais de irritação, flebite e extravasamento.
A manutenção de acessos venosos para a administração de medicamentos apresenta riscos locais, tais como hiperemia e edema.
Dos cuidados de enfermagem abaixo descritos, qual possibilitaria a monitorização do aparecimento de tais riscos, constituindo-se medida de prevenção extra para evitar a infecção de corrente sanguínea?
Trocar todos os cateteres periféricos a cada 72 horas, em crianças; nesta prática, o curativo pode ser oclusivo.
Realizar a troca do cateter de inserção periférica (PICC) com data pré-estabelecida, ajudando a prevenir infecção. O curativo do cateter PICC pode contar com um estabilizador, ou não, já que este possui ponto de fixação.
Realizar proteção do acesso, de preferência com curativos semipermeáveis transparentes e verificar se está bem fixado na pele. Os curativos devem ser trocados, pelo menos, a cada 5 a 7 dias, possibilitando a avaliação frequente do sítio de inserção.
Aplicar calor úmido (compressa embebida em soro fisiológico aquecido) para diminuir o edema sobre o curativo, se houver vermelhidão, edema e a pele na região do acesso estiver quente.
Observar o local de punção exposto de forma mais efetiva, não havendo, por essa razão, necessidade, no momento do banho, de proteger o acesso venoso para evitar que caia água no local.
Analise as afirmativas a seguir:
I. O profissional de saúde deve tratar o paciente de forma completamente humanizada. Isso tem muito a ver com a forma como o profissional movimenta uma pessoa que esteja em uma maca ou cama, por exemplo.
II. Em um acidente, a asfixia costuma ser causada por algum traumatismo no crânio que causa dificuldade respiratória e leva o acidentado à parada respiratória. Quando um indivíduo for acometido por uma lesão dessa natureza, é fundamental que a primeira medida de socorro seja fornecer uma solução de água e cloreto de sódio para o acidentado.
III. Os possíveis acessos vasculares por ordem de preferência no paciente gravemente queimado são: veia periférica fora de área queimada, veia periférica em área queimada, punção profunda e, por último, a dissecção venosa. Essa sequência deve ser rigorosamente obedecida. A prioridade é estabelecer um bom acesso venoso para iniciar um correto plano de hidratação.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Apenas uma afirmativa está correta.
Apenas duas afirmativas estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.