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O cateter venoso central de inserção periférica (PICC, na sigla em inglês) vem sendo amplamente utilizado, uma vez que é um dispositivo com tempo de permanência prolongado e de fácil instalação, associado a menor risco de complicações mecânicas e infecciosas quando comparado ao cateter venoso central de curta permanência. Após a inserção, deve ser realizada a radiografia torácica para confirmação do seu posicionamento.
A ponta distal do cateter deve estar localizada no
terço proximal da veia braquiocefálica.
terço inferior da veia subclávia.
terço superior da veia cava superior.
terço inferior da veia cava superior.
Essa paciente foi diagnosticada com úlcera venosa a qual apresenta as características relacionadas a esse tipo de lesão que são: borda irregular, base pálida e fria, multifocal, com tendência a ser necrótica, pulso reduzido ou ausente, cianose e ausência de pelos. Ela relata que a dor no membro aumenta com a elevação dos membros inferiores.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que aponta um fator predisponente para ocorrência de flebites associadas a cateteres intravenosos periféricos:
tH.
Coloração da droga.
Osmolaridade.
Odor da droga.
Solubilidade.
O PICC é um dispositivo de acesso vascular inserido perifericamente, tendo a ponta localizada em nível central, na altura do terço distal da veia cava, podendo possuir lúmen único ou duplo; é constituído de poliuretano ou silicone, sendo os de silicone mais flexíveis e em sua maioria inertes, causando menor irritação à parede dos vasos. O PICC tem como finalidade promover a terapia intravenosa por tempo prolongado e de forma segura, garantindo a preservação da rede venosa periférica, diminuição do estresse, dor e desconforto gerado por múltiplas venopunções. Assinale a alternativa que aponta a localização específica em que deve estar a ponta do cateter de PICC:
Ápice atrial esquerdo.
Região atrioventricular direita.
Junção cavo-atrial.
Base aórtica-clavicular.
Apêndice xifoide esternal.
A punção venosa periférica trata-se de um procedimento invasivo comumente realizada por profissionais de enfermagem, sendo muito utilizada na assistência à pacientes submetidos à terapia endovenosa. Para evitar a contaminação de corrente sanguínea durante a técnica da venopunção, a ANVISA recomenda algumas técnicas para o preparo da pele antes de realizar o procedimento. Referente a essas técnicas, assinale a alternativa correta.
Realizar fricção da pele com solução à base de álcool: gliconato de clorexidina >0,5%, sendo indicado que a aplicação da clorexidina deva ser realizada por meio de movimentos de vai e vem.
A remoção dos pelos, quando necessária, é obrigatória, sendo esta realizada com lâmina de barbear.
O tempo de aplicação da clorexidina na pele é de 20 segundos, se utilizado PVPI, é de 1,5 a 2,0 minutos.
O sítio de inserção do cateter intravascular poderá ser tocado somente após a aplicação do antisséptico, caso o profissional não visualize o vaso a ser puncionado.
Em caso de sujidade visível no local da punção, removê-la com álcool 70% durante 1 minuto de fricção.
Considerando as recomendações para a troca de curativo em inserção de cateter venoso central, marque a alternativa INCORRETA:
o uso de máscara e luvas estéreis está indicado quando o paciente for imunodeprimido.
em pacientes que apresentam sudorese, sangramentos no local de inserção e/ou drenagem de líquidos, o curativo com gaze estéril e fitas deve ser o preferencial.
o curativo feito com gaze estéril e filme transparente pode permanecer até 7 dias, considerando as recomendações do fabricante e as condições clínicas do paciente.
para curativos com filme transparente, o local de inserção deve ser inspecionado diariamente.
deve-se registrar diariamente o aspecto da inserção do cateter (presença de exsudato, edema, hiperemia e dor no local).
Paciente em uso de cateter venoso periférico requer cuidados rigorosos para que seja evitada a infecção de corrente sanguíneo relacionado à assistência prestada. Referente aos cuidados de enfermagem a pacientes em uso desse dispositivo, assinale a alternativa INCORRETA.
Higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos.
A estabilização do cateter deve ser realizada utilizando técnica asséptica. Não utilize fitas adesivas e suturas para estabilizar cateteres periféricos.
Utilizar solução de cloreto de sódio 0,9% ou água destilada para flushing e lock dos cateteres periféricos.
Qualquer cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
Remover o cateter periférico na suspeita de contaminação, complicações ou mau funcionamento.
Para instalação de um cateter venoso periférico, o(a) enfermeiro(a) deverá seguir uma série de recomendações para prevenção de infecções, flebites e outros eventos adversos. Sobre o sítio de inserção do cateter intravascular, a ANVISA (2017) recomenda o seguinte cuidado no momento da instalação:
O sítio de inserção do cateter intravascular deve ser tocado sem luvas após a aplicação do antisséptico.
O sítio de inserção do cateter intravascular deve ser tocado, após a aplicação do antisséptico, com luvas de procedimento.
O sítio de inserção do cateter intravascular deve ser tocado sem luvas antes da aplicação do antisséptico e, após, com luvas de procedimento livre de talco para não atrapalhar a visualização da veia.
O sítio de inserção do cateter intravascular não deverá ser tocado após a aplicação do antisséptico. Em situações onde se previr necessidade de palpação do sítio, deve-se calçar luvas estéreis.
De acordo com ANVISA (2017), no preparo da pele para a punção venosa periférica, o Técnico de Enfermagem deve considerar que
a remoção dos pelos, quando necessária, deve ser realizada com lâminas de barbear.
em caso de sujidade visível no local da punção, deve-se removê-la com solução antisséptica.
o limite máximo são de duas tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, quatro no total.
o tempo de aplicação da clorexidina na fricção da pele é de 1 minuto com movimentos circulares.
o tempo de aplicação do PVP-I alcoólico na fricção da pele é de 30 segundos por meio de movimentos de vai e vem.
Com base na técnica de acesso venoso periférico, julgue as afirmativas abaixo:
I.Sempre que possível, dar preferência aos dispositivos flexíveis de menor calibre.
II.O uso de cateter simples com agulhas (escalpe) é indicado para infusão de volumes altos (por curto período e/ou sem necessidade de infusão contínua) e para medicações de administração única.
III.Em caso de transfixação e formação de hematoma, retirar o cateter e promover compressão direta.
IV.Presença de trombose reconhecida no trajeto do vaso limita o procedimento nesse local.
Qual(is) a(s) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S)?
Apenas, I e II.
Apenas, II e III.
Apenas, I e IV.
Apenas, III e IV.
Os propósitos das coberturas no cateter periférico são proteger o sítio de punção e minimizar a possibilidade de infecção. Considerando a afirmativa, marque a alternativa CORRETA:
qualquer cobertura para cateter periférico deve ser limpa, podendo ser semi oclusiva ou membrana transparente semipermeável.
utilizar gaze e fita adesiva estéril apenas quando a previsão de acesso for maior que 48 horas.
a cobertura deve ser trocada em intervalos pré-estabelecidos.
rotineiramente, o cateter periférico deve ser trocado em um período inferior a 72 horas.
o cateter periférico instalado em situação de emergência com comprometimento da técnica asséptica deve ser trocado tão logo quanto possível.
Assinale a alternativa que aponta um material indispensável para realização de uma punção venosa:
Ambu.
Cateter.
Oxímetro.
Termômetro.
Tesoura.
A punção venosa periférica é considerada um procedimento invasivo. Considerando as medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o Técnico de Enfermagem ao selecionar o cateter e o sítio de inserção para realizar a terapia medicamentosa por via endovenosa deve
evitar considerar as veias do antebraço e braço (região abaixo da axila), em pacientes pediátricos.
utilizar metodologia de visualização para instalação de cateteres em adultos com rede venosa difícil. Esta técnica não é recomendada para crianças.
selecionar o vaso com maior probabilidade de duração de toda a terapia prescrita, considerando as veias da mão e área anticubital, para pacientes pediátricos.
escolher as veias das superfícies dorsal e ventral dos antebraços, para adultos.
considerar as veias da cabeça, a menos que seja absolutamente necessário, em crianças menores de três anos.
O garroteamento é feito para facilitar a visualização da veia, o garroteamento excessivo pode ser reconhecido pela coloração arroxeada das extremidades dos dedos e da mão. Neste caso o garrote deve ser solto imediatamente para refazer o fluxo sanguíneo e melhorar a oxigenação local. Sobre o tempo do garroteamento, não deverá passar de:
30 (trinta) segundos
5 (cinco) minutos
1 (um) minuto
2 (dois) minutos
É CORRETO afirmar que na punção venosa, deve-se fazer a assepsia ampla no local de punção com algodão e:
Álcool 80%.
Álcool 70%.
Álcool 95%.
Álcool 90%.
Álcool 100%.
Durante a manutenção, por longo prazo, de um cateter venoso central, é comum o aparecimento de sinais flogísticos; entre eles, o mais comum é o prurido no local, ocasionando a troca do cateter pelo médico responsável.
Certo
Errado
Diante das atualizações mundiais e nacionais, quanto a troca de um cateter venoso periférico, assinale a alternativa correta:
Necessariamente o cateter periférico deverá ser trocado a cada 72 horas.
Necessariamente o cateter periférico deverá ser trocado entre 72 a 96 horas.
Rotineiramente o cateter periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 horas. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendadas.
Para pacientes neonatais e pediátricos, devido às complexidades clínicas, recomenda-se trocar o cateter rotineiramente, sem ultrapassar o prazo máximo de 96 horas.
Agulhas de aço deverão ser trocadas necessariamente a cada 72 horas.
De acordo com CARMAGNANI, sobre a realização de curativos em cateter venoso central (CVC), analisar os itens abaixo:
I. Utiliza-se gaze embebida em clorexidina na inserção do cateter, com uso de luva estéril ou pinça Kelly.
II. Deve-se avaliar e registrar o aspecto da inserção do cateter uma vez por semana.
III. O curativo do CVC deve ser realizado sempre com gaze e curativo transparente e trocado a cada 72h.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Todos os itens.
Sobre a técnica de venopunção periférica, é CORRETO:
É utilizada para infundir apenas volumes menores do que 5 mL de líquidos na corrente sanguínea.
A inspeção à procura da melhor artéria é realizada nos membros superiores no sentido dos ombros para o cotovelo.
É utilizada para grandes volumes de soluções e medicamentos quando se necessita de ação rápida.
O dispositivo a ser utilizado deve ser inserido num ângulo de 90 graus em relação à pele, com o bisel voltado para cima.
Paciente, 23 anos, dá entrada na unidade de urgência e emergência, levado pela equipe pré-hospitalar, vítima de acidente moto/auto. Está imobilizado em prancha rígida + colar cervical. Glasgow 15. Tórax simétrico, apresentando boa expansibilidade. Abdome flácido e indolor à palpação. MMSS apresentando escoriações difusas. MMII, sangramento ativo em perna D, suspeita de fratura de fêmur, perfusão do membro lentificada. Aos Sinais Vitais, PA: 110/70, FC: 120, FR:19, SPO2: 98%, Glicemia: 120mg/DI. Nesse caso, além do exame físico e da monitorização, qual cuidado de enfermagem deve ser realizado com maior prioridade?
Mudança decúbito.
Acesso venoso periférico calibroso.
Curativos.
Banho no leito.
Sondagem vesical de demora.