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Doenças como dengue, poliomielite e sarampo não estão incluídas na relação nacional de notificação compulsória, e devem ser notificadas imediatamente às secretarias estaduais de saúde, que, por sua vez, deverão repassar a informação à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS).
Dentre as doenças citadas indique a alternativa que NÃO corresponde à doença de Notificação compulsória.
Poliomielite.
Sarampo.
Doença diarréica aguda.
Febre Amarela.
Hanseníase.
Na lista nacional de doenças de notificação compulsória do Ministério da Saúde, está excluído a(s) doença(s) abaixo:
diabetes melitus, pericardite, miocardite.
hepatite B, cólera, dengue.
coqueluche, febre amarela, hepatite C.
HIV, dengue, cólera.
Poliomielite, caxumba, meningite, difteria.
São doenças de notificação compulsória:
hanseníase, dengue, hepatite C, leptospirose.
acidente vascular cerebral, tuberculose, diabetes.
anemia ferropriva, HIV, osteoporose, artrite reumatóide.
peste, hipertensão arterial, fungocitose, anorexia.
câncer, estomatite aguda, atelectasia.
A sub-notificação de doenças transmissíveis influencia no diagnóstico e tratamento precoce, prejudicando o controle dos agravos e a saúde da população. A atenção do Técnico de Enfermagem quanto ao meio ambiente e ao cliente é fundamental, pois permite relacionar os respectivos quadros sintomáticos, tratamentos e métodos profiláticos nos diferentes agravos, como
observar que pessoas com tosse e expectoração por três semanas ou mais podem ser orientadas para avaliação de saúde e detecção da tuberculose.
esclarecer que existem vacinas contra alguns tipos de meningite meningocócica, especificamente para os tipos A, C, W135, Y, embora sejam eficazes apenas para crianças menores de 18 meses.
recomendar ao cliente que durante o tratamento da hepatite, a restrição ao uso do álcool é fundamental pelo período mínimo de um mês.
orientar profilaxia ambiental da leptospirose em situações de enchente, utilizando uma solução contendo dez gramas de borra de café diluída em vinte litros de água, para aplicar nas paredes e chão.
tranquilizar o cliente em relação à dengue, explicando que a infecção causada pelo mosquito confere proteção permanente, independente do tipo ou classificação do agente etiológico.
Entre as doenças de notificação compulsória, as de fluxo rápido de comunicação e notificação imediata são:
sarampo e febre amarela.
tuberculose e AIDS.
hanseníase e difteria.
tracoma e sarampo.
esquistossomose e tuberculose.
Segundo a Portaria no 5 de 2006 do Ministério da Saúde, são de notificação compulsória em todo o território nacional, dentre outros, os casos suspeitos de
sarampo, tétano neo-natal e cancro mole.
hanseníase, linfogranuloma venéreo e peste.
botulismo, sífilis em gestantes e febre tifóide.
varíola, gonorréia e leishmaniose visceral.
poliomielite, donovanose e hantavirose.
Casos de doenças como cólera, febre amarela urbana,varíola e peste são de notificação imediata à OMS porque:
São transmissíveis
São de notificação compulsória
Podem causar pandemia
Podem ser graves
São virulentas
De acordo com o Ministério da Saúde, é necessário fazer notificação compulsória para a ocorrência de
herpes genital.
sífilis em gestante.
condiloma acuminado.
síndrome do corrimento uretral em homem.
São doenças de notificação compulsória em todo território nacional:
varicela, malária e escarlatina.
neurocisticercose, enterobactérias e arbovirose.
cólera, hantaviroses e paralisia flácida.
cólera, varicela e escarlatina.
malaria, síndrome respiratória aguda grave, estafilococcias.
Há um caso suspeito de raiva humana em uma região devido a uma mordida de cachorro. De acordo com as normas do Ministério da Saúde, a equipe de saúde deve
realizar a quimioprofilaxia dos comunicantes ativos.
aguardar a confirmação diagnóstica para realizar a notificação compulsória da doença.
fazer a notificação compulsória da mordedura do animal.
administrar imunoglobulina nos comunicantes suspeitos.
fazer o bloqueio vacinal na região de origem do caso.
Diabete Melittus, Sarampo, Aids e Citomegalovírus são doenças de notificação compulsória
Aids, Sarampo, Citomegalovírus e Tuberculose podem ser de notificação compulsória desde que estas doenças ocorram em grandes centros populacionais
Sarampo, Catapora, Diabete Mellitus tipo 3 são doenças de notificação compulsória, mesmo se aparecerem em pequenos centros populacionais
Tuberculose, Aids, Sarampo e Hantavirus são doenças de notificação compulsória.
Hantavírus, Sarampo, Cólera e Tétano não são considerados doenças de notificação compulsória.
A notificação compulsória é a obrigação que o hospital tem de informar a Saúde Pública sobre algumas doenças, para que sejam tomadas rápidas medidas profiláticas junto à comunidade para que a cadeia epidemiológica possa ser quebrada. Qual grupo de doenças, abaixo relacionadas, necessita de notificação?
Tétano, Tracoma, Febre Amarela, Pneumonia, Hanseníase, entre outras.
Poliomielite, Esquistossomose, Febre Tifóide, Pancreatite, Difteria, entre outras.
Acidentes por animais peçonhentos, efeitos adversos à vacinação, Gonorréia, Encefalite por Arbovírus, Leishmaniose visceral, entre outras.
Sarampo, Tuberculose, Varíola, Raiva Humana, Rubéola, Coqueluche, entre outras.
Malária, Dengue, Doença de Chagas (forma aguda), Reumatismo, Febre Purpúrica do Brasil, Febre Tifóide, entre outras.
Um dos objetivos da notificação compulsória é permitir o planejamento das ações de saúde a partir das prioridades levantadas pelo comportamento epidemiológico.