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A monitoração eletrocardiográfica em terapia intensiva é muito importante, para isso o enfermeiro deve saber solucionar os problemas oriundos desse tipo de monitorização. De acordo com Morton (2009), o problema de complexo de baixa amplitude deve ser resolvido com
excesso de gel.
trocar o sítios dos eletrodos.
movimentar excessivamente o cabo.
ver se a onda R e T têm a mesma altura.
retirar aparelhos elétricos próximos em uso.
após manobras de RCP, a primeira droga a ser utilizada é a amiodarona.
esse ritmo não necessita de choque, o tratamento inicial é medicamentoso.
a droga de escolha para o tratamento desse ritmo é a adenosina.
o paciente deve receber choque único inicial de 360 J (aparelho monofásico) ou o correspondente em aparelho bifásico (geralmente entre 120 e 200 J).
o paciente deve receber exclusivamente ventilação com bolsa – valva – máscara.
O traçado eletrocardiográfico é um registro gráfico da atividade elétrica do coração. Durante o ciclo cardíaco formam-se ondas e intervalos que, quando registrados no ECG (Eletrocardiograma) de superfície, podem mostrar alterações e auxiliar no diagnóstico precoce de arritmias e outras doenças cardíacas. Sobre as ondas e deflexões do ECG, marque a alternativa CORRETA:
A onda “U” é uma deflexão positiva, pequena e raramente observada depois da onda “T”, sendo tipicamente observada em pacientes com hipercalemia.
Os segmentos “ST” podem estar elevados ou deprimidos em diversas condições. Quando elevados podem indicar isquemia miocárdica e estenose coronária do vaso que supre o local isquêmico.
O intervalo “QT” é medido desde o início do complexo QRS até o término da onda “T”. Não varia com a frequência cardíaca e seu valor de normalidade não excede 0,52 segundo para homens.
O intervalo “PR” representa o tempo transcorrido desde o início da despolarização atrial até o início da despolarização ventricular. Um intervalo PR normal tem 0,2 a 0,4 segundo.
O eletrocardiograma (ECG) é o registro gráfico dos estímulos elétricos que se originam durante a atividade cardíaca. Assinale a alternativa correta:
O posicionamento do eletrodo para derivação precordial V2 deve ser: 5º espaço intercostal à esquerda, na linha hemiclavicular esquerda.
O eletrocardiograma-padrão é composto por 12 derivações, sendo seis periféricas (DI, DII, DIII, aVf, aVL e aVR) e seis precordiais (V1, V2, V3, V4, V5 e V6).
O posicionamento do eletrodo para derivação precordial V4 deve ser: 4º espaço intercostal à direita, próximo ao esterno.
As derivações periféricas são obtidas no plano horizontal, pela colocação de eletrodos no tórax do paciente.
Você realizou o ECG do paciente citado na questão anterior, que apresentou supra desnivelamento do segmento ST nas derivações DII, DIII e AVF. A conduta da equipe assistencial com maior impacto prognóstico deve ser
passar um cateter de Swan-Ganz.
viabilizar, imediatamente, a reperfusão/abertura da artéria culpada.
transferir o paciente para um hospital cardiológico.
transferir o paciente para um leito de UTI.
O eletrocardiograma e o eletroencefalograma são exames não invasivos indicados para trabalhadores que executam atividades em altura.
A realização do eletrocardiograma de 12 derivações em um paciente com 50 anos, apresentando dor torácica, palidez cutânea, pele fria e pegajosa, com histórico de angioplastia, é indicado especificamente em casos de
meningite.
insuficiência renal aguda.
dengue hemorrágica.
infarto agudo do miocárdio.
febre do Nilo Ocidental.
A realização do ECG de doze derivações e a análise das enzimas cardíacas São fundamentais para O diagnóstico do IAM
Um paciente com 37 anos de idade chega ao serviço de emergência, queixando-se de dor no peito que teve início quando estava cortando grama. Você imediatamente começa a monitorização cardíaca e administra oxigênio. Em seguida, realiza um ECG de 12 derivações. As seis derivações dos membros fornecem informações sobre qual área do coração desse paciente?
Lado esquerdo.
Plano horizontal.
Plano vertical.
Plano frontal.
Todos os planos.
Espera-se que o eletrocardiograma do paciente mostre ondas T elevadas em pico ou em tenda, o que indica a necessidade de reposição do potássio sérico.
Devem-se verificar sinais de hipercalemia no eletrocardiograma, expressos pelas ondas T altas, em pico, e monitorar a diurese.
A interpretação básica do ECG para identificação das arritmias potencialmente perigosas é uma importante habilidade a ser desenvolvida pelo enfermeiro. O ritmo a seguir trata-se de:
O critério de interpretação de ECG da questão anterior que foi seguido para o diagnóstico foi:
Ao administrar medicação intramuscular na região glútea a área de aplicação deve ser o quadrante
superior externo.
inferior externo.
superior interno.
inferior interno.
Ao administrar medicamentos pelas vias intramuscular, subcutânea ou intradérmica, os ângulos apropriados são, respectivamente:
São basicamente quatro locais para administração de medicamentos intramuscular, sendo que o primeiro lugar indicado é a:
Região deltóide.
Região da face ântero-lateral da coxa.
Região dorso-glútea.
Região ventro-glútea - Hochstetter.
Assinale a região recomendada para administração de medicamento intramuscular em lactentes e crianças menores de um ano.
Fossa antecubital.
Dorsoglútea.
Face ântero-lateral da coxa.
Deltoidiana.
Terço médio da perna.
A administração de medicamentos por via parenteral é feita através de injeções, utilizando-se seringas, agulhas e cateteres. As vias mais comuns são a intramuscular, a subcutânea, a endovenosa e a intradérmica. A quantidade de líquido a ser injetado por via intramuscular varia de acordo com os locais. As regiões para aplicação intramuscular são:
Dorsoglútea, deltoidiana, ventroglútea e face ântero-lateral da coxa
Deltoidiana, fossa antecubital, face posterior da perna e dorsoglútea
Face ântero-lateral da coxa e ventroglútea, deltoidiana, face posterior da perna e antecubital do braço.
Ventroglútea, deltoidiana, face póstero-lateral do antebraço e coxa.
Deltoidiana, dorsoglútea, fossa antecubital e póstero-lateral da coxa