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Às clientes portadoras de vulvovaginites recidivantes, é imprescindível que o auxiliar de enfermagem oriente quanto ao/à:
higiene íntima com ácido acético e ingestão de vitamina A.
tratamento da dismenorreia via sistêmica e terapêutica tópica vaginal.
uso de duchas após relação sexual e troca de roupa íntima.
uso de preservativo e tratamento do parceiro.
lavagem das mãos antes e após as eliminações, suspendendo uso de anticoncepcional.
A donovanose é uma infecção que afeta a pele e mucosas das regiões da genitália, da virilha e do ânus. Causa úlceras e destrói a pele infectada. A este respeito, assinale a alternativa que apresenta a bactéria causadora dessa infecção.
Klebsiella granulomatis.
Treponema pallidum.
Trichomonas vaginalis.
Chlamydia trachomatis.
Haemophilus ducrey.
A mulher com síndrome dos ovários policísticos apresenta como sintomatologia característica
a infertilidade.
a hipertensão portal.
o leiomioma.
o carcinoma.
os pólipos endometriais.
Uma mulher foi examinada na consulta de enfermagem ginecológica e foi detectada tricomoníase vaginal. A conduta mais CORRETA para o caso é:
realizar o teste do pH vaginal e o exame de citologia oncótica e só após a confirmação diagnóstica é que se deve tratar a mulher
solicitar o teste de PCR por ser o exame padrão-ouro para esse tipo de situação e posteriormente tratar a mulher e as suas parcerias sexuais
realizar o tratamento dela e do parceiro e só após realizar a citologia oncótica
tratar imediatamente tanto a mulher como o seu parceiro, além de realizar a coleta para exame citológico
São manifestações inflamatórias e/ou infecciosas, de caráter agudo ou crônico que podem acometer a vulva, vagina ou o colo uterino, podendo atingir também a bexiga, ureter, ânus e face interna das coxas. O enunciado refere-se a
Câncer de colo de útero.
Bartholinite.
Leiomiomatose uterina.
Vulvovaginite.
Câncer de endométrio.
O agente etiológico mais freqüente de Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é:
E. coli
anaeróbios
gonococo
Mycoplasma sp
Nenhuma das alternativas
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome clínica atribuída à ascensão de microrganismos do trato genital inferior, espontânea ou devida à manipulação (inserção de DIU, biópsia de endométrio, curetagem etc.), comprometendo endométrio, trompas, ovários, superfície peritoneal e estruturas contíguas. Baseado no texto citado, os principais agentes causadores dessa infecção são:
Mobiluncus sp e Neisseria gonorrhoeae.
Trichomonas vaginalis e Gardnerella vaginalis.
Clamydia trachomatis e mobiluncus SP.
Clamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae.
A aplicação da vacina injetável não pressupõe antissepsia da região. Contudo, se a pele estiver muito suja, deve-se fazer o uso de:
Éter;
Álcool;
Timerosol;
Água e sabão;
Clorexidina.
São causas de sangramento uterino anormal.
Leiomioma, climatério.
Pólipo endometrial, prurido vulvar.
DIU, fogacho.
Prurido vulvar, DIU.
Leiomioma, endometrite.
Uma universitária de 22 anos, sexualmente ativa, procura atendimento com queixa de secreção vaginal. Mantém um relacionamento monogâmico desde o início da atividade sexual e é casada com o parceiro. Nega infidelidade do parceiro. Nega febre e calafrios. A secreção é espessa, branca e semelhante a coalho, embora não tenha mau cheiro, e a paciente refere prurido eventual. Ao exame físico da vagina, você observa uma vulva inflamada e uma mucosa vaginal levemente avermelhada. A secreção é espessa e branca. Não há hipersensibilidade à movimentação do colo uterino. O útero tem tamanho normal e não há massas anexiais. Com base nessa informação, qual o diagnóstico mais provável?
Vaginose bacteriana.
Infecção por Trichomonas vaginalis.
Vaginite por Candida.
Condiloma acuminado.
Paciente com 52 anos de idade, lavradora relata desconforto e dor pélvica ao enfermeiro durante a consulta de enfermagem, na coleta do exame preventivo do câncer do colo de útero, constatou sangramento vaginal. A conduta mais adequada é:
Encaminhar para o serviço de referência hospitalar
Tratar doença inflamatória pélvica
Tratar doença inflamatória pélvica e agendar retorno em 2 dias
Investigar outras causas solicitando exames complementares
Encaminhar para consulta especializada
Uma mulher de 35 anos queixa-se de várias lesões recentes na vagina. Nega problemas clínicos prévios. É sexualmente ativa, já teve quatro gestações e deu à luz duas crianças. Durante a vida, já teve mais de 10 parceiros sexuais. Atualmente, está divorciada, porém envolvida em um novo relacionamento, cuja história sexual pregressa desconhece. Ao exame físico da vagina externa, observam-se lesões semelhantes a couve-flor, disseminadas pelos grandes lábios. As lesões são indolores à palpação e a maior delas tem 1 cm de diâmetro. O restante do exame pélvico não chama a atenção e não há secreção vaginal. Com base nessa informação, qual o diagnóstico mais provável?
Cistos epidermóides.
Verrugas venéreas (condiloma acuminado).
Herpes genital.
Cancro sifilítico.
A infecção puerperal freqüentemente está associada a infecções endógenas da mulher e raramente se vinculam a medidas de assistência pré-natal ou ao trabalho de parto.
Nos primeiros dias do pós-parto, a puérpera passa por uma série de situações que podem deixá-la muito vulnerável. Acerca desse tema, assinale a opção correta.
O puerpério imediato vai do momento do parto até o 10º dia pós-parto.
As infecções respiratórias são as complicações mais comuns nesse período do puerpério.
As cólicas e os lóquios, com coloração vermelho-viva nos primeiros quatro dias após o parto, indicam sérias complicações e devem ser prontamente atendidos.
É importante verificar os sinais vitais, estar atento para a atonia uterina e para o nível de consciência da puérpera e observar a coloração das mucosas.
Maria da Luz procura o Banco de Leite Humano do município de Betim/MG com queixa de dificuldade para amamentar o seu bebê e encontra o profissional de enfermagem prontamente para acolhê-la. São medidas que visam à promoção, ao correto manejo e à proteção do aleitamento materno, EXCETO:
A correta higienização das mamas com sabão antes de cada mamada.
O uso do sutiã de alças largas, a fim de permitir a sustentação das mamas.
A orientação da técnica correta da ordenha manual do leite materno excedente.
A avaliação da mamada, a fim de verificar a técnica adequada da pega e da sucção.
Dentre os cuidados de enfermagem na hemorragia pósparto, podemos destacar:
Observar o volume do sangramento vaginal, controlar os sinais vitais e pesar a paciente;
Controlar os sinais vitais, manter meias elásticas e observar o volume do sangramento vaginal;
pesar o cliente, controlar os sinais vitais e manter meias elásticas;
estimular a deambulação, observar o volume do sangramento vaginal e controlar os sinais vitais.