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Considere o excerto a seguir:
Nas últimas décadas, o avanço no diagnóstico e no tratamento de pacientes com imunodeficiência primária e secundária levou a um aumento importante na expectativa de vida desses indivíduos. Apesar disso, as infecções continuam sendo causas importantes de morbidade e de mortalidade nesse grupo de pessoas. Diante desse cenário, a vacinação de indivíduos com alguma imunodeficiência deve ser muito criteriosa. Apesar de todo critério e cuidado, eventos adversos pós-vacinação podem ocorrer em uma proporção maior nessa população. Por isso, o profissional de saúde deve estar habilitado a suspeitar e reconhecê-los.
(Brasil. Ministério da Saúde. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação [recurso eletrônico], 2021)
Com base no contexto apresentado, avalie as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. As pessoas com imunodeficiência primária, que incluem, entre outas morbidades, os tumores sólidos e infecções, como a causada pelo vírus de imunodeficiência humana (HIV), não devem receber quaisquer vacinas bacterianas ou virais vivas atenuadas, independentemente do grau de imunodeficiência ou status de vacinação prévia.
II. Na vacinação com vacinas bacterianas ou virais vivas atenuadas, pressupõe-se que ocorra a replicação do agente vacinal, o que irá amplificar a resposta imune desencadeada, devendo a pessoa ser capaz de conter essa replicação e, caso isso não aconteça, poderá ocorrer o desenvolvimento de eventos adversos graves, simulando muitas vezes uma infecção pelo vírus/bactéria selvagem.
Frente ao exposto, assinale a alternativa correta a respeito dessas afirmativas.
As afirmativas I e II são proposições verdadeiras, e a afirmativa II é uma justificativa correta da afirmativa I.
As afirmativas I e II são proposições verdadeiras, e a afirmativa II não é uma justificativa correta da afirmativa I.
As afirmativas I e II são proposições falsas.
A afirmativa I é uma proposição verdadeira e a afirmativa II é uma proposição falsa.
A afirmativa I é uma proposição falsa e a afirmativa II é uma proposição verdadeira.
A promoção da saúde busca melhorar a qualidade de vida das populações, por meio de ações de proteção e prevenção direcionadas a diferentes condições de saúde. Nesse contexto, para o HIV, são medidas de prevenção secundária, exceto:
realizar monitoramento laboratorial com contagem de LT-CD4+ e carga viral.
realizar investigação de tuberculose.
indicar profilaxia pré-exposição (PrEP).
iniciar tratamento com antirretrovirais.
Sobre HIV e AIDS, é correto afirmar:
Uma pessoa pode estar vivendo com HIV e não estar com AIDS.
O Prazo para início do tratamento com profilaxia pós-exposição é de 24 horas, sendo mais eficaz nas primeiras 2h após a exposição.
A Profilaxia pré-exposição é uma medicação antirretroviral a ser usada após qualquer exposição de risco ao HIV (desde que teste rápido não reagente).
O HIV pode ser transmitido por diferentes formas, incluindo sexual, gravidez, parto e amamentação, doação de sangue e talheres contaminados.
O tratamento para o HIV consiste em aumentar a quantidade de RNA do HIV (carga viral) no sangue e restaurar a contagem de CD4 a um nível normal, sendo parte do tratamento disponível pelo SUS.
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Profilaxia Pré Exposição (PrEP) Oral à Infecção pelo HIV, assinale a alternativa incorreta sobre as indicações desta profilaxia.
Pode ser indicada para todas as pessoas a partir de 15 anos
Peso corporal igual ou superior a 35kg
História prévia de abuso sexual na infância
Contexto de vulnerabilidade para aquisição da infecção pelo HIV
Sobre os direitos sexuais e reprodutivos, casais sorodiscordantes, ou seja, aqueles em que um dos parceiros vive com HIV e o outro não, devem ser orientados, na pré-concepção, a
não engravidar e, caso aconteça, encaminhar para interrupção da gestação.
adotar medidas para o controle da infecção materna e para a redução da transmissão vertical do HIV.
procurar o serviço de atenção especializada para planejamento reprodutivo, pois as Unidades Básicas de Saúde não podem fazer esse tipo de atendimento.
fazer uso de antirretrovirais na gestação e uso de AZT no parto para que seja possível amamentação do recém-nascido.
não utilizar preservativos durante atividade sexual, pois a contaminação já aconteceu.
P.C., 25 anos, solteira, compareceu à unidade básica de saúde para realizar o exame citopatológico para prevenção do câncer de colo uterino. No contexto do Processo de Enfermagem, a usuária informou que nunca havia mantido qualquer tipo de relação sexual e que esta era a primeira vez que faria o exame preventivo. Ao analisar os dados registrados no prontuário, o enfermeiro constatou que P.C. era portadora de HIV, contraído por transmissão vertical, e sua última contagem de CD4 fora de 720 células por mm³.
Frente a essa situação, de acordo com recomendações do Ministério da Saúde, o enfermeiro deve
encaminhar P.C. para um Centro de Referência IST/AIDS, pois portadoras de HIV só podem realizar a coleta por profissional especializado disponível nesse tipo de unidade de saúde.
realizar a coleta de material para a realização do exame e esclarecer que, se o resultado for normal, necessitará repetir o exame a cada 12 meses.
realizar a coleta de material para a realização do exame esclarecendo que, se o resultado for normal, deverá repetir o exame a cada 6 meses no primeiro ano.
realizar a coleta de material para a realização do exame e providenciar o encaminhamento de P.C. para colposcopia para complementar a investigação.
esclarecer a P.C. que o exame citopatológico só está indicado para mulheres que já iniciaram vida sexual ativa.
A coinfecção por tuberculose e HIV é um desafio para o sistema de saúde pública. Nesse sentido, sobre as medidas recomendadas, assinalar a alternativa CORRETA.
O tratamento da tuberculose deve ser iniciado apenas após a estabilização imunológica do paciente HIV positivo.
O acompanhamento do paciente deve ser realizado por equipe especializada em HIV.
A testagem para HIV é obrigatória apenas para pacientes com tuberculose extrapulmonar.
Todos os pacientes diagnosticados com tuberculose devem ser testados para HIV.
Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus. Desta forma, a equipe de saúde, em especial os enfermeiros, precisa ter conhecimento e estar preparada para fazer o acolhimento adequado a estas pessoas.
Sobre o HIV e AIDS, é correto afirmar:
HIV e AIDS podem ser tratados como sinônimos.
Toda pessoa infectada pelo HIV, necessariamente irá apresentar sintomas ou desenvolver aids.
A AIDS é a condição de saúde causada pela infecção do HIV em estágio avançado e apresenta um conjunto de sinais e sintomas que caracterizam a falência das defesas imunológicas.
A AIDS refere-se ao vírus (retrovírus da subfamília dos Lentiviridae) propriamente dito, que ataca o sistema imunológico.
O vírus pode ser transmitido durante a gestação, parto ou amamentação. O Tratamento antirretroviral para gestantes é pouco efetivo e reduz muito pouco o risco de transmissão para o bebê.
As orientações sobre prevenção da transmissão de HIV devem abranger informações acerca dos materiais biológicos que não são infectantes, tais como líquido amniótico, líquor, secreção nasal e urina.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que traz um exemplo de doença de notificação compulsória com periodicidade imediata (até 24 horas) para as Secretaria Estadual de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde.
Acidente de trabalho com exposição a material biológico
Coqueluche
Hepatites virais
HIV/AIDS — Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana e síndrome da imunodeficiência adquirida
Tuberculose
De acordo com a Portaria SCTIE/MS nº 90/2022, são critérios de elegibilidade para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de Risco à Infecção pelo HIV, EXCETO:
Apresentar resultado sorológico positivo para o HIV, mas com carga viral indetectável há, pelo menos, seis meses.
Idade a partir de 15 anos, com peso corporal igual ou maior a 35 kg, com vida sexualmente ativa e que apresentem contextos de risco aumentado para aquisição de infecção pelo HIV.
Pessoas em parceria sorodiferentes para o HIV também são consideradas prioritárias para uso da PrEP.
O simples pertencimento a um dos segmentos populacional não é suficiente para caracterizar indivíduos com exposição frequente ao HIV. Para essa caracterização, é necessário observar as práticas e parcerias sexuais, a dinâmica social, e os contextos específicos associados a um maior risco de infecção.
A infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/aids) é uma doença de notificação compulsória. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Janela imunológica é o intervalo de tempo decorrido entre a infecção pelo HIV até a primeira detecção de anticorpos anti-HIV produzidos pelo sistema de defesa do organismo, na maioria dos casos, a duração da janela imunológica é de 45 dias.
Entre as células de defesa estão os linfócitos HTLV, principais alvos do HIV, vírus causador da aids, e do CD4, vírus causador de outro tipo de doença sexualmente transmissível.
Pessoas vivendo com HIV/aids que estejam em tratamento antirretroviral e carga viral indetectável há pelo menos 6 meses não transmitem o vírus por via sexual.
O vírus HIV não altera o DNA de células, pois não faz cópias de si mesmo.
A fase chamada de infecção aguda se dá quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids e o sistema imunológico começa a ser atacado, variando de três a seis semanas. Os primeiros sintomas são prurido, descamação de pele e aftas na boca.
As gestantes diagnosticadas com HIV, a partir de qualquer metodologia de testagem, devem ser encaminhadas para o pré-natal de alto risco e deverão ser orientadas a respeito da infecção e do impacto positivo do uso da terapia antirretroviral (Tarv) durante o pré-natal. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
A Tarv está indicado para toda gestante vivendo com HIV, independentemente dos critérios clínicos e imunológicos, e não deverá ser suspensa após o parto.
Gestantes e/ou puérperas com HIV apresentam risco maior de sepse puerperal quando comparadas a mulheres não infectadas pelo HIV.
A ligadura do cordão deve ser feita imediatamente após a expulsão do feto e nunca deve-se ordenhar o cordão.
Recomenda-se colocar o recém-nascido junto à mãe o mais brevemente possível, deixando o banho em água corrente e a limpeza das secreções maternas para um momento posterior.
Um profissional de saúde sofre um acidente percutâneo com agulha oca contendo sangue visível. O paciente-fonte é conhecido, mas se recusa a realizar os testes sorológicos para HIV e Hepatites. Diante da impossibilidade legal de testagem compulsória, qual a conduta profilática (PEP) CORRETA recomendada pelo Ministério da Saúde?
A conduta correta é realizar o teste rápido no sangue do paciente-fonte mesmo sem o consentimento dele, amparado pelo risco de vida do trabalhador, para decidir sobre a medicação.
Deve-se instituir a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) para HIV conforme o risco da exposição, iniciando idealmente nas primeiras horas e até 72 horas após o acidente, com esquema antirretroviral por 28 dias.
Deve-se dispensar a PEP, pois sem o resultado do teste do paciente-fonte não há justificativa técnica para introduzir antirretrovirais tóxicos no profissional.
O profissional deve tomar apenas a vacina de Hepatite B e aguardar 30 dias para fazer seu próprio teste de HIV, iniciando o tratamento apenas se soroconverter.
Uma enfermeira que atua em um pronto atendimento sofreu um acidente ocupacional com exposição percutânea ao sangue de um paciente atendido por ela. A enfermeira lavou o local exposto com água corrente e sabão. Ao ser imediatamente abordado pela equipe de saúde do setor, o paciente-fonte recusou-se a realizar a testagem sorológica para o HIV. De acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde para a profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV, a conduta adequada é:
considerar a exposição percutânea como de baixo risco devido à ausência de confirmação do status sorológico da fonte, dispensando a necessidade da PEP
aguardar até que o paciente-fonte aceite realizar o teste, para então decidir sobre a necessidade da PEP
dispensar qualquer outra ação de testagem e iniciar imediatamente a PEP para o profissional
realizar a testagem sorológica do profissional exposto
Há métodos diagnósticos que devem ser feitos no período da consulta para possibilitar decisões rápidas e seguras que conduzam à feitura de um plano terapêutico e de cuidados adequados à situação clínica do usuário.
No atendimento de enfermagem, a enfermeira se deparou com a seguinte situação: F.L.Z., 35 anos, sexo masculino, solteiro, bissexual. Relatou ter mantido relação sexual casual com outro homem, de forma desprotegida, há pouco mais de 48 horas. Compareceu ao serviço de saúde para solicitar a PEP (Profilaxia Pós-Exposição), pois conhece várias pessoas que a usam para reduzir o risco de se infectar com alguma IST (Infecção Sexualmente Transmissível) e/ou com o vírus da Aids. No âmbito da consulta, a enfermeira forneceu algumas explicações para dar ampla ciência sobre seu caso e sobre o atendimento.
Com base nesse histórico e no tema tratado, avalie as afirmativas a seguir.
I. Ainda que esteja disponível, no caso de F.L.Z. não está indicado o uso de PEP, pois este tipo de profilaxia deve ser instituído em até 48 horas após a exposição.
II. A decisão pelo uso da PEP dependerá do status sorológico para HIV, a ser avaliado por meio de testes rápidos (TRs).
III. Para uma pessoa com a história de F.L.Z., que compareça à unidade de saúde dentro da janela de tempo prevista no protocolo do Ministério da Saúde (MS) e cujo teste rápido é não reagente para o HIV no momento do atendimento, a PEP está indicada.
IV. Pelo histórico apresentado e pelo fato de a relação sexual ter sido casual, o tipo de profilaxia indicada é a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) a ser aplicada por sete dias consecutivos, a contar do dia da consulta.
As afirmativas a serem consideradas no atendimento do usuário F.L.Z. são
I, II e IV.
I e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico, comprometendo a capacidade do organismo de combater infecções e algumas doenças. A infecção pelo HIV pode evoluir para a AIDS, caracterizada pelo surgimento de doenças oportunistas, e é considerada um importante problema de saúde pública em todo o mundo. Em relação aos sintomas da infecção por HIV, é correto afirmar que:
Na fase de infecção crônica (terceira fase) os sintomas se tornam mais evidentes, apresentando febre persistente, suores diurnos, diarreia prolongada e ganho de peso sem causa aparente.
A fase assintomática (segunda fase) ocorre quando o vírus controla o sistema imunológico, fazendo com que a pessoa infectada não apresente sinais visíveis da infecção por vários anos.
A infeção crônica (terceira fase) é caracterizada pelo enfraquecimento do sistema imune, embora a apresentação de sintomas seja rara nessa fase.
Após a exposição ao vírus, os primeiros sintomas geralmente surgem entre 3 e 6 semanas, caracterizando a fase aguda da infecção. Nessa etapa, os sinais podem se assemelhar aos de um resfriado comum, fazendo com que muitas pessoas não percebam que foram infectadas.
No estágio avançando, o HIV evolui para a Aids, em que o sistema imunológico fica extremamente enfraquecido. Contudo, a pessoa não é acometida por in-
É a classificação do CID 10 que se refere à doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) não especificada; é usada para pacientes que têm o vírus, mas que o quadro clínico não define claramente o estágio da doença.
HTLV.
HPV.
H08.
Ti18.
B24.
O HIV (Vírus da Imunodeficiência humana) ataca as células do sistema imunológico e, se não tratado, pode evoluir para a AIDS (Síndrome da Imunodeficiências Adquirida), que é o estágio mais avançado da doença. Em relação a essa doença, é correto afirmar que:
A transmissão por via placentária não é possível na infecção por HIV.
Além da transmissão por fluídos corporais, picadas de inseto também podem transmitir o vírus.
Apesar da doença não possuir cura, há tratamento. Entretanto, os medicamentos antivirais contra o HIV são escassos e não são de acesso comum à população.
A transmissão ocorre, principalmente, através de fluídos corporais específicos como relação sexual desprotegida, compartilhamento de seringas dentre outras formas.
Para a doação de sangue, não é necessário testar o doador para a infecção pelo vírus HIV, uma vez que o processo de coleta é totalmente seguro e estéril.
Na Estratégia Saúde da Família, um homem de vinte e sete anos procura o enfermeiro relatando relação sexual desprotegida com parceiro eventual há dez dias, referindo agora corrimento uretral e ardor ao urinar. Demonstra preocupação com possibilidade de infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, mas teme contar à família e reluta em procurar o serviço novamente se "ficar marcado" no sistema.Com base na assistência integral à saúde de pessoas com doenças transmissíveis e nas diretrizes do Programa de Prevenção e Assistência em Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, selecione, dentre as alternativas apresentadas, a única que indica a conduta correta do enfermeiro.
Restringir-se a orientar que o paciente retorne apenas se o corrimento persistir por mais de trinta dias, evitando qualquer registro em prontuário para não "marcar" o usuário.
Realizar acolhimento com escuta qualificada, avaliar sinais e sintomas, solicitar exames para DST e HIV conforme protocolo, iniciar tratamento sindrômico quando indicado, orientar sobre uso de preservativos, sigilo e necessidade de acompanhamento, além de discutir testagem e abordagem de parceiros sexuais.
Informar ao paciente que, por se tratar de relação consensual com parceiro eventual, não há necessidade de investigação, tratamento ou orientação específica, bastando aumentar a ingestão de líquidos.
Encaminhar o paciente diretamente para serviço terciário, sem qualquer avaliação inicial na unidade e sem fornecer orientações de prevenção, pois DST e AIDS não são atribuições da Atenção Primária à Saúde.
Recomendar apenas abstinência sexual por tempo indeterminado, sem tratar o corrimento uretral e sem ofertar testagem para HIV e outras DST, a fim de não causar ansiedade adicional.