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Maria, paciente do sexo feminino e com 52 anos de idade, é paciente com histórico de obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, apresenta quadro de dor no peito, cianose e sudorese intensa. A pressão arterial está elevada e o paciente relata sensação de aperto no peito. Qual a principal conduta imediata para o manejo desse paciente com suspeita de infarto do miocárdio?
Administração de oxigênio, analgésicos e encaminhamento imediato para atendimento médico especializado, a prioridade no manejo de infarto é estabilizar o paciente com oxigênio, controlar a dor e garantir atendimento médico rápido.
Iniciar infusão intravenosa de líquidos e aguardar o atendimento médico, a infusão intravenosa não é a prioridade inicial, sendo a administração de oxigênio e controle da dor fundamentais.
Aplicar analgésicos opioides e monitorar a pressão arterial, os analgésicos opioides devem ser administrados com cautela, pois podem mascarar sintomas importantes no infarto.
Recomendar repouso absoluto e controle da pressão arterial, o repouso não é suficiente; é necessário iniciar a oxigenoterapia e o controle da dor imediatamente.
Realizar massagem cardíaca para aumentar o débito cardíaco, a massagem cardíaca só deve ser realizada em casos de parada cardiorrespiratória.
Durante o atendimento pré-hospitalar de pacientes com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM), quando indicado o tratamento fibrinolítico, o Ministério da Saúde recomenda o uso de tenecteplase como droga de eleição.
Ao administrar esse medicamento, o enfermeiro deve considerar que
seu uso concomitante com AAS, clopidrogel, dobutamina ou nitroglicerina diminui a chance de sangramentos.
deve ser administrado em bomba de infusão, com velocidade máxima de 10 microgotas por minuto.
seu mecanismo de ação consiste na dissolução do coágulo por meio de sua ligação com a antitrombina e inativação dos fatores de coagulação XII e Xa.
o medicamento é incompatível com soluções glicosadas, não devendo ser administrado por acesso venoso contendo glicose.
o medicamento, após reconstituição, é estável química e fisicamente, por 48 horas, sob temperaturas entre 2 ºC e 8 ºC, e por 24 horas, a 30 ºC.
Durante o atendimento em uma unidade de urgência, um paciente de 58 anos relata dor torácica, sudorese e náusea. O Enfermeiro observa sinais clínicos compatíveis com infarto agudo do miocárdio (IAM). Considerando os mecanismos básicos da patologia geral, é CORRETO afirmar que o infarto é:
Uma inflamação granulomatosa provocada por microrganismos intracelulares.
Um exemplo de necrose de coagulação decorrente de isquemia tecidual prolongada.
Uma lesão reversível caracterizada por degeneração gordurosa do tecido cardíaco.
Um tipo de apoptose celular desencadeada por estímulos imunológicos.
Um paciente com histórico de infarto agudo do miocárdio foi submetido a uma cintilografia de perfusão miocárdica.
Acerca desse exame, é correto afirmar que a cintilografia do miocárdio:
é um exame invasivo que requer a inserção de cateteres nas artérias coronárias para avaliar o fluxo sanguíneo;
é contraindicada para pacientes com asma, devido ao risco de broncospasmo induzido pelos radiofármacos utilizados;
é capaz de fornecer informações anatômicas detalhadas sobre as artérias coronárias, permitindo a visualização direta de obstruções;
é indicada para avaliar a presença de isquemia miocárdica em pacientes com dor torácica e múltiplos fatores de risco cardiovascular;
não pode ser realizada por pacientes com marca-passo definitivo, pois o dispositivo interfere na captação das imagens.
Paciente, com histórico de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) recente, apresenta dor torácica intensa; PA: 88/56 mmHg;
FC: 48 bpm; SpO₂: 94%; sudorese fria, confusão mental leve, e ECG com bradiarritmia ventricular.
Sobre a conduta correta da equipe de Enfermagem, segundo a Diretriz de Síndrome Coronariana Aguda da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2021) e a Resolução COFEN nº 564/2017, assinale a afirmativa correta.
Acionar o protocolo de emergência, manter o acesso venoso pérvio e monitorar e preparar o carro de parada.
Administrar ácido acetilsalicílico (AAS) e nitrato sublingual para alívio imediato da dor torácica.
Administrar volume endovenoso (EV) em bolus e posicionar em Trendelenburg.
Aplicar calor local e orientar respiração profunda para alívio da dor torácica.
Monitorar o paciente por 30 minutos e aguardar o retorno da equipe médica.
O infarto do miocárdio é uma das emergências médicas comuns no transporte pré-hospitalar. Marque o cuidado prioritário na condução de um paciente com suspeita de infarto:
Permitir que o paciente fique em pé durante a viagem para facilitar sua respiração.
Ajustar a condução de modo suave, evitar frenagens bruscas e manter contato com a equipe para suporte cardiológico.
Adotar manobras radicais em curvas para ganhar tempo e chegar rapidamente ao hospital.
Forçar o paciente a deitar de lado, impedindo-o de se comunicar com a equipe.
Em uma unidade de pronto atendimento (UPA), ao avaliar um paciente, o médico, suspeitando se tratar de um caso de infarto agudo do miocárdio (IAM), solicitou ao técnico de enfermagem (TE) a realização de eletrocardiograma com 12 derivações.
Ao realizar esse procedimento, para obter a derivação V1, o TE deve posicionar o eletrodo no
quarto espaço intercostal, à direita, próximo do osso esterno.
quarto espaço intercostal, à esquerda, próximo do osso esterno.
quinto espaço intercostal, linha média axilar esquerda.
membro superior direito.
membro inferior esquerdo.
No atendimento pré-hospitalar a um paciente com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), o Suporte Básico de Vida (SBV) tem como objetivo principal o reconhecimento precoce e o suporte inicial até a chegada do Suporte Avançado. Assinale a alternativa que descreve a conduta inicial prioritária do técnico de enfermagem do SAMU em um paciente consciente com dor torácica sugestiva de IAM.
Realizar a manobra de Heimlich para descartar a possibilidade de a dor torácica ser causada por um engasgo.
Administrar um comprimido de anti-hipertensivo sublingual para diminuir a pressão arterial e a carga sobre o coração.
Realizar a compressão torácica imediatamente, mesmo com o paciente consciente, para melhorar a circulação coronariana.
Manter o paciente em repouso absoluto, preferencialmente em posição semi-sentada (posição de Fowler) para aliviar o esforço cardíaco e a dificuldade respiratória, e ofertar oxigênio, se disponível e indicado.
Solicitar que o paciente deambule lentamente para verificar se a dor piora com o esforço, confirmando assim o diagnóstico de IAM.
Em uma Unidade de Pronto Atendimento, um homem de 58 anos chega referindo dor súbita em aperto no peito há cerca de 30 minutos, irradiada para o braço esquerdo, acompanhada de sudorese fria e náuseas. O técnico em enfermagem realiza a primeira abordagem na sala de classificação de risco, observando que o paciente está pálido, ansioso e com dificuldade para falar longas frases. Considerando a atuação do técnico em situações de urgência e emergência, qual deve ser a conduta imediata mais adequada?
Encaminhar o paciente diretamente para a sala de curativos, a fim de liberar a sala de classificação de risco para outros atendimentos.
Priorizar o atendimento, posicionar o paciente em leito ou maca, monitorar sinais vitais, administrar oxigênio se prescrito e comunicar imediatamente a equipe de enfermagem e o médico.
Solicitar que o paciente retorne em outro horário, já que a dor torácica costuma ser autolimitada em adultos.
Orientar o paciente a aguardar sentado na recepção, fornecendo analgésico oral para alívio da dor até ser chamado.
Durante a retração cirúrgica ou clampeamento aórtico proximal, a perfusão coronária dependente do fluxo retrógrado (via seio coronariano) pode ser utilizada. Qual é a limitação anatômica e fisiológica dessa via retrógrada de cardioplegia?
Só perfunde o ventrículo esquerdo, não o direito.
Não perfunde adequadamente a porção subendocárdica da parede lateral do ventrículo esquerdo.
Perfunde com excesso de pressão, causando edema miocárdico.
Só é eficaz se houver válvula aórtica incompetente.
É mais eficaz do que via ante-gradiente em todos os casos.
A enfermagem desempenha um papel crucial na identificação precoce e no manejo de pacientes em situações de urgência clínica. No caso de um paciente que apresenta sinais de infarto agudo do miocárdio (IAM), a mais adequada e prioritária conduta a ser realizada pela equipe de enfermagem é:
incentivar o paciente a caminhar pelo setor para avaliar melhor o grau de dor torácica relatada
usar imediatamente medicamentos para dor, a fim de aliviar o desconforto
monitorar os sinais vitais, oferecer oxigênio se indicado e manter o paciente em repouso absoluto enquanto aciona a equipe médica
estimular o consumo de líquidos para diminuir o desconforto e assegurar que o paciente relaxe
Analise as alternativas sobre assistência de enfermagem em pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e assinale a incorreta.
Anotar a queixa principal: aperto/pressão/ queimação, irradiação para MSE, acompanhada de dispneia (sinais de alerta)
Verificar os sinais vitais
Manter a permeabilidade das vias aéreas e a ventilação adequada
Administrar doses de morfina de 2 a 4 mg, podendo ser repetida em 15 minutos na dose de 2 mg
Com base nos protocolos do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, assinale a afirmativa que corresponde a uma recomendação de assistência a pacientes com distúrbios cardiovasculares.
Pacientes com IAM devem permanecer em repouso absoluto por pelo menos 7 dias para garantir completa recuperação do miocárdio.
A administração de oxigênio é obrigatória para todos os pacientes com IAM, independentemente dos níveis de saturação.
Deve-se monitorar a pressão arterial e a frequência cardíaca após a administração de betabloqueadores em pacientes com IAM, devido ao risco de bradicardia ou hipotensão excessiva.
A elevação da cabeceira é contraindicada em pacientes com edema agudo de pulmão decorrente de insuficiência cardíaca.
O ECG deve ser realizado imediatamente, em até 15 minutos após a chegada do paciente ao serviço de saúde, sendo essencial para o diagnóstico e decisão terapêutica.
Patrícia, paciente de 35 anos, com histórico de hipertensão arterial e sobrepeso, chega ao pronto-socorro com quadro de dor intensa no peito e falta de ar. A pressão arterial está elevada (170/100 mmHg), com taquicardia e sudorese. Qual a primeira conduta a ser tomada no atendimento de emergência para este paciente com quadro sugestivo de infarto agudo do miocárdio?
Administração de oxigênio, controle da dor com analgésicos e monitoramento contínuo dos sinais vitais, o controle da dor e a oxigenoterapia são as primeiras medidas no manejo do infarto, além de monitoramento rigoroso.
Realizar eletrocardiograma imediatamente e iniciar tratamento com anticoagulantes, o ECG é necessário para confirmar o diagnóstico, mas a prioridade inicial deve ser a estabilização clínica com oxigênio e controle da dor.
Administrar apenas analgésicos potentes e aguardar a chegada da equipe médica, o tratamento deve ser imediato e envolve mais do que o uso de analgésicos, como oxigênio e monitoramento dos sinais vitais.
Iniciar infusão intravenosa de líquidos para prevenir desidratação, a infusão de líquidos não é indicada no início do atendimento para infarto do miocárdio, sendo a oxigenoterapia a principal intervenção.
Realizar massagem cardíaca para estimular o fluxo sanguíneo, a massagem cardíaca é indicada apenas em casos de parada cardíaca, não sendo a abordagem inicial para infarto.
Paciente de 62 anos do sexo masculino da entrada no Pronto Atendimento com queixa de dor torácica persistente que irradia para o ombro e braços, palpitações, falta de ar, pele fria, pálida e úmida. Após exames, apresentou eletrocardiograma e biomarcadores cardíacos alterados. Diante disso, deve-se suspeitar de:
Infarto agudo do miocárdio.
Pneumonia.
Refluxo gastroesofágico.
Ataque de pânico.
Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), um paciente dá entrada com dor torácica intensa, sudorese e palidez. A técnica de enfermagem é a primeira a recebê-lo e realiza os procedimentos iniciais. Com base na atuação legalmente prevista para a categoria, qual das ações a seguir está dentro de sua competência legal imediata?
Prescrever oxigênio suplementar.
Solicitar exames laboratoriais e ECG.
Comunicar imediatamente o enfermeiro e iniciar sinais vitais.
Aplicar medicação analgésica sem prescrição diante da dor evidente.
Uma paciente de 58 anos é admitida na emergência com quadro de dor torácica intensa, irradiada para o braço esquerdo, náuseas e sudorese. O diagnóstico inicial é infarto agudo do miocárdio (IAM). Durante o atendimento, o enfermeiro deve adotar várias condutas para proporcionar o melhor cuidado. Em relação aos aspectos laboratoriais, conforto, monitorização e administração de medicamentos para essa paciente, o enfermeiro deve:
coletar amostras para exames laboratoriais e administrar antiácidos para controle da dortorácica, iniciar monitorização da temperatura corporal e garantir que o paciente fique em repouso absoluto, sem qualquer medicação até a chegada do cardiologista
realizar a monitorização contínua da pressão arterial, temperatura e ECG, administrar analgésicos não opióides, como paracetamol, controlar a dor e aguardar que o paciente se estabilize antes de realizar exames laboratoriais ou administrar qualquer medicamento
iniciar imediatamente a monitorização dos sinais vitais, coletar amostras para exames laboratoriais como troponina e CK-MB, administrar medicamentos conforme prescrição (incluindo anticoagulantes e vasodilatadores), controlar o conforto do paciente com analgésicos e garantir repouso relativo
coletar amostras para exames laboratoriais imediatamente, administrar analgésicos opióides para controle da dor, iniciar monitorização de sinais vitais e ECG contínuo, além de garantir a administração de anticoagulantes e antiplaquetários, conforme prescrição médica
Conforme a Diretriz 2025 da American Hearth Association, acerca da assistência ao paciente com Síndrome Coronariana Aguda, diante de quadro sugestivo de infarto agudo do miocárdio posterior, a verificação de eletrocardiograma com derivações posteriores (V7-V9) deve ser realizada quando o paciente apresentar
infradesnivelamento isolado do segmento ST em V1 a V3.
supradesnivelamento isolado do segmento ST em V2 a V4.
onda Q patológica isolada em D2, D3 e aVF.
inversão da onda T isolada em V5 e V6.
supradesnivelamento isolado do segmento ST em aVR associado a infra-difuso.
Paciente de 65 anos, do sexo masculino, com histórico de hipertensão arterial, é admitido em unidade de emergência com queixa de dor torácica e dificuldade para respirar. O paciente foi diagnosticado com infarto do miocárdio. Qual a prioridade de atendimento para este paciente no contexto de emergência?
Iniciar administração de oxigênio, monitorar sinais vitais e alertar a equipe médica, a administração de oxigênio é uma prioridade, assim como a monitorização rigorosa dos sinais vitais.
Aplicar analgésicos opioides para controlar a dor imediatamente, os analgésicos opioides devem ser administrados com cautela, pois podem mascarar sintomas importantes e interferir na avaliação clínica do infarto.
Realizar a coleta de exames laboratoriais para diagnóstico definitivo, a coleta de exames é importante, mas a prioridade inicial é a estabilização do paciente, incluindo oxigenoterapia e monitorização dos sinais vitais.
Realizar massagem cardíaca imediatamente, a massagem cardíaca só deve ser realizada em caso de parada cardíaca, não sendo indicada neste caso.
Realizar um eletrocardiograma (ECG) imediatamente após a admissão, o ECG é necessário para confirmar o diagnóstico, mas a prioridade inicial deve ser o controle da respiração e estabilização do paciente.
No setor de emergência de um hospital, uma enfermeira recebe um paciente de 45 anos que apresenta dor torácica intensa iniciada há 30 minutos, acompanhada de sudorese profusa, náuseas e irradiação para o braço esquerdo. O paciente encontra-se consciente, orientado, com os seguintes sinais vitais: PA 160/100 mmHg, FC 110 bpm, FR 24 irpm e SatO2 92%. Diante dos protocolos de atendimento em emergências cardiológicas e das prioridades da assistência de enfermagem, assinale a alternativa correta quanto às ações imediatas a serem implementadas.
Realizar eletrocardiograma de 12 derivações, administrar oxigênio suplementar, obter acesso venoso, monitorizar continuamente o paciente e comunicar imediatamente ao médico para avaliação de síndrome coronariana aguda.
Realizar apenas a verificação dos sinais vitais de hora em hora e orientar o paciente sobre técnicas de relaxamento para alívio da dor torácica.
Encaminhar o paciente diretamente para realização de exames laboratoriais e radiografia de tórax, sem necessidade de monitorização cardíaca imediata.
Orientar o paciente a permanecer em repouso absoluto, administrar analgésico via oral e aguardar a melhora dos sintomas antes de realizar qualquer procedimento invasivo.
Administrar medicação anti-hipertensiva sublingual imediatamente e posicionar o paciente em decúbito dorsal com elevação dos membros inferiores.