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Em uma unidade de emergência o enfermeiro de plantão atende um paciente de 58 anos, sexo masculino, com queixa de dor torácica que irradia para o membro superior esquerdo, apresentando pele fria, pálida e úmida, frequência cardíaca e frequência respiratória aumentadas, quando comparadas ao padrão normal para a faixa etária.
Sobre esse atendimento, avalie as afirmativas a seguir.
I. No exame físico o enfermeiro deve avaliar o nível de consciência, as bulhas cardíacas, a pressão arterial, os pulsos periféricos, auscultar os campos pulmonares, avaliar a motilidade intestinal, observar o débito urinário e verificar a existência de edema.
II. O enfermeiro deve coletar dados iniciais sobre o estado atual do paciente e compará-los com a evolução do quadro clínico. Isso inclui investigar a história de dor ou desconforto torácico, dispneia, palpitações, fadiga incomum, síncope ou outros sinais que possam indicar isquemia miocárdica.
III. O enfermeiro deve realizar um exame mais focado em sinais e sintomas relacionados às doenças do aparelho respiratório, como a asma, e solicitar ao médico prescrição de broncodilatadores para melhorar a dor torácica e os sinais vitais alterados.
Está correto apenas o que se afirma em
I e III.
II e III.
III.
I.
I e II.
Um paciente de 55 anos chega à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando dor torácica intensa, sudorese e sensação de falta de ar. O enfermeiro responsável inicia imediatamente a avaliação clínica para identificar possíveis sinais de infarto agudo do miocárdio e aciona a equipe médica. Sobre a assistência de enfermagem nesse contexto, assinale a alternativa correta.
O enfermeiro deve aguardar a solicitação médica antes de iniciar qualquer medida de suporte, pois a avaliação inicial não faz parte de suas atribuições.
O enfermeiro deve administrar oxigênio ao paciente, monitorar sinais vitais e preparar a equipe para a realização do eletrocardiograma, conforme protocolos de atendimento ao infarto.
A dor torácica é um sintoma inespecífico e pode ser tratada inicialmente com analgésicos comuns, sem necessidade de avaliação médica imediata.
O atendimento inicial deve ser baseado na observação do paciente por um período prolongado, para verificar se os sintomas persistem antes de qualquer intervenção.
Durante triagem em pronto-socorro, três pacientes chegam simultaneamente:
I – Adulto de 40 anos, dor torácica súbita, sudorese fria e monitor cardíaco inicial sem alterações significativas.
II – Idoso de 78 anos, febre baixa, tosse produtiva há 5 dias e leve taquipneia, saturando 94% em ar ambiente.
III – Criança de 5 anos, escoriações superficiais em membro superior após queda da própria altura.
Com base nos protocolos Manchester e ESI e nas diretrizes do Ministério da Saúde (2023), qual ordem de priorização reflete decisão técnica fundamentada?
Criança primeiro, pela vulnerabilidade etária, seguida do idoso e do adulto com quadro torácico inespecífico.
Idoso primeiro, em virtude da condição infecciosa ativa, seguido do adulto e da criança.
Priorizar o idoso devido ao maior índice de mortalidade geral, independentemente da gravidade clínica momentânea.
Manter ordem de chegada, visto que nenhum paciente apresenta sinais vitais críticos ou instabilidade aparente.
Adulto com dor torácica primeiro, pela possibilidade de síndrome coronariana aguda oculta, seguido do idoso e da criança.
Um paciente do sexo masculino, 58 anos, chegou ao serviço de emergência com queixa de dor torácica intensa, irradiada para o braço esquerdo e acompanhada de náuseas, iniciada há mais ou menos 5 horas. Durante o atendimento, suspeitou-se de infarto agudo do miocárdio (IAM) e foram solicitados exames laboratoriais, incluindo a dosagem de biomarcadores cardíacos, com elevação de alguns deles.
Acerca desses biomarcadores, é correto afirmar que:
a CK-MB é considerada a principal enzima para o diagnóstico precoce de infarto, uma vez que sua elevação ocorre nas primeiras 2 horas após o início dos sintomas;
a troponina T é o marcador ideal para o diagnóstico de infarto, pois apresenta elevação precoce e volta ao normal rapidamente, permitindo avaliar a extensão do dano miocárdico em poucas horas;
devido à sua rápida elevação nas primeiras horas, alta sensibilidade e alto valor preditivo negativo, a mioglobina é considerada excelente para descartar o diagnóstico de IAM;
a troponina I é útil como marcador de infarto agudo do miocárdio, mas sua especificidade é limitada devido à sua lenta elevação e presença em outras condições musculares e renais;
a CK-MM é um dos marcadores mais específicos para diagnóstico de infarto agudo do miocárdio, pois sua elevação é observada nas primeiras 4 horas após o início dos sintomas, sendo capaz de diferenciar o IAM de outras condições cardíacas.
No atendimento a um paciente com dor torácica sugestiva de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), a equipe de SBV deve seguir um protocolo específico, conhecido pelo mnemônico "MONA". Sobre os componentes deste mnemônico e a atuação do técnico de enfermagem, analise as afirmativas a seguir:
I.O "M" refere-se à Morfina, um analgésico opioide para alívio da dor, cuja administração é de competência exclusiva do Suporte Avançado de Vida.
II.O "O" refere-se ao Oxigênio, que deve ser ofertado a todos os pacientes com dor torácica, independentemente da saturação de oxigênio.
III.O "N" refere-se ao Nitrato (geralmente isossorbida), um vasodilatador, e o "A" refere-se ao Ácido Acetilsalicílico (AAS), um antiagregante plaquetário, cuja administração no SBV depende de protocolo e autorização da regulação médica.
Está correto o que se afirma em:
I, II e III.
III apenas.
I e II apenas.
II e III apenas.
I e III apenas.
A lidocaína utilizada em algumas soluções cardioplégicas, como a Del Nido, contribui para a proteção miocárdica durante a parada cardíaca induzida por:
Estimulação da liberação de catecolaminas, aumentando o fluxo coronariano.
Bloqueio de canais de potássio lentos, prolongando o potencial de ação.
Função de bloqueio dos canais de sódio, estabilizando a membrana celular.
Inibição da fosfodiesterase, elevando os níveis de AMPc no citoplasma.
Aumento da captação de cálcio pelo retículo sarcoplasmático.
Durante o plantão noturno, uma paciente com lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal em hemodiálise e hipertensão refratária iniciou quadro súbito de dor torácica intensa, sudorese fria e PA de 170/110 mmHg. O ECG evidencia supradesnivelamento do segmento ST na parede anterior. Com ausência de médico plantonista e indisponibilidade de trombolítico, qual sequência de ações deve ser adotada pelo enfermeiro, segundo os protocolos nacionais para infarto com supra de ST e os limites técnico-legais da profissão?
Iniciar nitroglicerina intravenosa, administrar AAS 300 mg por via oral e utilizar morfina para alívio da dor, conforme fluxograma interno vigente.
Posicionar a paciente em decúbito horizontal, administrar diurético intravenoso e aguardar realização de ECG seriado para nova avaliação.
Administrar anti-hipertensivo sublingual, realizar analgesia intravenosa e encaminhar paciente à regulação estadual para transporte especializado.
Encaminhar a paciente diretamente ao setor de hemodinâmica do hospital de referência, sem intervenções locais, priorizando tempo porta-balão.
Oxigenoterapia de alto fluxo, administrar AAS 300 mg por via oral, manter monitorização contínua e garantir condições para transferência segura.
Um paciente de 45 anos chega ao pronto-socorro com dor torácica intensa, sudorese e dispneia súbita. Apresenta histórico de hipertensão e diabetes. De acordo com os protocolos de classificação de risco e a Resolução COFEN 661/2021, nesse caso, quais seriam a classificação de risco mais adequada e a conduta prioritária da equipe de enfermagem, respectivamente?
Azul (não urgente); Encaminhar o paciente para a unidade básica para realizar acompanhamento contínuo das suas condições crônicas.
Verde (pouco urgente); Aferir os sinais vitais e aguardar o ECG por ordem de chegada.
Amarelo (urgente); Realizar coleta de exames laboratoriais e aguardar resultados para consulta médica.
Vermelho (emergência); Encaminhar imediatamente para avaliação médica e iniciar monitorização contínua.
Preto (atendimento imediato); Encaminhar imediatamente para a consulta médica e coletar enzimas cardíacas.
Marcos é um paciente de 45 anos, do sexo masculino, com histórico de hipertensão não controlada, queixa-se de dor no peito irradiando para o braço esquerdo, sudorese profusa e dificuldade para respirar. Ao exame, está taquicárdico e hipertenso. Qual a primeira ação do técnico de enfermagem diante de um possível infarto do miocárdio?
Administração de oxigênio, controle da dor com analgésicos, monitoramento dos sinais vitais e alerta à equipe médica, o manejo inicial envolve oxigênio, controle da dor e monitoramento rigoroso para estabilizar o paciente enquanto se aguarda a intervenção médica.
Aplicação de anticoagulantes e monitoramento da pressão arterial, anticoagulantes devem ser administrados somente após avaliação médica, não sendo a primeira intervenção.
Iniciar infusão intravenosa de líquidos para melhorar a perfusão sanguínea, a administração de líquidos não é a prioridade inicial para o infarto; a oxigenoterapia e controle da dor são essenciais.
Recomendar repouso absoluto e aguardar a chegada da equipe médica, o repouso não é suficiente em caso de infarto; a intervenção inicial deve ser imediata com oxigênio e analgésicos.
Realizar massagem cardíaca imediatamente, a massagem cardíaca é indicada apenas em caso de parada cardiorrespiratória, não no início do atendimento de um infarto.
Homem, 55 anos, hipertenso e fumante, chega ao pronto-socorro com queixa de dor torácica opressiva, irradiando para o braço esquerdo, associada à sudorese intensa e náuseas. A dor iniciou há uma hora e persiste. No exame físico, apresenta pressão arterial de 160 x 90 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 18 irpm e saturação de oxigênio de 91% em ar ambiente. O eletrocardiograma (ECG) evidencia supradesnivelamento do segmento ST de 2 mm em V2 e V3, além de 1,5 mm em V4. Como parte da equipe multiprofissional, quais são as condutas prioritárias de enfermagem diante desse quadro clínico?
Iniciar oxigenoterapia com máscara de Venturi; administrar analgesia venosa; e preparar o paciente para exames laboratoriais e angioplastia primária.
Instalar acesso venoso periférico; monitorizar sinais vitais; iniciar oxigenoterapia por cateter nasal a 3 litros por minuto; e administrar medicações prescritas.
Instalar acesso venoso periférico; administrar medicações prescritas; monitorizar sinais vitais; e preparar o paciente para realizar trombólise ou angioplastia primária.
Instalar acesso venoso periférico; administrar medicações prescritas; monitorizar sinais vitais; e encaminhar o paciente para exames laboratoriais antes de qualquer intervenção.
Monitorizar sinais vitais; instalar acesso venoso periférico; administrar medicações prescritas; coletar gasometria arterial; e realizar massagem preventiva do seio carotídeo para evitar arritmia.
Um paciente de 65 anos chega à emergência com dor torácica retroesternal intensa há 1 hora, apresentando sudorese fria, náusea, pressão arterial de 152/96 mmHg, saturação periférica de oxigênio em 81% e refere uso de tadalafil na noite anterior. O eletrocardiograma demonstra supradesnivelamento do segmento ST em DII, DIII e aVF.
Conforme a Diretriz 2025 de assistência ao paciente com Síndrome Coronariana Aguda, da American Hearth Association, na administração de medicamentos, neste caso, é contraindicado administrar
clopidogrel.
nitrato.
ácido acetilsalicílico.
morfina.
oxigênio.
Considere os sinais ou sintomas a seguir sobre a avaliação física inicial do paciente com suspeita de infarto agudo de miocárdio e assinale a alternativa INCORRETA.
Agitação psicomotora e sensação de morte iminente.
Dor torácica em opressão ou ardência.
Palidez, pele fria e diaforese.
Assimetria facial.
Dispneia com uso de musculatura acessória.
Em relação à assistência de enfermagem aos distúrbios cardiovasculares, assinale a afirmativa correta.
O ecocardiograma é utilizado para diagnosticar o IAM por avaliar a função cardíaca atrial e coronariana prioritariamente ao ECG.
As isoenzimas cardíacas específicas da musculatura cardíaca utilizadas para o diagnóstico laboratorial do IAM são a mioglobina preferencialmente, seguida da troponina e desidrogenase lática.
A administração da terapia trombolítica no IAM é uma indicação absoluta nos pacientes com hipertensão descontrolada, gestantes e dor torácica há mais de vinte minutos não aliviada pela nitroglicerina.
O IAM apresenta como principal manifestação clínica a dor torácica que ocorre subitamente e de forma contínua, apesar do repouso e da medicação e alterações do segmento ST no traçado eletrocardiográfico.
O SAMU foi chamado para atender paciente do sexo feminino, 60 anos de idade, com início súbito de dor no peito de forte intensidade, a suspeita é de Infarto Agudo do Miocárdio. O médico solicita ao técnico de enfermagem, dentre outras condutas, a administração endovenosa de _______________ para controle da dor.
Dobutamina.
Ácido acetilsalicílico (AAS).
Morfina.
Dipirona.
Após 24 horas do atendimento inicial de um paciente vítima de infarto agudo do miocárdio (IAM), quais cuidados de enfermagem são essenciais para prevenir complicações e promover a recuperação?
Estimular a deambulação precoce e a realização de exercícios físicos leves.
Manter o paciente em repouso absoluto no leito, evitando qualquer tipo de movimento.
Administrar dieta rica em sódio e carboidratos para repor os eletrólitos perdidos.
Monitorar os sinais vitais, observar sinais de dor torácica e complicações, além de oferecer suporte emocional.
O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a maior causa de mortes no país. Estima-se que, no Brasil, ocorram de 300 mil a 400 mil casos anuais de infarto e que a cada 5 a 7 casos, ocorra um óbito. Para diminuir o risco de morte, o atendimento de urgência e emergência, nos primeiros minutos, é fundamental para salvar uma vida. Assinale a alternativa correta em relação ao IAM.
Os casos mais comuns de infarto acontecem por contração da artéria, interrompendo o fluxo sanguíneo ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do próprio coração e que se aloja no interior dos vasos.
Os principais fatores de risco são alto consumo de açúcares, prática de atividades físicas e comportamento de risco. Além do infarto, essas condutas podem provocar hipertensão, AVC, obesidade, depressão e diabetes.
Identificar os sintomas do IAM é fundamental e seu tratamento é exclusivamente cirúrgico, com a realização de angioplastia da carótida e liberação do fluxo sanguíneo cerebral.
Infarto agudo do miocárdio ou ataque cardíaco é a morte de células do músculo do coração devido a formação de coágulos que interrompem o fluxo sanguíneo de forma súbita e intensa.
A.N.G, 56 anos, chega à unidade de pronto atendimento referindo queixa de dor retroesternal em aperto de forte intensidade (10/10), sem irradiação, com início há duas horas associado a náuseas e sudorese profusa. Negava outras queixas, com antecedentes de hipertensão e tabagismo. Ao exame físico apresentava-se consciente, orientado, eupneico, ausculta cardíaca e pulmonar normais, PA: 180 x 110 mmHg, pulsos amplos e simétricos, saturação (SpO2) 96%. Foi traçado o Eletrocardiograma (ECG) abaixo. As alternativas a seguir apresentam os cuidados de enfermagem que serão realizados durante o atendimento deste paciente, exceto:

Monitorizar o paciente, avaliando a frequência e o ritmo cardíaco continuamente.
Realizar acesso venoso de bom calibre para administração de medicações prescritas.
Administrar oxigênio por máscara ou cateter nasal (2-4 l/min).
Realizar analgesia prescrita, diminuindo assim o consumo de oxigênio pelo miocárdio isquêmico.
Posicionar o paciente em semi Fowler mantendo repouso no leito.
As doenças cardiovasculares, incluindo o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), representam um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, apresentando altas taxas de incidência e de mortalidade. Segundo a Linha de Cuidado do IAM, lançada em 2021 pelo Ministério da Saúde, assinale CORRETAMENTE:
Em unidades com acesso ao eletrocardiograma, deve-se realizá-lo em até 1 hora, a contar do início do atendimento, pois a presença de alterações de segmento ST auxilia na definição da Unidade da Rede para a qual o paciente será encaminhado.
O uso de nitroglicerina, mononitrato de isossorbida ou dinitrato de isossorbida é contraindicado em pacientes hipotensos, bradicárdicos ou que tenham feito uso de inibidores da fosfodiestarese-5 nas últimas 24 horas (sidenafila) ou 48h (tadalafina).
Pacientes com angina instável apresentam alterações de marcadores de necrose miocárdica e supradesnivelamento persistente do segmento ST, com baixa resposta ao uso de estatinas e betabloqueadores.
Deve-se iniciar oxigenoterapia imediatamente, por cateter nasal ou máscara facial, em todo paciente com quadro clínico típico de IAM, pois melhora a dor torácica, reduz a ansiedade e o dano ao miocárdio.
Complete as lacunas na seguinte declaração sobre o manejo inicial do infarto do miocárdio:
Quando suspeitar de um infarto do miocárdio, o primeiro passo é assegurar que o paciente esteja em uma posição que minimize o esforço do coração, geralmente _______ (1). Em seguida, deve-se administrar _______ (2) como medida preventiva para reduzir a formação de coágulos.
(1) sentado; (2) aspirina.
(1) deitado; (2) heparina.
(1) sentado; (2) nitroglicerina.
(1) deitado; (2) um beta-bloqueador.
Medidas Imediatas no Infarto do Miocárdio
As doenças circulatórias requerem intervenções precisas. Segundo a American Heart Association (AHA), qual é a medida imediata para um paciente com suspeita de infarto do miocárdio?
Solicitar a realização de um eletrocardiograma imediato para confirmar o diagnóstico e avaliar a extensão do dano cardíaco.
Administrar nitroglicerina sublingual e monitorar a dor torácica, garantindo alívio dos sintomas e melhora da perfusão miocárdica.
Elevar a cabeceira da cama para facilitar a respiração, reduzindo a pressão sobre o coração e melhorando a oxigenação adequada.
Realizar punção venosa para coleta de exames laboratoriais, incluindo marcadores cardíacos, para avaliação clínica completa.
Administrar anticoagulantes para prevenir a formação de novos coágulos sanguíneos, reduzindo o risco de complicações associadas.