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Devido aos riscos de arritmias cardíacas, o paciente deve ser posicionado somente em decúbito dorsal, sem mudança de decúbito.
Na isquemia do miocárdio, o tecido necrótico se liquefaz (liquefação tecidual).
O paciente deve ser mantido em repouso, em ambiente calmo, e orientado quanto aos procedimentos a serem realizados, a fim de diminuir a ansiedade.
A principal conduta a ser realizada no caso em questão é o controle glicêmico.
Certo
Errado
O quadro sintomático e o de infarto agudo do miocárdio (IAM).
Paciente de 77 anos queixa-se de febre, dor abdominal intensa, difusa, aguda, que não alivia com analgésicos comuns. No exame fisco apresenta palidez cutâneo-mucosa, abdômen flácido e doloroso à palpação, ausência de dor à descompressão e presença de peristalse. Toque retal evidencia sangue vivo na luva. Hemograma = 23.000 leu/mm3 com desvio para esquerda. Gasometria arterial com acidose metabólica.
Frente ao quadro descrito acima, o diagnóstico mais provável é
A análise das enzimas cardíacas faz parte de um perfil diagnóstico para o infarto agudo do miocárdio (IAM). Essas enzimas são liberadas pelas células quando lesadas e suas membranas rompidas. Uma dessas enzimas é a CK-MB, que é o indicador mais específico para o diagnóstico do IAM, e a sua evolução tem início de 2 a 4 horas após o infarto. O retorno aos níveis normais dessa enzima é esperado no seguinte período de
7 a 10 dias.
3 a 5 dias.
10 a 15 dias.
48 a 72 horas.
Como se trata de paciente sem suspeita de doença infecciosa, a coleta de sangue pode ser feita sem luvas.
As intervenções de enfermagem , nas primeiras horas referentes à síndrome coronária aguda, estão relacionadas, principalmente, a
verificar os sinais vitais a cada 8 (oito) horas.
estimular a ingesta de café e refrigerantes.
reduzir a dor e aliviar a ansiedade.
aconselhar , pelo menos, 4 (quatro) horas de sono por noite.
estimular atividades físicas.
No caso de suspeita de infarto do miocárdio, a vítima deve ser mantida em repouso, tranqüilizada e transportada o mais rápido possível para o atendimento necessário.
Manter o cliente em repouso, oferecer dieta leve e verificar os sinais vitais observando qualquer alteração no ritmo cardíaco são alguns cuidados a serem observados nessa situação.
Ao utilizar o referencial teórico de Levine, o enfermeiro deverá buscar interagir com o paciente, de modo a reconhecer as reações orgânicas de seu estado de saúde alterado, observando o ambiente interno e externo. As intervenções deverão incluir as de apoio e as terapêuticas.
Freqüência respiratória elevada e superficial, presença de terceira e quarta bulhas com ritmo de galope e estertores em base pulmonar são possíveis achados do exame físico realizado nas primeiras horas do atendimento de Maria.
O eletrocardiograma de Maria, nas primeiras 24 horas após o infarto, deverá apresentar necessariamente os achados clássicos do IAM — supradesnivelamento do segmento ST, onda Q e isquemia subepicárdica (onda T negativa).
Em pacientes com infarto do miocárdio e choque circulatório, são fundamentais, durante o transporte, a monitorização eletrocardiográfica contínua e a avaliação da pressão arterial.
No momento da coleta de dados de paciente com suspeita de IAM, três aspectos devem ser prontamente investigados: a dor, os sintomas associados e os fatores de risco cardíaco. Tais aspectos podem ser observados em Maria, como a dor típica do IAM, os sintomas de náuseas e vômitos, muito comuns nesses casos, e os fatores de risco cardíaco, tabagismo e hipertensão arterial.
Deve-se suspeitar que a causa da emergência descrita seja um infarto do miocárdio.
O enfermeiro que está atendendo a um paciente com quadro de infarto do miocárdio iniciado há 6 horas, em uma sala de emergência, deve estar vigilante para quaisquer sinais ou sintomas de insuficiência ventricular esquerda, que é a complicação mais freqüente na fase aguda dessa emergência clínica.
Quando um paciente com infarto do miocárdio queixa-se de dor retroesternal, em aperto, desencadeada por pequeno esforço, o enfermeiro deve entender que essa dor anginosa decorre de isquemia do músculo cardíaco.