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Paciente apresenta dor retroesternal, que irradia para o braço esquerdo, mandíbula e dorso, com náuseas e vômitos, epigastralgia, agitação, sudorese e palidez, foi resgatado e levado para um serviço de Terapia Intensiva. O mesmo apresenta quadro clínico de
a) Acidente Vascular Cerebral.
Insuficiência Cardíaca Congestiva.
Infarto Agudo do Miocárdio.
Angina Pectoris.
Insuficiência Renal Aguda.
O planejamento da assistência de enfermagem para o paciente, internado com um infarto do miocárdio sem complicações, inclui a realização do diagnóstico e sua respectiva prescrição de enfermagem, correta e respectivamente apresentados em:
deambulação prejudicada; encorajar o paciente para a deambulação.
perfusão tissular cardíaca diminuída; umidificar o ar e encorajar a ingestão hídrica.
risco de infecção; cuidados em local de incisão.
risco para disreflexia autonômica; controle da disreflexia.
risco de troca gasosa prejudicada relacionada com a sobrecarga de líquidos; avaliar, documentar e relatar para o médico os batimentos cardíacos e sons respiratórios anormais a cada 4 horas.
“Marcos, 56 anos, chega ao posto de saúde queixando de dormência no braço esquerdo, dor nas costas, apresenta palidez, suor frio e pressão alta. Viciado em cigarro por mais de dez anos, no último exame apresentou colesterol alto.” Os sintomas mencionados estão relacionados com:
Asma.
Infarto.
Cólera.
Diabetes.
Segundo o Ministério da Saúde, fatores como o aumento da expectativa de vida e o avanço tecnológico, aliados às inovações terapêuticas, favorecem tanto ao processo de reabilitação do doente agudo, como a um melhor controle do doente crônico. Sendo assim, podemos considerar o Infarto Agudo do Miocárdio e os Acidentes Vasculares Cerebrais como:
doenças agudas.
episódios agudos de condições crônicas.
doenças crônicas.
episódios crônicos de doenças agudas.
doenças autoimunes.
O diagnóstico do infarto do miocárdio geralmente se baseia na história da doença atual, no eletrocardiograma e nos níveis séricos (sanguíneos) das enzimas cardíacas. São exemplo de enzimas/marcadores cardíacos:
Ureia e Creatinina.
TGO e TGP.
Lipase e Amilase.
CK-MB e Troponina.
Dos sintomas abaixo, qual indica um provável Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)?
Episódios súbitos de vômito, dor em região do segundo espaço intercostal, para-external esquerdo, que irradia para os membros superiores.
Cefaleia, seguida de vômitos, sudorese, com mialgia em músculo esternocleidomastoideu, dificuldade em deambular.
Dor intensa em região epigástrica, irradia para mandíbula, ombro e membro superior esquerdo.
Dor intensa em articulações, principalmente em membros superiores, seguida de edemas e vômitos.
Dor intensa em região hipogástrica, episódio de melena e disfasia.
Quanto à sindrome coronariana aguda, é correto afirmar que
a angina instável refere-se a um conjunto de sinais e sintomas resultantes de uma área de necrose do miocárdio, com oclusão total de uma artéria coronariana.
o infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST refere-se a um conjunto de sinais e sintomas resultantes de uma área de isquemia do miocárdio, com oclusão total de uma artéria coronariana.
a angina típica é caracterizada por uma dor opressiva, profunda, de localização bem definida, ocorrendo ao repouso, com alívio rápido após uso de nitrato sublingual.
a dosagem dos marcadores de necrose é fundamental para o diagnóstico diferencial entre angina instável e infarto agudo do miocárdio, estando elevada na angina instável.
a apresentação atípica da síndrome coronariana aguda acomete principalmente indivíduos com idade abaixo de 40 anos ou acima de 75, diabéticos, do sexo feminino.
Antes de iniciar a reanimação em crianças o enfermeiro verifica o pulso por no máximo 10 segundos. Os locais indicados para esta verificação, em menores de 1 ano, são:
Pulso apical e artéria radial.
Artérias radial e poplítea.
Artérias braquial e femural.
Artérias carótida e femural.
A proposta de indicadores para monitoramento da implementação da linha de cuidado do Infarto Agudo do Miocárdio tem como objetivo principal:
implantar redes de atendimento ao Infarto Agudo do Miocárdio com Supra de ST em regiões metropolitanas brasileiras.
prover o transporte do paciente no menor espaço de tempo em viaturas equipadas com pessoal, equipamentos e medicamentos necessários ao atendimento.
otimizar o tratamento rápido do Infarto Agudo do Miocárdio com Supra de ST em hospitais especializados para atenção cardiovascular de alta complexidade.
implantar ou incrementar as centrais de regulação de urgência e emergência, com algorítimos específicos para abordagem do Infarto Agudo do Miocárdio e protocolos estabelecidos de destinação de pacientes.
Assinale a alternativa que contém os cuidados ao paciente com suspeita de Síndrome Coronariana Aguda, ao chegar ao pronto-socorro.
Repouso, ECG de 12 derivações, avaliar a duração e a localização da dor torácica, medicar pode mascarar o diagnóstico.
Manter deambulação, ECG de 06 derivações, aspirina, analgesia com xylocaina, avaliação da dor torácica.
Repouso relativo, ECG de 06 derivações, exames laboratoriais e encaminhamento à hemodinâmica.
Repouso relativo, ECG de 12 derivações, avaliar localização da dor torácica, analgesia com propofol.
Repouso, ECG de 12 derivações, aspirina, analgesia com morfina, oxigenioterapia, acesso venoso periférico, monitorização cardíaca, exames laboratoriais: CKMB e troponina principalmente.
No atendimento ao paciente vítima de infarto agudo do miocárdio (IAM) as intervenções iniciais de enfermagem são:
administrar analgésicos conforme prescrição médica e repouso.
evitar punção venosa nos membros superiores e dobra do braço.
instalar sonda nasogástrica e administrar adrenalina.
realizar garroteamento alternado de membros superiores.
realizar garroteamento alternado de membros inferiores.
O infarto agudo do miocárdio (IAM) ocorre quando o aporte de oxigênio ao tecido cardíaco é insuficiente para suprir a demanda, o que resulta necrose das células.
Nesse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – As principais razões para que ocorra desequilíbrio entre suprimento e demanda de oxigênio, o que causa o IAM são aterosclerose, trombo, embolia, espasmos das artérias coronárias ou redução do tempo de enchimento ventricular
PORQUE
II – Os fatores de riscos no qual classificamos o IAM são os modificáveis e os não modificáveis, sendo esses últimos inerentes aos indivíduos, como idade, sexo, etnia e história familiar.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
A Síndrome Coronariana Aguda (SCA) pode ser dividida em dois grandes grupos: a SCA com supradesnível de segmento ST (quase sempre um Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível de segmento ST) e a SCA sem supradesnível de segmento ST (que pode também ser dividida em Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem supradesnível de segmento ST). Observe as afirmações.
I. O infarto agudo do miocárdio é definido como um evento clínico, causado por isquemia miocárdica, no qual existe evidência de injúria ou necrose miocárdica.
II. A dor torácica, sendo uma condição obrigatória para o diagnóstico de IAM, apresenta como característica dor opressiva ou tipo peso, intensa, com irradiação para membro superior esquerdo, pescoço, dorso ou região do abdômen superior; pode vir associada ou não a sudorese, tonturas e vômitos.
III. O eletrocardiograma (ECG) é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico de uma SCA e deve ser realizado de forma precoce, dentro dos primeiros 10 minutos de atendimento.
IV. A troponina é o marcador de necrose miocárdica de escolha para o diagnóstico de injúria miocárdica devido à sua especificidade aumentada e melhor sensibilidade, quando comparada com a creatinofosfoquinase isoforma (CK-MB).
V. A angina instável é considerada, quando pacientes apresentam sintomas isquêmicos sugestivos de uma SCA, sem elevação dos biomarcadores de necrose miocárdica, na presença ou não de alterações eletrocardiográficas indicativas de isquemia.
Estão CORRETAS
I, II e V.
II, III e V.
I, III, IV e V.
I, II, III e IV.
II e V.
Em pacientes, com quadro de Infarto Agudo do Miocárdio, pode-se administrar as medicações relacionadas a seguir.
I. Oxigênio.
II. Ácido Acetil Salicílico.
III. Isordil.
IV. Morfina.
V. Metalyse.
Para o caso descrito acima, é CORRETO afirmar que algumas destas medicações não devem ser administradas. Assinale a alternativa correspondente.
II, III e IV
I e II.
I, II e III.
III, IV e V.
I, III e IV.
Sobre as medicações utilizadas nas situações de infarto agudo do miocárdio, é correto afirmar que:
o uso dos betabloqueadores deve ser feito para todos os pacientes com infarto agudo do miocárdio, independentemente da administração concomitante de fibrinolíticos ou da realização de intervenção percutânea primária, sob administração endovenosa obrigatoriamente, respeitando-se suas contraindicações. São algumas contraindicações: frequência cardíaca inferior a 60 bpm, pressão arterial sistólica menor que 100 mmHg, bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau, história de asma ou doença pulmonar obstrutiva grave.
os fibrinolíticos são claramente indicados em pacientes com sinais sugestivos de síndrome coronariana aguda independente de apresentarem ou não supradesnivelamento do segmento ST no eletrocardiograma. No entanto, têm contraindicações absolutas, como sangramento intracraniano prévio, trauma significante na cabeça ou face nos últimos 3 meses, dano ou neoplasia no sistema nervoso central, sangramento ativo (exceto menstruação), acidente vascular cerebral isquêmico nos últimos 3 meses, dissecção aguda de aorta, discrasia sanguínea.
o sulfato de morfina é o analgésico de escolha em pacientes com infarto agudo do miocárdio, especialmente se apresentarem edema agudo de pulmão. Está indicado em doses de 10 mg diluído, podendo levar a efeitos colaterais como hipertensão, náuseas, vômitos e depressão respiratória.
o uso de nitratos na fase aguda do infarto está indicado para o controle da dor anginosa persistente, hipertensão arterial sistêmica grave e/ou insuficiência cardíaca. Quando indicada, a nitroglicerina deve ser utilizada diluída em 250 ou 500 ml de soro glicosado a 5% ou fisiológico a 0,9%, acondicionada necessariamente em frasco de vidro e administrada em infusão contínua.
Dor torácica que ocorre de forma repentina e contínua, acompanhada de dispneia, náuseas, vômitos, sudorese e palidez, são manifestações clínicas da seguinte doença:
O infarto agudo do miocárdio (IAM) constitui a maior causa de óbitos na população. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, alguns sinais e sintomas mais característicos do IAM.
Hipertensão, sudorese, sede, torpor.
Dor precordial, ansiedade e sudorese.
Dor precordial, sede e perda da consciência.
Sede, sudorese, dislalia e perda da consciência.
Poliúria,hipotensão, sede, taquicardia.
Sabendo que os marcadores de necrose miocárdica são fundamentais para estabelecer o diagnóstico diferencial entre angina instável e IAM, assinale a alternativa que apresenta um marcador específico de necrose miocárdica.
CK BB.
CK MM.
Troponina C.
Troponina T.