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São formas de contágio da doença causada pelo Treponema pallidum:
I. Pela mãe ao filho durante a gestação ou no parto.
II. Por transfusão de sangue contaminado.
III. Pela secreção pulmonar expelida durante a tosse.
IV. Por meio de saliva presente em talheres e pratos do sujeito transmissor.
Está correto o que se afirma em
I, II, III e IV.
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
I, II e IV, apenas.
A abordagem sindrômica das doenças sexualmente transmissíveis visa classificar os principais agentes etiológicos, segundo as síndromes por eles causados. Entre as etiologias mais comuns da síndrome do corrimento vaginal estão.
Infecção por clamídia e micoplasma.
Tricomoníase e gonorréia.
Ureoplasma e sífilis.
Herpes genital e vaginose bacteriana.
Cancro mole e candidíase.
São Doenças Sexualmente Transmissíveis:
Herpes, difteria e gripe.
Caxumba, herpes e sífilis.
Poliomielite, AIDS e gripe.
Candidíase, herpes e sífilis.
Cancro mole, sífilis e difteria.
A educação sexual tem sido assunto obrigatório nos últimos anos em muitas Unidades de Ensino buscando, entre outras coisas, o esclarecimento quanto às doenças sexualmente transmissíveis. Com relação às DSTs, é correto afirmar:
Pessoas acometidas por sífilis venérea (causada por Treponema pallidum) são mais susceptíveis a outras treponematoses, ou seja, não desenvolvem resistência a essas infecções.
A sífilis venérea é transmitida através do contato sexual, mas também pode ser passada para o feto ainda no útero.
Comportamentos de contato íntimo, não sexuais, envolvendo troca de fluidos corpóreos não estão relacionados à transmissão de DST.
O HIV (vírus da imunodeficiência adquirida), agente causador da AIDS (Síndrome da imunodeficiência adquirida) ataca todas as células do corpo de uma pessoa após a infecção.
Pessoas que praticam “sexo seguro” estão isentas do risco de adquirir uma DST.
São classificadas como doenças sexualmente transmissíveis,
a sífilis, a leishmaniose visceral e a infecção por herpes.
o linfogranuloma venéreo, a rubéola e o condiloma acuminado.
a infecção por HTLV, a leishmaniose cutânea e a sífilis.
o cancro mole, o cancro duro e a toxoplasmose.
a tricomoníase, a doença inflamatória pélvica e a infecção por clamídia.
A sífilis é uma doença infecciosa de transmissão sexual ou materno-infantil, sistêmica, de evolução crônica, com períodos de atividade e latência. No caso da transmissão vertical, é denominada sífilis congênita, que, da mesma forma que a sífilis adquirida, se apresenta em dois estágios: o precoce, quando as manifestações clínicas são diagnosticadas até o segundo ano de vida; e o tardio, após esse período.
São sinais e sintomas da sífilis congênita tardia:
dentes incisivos medianos superiores deformados, surdez e icterícia.
anemia severa, nariz em sela e fissuras periorificiais.
fronte olímpica, nariz em sela e mandíbula curta.
osteocondrite, hidropsia e arco palatino elevado.
Tem como características clínicas da tricomoníase genital:
corrimento branco, inodoro, fissuras.
maceração da pele, vagina e colo recobertos por placas brancas.
corrimento com aspecto de “leite coalhado”.
corrimento abundante, amarelado ou amarelo esverdeado, odor fétido.
ardor, dispareunia, dor a micção.
Quanto a Candidíase é INCORRETO afirmar que:
O fungo que a provoca é também conhecido por monilíase é a Cândida albicans, encontra-se na mucosa intestinal;
O tratamento é correto é a utilização de medicamentos antifúngicos;
Pode ser transmitida também através da transfusão de sangue;
Quando o indivíduo está com a imunidade afetada, decorrente da ação de medicamentos de imunossupressores, ela ocorre devido à desarmonia da flora intestinal.
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são tidas como um grave problema de saúde pública por afetarem muitas pessoas.
Identifique abaixo qual é considerada uma DST:
Gonorreia
Parodidite
Fibromialgia
Artralgia
Diabetes
O Sr. M.S.D. foi atendido pelo profissional de saúde do Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) em Unidade de Saúde, referindo presença de corrimento uretral e disúria leve. Após anamnese e exame físico, foi realizada bacterioscopia pela coloração de Gram de amostras uretrais, cujo resultado apresentou ausência de diplococos Gram negativos intracelulares. Nesse caso e com base nas recomendações do Programa Nacional de DST e Aids, a conduta do profissional seria tratar
tricomoniase
só clamídia
vaginose bacteriana
gonorréia
Qual das opções abaixo apresenta alguma doença que NÃO é transmissível sexualmente?
AIDS, Amebíase e Donovanose;
AIDS, Amebíase e Herpes do tipo I;
AIDS, Gonorréia e Herpes do tipo II;
Climatério, Gonorréia e SIDA.
Na abordagem sindrômica de um paciente portador de DST, o exame físico e a anamnese do paciente e de seus contatos sexuais deve constituir-se dos principais elementos dos diagnósticos das DST´s, por tanto a conduta frente a um paciente com queixa de úlcera genital com lesões vesiculosas com menos de 4 semanas é:
Tratar a sífilis
Tratar a sífilis e cancro mole
Tratar herpes genital
Tratar sífilis, herpes genital e cancro mole
A interrupção da cadeia de transmissão das doenças sexualmente transmissíveis ocorre efetivamente com:
aconselhamento e triagem dos infectados
exames físicos e laboratoriais
detecção e tratamento dos casos
distribuição de preservativo e comunicação aos parceiros
As DSTs facilitam a transmissão sexual do vírus da AIDS, pois feridas nos órgãos genitais favorecem a entrada do HIV. O uso de preservativos em todas as relações sexuais é método eficaz para a redução do risco de transmissão tanto das DSTs quanto do vírus da AIDS.
DSTs são doenças graves, que podem causar esterilidade, aborto e nascimento de bebê prematuro ou com problemas de saúde. Essas doenças, entretanto, não causam câncer ou disfunções sexuais.
O HIV entra no organismo humano e pode ficar incubado por vários anos sem que o indivíduo apresente nenhum sintoma ou sinal de doença. Esse período de incubação, todavia, é de, no máximo, cinco anos.
As vaginoses bacterianas caracterizam-se por desequilíbrio da flora vaginal normal, devido a aumento exagerado de Candida Albicans.
As doenças sexualmente transmissíveis são consideradas um grave problema de saúde pública, pois os sinais e sintomas podem ser de difícil identificação, tornando fundamental o diagnóstico precoce e acesso ao tratamento correto.
I. A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena lesão nos órgãos sexuais, denominada cancro duro, além do aumento dos gânglios linfáticos na região inguinal, após a exposição à situação de risco, com pessoa infectada.
II. O HPV provoca lesões com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis nos órgãos genitais. Nas mulheres, pode ser assintomático. A maior gravidade é relacionada ao aparecimento de alguns tipos de câncer, principalmente no colo do útero, vulva, pênis e reto, pois toda infecção pelo HPV causa câncer.
III. O condiloma acuminado pode ser tratado de forma local, com uso da cauterização, de produtos cáusticos, quimioterapia ou radioterapia. O parceiro também deve ser submetido ao tratamento.
IV. O teste Elisa é o mais utilizado para o diagnóstico da AIDS, por meio da detecção de anticorpos anti- HIV no sangue, em resposta à infecção pelo HIV. Para a confirmação, pode ser empregado o teste de Western Blot.
V. Janela imunológica é o termo que designa o intervalo entre a infecção pelo vírus da AIDS e a detecção de anticorpos anti-HIV no sangue da pessoa infectada, por meio de exames laboratoriais específicos.
Nesse caso, a detecção de HIV tem possibilidade de um resultado falso-positivo. É correto o que se afirma em
I, II, III, IV e V.
I, II, III e IV, apenas.
I e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
IV e V, apenas.
Precocidade de relações sexuais, parceiros de alto risco, tabagismo e infecção por papilomavírus são alguns dos fatores de risco importantes para a ocorrência de câncer de colo, neoplasia intra-epitelial e carcinoma epidermóide.