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Na assistência de enfermagem ao cliente portador de insuficiência renal crônica, em terapia hemodialítica, é recomendável
realizar o controle de pulso e pressão arterial no membro superior onde se localiza a fístula arteriovenosa.
evitar a vacinação específica, no caso de o cliente não ser portador de hepatite B e com resultado de imunidade negativo para esse vírus.
verificar o frêmito da fístula arteriovenosa.
reutilizar os dialisadores e as linhas biocompatíveis arteriais e venosas até quarenta vezes em clientes não portadores de HIV.
reutilizar os dialisadores e as linhas biocompatíveis arteriais e venosas até doze vezes em clientes portadores de HIV.
A insuficiência renal crônica (IRC) pode ocasionar alterações, tanto no aspecto físico como psicológico do paciente, e requer do enfermeiro conhecimentos sobre
causas mais comuns da IRC: uveíte, pielonefrite, glomerulonefrite, tuberculose, rim policístico, litíase renal, hipertensão arterial, diabete, lúpus eritematoso sistêmico.
resultados nos métodos diagnósticos: diminuição do pH sanguíneo, trombocitopenia, proteinúria, elevação do clearance de creatinina e troponina.
tratamento: importância da redução da ingesta proteica, de sódio e potássio; controle da anemia.
ações de enfermagem: avaliar nível de consciência e comportamento, estimular ingesta hídrica e indicar tratamento dialítico, conforme alteração de ureia e creatinina.
grupos de educação em saúde: orientar paciente e familiar para procedimentos dialíticos e transplante renal, pois são realizados em todos os portadores de IRC, na fase final.
A insuficiência renal crônica (IRC) é uma doença de elevada morbidade e mortalidade. Para minimizar a progressão da IRC nos indivíduos portadores recomenda-se
controlar níveis séricos de ácido úrico, evitar uso de anti-inflamatórios não hormonais e manter dieta hipoproteica.
realizar exercícios físicos regulares, controlar pressão arterial em níveis de até 145/80 mmHg e utilizar somente anti-inflamatórios não hormonais.
manter dieta hipossódica, evitar os exames radiológicos com contrastes iodados e o uso de inibidores de enzima de conversão de angiotensina.
combater a obesidade, a hiperglicemia em indivíduos diabéticos e manter dieta hiperproteica.
controlar níveis séricos de colesterol, evitar uso de anti-inflamatórios hormonais e proibir a utilização de estatinas.
Homem de 40 anos, sabidamente cirrótico por HCV é internado devido à hemorragia digestiva alta, tratada com sucesso com escleroterapia endoscópica para varizes esofagianas. Ao dar entrada no CTI, encontrava-se hipotenso atingindo estabilidade hemodinâmica após 2000mL de Solução Salina 0.9% e duas unidades de Concentrado de Hemácias. Nos quatro dias subsequentes, apesar de manter-se estável hemodinamicamente, seu volume urinário vem progressivamente diminuindo sendo que, nas últimas 12h, urinou 150 mL. Os exames laboratoriais atuais revelam: sódio 140 mEq/L, creatinina 4.0 mg/dL (quando era 1.1 mg/dL na admissão), EAS: densidade 1010 - hemácias 5 pc - leucócitos 10 pc - raros cilindros granulares, sódio urinário 50 mEq/L e creatinina urinária 35 mg/dL.
Qual é a causa mais provável da insuficiência renal deste paciente?
As alterações no padrão urinário podem estar associadas à doença ou ao tratamento; portanto, é necessária a avaliação constante do funcionamento renal, a fim de que possam ser detectados precocemente sinais e sintomas de insuficiência renal.