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Os tumores e seu tratamento estão associados à pressão intracraniana elevada e são tratados com corticoides, Normalmente, com esse tratamento pode aparecer psicose, demência, convulsões, dependência e paraparesia.
Neoplasias malignas provocam lesões tumorais mal delimitadas.
A predisposição hereditária não é causa da maioria dos cânceres; portanto, pessoas que desenvolvem tumores malignos não têm, obrigatoriamente, descendência marcada pelo câncer.
Os melanomas malignos são lesões de grande caráter metastático, acometem em maior número pessoas de pele escura, e diferentemente dos carcinomas de células escamosas, não se relaciona com queimaduras solares ou história familiar.
Os LNH são divididos em três subtipos histológicos e imunológicos, originados de células T, de células B e de células I e G, que, do ponto de vista histológico, na infância na sua grande maioria, são de alto grau de malignidade.
Todo câncer é genético, tendo em vista que essa doença está relacionada com um dano nos genes que controlam a divisão ou o crescimento celular.
Na criança, a variante imunofenotípica B do LNH evolui rapidamente para óbito, mesmo estando ela submetida ao tratamento, o que é característica do linfoma de Burkitt.
A depleção linfocitária é o subtipo mais avançado do LNH e geralmente, está associada com estágios mais avançados (III e IV) e com a síndrome da imunodeficiência adquirida e ocorre em 5% dos casos, em idades 5 a 10 anos.
Diferente de outros linfomas, o linfoma de Hodgkin é de origem unicêntrica pelo fato de que inicia em um único linfonodo.
Os familiares devem ser orientados quanto à labilidade emocional de muitos pacientes que sofreram AVC e devem aprender a lidar com os diferentes sentimentos desses pacientes.
Mulher, 69 anos, foi internada com diagnóstico de acidente vascular encefálico, apresentando sinais vitais normais e estáveis, inconsciência, hemiparesia à direita. Nessas condições, a paciente requer ações de enfermagem, com prioridade para a
administração de analgésico, oximetria de pulso, decúbito dorsal horizontal, organização de material para traqueostomia e flebotomia.
remoção de prótese dentária, organização de material para traqueostomia, decúbito dorsal horizontal, cateterismo vesical, mudanças de decúbito.
mudanças de decúbito, aspiração oro-traqueal, oximetria de pulso, higienização no leito, organização de material para inserção de dreno subdural.
organização de material para a realização de intubação traqueal, aspiração oro-traqueal, cateterismo vesical, acesso venoso e arterial.
remoção de prótese dentária, colocação de cânula de Guedel, decúbito elevado, mudanças de decúbito, acesso venoso.
Um senhor, com 73 anos de idade, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) recentemente e deverá iniciar o processo de reabilitação. Antes da doença, era muito ativo, gostava de praticar esportes e de fazer caminhadas. Agora, deve adaptar-se ás limitações nos cuidados de higiene e alimentação e na deambulação (consegue andar com auxílio de aparelho). Considerando o caso hipotético apresentado e o planejamento de ensino a ser elaborado para esse paciente, o enfermeiro não deve:
Demonstrar o uso de moletas ou de andadores para o senhor, a fim de ensiná-lo acerca da maneira correta de utilizar esses acessórios.
Estabelecer metas mutuamente acordadas
Utilizar uma conversão informal e não-estruturada para auxiliar o senhor a compreender as conseqüências e implicações da doença para a mudança em seu estilo de vida e as formas de lidar com os agentes que causam estresse.
Utilizar da espontaneidade no processo de ensino-aprendizagem, por exemplo, aproveitando a oportunidade durante um banho para ensinar ao senhor a se locomover até o chuveiro
Empregar o reforço negativo para diminuir respostas indesejadas nem utilizar estímulos de reforço material
É admitido na unidade de Emergência um paciente com quadro sugestivo de acidente vascular cerebral hemorrágico. O sinal que irá caracterizar sofrimento cerebral é a:
Presença de pupilas dilatadas
Ausência de anisoconia
Ausência de nistagmo
Existência de pulso de Korrigan
Existência de isocoria
Condição que predispõe ao acidente vascular cerebral (AVC):
tuberculose pulmonar
contipação intestinal.
bronquiectasia.
hipertensão arterial
A condição de perda súbita das funções cerebrais, resultante de uma interrupção do fluxo sanguíneo cerebral, em indivíduos portadores de hipertensão arterial é denominada:
As doenças cerebrovasculares são as maiores causas de mortalidade, conforme demonstrado na tabela 1. Com base nessas informações, é correto afirmar que:
os acidentes vasculares cerebrais (AVC) podem ser divididos em duas categorias: não hemorrágicos e hemorrágicos. O acidente vascular cerebral não hemorrágico apresenta o maior número de ocorrências.
os déficits do campo visual, como diplopia e perda da visão periférica, devido ao AVC são corrigidos pela Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), através do uso de bengala ou outro objeto para identificar objetos.
a integridade cutânea e tecidual do cliente que sofreu AVC é alterada devido a sensibilidade diminuída e a incapacidade de responder. Para tanto, a SAE deve promover um esquema intensivo de mudança de decúbito (de 1 em 1 hora).
a incontinência urinária transitória no AVC pode ser minimizada através de exercícios do tônus muscular.
Inclui-se entre os riscos para um acidente vascular cerebral hemorrágico:
hiperglicemia.
anorexia.
hiperglobulinemia.
hipertensão arterial.
hepatomegalia.
Mieloma múltiplo, doença maligna dos linfócitos e histiócitos, inicia-se nos nódulos linfáticos, podendo atingir baço, trato gastrointestinal, fígado ou medula óssea.