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Analise o texto abaixo:
Em uma situação de parada cardiorrespiratória (PCR) em adulto, se o paciente _____________ via aérea avançada recomenda-se que a relação de compressão e ventilação seja de ___________.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
não tiver • 5 para 2
não tiver • 15 para 2
não tiver • 30 para 2
tiver • 10 para 2
tiver • 15 para 5
Considere as afirmativas relacionadas ao atendimento do paciente em Parada Cardiorrespiratória (PCR), apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Para uma RCP de qualidade, deve-se realizar compressões torácicas com força ( ≥ 5 cm de profundidade, sem ultrapassar 6 cm), rápidas (100 a 120/min) e aguardar o retorno total do tórax.
(__)Em pacientes sem via aérea avançada, manter relação compressão-ventilação de 30:2.
(__)O primeiro passo diante de uma possível parada cardiorrespiratória é avaliar se o paciente tem pulso.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
F, F, F.
F, V, V.
V, V, V.
V, F, F.
V, V, F.
A Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) envolve uma série de manobras para reverter a parada cardiorrespiratória (PCR) e manter a oxigenação e perfusão tecidual adequadas. Para adultos, uma conduta que reflete a qualidade da RCP é
comprimir com força (pelo menos 3 cm) e rapidez (100 a 120/min).
minimizar interrupções durante as compressões.
alternar os responsáveis pelas compressões a cada 5 minutos.
promover uma relação compressão-ventilação de 60:2.
Em relação ao atendimento de um adulto em parada cardiorrespiratória no intra-hospitalar, assinale a alternativa correta.
A cadeia de sobrevivência é composta por cinco elos.
Assistolia e fibrilação ventricular são ritmos chocáveis.
A cada 3 a 5 minutos deve-se administrar epinefrina.
A compressão torácica deve ser no máximo 5 cm.
Em relação ao algoritmo de Parada Cardiorrespiratória, (PCR), em adultos, da American Heart Association, (2020), a qualidade da Ressuscitação Cardiopulmonar, (RCP), pode ser alcançada quando:
Realizam-se compressões de no mínimo 5 cm e rápidas (100-140/min), aguardando retorno total do tórax, interrompendo compressões o mínimo possível.
Realizam-se compressões de no mínimo 3 cm e rápidas (60-100/min), independente do retorno 8 total do tórax, e se alterne o responsável pelas compressões a cada 2 minutos.
Realizam-se em pacientes sem via aérea avançada, a relação compressão-ventilação de 15:2, priorizando ventilações sempre que possível.
Realizam-se compressões de no mínimo 5 cm e rápidas (100-120/min), aguardando retorno total do tórax, minimiza interrupções e se evita ventilação excessiva.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é uma emergência médica que requer ação imediata para maximizar as chances de sobrevivência do paciente. Compreender as causas da PCR é essencial para direcionar o tratamento adequado. Um sistema comumente utilizado para identificar as possíveis causas da PCR é o sistema dos 5Hs e 5Ts. As quatro principais causas de PCR são
hipovolemia, hipertermia, trombose pulmonar e toxinas.
hipervolemia, tensão no tórax por pneumotórax, hipercalemia e tamponamento cardíaco.
hipóxia, hipotermia, toxinas e trombose coronária.
tamponamento cardíaco, hipocalemia, trombose pulmonar e hipervolemia.
É importante o profissional da equipe de enfermagem conhecer os aspectos que necessita observar, em relação a um pós-episódio de Parada Cardiorrespiratória (PCR) em criança. Entre os vários componentes que existem na lista de verificação de cuidados pós-PCR pediátrica, alguns são relacionados à oxigenação/ventilação; à monitorização hemodinâmica; ao controle da temperatura; aos eletrólitos e à glicose.
Sob a supervisão do Enfermeiro, quais procedimentos o Técnico em Enfermagem deve realizar na assistência de uma criança pós-PCR?
Medir a oxigenação da criança; monitorar a pressão arterial; medir e monitorar a temperatura; medir a glicemia; monitorar o débito urinário.
Monitorar o débito urinário; monitorar a pressão arterial e a temperatura; fazer as manobras indicadas para a adequada ressuscitação cardiopulmonar.
Otimizar psiquicamente e neurologicamente a criança; medir a glicemia; fazer as manobras indicadas para a adequada ressuscitação cardiopulmonar; monitorar a temperatura.
Controlar a movimentação da criança; fazer as manobras indicadas para a adequada ressuscitação cardiopulmonar; medir a oxigenação; medir o débito urinário; otimizá-la psiquicamente.
Durante uma parada cardiorrespiratória (PCR) em gestante, a resposta imediata com ressuscitação cardiopulmonar (RCP) é crucial para aumentar as chances de sobrevivência tanto da mãe quanto do feto. Os procedimentos de RCP em gestantes são similares aos realizados em pacientes não grávidas, mas consideram algumas modificações específicas para garantir a segurança da gestante e do feto. São possíveis etiologias de PCR materna, EXCETO:
Hipomagnesemia.
Embolia.
Febre.
Hipertensão.
Hemorragia.
As Diretrizes de RCP (Reanimação Cardiopulmonar) são recomendações estabelecidas por organizações de saúde, como a American Heart Association (AHA) e o International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR), com o objetivo de padronizar as práticas de ressuscitação para melhorar a sobrevivência em situações de parada cardíaca. Em relação à reanimação cardiopulmonar, é correto afirmar:
Orienta-se a desfibrilação precoce em casos de fibrilação ventricular ou assistolia.
Em caso de ritmo não chocável, pode-se administrar 1mg de epinefrina a cada 3 a 5 minutos.
Deve-se alternar os responsáveis pelas compressões a cada 3 minutos ou antes, se houver cansaço.
Se via aérea avançada, administrar 1 ventilação a cada 8 segundos, com compressões torácicas contínuas.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é uma situação vivenciada em diversos cenários, e o profissional de saúde deve estar em constante atualização acerca do tema. Os protocolos trazem como primeira ação, após identificar a PCR, solicitar ajuda e depois proceder à reanimação. Quanto à identificação da PCR, são sinais típicos dessa urgência em saúde, EXCETO:
Sangramento.
Cianose.
Inconsciência.
Ausência de pulso central.
Ausência de movimentos respiratórios.
No atendimento aos casos de parada cardiorrespiratória com reanimação cardiopulmonar, o ciclo C A B significa:
C (abertura de vias aéreas) A (reanimação) B (massagem cardíaca)
C (pedido de ajuda) A (ventilação) B (desfibrilador)
C (desfibrilador) A (massagem toráxica) B (encaminhamento)
C (circulação/compressão); A (abertura de vias aéreas) B (ventilação)
As paradas cardíacas (PC) podem ocorrer em quatro diferentes ritmos, que são:
Fibrilação atrial (FA), taquicardia ventricular sem pulso (TVSP), flutter atrial e assistolia.
Flutter atrial, fibrilação ventricular (FV), taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) e atividade elétrica sem pulso (AESP).
Flutter atrial, fibrilação ventricular (FV), assistolia e taquicardia paroxística supraventricular (TPSV).
Fibrilação ventricular (FV), taquicardia ventricular sem pulso (TVSP), atividade elétrica sem pulso (AESP) e assistolia.
A equipe de socorrista não inicia a RCP se as seguintes situações estiverem presentes, EXCETO:
Rigidez cadavérica;
Decapitação;
Decomposição;
Esmagamento do tórax;
Palidez oral.
Você está diante de um trabalhador, supostamente vítima de um “mal súbito”. Ao examinar a vítima, você constata ausência completa de consciência, ausência de pulso carotídeo e ausência de movimentos torácicos respiratórios. Assim, pressupondo a ocorrência de uma parada cardiorrespiratória, você precisa iniciar as manobras de RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar) e precisa atentar para os critérios de qualidade da RCP.
Segundo as diretrizes de 2020 da AHA (American Heart Association), considera-se critério de qualidade da RCP para adultos, em suporte básico de vida (SBV):
Promover ventilação excessiva para garantir o retorno da oxigenação da vítima.
Comprimir o tórax com força que garanta uma profundidade mínima de 3cm e máxima de 4cm.
Promover interrupções constantes das compressões torácicas para evitar lesões à vítima.
A relação compressão-ventilação deve ser sempre 30:2.
O ritmo das compressões torácicas deve ser rápido: 60 a 80 compressões por minuto.
Conforme a American Heart Association (2020), com relação ao atendimento de parada cardiorrespiratória (PCR) em adulto, assinale a opção correta:
Sem uma via área avançada, na manobra de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), a relação de compressão-ventilação é de 20 compressões torácicas para 2 insuflações.
Deve-se interromper as compressões torácicas durante a manobra de ressuscitação cardiopulmonar para instalar os eletrodos de adulto do desfibrilador externo automático (DEA) no tórax do paciente.
Comprima com força (pelo menos 5cm) e rápido (100 a 120 por minuto) e aguarde o retorno do tórax.
Quando houver uma via área avançada, administre 1 ventilação a cada 10 segundos com compressões torácicas continuas.
Alterne os responsáveis pelas compressões a cada 5 minutos.
Com base nas diretrizes da American Heart Association de 2020, considere as seguintes afirmações sobre parada cardiorrespiratória (PCR).
I - Quando o ritmo identificado inicialmente for assistolia, a adrenalina pode ser administrada imediatamente e repetida a cada 3 a 5 minutos, enquanto, no ritmo de fibrilação ventricular, a primeira dose de adrenalina somente será administrada após a primeira desfibrilação.
II - Ao usar um desfibrilador bifásico, a dose inicial recomendada deve seguir a recomendação do fabricante, em geral, de 120 a 200 J. Se a recomendação do fabricante for desconhecida, devemos iniciar com a dose mais alta possível.
III - A lidocaína pode ser usada no atendimento de uma PCR em taquicardia ventricular, em substituição ao uso da amiodarona.
IV - O uso da amiodarona nos ritmos chocáveis deve ocorrer antes da primeira dose de adrenalina.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas I, III e IV.
Em relação ao algorítmo de Parada Cardiorrespiratória do Adulto (PCR), segundo a American Heart Association de 2020, analise as afirmativas.
I. Após iniciada a Reanimação Cardiopulmonar (RCP) e identificado o ritmo não chocável (AESP e Assistolia), é indicada administração da epinefrina imediatamente.
II. A administração da amiodarona é indicada após o terceiro choque em ritmos chocáveis (FV e TVSP).
III. Em situações de Fibrilação Ventricular, a epinefrina é indicada a ser administrada após o primeiro choque.
IV. A minimização das interrupções das compressões e a realização da ventilação excessiva são orientações para manutenção da qualidade da RCP.
Está correto o que se afirma em
II e III.
III e IV.
I e IV.
I e II.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é caracterizada pela interrupção brusca da circulação sistêmica e da respiração. Devido à redução de oxigênio e de nutrientes para os tecidos corporais, há maior risco de morte do indivíduo, o que torna a PCR uma grave emergência médica. Conforme a American Heart Association (2020), referente ao atendimento a uma PCR, assinale a alternativa correta.
Para as compressões torácicas eficazes, todos os socorristas devem fazer compressões a uma frequência de 100 a 110/min.
O tratamento medicamentoso de primeira escolha em pacientes com o ritmo em AESP é a epinefrina.
O principal pulso de escolha para checar a PCR é o da região femoral.
Realizar ventilações na proporção de 30:2 (adulto) em pacientes com via aérea definitiva.
As compressões torácicas devem chegar a, pelo menos, 4 cm de profundidade e não superior a 7 cm.
O profissional de saúde deve saber o que fazer, no momento em que se depara com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR), mesmo fora do ambiente hospitalar. A PCR é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso, juntamente com falha na mecânica ventilatória. Na Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar (PCREH), em relação ao suporte básico e avançado de vida para adultos, a American Heart Association (AHA) recomenda o seguimento de uma sequência de atitudes.
Qual é a cadeia de sobrevivência da AHA para PCREH para adultos?
Se houver uma situação de PCREH, o primeiro passo é acionar o serviço médico de emergência; em seguida, deve ser realizada uma RCP de alta qualidade, de 30:2 (30 compressões seguidas por 2 insuflações); a seguir, deve ser realizada a desfibrilação com o DEA (Desfibrilador Externo Automático). Feito isso, o paciente irá passar por uma ressuscitação avançada, receber cuidados pós-PCR e recuperar-se.
Se houver uma situação de PCREH, a primeira ação para salvar a vida do paciente é acalmar as pessoas ao seu redor; na sequência, aciona-se o serviço médico de emergência; após, realiza-se uma RCP de qualidade e agilidade, de 40:4 (40 compressões de tórax com 4 insuflações) e usa-se o DEA (Desfibrilador Externo Automático). Feito isso, deve haver uma ressuscitação avançada, o paciente receberá cuidados pós-PCR e recuperar-se.
Na PCREH, a primeira atitude para salvar o paciente é mantê-lo tranquilo; após, deve-se acionar o serviço médico de emergência; enquanto esse serviço não chega, deve-se realizar a RCP de alta qualidade, de 10:1 (10 compressões seguidas por 1 insuflação); a seguir, deve ser realizada a desfibrilação com o DEA (Desfibrilador Externo Automático). Feito isso, há a necessidade de uma ressuscitação avançada, o paciente deverá receber cuidados pós-PCR e recuperar-se.
Na PCREH, para salvar a vida do paciente, a primeira ação é tranquilizá-lo, bem como os acompanhantes; na sequência, deve-se acionar o serviço médico de emergência; em seguida, deve-se realizar uma RCP de alta qualidade, de 40:3 (40 compressões seguidas por 3 insuflações); a seguir, deve ser realizada a desfibrilação com o DEA (Desfibrilador Externo Automático). Feito isso, o paciente irá passar pela etapa de ressuscitação avançada, ou seja, há a necessidade de um suporte avançado de vida, uma organização dos cuidados pós-PCR e a espera pela recuperação.
Você é solicitado para atender uma vítima do sexo feminino, 92 anos de idade, portadora de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), inconsciente, apneia e com ausência de pulso em grandes artérias. Após o reconhecimento imediato da parada cardiorrespiratória (PCR), foi solicitada a ajuda e acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Nesse contexto, a equipe multiprofissional iniciou o Suporte Básico de Vida (SBV) e todas as condutas no manejo avançado da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), em consonância com as diretrizes para reanimação da American Heart Association (AHA, 2020).
A respeito das intervenções adequadas do enfermeiro e de toda a equipe multiprofissional da Unidade de Suporte Avançado (USA) nessa situação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Neste contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Somente trocar a compressão a cada 5 ciclos, ou seja, a cada 3 minutos.
II. A equipe multiprofissional deve realizar compressões torácicas efetivas, na velocidade de 100 a 120 batimentos por minuto. No Suporte Básico de Vida (SBV), a relação compressão/ventilação deve ser de 30 compressões e 02 ventilações, sendo necessária a administração de 1 mg de epinefrina no intervalo de 3 a 5 minutos, sendo iniciada no tempo indicado pelo algoritmo do ritmo de PCR identificado.
III. As manobras de reanimação no Suporte Básico de Vida (SBV) durante a PCR para o atendimento em adulto devem estabelecer um ciclo de 30 compressões e 02 ventilações em 05 ciclos, que equivale em torno de 02 minutos, sendo necessário trocar os socorristas a cada 05 ciclos ou quando houver exaustão do profissional.
IV. A equipe deve se atentar para os ritmos de PCR, considerando os ritmos chocáveis a Fibrilação Ventricular (FV) e Taquicardia Ventricular com Pulso e os ritmos não chocáveis a Assistolia e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP).
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar:
I, II e III são proposições verdadeiras.
I e IV são proposições falsas.
II é uma proposição falsa.
II, III e IV são proposições verdadeiras e a asserção I é falsa.