

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A escala de quedas de Morse é constituída por seis itens, com pontuações específicas para cada resposta. A soma das pontuações resulta num escore, com classificação de risco baixo, médio ou alto. Compõem os itens dessa escala, EXCETO:
Diagnóstico secundário.
Apoio para a deambulação.
Paciente utiliza dispositivo endovenoso.
Estado mental.
Melhor resposta motora.
A avaliação do risco de quedas nos pacientes idosos dentro do ambiente hospitalar é uma importante ferramenta que a Enfermagem pode implementar no seu dia a dia, auxiliando na segurança do paciente, bem como prevenindo a queda. É utilizado uma escala de avaliação de queda que possui seis itens principais, com opções de respostas e pontuação relacionada. Quanto maior o escore, maior o risco de queda. Trata-se da Escala:
Katz.
Pfeffe.
Morse.
Braden.
O Programa Nacional de Segurança do Paciente define estratégias para prevenção de quedas em serviços de saúde por meio do Protocolo Prevenção de Quedas. O tema é de fundamental importância e deve ser trabalhado por todos os setores dos serviços, envolvendo não somente os funcionários, mas também pacientes e acompanhantes. Qual das opções abaixo não é uma medida a ser instituída para prevenir quedas?
Sinalização visível de piso molhado ou escorregadio.
Identificação de pacientes com maior risco de queda.
Adequação da dieta de acordo com necessidades individuais.
Capacitação dos profissionais para serem ativos na prevenção de quedas.
Sendo as quedas uma preocupação enquanto indicador da qualidade em saúde, os enfermeiros têm um papel fundamental na formação e criação de ambientes seguros e normas que visem a sua prevenção. A escala de Morse, nos dias atuais, vem sendo uma ferramenta utilizada para avaliar o risco de queda em pacientes internados e a partir dela prevenir este evento. Referente a escala mencionada acima, assinale a alternativa correta.
A escala deve ser aplicada a todos os clientes com mais de 10 anos.
A pontuação varia de 0 a 125 pontos.
O resultado obtido é indicativo do risco de queda, quanto menor o score maior o risco.
Considera-se baixo o risco de queda quando o resultado obtido, através da aplicação da escala, é igual ou superior a 45 pontos.
É constituída por sete itens com duas ou três possibilidades de resposta para cada um.
Considerando a criança no contexto hospitalar, para prestar uma assistência segura, o enfermeiro deve seguir o protocolo de prevenção de quedas. Segundo o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), a avaliação do risco de queda deve ser feita no momento da admissão do paciente com o emprego de uma escala adequada ao perfil de pacientes da instituição. Deste modo, considerando a especificidade do publico pediátrico, utilizamos a escala de Humpty-Dumpty adaptada. De acordo com essa escala, indique a pontuação que classificará á criança com alto risco de queda:
de 07 a 09 pontos na escala Humpty-Dumpty com ou sem fatores predisponentes.
de 12 a 22 pontos na escala Humpty-Dumpty
abaixo de 07 pontos na escala Humpty-Dumpty sem fatores predisponentes.
abaixo de 10 pontos na escala Humpty-Dumpty com fatores predisponentes.
acima de 150 pontos na escala Humpty-Dumpty com fatores predisponentes.
Queda é uma ocorrência comum em idosos e pode causar fraturas graves, hematoma subdural, incapacidade e até morte. Para prevenção de quedas e manutenção da capacidade locomotora, o idoso deve ser orientado a evitar
a prática de exercícios físicos regulares.
o uso de tecnologias assistivas, como andadores, bengalas e cadeiras de rodas.
o uso de tapetes na casa, principalmente em escadas e degraus.
o uso de sapatos fechados, sandálias com fecho e tênis.
Escala utilizada para avaliar risco de queda:
Morse.
Braden.
Likert.
Fugulin.
Perroca.
A escala de Morse é composta por seis critérios para a avaliação do risco de
broncoaspiração.
tromboembolismo venoso (TEV).
infarto do miocárdio.
queda.
Atendendo às orientações instituídas no Programa Nacional de Segurança do Paciente, o Protocolo de Prevenção de Quedas do Ministério da Saúde prevê que a avaliação do risco de queda deve ser feita no momento da admissão do paciente, com o emprego de uma escala adequada ao perfil de pacientes da instituição. Para tal finalidade, a escala que é reconhecida e amplamente utilizada no território nacional e internacional para avaliar o paciente no que se refere ao risco de queda é a de
Morse.
Braden.
Cincinnati.
Fugulin.
Bristol.
Quedas são um risco para as pessoas idosas dadas as suas consequências. Infelizmente, as quedas são resultados da combinação de alta incidência com alta suscetibilidade para lesões de diferentes gravidades. São causas e fatores de risco para quedas, EXCETO:
Fadiga e dificuldade de equilíbrio.
Hipotensão ortostática e lesão neurológica.
Síncope e redução da acuidade visual.
Glasgow 15 e membros inferiores com tônus preservados.
As metas internacionais de segurança do paciente são as seguintes: identificar o paciente corretamente; melhorar a eficácia da comunicação; melhorar a segurança dos medicamentos de alta vigilância; assegurar cirurgias com local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto; reduzir o risco de infecções associadas a cuidados de saúde; e reduzir o risco de danos ao paciente, decorrente de quedas.
Certo
Errado
A queda representa um grande problema para as pessoas idosas dadas as suas consequências (injúria, incapacidade, institucionalização e morte) que são resultado da combinação de alta incidência com alta suscetibilidade a lesões.
As medicações que o idoso utiliza não interferem no aumento do risco de quedas.
O idoso que já possui um histórico de quedas possui menor chance de cair novamente.
O ambiente em que o idoso vive não influencia nas quedas uma vez que elas são influenciadas apenas pela sua condição de saúde.
Os fatores intrínsecos para o risco de quedas decorrem das alterações fisiológicas relacionadas ao avançar da idade, da presença de doenças, de fatores psicológicos e de reações adversas de medicações em uso.
Dentre os fatores extrínsecos que contribuem para o risco de quedas podem-se destacar idade acima de 60 anos, doença de Parkinson e alterações cognitivas.
Conforme CARMAGNANI, o Ministério da Saúde orienta que os serviços de saúde adotem medidas universais para a prevenção de quedas de todos os pacientes, independentemente do risco. Essas medidas incluem a criação de um ambiente de cuidado seguro, conforme a legislação vigente. Em relação às intervenções com multicomponentes para a prevenção de quedas, analisar os itens abaixo:
I. A identificação do paciente com risco de queda deve ser feita apenas no prontuário. Não deverá ser feita por meio de pulseira e/ou de sinalização à beira do leito para evitar constrangimentos ao paciente.
II. Os pacientes com risco de queda devem ter supervisão intensiva, sobretudo aqueles que apresentarem confusão mental. Nessa situação, o profissional de enfermagem deve conscientizar a família sobre a importância da presença de um acompanhante.
III. As grades do leito do paciente com risco de quedas devem ser mantidas sempre elevadas e a cama na posição baixa, se possível, e com as rodas travadas.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Quedas de pacientes contribuem para elevar o tempo de internação hospitalar, custos assistenciais e podem desencadear repercussões de ordem legal. Para prevenir quedas de pacientes, o técnico de enfermagem deve
alocar pacientes com histórico de queda o mais próximo possível do posto de enfermagem.
avaliar os fatores de riscos para queda, incluindo os demográficos, psicocognitivos, psicossociais e presença de acompanhante.
evitar a ocorrência de queda dos seus pacientes, entretanto, quando estas acontecerem, manter sigilo profissional sobre o evento.
indicar ao médico a prescrição de repouso absoluto no leito para pacientes com diminuição da capacidade cognitiva.
manter grades elevadas e rodas da cama livres para pacientes em períodos pré-cirúrgico e pós-operatório imediato.
São medidas para prevenção de queda dos pacientes, EXCETO:
Ter dispositivos de assistência (p.ex., bengala, andador, mesa de cabeceira) no lado da saída da cama.
Colocar tapetes nos locais que o paciente deambula.
Organizar os itens necessários (p.ex., jarro de água, telefone, materiais de leitura, dentaduras) em local de fácil alcance do paciente, respeitando uma forma lógica de uso.
Manter travas seguras nas camas, macas e cadeiras de rodas.
Em relação à prevenção de quedas, assinalar a alternativa CORRETA:
A queda é definida como o deslocamento intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, provocado por circunstâncias multifatoriais, resultando ou não em dano.
A avaliação do risco de queda deve ser feita no momento da admissão do paciente, com o emprego de uma escala adequada ao perfil dos pacientes da instituição.
Em caso de queda, deve-se encaminhar o paciente ao leito e tranquilizá-lo.
O Ministério da Saúde orienta que os serviços de saúde adotem medidas universais para a prevenção de quedas somente de idosos.
A segurança do paciente é o aspecto crucial de qualidade, o qual se resume apenas em proporcionar uma assistência efetiva.
Durante a consulta de enfermagem, ao avaliar pacientes externos, deve-se considerar os fatores predisponentes de Risco para Queda, como:
Distúrbios neurológicos como demência e paresia / uso antibiótico.
Alteração do nível de consciência / uso de hormônios.
Uso de diuréticos / adolescente ≤ de 15 anos.
Criança ≤ a 5 anos / Déficit sensitivo (visão, audição e tato).
Idoso ≤ a 65 anos com acompanhantes / dificuldade de marcha.
De acordo com Protocolo de Prevenção de Quedas (ANVISA, 2022) a reavaliação do risco de queda em pacientes hospitalizados deve se dar nos casos de:
uso de sedativos, ausência do acompanhante e/ou após a higiene corporal
transferência de setor, mudança do quadro clínico e/ou queda durante a internação
identificação de fator predisponente, uso de antitérmicos e/ou mudança de faixa etária
confusão mental, encaminhamento para o centro-cirúrgico e/ou necessidade de muleta
São fatores de risco para quedas de pacientes em hospitais
agitação e deficiência auditiva.
déficit cognitivo e dor intensa.
prurido e deficiência visual.
hipotensão postural e agitação.
fatores ambientais e insônia.
As quedas são um problema comum nos ambientes de cuidados de saúde. Vários fatores aumentam o risco de quedas, incluindo:
Uso de anti-hipertensivos, diabetes mellitus, idade superior a 60 anos.
Histórico de quedas, idade superior a 65 anos, problemas de marcha e equilíbrio.
Uso de bengalas, calçados apropriados, uso de pijamas.
Pisos escorregadios, dificuldades de marcha, fibromialgia.
Idade inferior a 5 anos, uso de andadores, tênis com solado de borracha.