O transporte extra-hospitalar é realizado sempre que houver a
necessidade de recursos humanos, diagnósticos, terapêuticos
e de suporte avançado de vida que não estejam presentes no
local onde se encontra o paciente.
O cotidiano hospitalar é cercado por riscos de iatrogênicos,
cujos tipos e causas estão, muitas vezes, associados aos
procedimentos e cuidados de enfermagem e também à infraestrutura
da instituição hospitalar.
O transporte do paciente de risco deve ser realizado de
forma rápida a fim de evitar novos danos. Considerando
essa premissa e as legislações sobre o assunto cabe ao
técnico de enfermagem
A
solicitar uma unidade de suporte básico de vida para
transportar pacientes em estado crítico.
B
remover o paciente imediatamente, realizar a avaliação
primária e procedimentos de estabilização respiratória
e hemodinâmica, ao final do transporte.
C
transferir o paciente rapidamente, em caso de demora
da resposta das orientações da central
reguladora, e justificar posteriormente o motivo da
decisão de transferência imediata.
D
elaborar o documento de transferência, registrando
as informações relativas ao atendimento prestado e
condutas adotadas, identificado e assinado.
E
responsabilizar a unidade encaminhadora do paciente,
em caso de intercorrências durante o procedimento
na unidade realizadora do atendimento.
Um indivíduo hipertenso, fazendo acompanhamento em uma unidade básica de saúde, solicitou a uma enfermeira licença para consultar seu prontuário. A enfermeira negou-se a atender à solicitação.
Nessa situação, a conduta da enfermeira foi ética, pois o paciente poderia prejudicar-se, fazendo interpretações errôneas das anotações.
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