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A RDC/Anvisa nº 36/2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências, regulamenta aspectos da segurança do paciente como a implantação dos Núcleos de Segurança do Paciente, a obrigatoriedade da notificação dos eventos adversos e a elaboração do Plano de Segurança do Paciente. Nessa resolução, são adotadas algumas definições, sendo assim, analise as assertivas abaixo:
I. Dano é o comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
II. Evento adverso é um incidente que resulta em dano à saúde.
III. Garantia da qualidade é o conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança.
IV. Gestão de risco é a instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.
V. Serviço de saúde é o conjunto de equipamentos, medicamentos, insumos e procedimentos utilizados na atenção à saúde, bem como os processos de trabalho, a infraestrutura e a organização do serviço de saúde.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas I, IV e V.
I, II, III, IV e V.
Dentre os princípios e diretrizes adotados pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), conforme Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) de nº 36, de 25 de julho de 2013, assinale a alternativa correta.
A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde
A disseminação local da cultura de segurança
A desarticulação e a integração dos processos de gestão de vetores
A garantia das más condições das instalações do serviço de saúde
O fortalecimento da cultura do medo em se trabalhar em serviços de saúde, pois assim os profissionais se previnem mais
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) no 36/2013 da Anvisa estabelece a obrigatoriedade de criação de núcleos de segurança do paciente nos serviços de saúde e da notificação obrigatória de eventos adversos associados à assistência do paciente.
A segurança do paciente tem sido cada mais discutida no âmbito da qualidade da assistência e dos serviços de saúde. A RDC n. 36, de 25 de julho de 2013, instituiu ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, deu outras providências e definiu a segurança do paciente como sendo
os componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados.
o conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança.
as ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam nos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem.
a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
De acordo com a RDC nº 36, de julho de 2013, todos os serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa, devem constituir instância para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente, que terá a denominação de:
gerência de risco e segurança.
vigilância em saúde.
serviço de acreditação.
núcleo de segurança do paciente.
setor de educação permanente.
A Resolução RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências, na seção III adota algumas definições:
1. Totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem.
2. Aplicação sistêmica e contínua de políticas, procedimentos, condutas e recursos na identificação, análise, avaliação, comunicação e controle de riscos e eventos adversos.
3. Conjunto de equipamentos, medicamentos, insumos e procedimentos utilizados na atenção à saúde, bem como os processos de trabalho, a infraestrutura e a organização do serviço de saúde.
4. Redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
São definições de Gestão de Risco e Segurança do Paciente presentes na RDC nº 36:
Com o intuito de padronizar a linguagem adotada dos termos relacionados à segurança do paciente, foi desenvolvida a Classificação Internacional de Segurança do Paciente (ICPS). Segundo essa classificação, correlacione o termo ao conceito correspondente e escolha a alternativa que corresponde a sequência CORRETA:
1. Erro
2. Incidente
3. Near miss
4. Incidente sem dano
( ) falha em executar um plano de ação como pretendido ou como a aplicação de um plano incorreto.
( ) evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário ao paciente.
( ) incidente que não atingiu o paciente.
( ) evento que atingiu o paciente, mas não causou dano discernível.
2,3,4,1
1,2,3,4
2,3,1,4
1,2,4,3
2,1,3,4
A RDC nº 36/2013/ANVISA instituiu ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, e considerou que Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) deve adotar os seguintes princípios e diretrizes, EXCETO:
A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde.
A investigação de incidentes em saúde incentivando a notificação voluntária e a identificação dos responsáveis pelos danos.
A disseminação sistemática da cultura de segurança.
A articulação e a integração dos processos de gestão de risco.
A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde.
Os profissionais de enfermagem são responsáveis por grande parte das ações assistenciais e, portanto, encontram-se em posição privilegiada para reduzir a possibilidade de incidentes que atingem o paciente. No Brasil, o Ministério da Saúde (MS) instituiu, em 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) com o objetivo de implementar medidas assistenciais, educativas e programáticas e iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção.
Considerando a RDC Nº 36, que institui ações para a segurança do paciente, é correto afirmar que
evento adverso é um incidente que resulta em dano à saúde, e o incidente é um evento que poderia ter resultado ou resultou em dano inevitável à saúde.
é desnecessário definir e promover mecanismos para identificar e avaliar a existência de não conformidades nos processos e procedimentos realizados nas instituições de saúde.
dano é o comprometimento da estrutura ou função do corpo e / ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em até uma semana a partir do ocorrido, após uma investigação minuciosa do fato.
A Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa nº 36, de 25 de julho de 2013, institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, dá outras providências e define termos-chaves. Com base no artigo 3º dessa resolução, considere as seguintes afirmativas:
1. Dano é o comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
2. Evento adverso é o incidente que resulta em dano à saúde.
3. Incidente é o evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário à saúde.
4. Acidente é o dano irreparável que ocorre ao acaso e compromete uma estrutura ou função do corpo.
Assinale a alternativa correta.
Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
A Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, tem por objetivo instituir ações para a promoção da segurança do paciente.
Assinale a alternativa que NÃO é responsabilidade do Núcleo de Segurança do Paciente.Promover ações para a gestão de risco no serviço de saúde.
Notificar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, somente nas segundas, terças e quartas feiras, os eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde.
Analisar e avaliar os dados sobre incidentes e eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde.
Prevenir e controlar eventos adversos em serviços de saúde, incluindo as infecções relacionadas à assistência à saúde.
Com base na Resolução nº 36, de 25 de julho de 2013, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O Núcleo de Segurança do Paciente deve notificar, mensalmente, ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária os eventos adversos decorrentes da prestação do serviço de saúde, por meio de ferramentas eletrônicas.
( ) A direção do serviço de saúde deve constituir o Núcleo de Segurança do Paciente e conferir autoridade, responsabilidade e poder aos seus membros.
( ) Compete à ANVISA, em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, monitorar os dados sobre eventos adversos notificados pelos serviços de saúde, divulgar relatório anual sobre eventos adversos com a análise das notificações realizadas pelos serviços de saúde e acompanhar, junto às vigilâncias sanitárias distrital, estadual e municipal, as investigações sobre os eventos adversos que evoluíram para óbito.
( ) Compete ao Núcleo de Segurança do Paciente dos serviços de saúde a guarda dos dados de vigilância de eventos adversos locais, para divulgação em relatório anual com a análise das notificações realizadas pelos profissionais de saúde.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
V – V – F – F.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
V – V – V – F.
F – F – F – V.
A fim de contribuir para a melhoria da prestação de serviços em saúde, qualidade da assistência e segurança do paciente, instituiu-se a Resolução – RDC nº 36, de 25 de julho de 2013 (ANVISA/Ministério da Saúde), que regulamenta como ações:
I. Núcleos de Segurança do Paciente – NSP;
II. Planos de Segurança do Paciente;
III. Obrigatoriedade da Notificação de Eventos Adversos;
IV. Processamento de Produtos para a Saúde.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
I e II.
I e IV.
III e IV.
I, II e III.
II, III e IV.
O plano de segurança do paciente em serviços de saúde prevê estratégias e ações de gestão de risco. Dadas as atividades previstas na RESOLUÇÃO – RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, nos serviços de saúde,
I. Monitoramento e comunicação de riscos no serviço sistematicamente.
II. Identificação do paciente e Higienização das mãos.
III. Estimular a participação da família e do paciente na assistência prestada ao paciente.
IV. Prevenção de quedas do paciente e de úlceras por pressão.
verifica-se que estão corretas
I, II, III e IV.
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
I e IV, apenas.
I e II, apenas.
Ações para segurança do paciente em serviços de saúde foram instituídas pela Resolução RDC no. 36 de 25 de julho de 2013. Para efeito dessa resolução, o termo “segurança do paciente” é definido como:
redução total do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
erradicação do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
evitar os eventos adversos que causam danos associado à atenção à saúde.
redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
erradicação das ocorrências de incidentes que causam danos associado à atenção à saúde.
A resolução n. 36, de 25 de julho de 2013, tem por objetivo instituir ações para a promoção da segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa. Para efeito desta resolução, defini-se cultura de segurança como:
formulação de políticas que objetivam garantir a integridade profissional, o meio ambiente e a imagem institucional.
totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem.
implementação de documento que aponta situações de risco e descreve estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no serviço de saúde.
conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.