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Cada criança que nasce é parte de um ambiente familiar que influenciará a formação deste sujeito em desenvolvimento. Nesse sentido, é importante que o(a) enfermeiro(a) esteja apto(a) a identificar os sinais de construção de parentalidade no ambiente familiar. Sobre o desenvolvimento da função parental, é INCORRETO afirmar que:
A manifestação de sentimentos, tais como medo de não conseguir manter a vida e o crescimento de seu bebê, de não conseguir envolver-se emocionalmente com o seu bebê de modo autêntico e pessoal é parte do processo de desenvolvimento de parentalidade.
O profissional de saúde pode estimular a parentalidade da mãe, do pai, ou de outros responsáveis, evitando julgamentos e valorizando sempre as boas práticas de atender as necessidades da criança
O bebê, os cônjuges, a família ampliada e os profissionais que trabalham com pais e bebês podem estimular o sentimento de parentalidade no ambiente familiar
O termo parentalizar designa a influência positiva que uma pessoa exerce sobre o sentimento que um adulto tem de ser pai e mãe e refere-se à vivência da identidade parental e aos sentimentos de competência dos pais com relação aos cuidados que eles dispensam ao seu bebê.
A parentalidade é definida como o conjunto de remanejamentos biológicos e genéticos que permitem ao adulto tornar-se pai ou mãe.
Durante as consultas de puericultura pode haver presença de situações de risco e vulnerabilidade à saúde do recém-nascido. Assinale a alternativa que configura vulnerabilidade ao RN:
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 34 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 32 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 14 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 34 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 1 ano de idade.
Criança residente em área de risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 37 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
As síndromes diarreicas agudas possuem diversos fatores etiológicos, cuja manifestação predominante é o aumento de evacuações, com consistência aquosa. Em suas visitas domiciliares, o agente comunitário ao se deparar com uma situação de diarreia e vômito, em uma criança de 2 anos de idade, com sinais de desidratação, como diminuição das eliminações vesicais e olhos fundos, deve
orientar a reidratação oral, com 50 ml de sais e eletrólitos.
orientar a hidratação oral com 200 ml de sal de reidratação oral.
orientar a hidratação oral com 200 ml de sal de reidratação oral, após os episódios de diarreia.
orientar os familiares a buscar os serviços de saúde.
orientar a aumentar a ingesta hídrica como sopas, soro caseiro, sucos e água.