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Risco é definido como a probabilidade de o agente químico causar dano a organismos suscetíveis ou a ecossistemas expostos a ele.
Os compostos teratogênicos são aqueles que causam mutações genéticas.
Na exposição a um agente químico, a dose letal permanece invariável, independentemente da forma física em que a substância se apresente.
A manipulação de substâncias químicas, como antibióticos e quimioterápicos de última geração, pode colocar o trabalhador de enfermagem em risco, sendo fundamental a adoção de práticas de trabalho adequadas ao desempenho de suas funções.
No trabalho em serviços de saúde, os recipientes contendo produto químico manipulado ou fracionado devem ser identificados, de forma legível, por etiqueta em que estejam especificados o nome do produto, a composição química, o nível de concentração, a data de envase e de validade, bem como o nome do responsável pela manipulação ou fracionamento do produto. A reutilização das embalagens de produtos químicos é permitida, desde que o rótulo seja trocado.
O hospital é um ambiente onde são encontrados diversos tipos de contaminantes biológicos que colocam em risco a saúde dos trabalhadores em enfermagem.
Os processos que envolvem a relação entre a disponibilidade química e a concentração do agente tóxico nos diferentes tecidos do organismo são incluídos na fase toxicodinâmica.
A lavagem gástrica facilita a introdução de antídotos locais e a evacuação gástrica e é indicada para recém-nascidos.
O tratamento das intoxicações é de difícil manejo, pois a fisiopatologia das intoxicações depende do agente tóxico e as substâncias químicas, suas características e toxicidade são muitas vezes desconhecidas.
Para determinar a concentração de um agente químico em um ambiente de trabalho, pode-se utilizar um amostrador passivo, que consiste em um sistema que força a passagem do ar através de um dispositivo para detectar os contaminantes presentes no ar ou para fazer a coleta de ar a fim de posterior encaminhamento a um laboratório.
Toxicidade é definida como um processo patológico causado por substâncias químicas endógenas ou exógenas e que se caracteriza pelo desequilíbrio homeostático, o qual decorre de alterações bioquímicas no organismo.
Independentemente do agente tóxico, as prioridades são avaliar e manter os sinais vitais e dar suporte às funções respiratória e cardiovascular. Pacientes inconscientes requerem mais cuidados.
As etapas básicas do atendimento do intoxicado incluem verificar se o paciente apresenta risco iminente de morte; estabelecer diagnóstico; diminuir exposição ao tóxico; aumentar a excreção do agente tóxico já absorvido; utilizar antídotos e antagonistas e realizar tratamento sintomático de suporte.
São comuns envenenamentos por monóxido de carbono resultante da inalação de produtos tóxicos durante a exposição ocupacional. Os grupos de risco incluem bombeiros, operários de fundições, mineiros e funcionários de pedágios.
A evacuação gástrica é realizada por êmese, ideal para a remoção de partículas grandes do agente tóxico e eficaz quando o paciente está consciente. Esse tratamento é indicado quando houver ingestão de cáusticos ou de derivados de petróleo.
O fato de um toxicante possuir grande volume de distribuição indica que a maior fração desse agente permanece no plasma, geralmente devido à fixação protéica.
A excreção é o processo pelo qual o organismo promove alterações na estrutura química dos xenobióticos e tem como vias mais representativas a urinária, a fecal e a pulmonar.
As fontes de poluição ambiental incluem os incêndios florestais, a maré vermelha, a atividade vulcânica e o acúmulo de arsênio em animais marinhos ou na água.
Há uma relação direta entre o índice terapêutico de uma substância e o risco de essa substância promover intoxicação.