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Considerando as boas práticas de engenharia de custos, a forma mais adequada de se realizar a apropriação dos serviços executados é
utilizar apenas as medições de empreiteiros terceirizados para apropriar custos, sem necessidade de validação técnica ou conferência do engenheiro responsável.
lançar os custos incorridos conforme a efetiva execução física dos serviços, utilizando critérios de mensuração padronizados, como percentuais de avanço, e integrando dados de campo, orçamento e contabilidade.
centralizar todos os custos indiretos no centro de custo de administração da obra e rateá-los igualmente entre os serviços ao final do projeto.
realizar a apropriação apenas no encerramento de cada etapa do cronograma, de modo a reduzir o número de lançamentos contábeis e simplificar o controle financeiro.
efetuar a apropriação dos custos de forma proporcional ao orçamento previsto, independentemente da medição física dos serviços, garantindo alinhamento com o planejamento inicial.
Um empreendimento exigirá um investimento de R$ 1.000.000,00 no início do primeiro ano, estando previstos retornos no valor de R$ 400.000,00 ao final do primeiro, segundo e terceiro anos.
Considere a tabela abaixo, que indica os valores aproximados de [1/(1+𝑖/100)]n , para 5 valores distintos de taxa de retorno anual 𝑖 (em %) e três valores de 𝑛.

Dentre os valores de taxa de retorno mostrado na tabela, o máximo valor que pode ser adotado, de forma a ainda tornar o empreendimento economicamente viável, é de
6%.
7%.
8%.
9%.
10%.
Um Engenheiro Orçamentista avalia o desempenho econômico-financeiro de uma obra. Nesse contexto, o indicador CORRETAMENTE adequado para medir a relação entre valor agregado e custo real, é:
Índice de Prazo (SPI).
Índice de Desempenho de Custo (CPI).
Índice de Liquidez Corrente.
Taxa Interna de Retorno (TIR).
Índice de Endividamento.
Com relação à análise de viabilidade econômica de um projeto, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Quanto maior a taxa mínima de atratividade, menor é a chance de determinado fluxo de caixa tornar-se viável.
( ) Se o volume total de pagamentos ao longo do tempo for igual ao de recebimentos, o projeto não pode se tornar viável.
( ) A análise de viabilidade é calculada com base no VPL, que corresponde ao valor do projeto quando de seu término.
As afirmativas são, respectivamente,
V – F – V.
F – V – V.
V – V – F.
F – V – F.
V – F – F.
Na execução de uma obra comercial, a construtora avaliou alternativas para aquisição antecipada de formas metálicas, a fim de evitar atrasos no cronograma. Um fornecedor ofereceu parcelamento do valor de R$ 80.000,00 pelo prazo de 3 meses, à taxa de 2% ao mês, no regime de juros compostos, com pagamento único ao final do período. Para subsidiar a decisão financeira, o Engenheiro responsável analisou os impactos do financiamento no custo da obra. Com base nessa situação, analise as assertivas a seguir.
I. No regime de juros compostos, o montante ao final de 3 meses é inferior a R$ 84.000,00.
II. Mantidas taxa e prazo, o valor dos juros obtido em juros compostos coincide com o de juros simples, pois o período é inferior a um semestre.
III. O montante devido ao final do prazo é obtido pela capitalização sucessiva da taxa mensal sobre o saldo acumulado em cada período.
IV. O valor futuro da operação, nas condições apresentadas, corresponde exatamente a R$ 84.800,00.
Pode-se afirmar que:
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas a assertiva III está correta.
Apenas as assertivas III e IV estão corretas.


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Uma construtora avalia a viabilidade econômica de um empreendimento residencial cujo investimento inicial é de R$ 5.000.000,00, realizado integralmente no instante zero. O projeto prevê receitas líquidas anuais constantes de R$ 1.400.000,00 ao final de cada ano, durante 5 anos, incluindo já custos operacionais, manutenção e tributos. Ao final do quinto ano, estima-se ainda um valor residual de R$ 800.000,00 com a venda do ativo.
Considerando que a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) adotada pela empresa é de 10% ao ano, e desprezando efeitos inflacionários, assinale a alternativa que representa corretamente a análise do Valor Presente Líquido (VPL) do projeto e a decisão economicamente racional associada.
O VPL é positivo, indicando que o valor presente das entradas de caixa supera o investimento inicial, tornando o projeto economicamente viável segundo a TMA adotada.
O VPL é negativo, pois a soma dos fluxos de caixa descontados não é suficiente para recuperar o investimento inicial a 10% ao ano, devendo o projeto ser rejeitado.
O VPL é aproximadamente nulo, o que indica indiferença econômica entre investir ou não, sendo a decisão dependente exclusivamente de fatores técnicos e construtivos.
O VPL é positivo apenas se desconsiderado o valor residual ao final do projeto, o que demonstra elevada dependência da alienação final para viabilização econômica.
O VPL é negativo, pois projetos com prazo superior a 3 anos tendem a apresentar inviabilidade econômica quando avaliados por taxas de desconto reais.
No contexto do planejamento de obras civis, a viabilidade técnica e econômica tem como principal objetivo:
garantir a execução da obra no menor prazo possível
determinar o cronograma físico-financeiro detalhado da obra
estabelecer exclusivamente os métodos construtivos a serem utilizados
definir apenas o custo final da obra, independentemente da solução construtiva
avaliar se o empreendimento pode ser executado tecnicamente sendo financeiramente viável
Considerando os critérios de viabilidade técnico-econômica para a construção de uma estação elevatória de esgoto em determinado município, assinale a opção correta em relação às boas práticas de planejamento.
O custo inicial menor é a variável que deve determinar a viabilidade econômica do projeto.
A análise de viabilidade deve considerar tanto os custos iniciais quanto os custos operacionais ao longo da vida útil do sistema.
Custos de manutenção preventiva podem ser desconsiderados, já que não impactam diretamente na viabilidade econômica do projeto.
Sistemas mais simples devem sempre ser priorizados, independentemente de análises econômicas detalhadas.
A escolha do sistema deve basear-se exclusivamente no retorno financeiro para o município.
Na análise de viabilidade econômica de projetos de investimento, a Taxa Interna de Retorno (TIR) é amplamente utilizada como critério de decisão. A condição em que um empreendimento pode ser considerado viável com base na TIR é que ela seja
nula ou superior, para uma taxa efetiva equivalente ao risco do empreendimento.
equivalente à taxa de crescimento aplicada, considerando o capital investido.
igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco.
equivalente ao investimento inicial, sem considerar os fluxos de caixa futuros.
proporcional à taxa interna de retorno, considerando o fluxo de caixa descontado de um investimento.
Um empreendimento envolve um investimento de R$ 800 mil no início do primeiro ano e retornos individuais de R$ 200 mil no início de cada um dos próximos 5 anos. Considere uma taxa de desconto de 5% ao ano e as aproximações da tabela abaixo:

O lucro desse empreendimento, tendo como referência o valor presente líquido, é de:
2%
4%
8%
10%


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Considerando o Sistema de orçamento do DNIT (SICRO), o preço máximo para aquisição de insumo ou para contratação de serviço que a Administração Pública está disposta a reconhecer, ao final de toda a avaliação técnica e econômica realizada por profissional habilitado, denomina-se
binômio.
preço FOB.
preço paradigma.
preço CIF.
preço de referência ou estimado.
O indicador econômico que é calculado descontando os fluxos de caixa projetados a uma taxa de desconto apropriada é chamado de
Valor Presente Líquido (VPL).
Valor Geral de Vendas (VGV).
Valor Líquido Atual (VLA).
Taxa Interna de Retorno (TIR).
Valor Anual Equivalente (VAE).
A viabilidade de um projeto de construção avalia sua realização técnica, econômica e ambiental, garantindo que seja sustentável e financeiramente vantajoso. Ferramentas como TIR e VPL auxiliam nessa análise inicial. O planejamento detalha etapas, prazos, custos e recursos necessários, funcionando como guia para antecipar problemas e otimizar a execução. Já o controle monitora continuamente o progresso do projeto, utilizando ferramentas como a curva “S” e o método do valor agregado para comparar resultados com o planejamento. A integração entre essas etapas é fundamental para o sucesso do empreendimento, assegurando eficiência, sustentabilidade e cumprimento dos objetivos. Sobre viabilidade, planejamento e controle das construções, analise as afirmativas a seguir.
I. A Taxa Interna de Retorno (TIR) é amplamente utilizada na análise de viabilidade econômica de projetos, pois mede a rentabilidade esperada, sendo especialmente útil na comparação entre diferentes alternativas de investimento.
II. O planejamento estratégico em obras inclui apenas o detalhamento técnico das atividades, sendo desnecessária a consideração de variáveis financeiras e de mercado no início do processo.
III. A curva “S” é uma ferramenta de controle que permite monitorar o desempenho físico e financeiro de um projeto, identificando desvios em relação ao cronograma e orçamento planejados.
IV. Estudos de viabilidade técnica e econômica são obrigatórios em todos os tipos de empreendimentos, independentemente da escala ou do impacto da construção.
V. O planejamento de um projeto de construção deve ser flexível, permitindo ajustes, mas sem afetar a sequência lógica de execução das atividades ou comprometer os prazos e custos finais.
Está correto o que se afirma apenas em
I, II e IV.
I, III e V.
II, IV e V.
II, III e IV.
I, III, IV e V.
Para a produção de um metro cúbico de concreto preparado com argila expandida como agregado leve são necessários os seguintes insumos: 1,5 h de pedreiro (R$ 16,00/h), 7,5 h de servente (R$ 12,00/h), 0,60 m3 de areia (R$ 150,00/m3), 300 kg de cimento (R$ 0,60/kg) e 0,90 m3 de argila expandida (R$ 640,00/m3). Entre o tempo da finalização da elaboração do orçamento e a expedição da ordem de serviço, o preço do metro cúbico da argila expandida aumentou 15%, ocasionando um aumento percentual do metro cúbico de concreto de
18,0%
12,0%
15,0%
5,0%
9,0%
Antes da decisão de se investir em um grande projeto de engenharia, é indispensável a realização de um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE). Esta análise avalia se o projeto é tecnicamente exequível (se existe tecnologia e know-how para construí-lo) e se é economicamente justificável (se os benefícios superam os custos ao longo do tempo). Para a análise econômica, utilizam-se indicadores como a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Valor Presente Líquido (VPL) e o Período de Retorno (Payback), comparando os fluxos de caixa projetados com uma Taxa Mínima de Atratividade (TMA). Assim, analise as afirmativas a seguir:
I.O Valor Presente Líquido (VPL) de um projeto é o indicador que mede quanto tempo, em anos, o empreendimento levará para retornar o investimento inicial, sendo o principal critério de viabilidade técnica.
II.Um projeto é considerado economicamente viável quando sua Taxa Interna de Retorno (TIR) é superior à Taxa Mínima de Atratividade (TMA) e seu Valor Presente Líquido (VPL) é positivo.
III.A análise de viabilidade técnica se concentra exclusivamente na verificação da conformidade do projeto com o Plano Diretor do município, ignorando aspectos geotécnicos ou estruturais.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I e II.
II.
I, II e III.
I e III.


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O retorno sobre o investimento (ROI) é uma métrica de avaliação da viabilidade de projetos calculada como a taxa de desconto capaz de igualar o valor presente líquido (VPL) a zero.
Certo
Errado
O cálculo do preço de venda de uma obra é feito aplicando-se o BDI ao custo direto da obra.
Dentre as alternativas a seguir, aquela na qual todos os itens podem ser utilizados para compor o BDI é:
Encargos complementares, custos de materiais e lucros.
Custo de administração geral, encargos sociais e lucros.
Encargos complementares, custo de administração geral e lucros.
Custo de administração geral, encargos sociais e custos de materiais.
Encargos sociais, custos de materiais e encargos complementares.
Julgue os próximos itens, relativos a engenharia de avaliações.
Para avaliar a viabilidade econômica de um centro administrativo parcialmente alugado, pode-se utilizar procedimentos avaliatórios baseados no fluxo de caixa projetado.
Certo
Errado
Após a finalização de processo licitatório para a construção de uma escola municipal, a PMSP contratou a empresa vencedora para dar início às obras. Decorrido um mês de execução da obra, foram acrescentados serviços que ocasionaram um aumento de 20% do custo inicial obra. No segundo mês, houve um novo acréscimo de serviços, resultando um aumento de 20% em relação ao primeiro mês. No terceiro mês, houve uma supressão de serviços, resultando diminuição de 20% em relação ao segundo mês. Ao final do terceiro mês, o custo inicial da obra aumentou em
15,20%
12,40%
20,00%
10,00%
14,50%
Uma empresa do setor energético possui turbinas geradoras críticas instaladas em sua usina termelétrica. Durante inspeção técnica de rotina em uma das turbinas, a equipe de manutenção identificou os seguintes parâmetros operacionais:
• vibração dos mancais principais: 15 mm/s (limite operacional seguro: 10 mm/s)
• temperatura dos rolamentos: 85°C (temperatura normal de operação: até 70°C)
• análise laboratorial do óleo lubrificante: presença significativa de partículas metálicas
• última intervenção de manutenção programada: realizada há seis meses
O equipamento permanece em funcionamento, mas os indicadores técnicos evidenciam processo de degradação em evolução. A parada não programada dessa turbina resultaria em perda de geração de 120 MWh diários, equivalente a R$ 180.000,00 em receita. Uma intervenção preditiva custaria R$ 45.000,00 com parada de 2 dias. Em caso de falha súbita, a manutenção corretiva demandaria R$ 200.000,00 e parada de dez dias para reparo completo.
Diante dessa situação, a estratégia de manutenção deve focar em:
manter a operação até a falha total, planejando a manutenção apenas após a paralisação;
executar imediatamente manutenção corretiva, minimizando custos diretos da intervenção;
realizar intervenção preditiva imediata, fundamentada nos parâmetros de degradação identificados;
aumentar a frequência do monitoramento e adiar a intervenção até que a falha se concretize;
executar manutenção corretiva em até 90 dias, compatibilizando o cronograma com o planejamento orçamentário anual.


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