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Nos cultivos em tanques-rede devem ser observados, diariamente, os parâmetros ambientais, visando a melhores condições para o bom desempenho do cultivo. Assim, é correto afirmar que:
águas com transparência inferior a 30 cm são as mais indicadas para o cultivo em tanques-rede.
os melhores crescimentos dos peixes são obtidos em águas com pH ácido. Deve-se dar atenção especial ao período noturno, já que o pH pode atingir valores em torno de 10 prejudicando o cultivo.
a amônia é rapidamente identificada pelos peixes, os quais reagem se afastando da zona de contaminação.
os ventos e as correntes são fatores que influenciam diretamente a taxa de renovação de água no cultivo, conseqüentemente tem influência direta sobre a disponibilidade de oxigênio.
A taxa de estocagem (número de indivíduos por unidade de área) no viveiro de alevinagem foi adequada, considerando-se que o viveiro estava rico em alimentos para as pós-larvas.
Os procedimentos descritos de preparação dos viveiros para o recebimento e o cultivo das pós-larvas estão tecnicamente corretos.
O Brasil é reconhecidamente produtor e exportador de peixes ornamentais, com maior participação das espécies marinhas capturadas no litoral norte.
A vazão d’água mencionada está bem adequada ao volume útil do tanque, o que permite densidade de estocagem de peixes que pode ser considerada dentro dos limites tecnicamente recomendados para o sistema adotado.
Para peixes grandes como os do lote A, recomenda-se o intervalo de 24 horas entre as doses. O intervalo utilizado foi, portanto, muito pequeno.
Aspectos de genética são extremamente importantes no caso citado, devendo, portanto, ser considerados quando forem utilizadas espécies alóctones em peixamentos.
Em sistemas como o utilizado na situação apresentada, se o pH da água for considerado muito baixo (ácido) para a espécie cultivada, a correção do pH poderá inviabilizar economicamente o empreendimento.
A água, na temperatura mencionada, apresenta teor de oxigênio dissolvido considerado mediano.
As espécies amazônicas, segundo seu comportamento de deslocamento reprodutivo e dieta alimentar, são caracterizadas como sedentárias, migradoras e grandes migradoras.
Em casos como o da situação apresentada, é tecnicamente justificável e legalmente viável a introdução (soltura) da carpa prateada.
Sobre as espécies utilizadas em piscicultura é correto afirmar:
O tambacu (Piaractus mesopotamicus x Colossoma macropomum) é uma espécie de peixe rústica, onívora e aceita bem o alimento artificial.
A pirapitinga (Brycon opalinus) é uma espécie de piracema que desova em cativeiro.
O tambacu é um híbrido, resultante do cruzamento da fêmea da pirapitinga com o macho do pacu (Piaractus mesopotamicus), crescendo tão rápido quanto a pirapitinga, e resistindo mais ao frio, como o pacu.
O matrinxã (Brycon falcatus) aceita alimento exclusivamente de origem vegetal, o que limita a sua aceitação em pesque-pague.
Os taludes, quando molhados, ficarão instáveis, devido à tendência à liquefação que o solo possui, conforme as características apresentadas.
A piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) é uma espécie de peixe de grande importância para o estado do Pará. Sobre a piramutaba assinale a opção correta:
A pesca comercial ocorre apenas no estuário do rio Amazonas.
Piramutabas sexualmente maduras são encontradas, em freqüências relativamente altas, no município de Santarém, estado do Pará.
As piramutabas começam a desovar no seu primeiro ano de vida.
No estuário do rio Amazonas operam as frotas de pesca artesanal e industrial.
Um caso clássico de impacto ambiental causado pelo sistema de suinopiscicultura ocorreu no sul de Goiás, onde essa atividade foi praticamente banida.
lote B, o resultado da biópsia ovariana indica que as fêmeas não estavam ainda bem preparadas para a indução hormonal e que o técnico deveria ter esperado um pouco mais.
Nas condições apresentadas, o primeiro alimento natural a ser consumido pelas pós-larvas no viveiro serão as microalgas clorofíceas.
Nas condições apresentadas, a carpa prateada normalmente tem crescimento muito acelerado, atingindo precocemente um tamanho que permite que ela escape mais facilmente dos predadores.
As fezes frescas de suínos chegam a apresentar 40% dos ingredientes da ração não digeridos, os quais podem ser aproveitados pelos peixes.
O tamanho dos alevinos utilizados é uma possível causa da baixa eficiência dos povoamentos feitos com as espécies não-carnívoras, excetuando-se a da carpa prateada.