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A introdução de doenças e parasitas exóticos no ambiente natural é descartada se o repovoamento de reservatórios for feito com alevinos produzidos em cativeiro.
A balança comercial brasileira de produtos pesqueiros indica que, tradicionalmente, importa-se mais produtos pesqueiros em quantidade (toneladas), mas com saldo positivo em valor, pois o Brasil exporta produtos nobres, enquanto importa pescados de menor valor comercial.
Segundo norma do IBAMA que regulamenta a introdução, a reintrodução e as transferências de peixes entre ambientes aquáticos, os termos translocação e transferência são considerados sinônimos.
A lernia, uma espécie de crustáceo que parasita as brânquias de peixes, provoca baixa mortandade em cativeiro e é de fácil erradicação desses ambientes.
As rações extrusadas flutuantes prejudicam o melhoramento do manejo sanitário dos ambientes e podem ser consideradas como um dos fatores negativos para o entrave no desenvolvimento da piscicultura no Brasil.
Na produção brasileira de pescados oriunda do cultivo, a aquicultura continental apresenta-se como o item de maior produção, mas mesmo assim com tendência de crescimento inferior àquela apresentada pela maricultura, no período 2005-2006.
A baixa turbidez da água do ambiente a ser povoado pode provocar a colmatagem das brânquias dos alevinos, causando a morte dos peixes, os quais, por se encontrarem estressados, não conseguem se afastar da zona crítica com a devida rapidez.
A atividade de pesca sobre um estoque virgem possibilita, na fase inicial da pescaria, a obtenção de altos rendimentos, em decorrência de sua elevada abundância, com registro de aumentos do volume total de captura a partir do aumento do esforço, mesmo com a redução, nessa fase, da biomassa do estoque.
Os termos larva e pós-larva dizem respeito ao primeiro estágio de desenvolvimento dos peixes, crustáceos ou moluscos, e correspondem à fase de eclosão do ovo.
A ictiofauna dos teleósteos marinhos e estuarinos, no ZEE brasileiro, é representada pelas espécies pelágicas, que predominam com mais de 300 espécies, bem como pelas espécies demersais, com representatividade inferior no total destes recursos.
No monitoramento da pesca em reservatórios, a coleta de dados direcionada para a qualidade da água (limnologia), o levantamento ictiofaunístico e as análises dos metais pesados, são parâmetros suficientes para a gestão do uso dos recursos pesqueiros nesses ambientes.
A participação da pesca extrativa, na produção total de pescados no Brasil, em 2006, tem apresentado nos últimos anos um ligeiro decréscimo na sua participação relativa em relação ao ano de 2005, confirmando a tendência apresentada nos últimos 10 anos.
Os modelos analíticos utilizados para aferição dos efeitos da pesca na composição dos estoques pesqueiros utilizam-se de conceitos como taxas de mortalidade, taxas de crescimento individual e coorte, e podem ser utilizados para prever os efeitos do incremento de uma pescaria e das medidas de regulamentação, tais como controle de frota pesqueira, definição de tamanho de malhas e períodos de defesos.
O litoral brasileiro é caracterizado pela heterogeneidade de suas condições ambientais naturais, em que a concentração de espécies massivas, em termos de cardume, se encontra no litoral sudeste/sul, diferentemente do litoral nordeste onde predomina a diversidade das espécies.
O uso de antibióticos, a exemplo do cloranfenicol e da nitrofuracina, no cultivo de camarões, incluindo o arraçoamento, é proibido em vários países do mundo,e também no Brasil, pois apresentam alta taxa de risco de toxicidade para seres humanos.
As espécies carnívoras exigem dietas mais ricas em proteínas do que espécies onívoras ou herbívoras.
A maioria dos teleósteos de água doce é ovípara e libera os ovócitos no meio aquático, onde são fertilizados.
No litoral do Nordeste, algumas espécies consideradas sobrepescadas, como a lagosta e o pargo, estão com o esforço de pesca limitado por ato normativo do órgão federal competente.
A exemplo do ariacó e da trilha, no litoral norte; da arabaiana e da albacorinha, no litoral nordeste; da sardinhalage e da anchoita, no litoral sudeste/sul, alguns estoques foram considerados como potenciais para o crescimento da produção brasileira, respeitados os fatores condicionantes de cada um deles.