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Os danos causados aos equipamentos elétricos ocorrem somente porque as descargas atmosféricas desligam a rede elétrica da concessionária de energia elétrica.
As chaves nas subestações de alta tensão desempenham várias funções, sendo a principal a de proteção dos equipamentos contra surtos de manobra em decorrência da abertura de disjuntores.
Sobre aterramento de proteção, NÃO se pode afirmar que
dentre seus componentes, estão o eletrodo de aterramento, os condutores de equipotencialidade e o terminal de aterramento principal.
a eficiência do aterramento é caracterizada, em princípio, por uma baixa resistência de aterramento, medida entre o terminal de aterramento principal e a terra.
o comprimento de cada haste influencia positivamente a eficácia do aterramento, no sentido de que a resistência é tanto menor quanto mais longa é a haste.
a eficiência do aterramento é caracterizada pela capacidade de dispersar a menor corrente possível com a menor tensão possível.
no aterramento de proteção, são ligados à terra as massas e os elementos condutores estranhos à instalação para proteção contra choque elétrico por contato indireto.
Determinado elemento tem a função de proteção de condutores contra ações mecânicas e contra corrosão e proteção do meio contra perigos de incêndio resultante de superaquecimento ou de arcos elétricos. Essa descrição refere-se mais provavelmente a
um eletroduto.
uma caixa de embutir.
uma luva de PVC.
um anel de fixação.
uma bucha.
O relé de neutro não atua para situações de falta nas quais não são geradas correntes de seqüência zero.
Os contactores são mais adequados do que fusíveis de ação rápida, quando o objetivo é a proteção de barramentos onde se conectam motores de indução em gaiola.
A proteção contra descargas atmosféricas nas instalações elétricas é feita pelos disjuntores, os quais são capazes de suportar as elevadas correntes durante a descarga.
O aterramento é um aspecto fundamental para a segurança das instalações elétricas prediais; portanto, seu projeto é de extrema importância. Considere as afirmativas:
I. O esquema TN de aterramento possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo que as massas são ligadas a esse ponto através de condutores de proteção.
II. O esquema TT possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, sendo que as massas da instalação estão ligadas a eletrodo(s) de aterramento eletricamente distinto(s) do eletrodo de aterramento da alimentação.
III. No esquema IT todas as partes vivas são isoladas da terra, ou um ponto da alimentação é aterrado através de uma impedância. As massas da instalação podem ser aterradas no mesmo eletrodo de aterramento da alimentação, se existente, ou em eletrodo(s) de aterramento próprio(s).
Assinale:
se apenas a afirmativa II estiver correta.
se apenas a afirmativa III estiver correta.
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Os pára-raios são pouco eficientes para a proteção de subestações com arranjo em anel. Isso ocorre porque, nesse tipo de arranjo, a área da subestação é muito maior comparativamente ao de uma subestação com arranjo do tipo barra simples.
Em relação a disjuntores, não é correto afirmar que:
os disjuntores a ar comprimido são os mais utilizados atualmente para aplicações em extra alta tensão.
nos disjuntores de grande volume de óleo, os contatos ficam no centro de um grande tanque de óleo, que é usado tanto para interromper as correntes como para fornecer um isolamento para a terra.
a energia para a operação dos disjuntores a vácuo é significativamente menor que a requerida pelos demais tipos de disjuntores de média tensão.
a baixa confiabilidade dos compressores de gás e dos sistemas associados de supervisão e a grande quantidade de filtros são os principais problemas para a manutenção de disjuntores a SF6.
os principais componentes de um disjuntor são a unidade de comando e controle, o sistema de acionamento e a unidade interruptora, ou câmara de extinção.
Um dos fatores que contribuiu para a ocorrência do primeiro choque elétrico foi a imprudência dos responsáveis pela empresa contratante, caracterizada pela falta de observância das medidas de precaução e segurança necessárias às instalações elétricas no canteiro de obras.
Nesse quadro, encontram-se dispositivos de proteção e barramento de interligação das fases.
A máxima capacidade de interrupção dos dispositivos de proteção contra curtos-circuitos deve ser igual ou superior à máxima corrente nominal presumida no ponto onde está o dispositivo.
Os disjuntores termomagnéticos são ligados aos condutores fase dos circuitos da instalação elétrica.
Os dispositivos I e II nos circuitos são relé térmico e fusível, respectivamente.
Uma linha de transmissão é protegida por relé de distância alimentado por transformador de potencial com relação de 230 kV / 115 V e por transformador de corrente de 500 A / 5 A. Se a impedância da linha que o relé protege é de
, a impedância secundária é de:
0,5
800
1,0
800
1,5
800
2,0
800
2,5
800
Os instrumentos alimentados pelo secundário de TPs apresentam impedâncias elevadíssimas em comparação às impedâncias de instrumentos alimentados pelo secundário de TCs.
Um dispositivo que serve para proteção contra sobrecarga também pode servir para proteção contra curtos-circuitos.
Sobre o sistema de proteção dos motores de corrente alternada, é FALSO afirmar que
o sistema de proteção deve manter uma ótima redução nas probabilidades de ocorrência de defeitos, um alto índice de continuidade dos serviços, alta confiabilidade, manutenção simplificada e de baixo custo.
a proteção contra curto-circuito pode ser obtida, conjugando-se fusíveis e disjuntores, para obter uma proteção mais eficiente ao se coordenarem devidamente suas características, para garantir a necessária seletividade e formar, assim, um completo sistema de proteção.
os disjuntores são mais lentos na supressão de correntes elevadas de curto-circuito do que os fusíveis.
os fusíveis são os melhores protetores contra correntes de curto-circuito e, por isso, devem ser aplicados como primeira proteção.
a principal diferença entre uma proteção contra sobrecarga e uma proteção contra curto-circuito é que a segunda é praticamente instantânea, ao passo que a primeira é de ação retardada, podendo, até, levar horas antes de atuar.
Na realização dos serviços que envolvem instalações energizadas em alta tensão, há a constante preocupação em se reduzir a possibilidade de erro humano e minimizar as conseqüências destes. Para isso, é necessário o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) e equipamentos de proteção coletiva (EPC). Entre os EPIs exigidos para serviços dessa natureza, está incluído, principalmente, o EPI para proteção contra
poeira.
insolação.
agentes térmicos (arco elétrico).
água.
gases químicos.