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Na hidrovia Paraguai-Paraná, diante do sinal de margem contendo a letra X, o piloto deve atravessar a hidrovia, mudando de margem.
Bóias são corpos flutuantes, de dimensões, formas e cores definidas, fundeados por amarras e ferros (âncoras) ou poitas, em locais previamente determinados. Sua finalidade é indicar ao navegante, apenas no período diurno, o caminho a ser seguido.
Os faróis são constituídos de uma estrutura fixa, de formas e cores variadas, montada em pontos de coordenadas geográficas conhecidas na costa ou nas margens de rios, dotada de equipamento luminoso que exibe luz com característica predeterminada. Sua principal finalidade é a orientação de navegantes de longo curso.
Em embarcação automotora isolada com comprimento menor do que 200 m, deve-se manter acesa uma luz vermelha a boreste, uma luz verde a bombordo, uma luz branca no extremo do mastro e uma luz branca na popa.
Na hidrovia Paraguai-Paraná, diante do sinal de margem contendo um quadrado, o piloto deve costear a margem onde está posicionado o sinal.
No Brasil, para balizamento de vias navegáveis em águas interiores, é obrigatória a adoção do sistema de balizamento marítimo da região B, da Associação Internacional de Sinalização Náutica (IALA), que pode ser complementado por outros sinais de auxílio à navegação, independentemente de autorização.
Para ser considerada confiável, a via hidroviária deve ser conhecida em toda a sua extensão navegável por meio de cartas náuticas, ter balizamento e sinalização e possuir bóias de amarração e de fundeio.
Em comboio impulsionado por empurrador, haverá uma luz verde a boreste, na chata e no empurrador, luz vermelha a bombordo, na chata e no empurrador, duas luzes brancas no mastro, luz branca na popa e duas luzes vermelhas na linha horizontal com a mais alta das luzes do mastro, uma em cada bordo, na distância de 1,5 m.
O side-lifter movimenta horizontalmente o contêiner e é capaz de carregá-lo em caminhão, quando este está em ponto afastado do pátio, ou transportá-lo e arrumá-lo em pilha, a partir do cais.
Na subida da hidrovia, contracorrente, deve-se fazer que a luz verde da embarcação fique no mesmo bordo do sinal verde da margem.
O terminal hidroviário, por estar situado no interior do país, influencia um interland mais amplo do que o porto marítimo.
A capacidade de movimentação anual de contêineres, em SUAPE (embarque e desembarque) é de cerca de 400.000 unidades.
O controle de operação de uma eclusa é feito por válvulas instaladas em um único aqueduto, que permitem o enchimento e o esvaziamento dessa eclusa.
No TECON de SUAPE podem ser desembarcados de uma mesma embarcação até 50 contêineres por hora.
As estruturas de restituição devem produzir reduzida turbulência e estar localizadas no percurso de navegação.
O transtêiner é utilizado para carregar caminhão ou vagão ferroviário quando o contêiner está posicionado na base de pilha.
O top loader é um equipamento sobre pneus que usa garfos para movimentar o contêiner.
Os canais portuários de acesso portuários são sempre abrigados das ondas, e suas larguras, fixadas apenas em função das características de embarcação-tipo.
Em canais de acesso de mão dupla, deve-se considerar uma largura adicional entre as faixas de manobra, que leva em conta a redução da interação hidrodinâmica navio-navio.