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Um Farmacêutico ao analisar uma lâmina hematológica evidencia a presença de 60 eritroblastos em 100 leucócitos contadas. Considerando que a contagem global de leucócitos é de 22.000 cél/mm3 e é necessária a correção deste valor. Qual dos valores abaixo representa esta correção?
11.000
22.060
13.200
13.750
21.940
Paciente do sexo masculino, 35 anos, apresenta queixa de dor abdominal e fadiga há mais de seis meses. Seus exames apresentam os seguintes resultados: ALT= 120 UI/l, AST=98 UI/l, HBsAg= positivo, Anti-HBc-IgG= positivo, Anti-HBc-IgM= negativo, HVA-IgG= negativo, HVA-IgM= negativo, Anti-HBsAg= negativo, Anti-HCV= negativo, HBeAg= positivo, Anti-HBeAg= negativo. Com base neste resultado o provável diagnóstico é:
hepatite B aguda;
hepatite A;
hepatite B crônica;
hepatite B crônica com baixa infectividade;
hepatite B crônica com alta infectividade.
O monóxido de carbono (CO) é um dos gases mais tóxicos e tem sido motivo de preocupação em função de sua potencialidade de provocar intoxicações de origem doméstica e ocupacional. Com relação à intoxicação pelo CO, analise as afirmativas a seguir.
I. O CO é um gás incolor, inodoro, pouco solúvel em água e de peso específico menor que o do ar.
II. A afinidade do CO pela hemoglobina é cerca de 250 vezes maior do que a do oxigênio.
III. O método de análise do CO ligado a hemoglobina (COHb) se baseia na hemólise do sangue e na redução da oxihemoglobina
IV. Concentrações tóxicas e letais de COHb no sangue são aproximadamente de 20 e 40%, respectivamente.
Assinale:
Paciente soropositivo para HIV-1, após 6 anos convivendo com o vírus, sem uso de antirretrovirais, começou a apresentar perda excessiva de peso, graves infecções oportunistas na pele, tuberculose e meningite por Criptococcus neoformans. Seu médico solicita a quantificação de linfócitos e carga viral do HIV-1. Verifique dentre os dados abaixo, aquele mais compatível com o quadro clínico do paciente.
CD4= 600 cel/mm3, CD8=1.200 cel/mm3 e Carga Viral= <10.000 cópias.
CD4= 400 cel/mm3, CD8=1.000 cel/mm3 e Carga Viral= 50.000 cópias.
CD4= 200 cel/mm3, CD8=600 cel/mm3 e Carga Viral= >100.000 cópias.
CD4= 200 cel/mm3, CD8=1.000 cel/mm3 e Carga Viral= <10.000 cópias.
CD4= 1.000 cel/mm3, CD8=200 cel/mm3 e Carga Viral= >100.000 cópias.
A hemossedimentação mede a estabilidade da suspensão das hemácias no plasma. Quais dos fatores abaixo retardam a velocidade deste exame laboratorial?
Hipofibrinogenemia.
Anemias.
Infarto.
Doenças reumáticas.
Leucemias.
Os exames considerados de qualificação no sangue do doador são exames imuno-hematológicos de tipificação ABO, de determinação do fator Rh (D), as provas para a detecção de anticorpos irregulares e os controles de qualidade dos reativos e das técnicas empregadas.
Na triagem laboratorial, possíveis anormalidades observadas nos exames realizados quando da doação poderão ser comunicadas ao doador, caso se deseje repetir os exames, a critério do responsável técnico do serviço de hemoterapia.
Os métodos de triagem sorológica para HTLV apresentam frequentes reações falso-positivas, sendo utilizada a confirmação de sororreatividade por meio de técnicas de western blot, de imunofluorescência ou de radioimunoprecipitação.
Os testes sorológicos discriminatórios se baseiam na pesquisa de anticorpos circulantes voltados a epítopos não compartilhados que sejam específicos a um tipo de HTLV.
No preparo da amostra de sangue do doador e do receptor para os testes imuno-hematológicos, amostras com anticoagulante não precisam de centrifugação imediata.
Os microscópios de epi-iluminação, utilizados para testes de imunofluorescência, podem combinar a fluorescência com luz transmitida para exame de contraste de fase, e os sistemas intercambiáveis de filtros permitem o exame da amostra em diferentes comprimentos de onda, no caso de colorações com mais de um fluorocromo.
No algoritmo para a testagem e liberação de bolsas de sangue, os marcadores sorológicos para triagem de hepatite B a serem pesquisados são HBsAg e anti-HBc, que podem ser realizados por métodos imunoenzimáticos ou por quimioluminescência, ou outras metodologias previamente validadas.
Em pacientes com hepatite alcoólica ou outras patologias em que ocorram anormalidades imunológicas ou neoplasmas, que desenvolvam anticorpos contra HLA classe II, presentes em células onde há replicação do HIV, podem ocorrer reatividades falso-positivas em testes imunoenzimáticos.
No imunoensaio de quimioluminescência (CLIA), há a geração de luz visível por meio de uma reação química. O antígeno é adsorvido às micropartículas magnetizadas (etapa 1). A amostra contendo anticorpos é adicionada (etapa 2). A ligação antígeno anticorpo é revelada pela adição de um conjugado composto de antígeno ligado a compostos quimioluminescentes tais como os ésteres de acridina.
Desde que submetidas a triagem clínica e laboratorial para hepatites B e C, poderão ser aceitas como doadoras pessoas que permaneceram no Reino Unido por mais de seis meses, consecutivos ou intermitentes, de forma cumulativa, de 1.º de janeiro de 1980 a 31 de dezembro de 1996 ou por 10 ou mais anos, consecutivos ou intermitentes, de forma cumulativa, em Portugal, França e República da Irlanda desde 1980.
O concentrado plaquetário obtido a partir do sangue total deve conter, no mínimo, 5,5 × 1010 plaquetas por bolsa em, pelo menos, 75% das unidades avaliadas, no último dia de armazenamento.
Os ensaios clínicos, considerando a metodologia empregada, podem ser classificados em ensaios clínicos de fases I a IV.
Nos testes imunoenzimáticos ou enzima-imunoensaios (EIE), o conjugado é composto de anticorpo anti-imunoglobulina humana ou antígeno viral ligados a uma enzima capaz de ativar substâncias cromógenas. Os testes enzimáticos são sistemas de detecção utilizados para a detecção de anticorpos anti-HIV.
Os testes laboratoriais tipagem ABO/Rh e teste de viabilidade celular são realizados nas unidades de sangue de cordão umbilical e placentário/SCUP-aparentado, em amostra colhida antes da criopreservação.
Os registros e documentos referentes às atividades desenvolvidas pelo serviço de hemoterapia devem possibilitar a identificação do técnico responsável, sendo os registros obrigatórios guardados por um período mínimo de 5 anos.