Questões de Concurso sobre Hannah Arendt

 
 
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Leia o texto abaixo.


Com a expressão vita activa, pretendo designar três atividades humanas fundamentais: labor, trabalho e ação. Trata-se de atividades fundamentais porque a cada uma delas corresponde uma das condições básicas mediante as quais a vida foi dada ao homem na Terra”


ARENDT, H. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. p. 15.


Sobre essas três atividades delineadas por Hannah Arendt, associe os itens, utilizando os códigos a seguir:


I. Labor.

II. Trabalho.

III. Ação.


( ) Única atividade que se exerce diretamente entre os homens sem a mediação das coisas ou da matéria, corresponde à condição humana da pluralidade, ao fato de que homens, e não o Homem, vivem na Terra e habitam o mundo.

( ) É a atividade que corresponde ao processo biológico do corpo humano, cujos crescimento espontâneo, metabolismo e eventual declínio têm a ver com as necessidades vitais produzidas e introduzidas pelo labor no processo da vida.

( ) É a atividade correspondente ao artificialismo da existência humana (…) produz um mundo artificial de coisas, nitidamente diferente de qualquer ambiente natural. Dentro de suas fronteiras habita cada vida individual, embora esse mundo se destine a sobreviver e a transcender todas as vidas individuais.


A associação correta, de cima para baixo, é


A

I - III - II.


B

III - I - II.


C

III - II - I.


D

II - III - I.

Em “A Condição Humana”, Arendt defende que a política surge no espaço público, onde os indivíduos podem agir e se expressar como livres e iguais. No cenário contemporâneo, marcado pelo uso massivo de plataformas digitais, qual alternativa se aproxima dessa concepção?


A

A política se reduz hoje a disputas partidárias institucionais, sem relação com a ação coletiva ou o espaço público.


B

O fortalecimento de espaços digitais de debate e participação cidadã pode ser visto como uma forma de atualização do espaço público arendtiano, desde que acompanhado de responsabilidade, pluralidade e diálogo crítico.


C

Para Arendt, a política seria incompatível com qualquer forma de tecnologia, inclusive redes digitais.


D

O espaço público, segundo Arendt, só existe em regimes autoritários, e não em democracias digitais.


E

O uso de plataformas digitais invalida qualquer possibilidade de ação política no mundo contemporâneo.

Hannah Arendt cunhou a expressão “banalidade do mal” ao analisar o julgamento de Adolf Eichmann, nazista responsável pela logística do Holocausto. O que ela quis destacar com essa formulação?


A

O mal sempre é resultado de intenções perversas e de uma natureza monstruosa.


B

O mal pode se manifestar na ausência de pensamento crítico e julgamento moral, em pessoas comuns que obedecem a ordens sem refletir.


C

A banalidade do mal significa que os crimes nazistas não foram graves, mas comuns.


D

O mal só existe quando é institucionalizado pelos governos totalitários.


E

A expressão indica que a maldade é inevitável e parte natural da condição humana.

As massas não se unem pela consciência de um interesse comum e falta-lhes aquela específica articulação de classes que se expressa em objetivos determinados, limitados e atingíveis. Simplesmente devido ao seu número, ou à sua indiferença, ou a uma mistura de ambos, não se podem integrar numa organização.


ARENDT, H. Origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2013. (Adaptado).


Segundo Hannah Arendt, as massas são centrais na ascensão dos regimes totalitários. Com base no trecho acima, é correto afirmar que as massas são


A

agrupamentos espontâneos e temporários, guiados por sentimentos de solidariedade e união.


B

compostas por indivíduos atomizados, incapazes de se estruturarem em torno de metas comuns.


C

grupos que emergem de uma base econômica comum, articulando-se por meio de sindicatos e partidos.


D

formadas por grupos marginalizados, cuja alienação promove sua união em movimentos revolucionários.


E

integradas por classes sociais que compartilham de uma consciência política clara.

“Há alguns anos, em relato sobre o julgamento de Eichmann em Jerusalém, mencionei a “banalidade do mal”. Não quis, com a expressão, referir-me a teoria ou doutrina de qualquer espécie, mas antes a algo bastante factual, o fenômeno dos atos maus, cometidos em proporções gigantescas – atos cuja raiz não iremos encontrar em uma especial maldade, patologia ou convicção ideológica do agente; sua personalidade destacava-se unicamente por uma extraordinária superficialidade.


(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)


Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.


A

Pensar os totalitarismos é também considerar a contribuição de técnicos burocratas que justificam a realização do seu próprio trabalho, sem considerar o mal a que estão diretamente vinculados.


B

Trata-se de uma teoria política do mal, mas atitudes pretensamente boas que se revelam, em última instância, na realização do mal.


C

Em última instância, a reflexão política é, ao mesmo tempo, a confirmação da banalidade do mal.


D

Apesar disso, no âmbito da filosofia política, todo mal é, por fim, um bem a se realizar.


E

Mas Arendt não vê indícios da banalidade do mal nas democracias.

Ao abordar, em sua obra “A Condição Humana”, o surgimento da Cidade Estado clássica e apontar para a distinção entre o que é próprio (idion) e o que é comum (koinon), Hannah Arendt indica que o homem antigo recebera, nesse momento, uma “segunda vida” que tem relação com a noção de


A

“vita activa”.


B

“bio politikós”.


C

“dialetiké”.


D

“mores”.

Hannah Arendt (1906-1975) foi uma filósofa e pensadora política cujas obras abordaram temas como autoridade, educação, liberdade e totalitarismo.

Sobre o pensamento de Arenct, analise as afirmações a seguir:

I. Arendt acredita que a liberdade é um conceito puramente individual e que as ações políticas não têm relevância na realização da liberdade humana.

Il. No que diz respeito à educação, Arendt afirma que as crianças devem conhecer e se apropriar do legado que será entregue a elas. Nesses termos, ela sustenta que a educação, em Princípio, se volte para o passado, introduzindo, assim, os mais novos em um mundo que os antecede e que é mais velho do que eles.

III. Em seu livro "Eichmann em Jerusalém", Arendt discorre sobre pensar, querer e julgar e constata que pode haver pessoas muito inteligentes que, contudo, não pensam. Conhecimentos e habilidades, ciência e tecnologia, podem, portanto, ser despojados da reflexão que procura compreender o sentido de atos e acontecimentos.

IV. Na obra "A Vida do Espírito", Arendt distingue o pensar do conhecer e afirma que o pensar, em um sentido estrito, não diz respeito nem à ciência, nem à tecnologia.

V. Segundo Arendt, o pensar é algo como uma resposta às nossas experiências do mundo. Portanto, pensar parte da experiência concreta, mas necessita se distanciar de tal experiência para submetê-la à reflexão.

É correto o que se afirma em:


A

|, apenas.


B

ll e V, apenas.


C

II, III, IV e V, apenas.


D

I, lll e IV, apenas.


E

I, II, III, IV e V.

“Mas vangloriar-se é um vício comum, e uma falha mais específica, e também mais decisiva, no caráter de Eichmann era sua quase total incapacidade de olhar qualquer coisa do ponto de vista do outro” (retirado da obra “Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal”, de Hannah Arendt, 1999, p. 60). Sobre os relatos e conclusões de Hannah Arendt ao acompanhar o julgamento de Eichmann no Tribunal de Jerusalém, assinale a alternativa correta.


A

Eichmann filiou-se ao Partido por convicções pessoais e utilizou o cargo para atingir seu próprio objetivo de extermínio dos judeus por questões de ódio e ideias pessoais de superioridade.


B

Nos julgamentos em que os réus cometem crimes “legais”, não se pode exigir que sejam capazes de diferenciar o certo do errado, especialmente quando seu juízo de valor estiver em conflito com a opinião unânime de todos à sua volta.


C

Eichmann agiu no estrito cumprimento de dever legal, mas sentia culpa e se arrependeu dos crimes cometidos durante o julgamento.


D

Em sua sentença, a Corte concedeu que tal crime contra a humanidade só podia ser cometido por uma burocracia gigante de governo cujas engrenagens são substituíveis por outras pessoas, que cometeriam o mesmo ato, motivo pelo qual não devem ser responsabilizados os autores individualmente.


E

Eichmann era um servidor do governo, nem pervertido, nem diabólico, mas normal, que nunca percebeu o que estava fazendo por pura irreflexão, e que cometeu seus crimes em circunstâncias que tornam praticamente impossível para ele saber ou sentir que está agindo de modo errado.

Para Hanna Arendt, a atividade que cria as coisas que compõem o mundo humano, com sua relativa durabilidade e com a função de estabilizar a vida, denomina-se


A

labor.


B

experimentação.


C

ação.


D

produção.


E

trabalho.

Analise o texto abaixo:


Hannah Arendt, no livro .....(1)..... , propõe que o direito fundamental dos indivíduos, antes de qualquer direito publicado nas diferentes Declarações, é o direito de ter direitos, ou seja, o direito de cada ser humano de pertencer a uma .....(2)..... que lhe garanta direitos. Logo, os direitos deveriam ser socias, e não individuais.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.


A

(1) A vida do Espírito • (2) nação


B

(1) Sobre violência • (2) instituição


C

(1) A promessa política • (2) família


D

(1) Eichmann em Jerusalém • (2) instituição


E

(1) As origens do totalitarismo • (2) comunidade

“Com a expressão vita activa, pretendo designar três atividades humanas fundamentais: labor, trabalho e ação. Trata-se de atividades fundamentais porque a cada uma delas corresponde uma das condições básicas mediante as quais a vida foi dada ao homem na Terra”.


ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007.


As afirmativas a seguir sobre as três atividades humanas fundamentais citadas no trecho estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.


A

O trabalho é a atividade mediante a qual os homens produzem o mundo para si mesmos.


B

O labor diz respeito àquelas atividades mais básicas, ligadas à sustentação do processo biológico.


C

A ação é a atividade na qual os homens se afirmam propriamente enquanto tais.


D

O labor diz respeito aos artifícios que conferem permanência e durabilidade ao mundo comum.


E

A ação é a atividade mediante a qual os homens produzem juntos a sua vida política e sua história.

Em relação ao totalitarismo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) A separação entre Estado e sociedade é uma das características dos regimes totalitários.

( ) O totalitarismo, segundo Hannah Arendt, difere essencialmente da tirania e do despotismo.

( ) A ideologia totalitária apresenta uma explicação indiscutível acerca do curso histórico.

( ) No totalitarismo, o terror é uma forma de ação governamental.


Assinale a sequência correta.


A

V, V, V, V


B

F, V, V, V


C

F, F, F, F


D

F, F, V, F


E

V, V, F, V

Os regimes totalitários, de acordo com Hannah Arendt, não consideram nenhum país como estrangeiro, mas como um potencial território seu. “E da ‘questão judaica’ serviram-se os nazistas para o seu escopo: ‘obrigando-os [os judeus] a deixar o Reich sem passaporte e sem dinheiro, se traduzia na realidade a lenda do hebreu errante; e obrigandoos a assumir um comportamento de hostilidade intransigente contra o Terceiro Reich, os nazistas aproveitavam o pretexto para imiscuir-se nos assuntos internos de qualquer país estrangeiro’.”

-

REALE, G.; ANTISSIERI, D. História da filosofia, 6: de Nietzsche à escola

de Frankfurt. São Paulo: Paulus, 2005, com adaptações.

-

Em conformidade com o texto e com o pensamento de Arendt, quanto à conquista do mundo todo, é correto afirmar que os campos de concentração


A

e de extermínio foram utilizados apenas para gerar medo e para testar a liberdade humana.


B

são como laboratórios que atendem à pretensão de domínio absoluto sobre o homem.


C

condizem com os propósitos dos regimes totalitários, porque visam a organizar os homens em sua infinita pluralidade e diversidade.


D

exerceram unicamente o propósito de matar as pessoas que atrapalhavam a organização social.


E

e de extermínio serviram como punição para crimes que não se podia julgar mediante o aparato político disponível.

Será que a natureza da atividade de pensar, o hábito de examinar, refletir sobre qualquer acontecimento poderia condicionar as pessoas a não fazer o mal? Estará entre os atributos da atividade do pensar, em sua natureza intrínseca, a possibilidade de evitar que se faça o mal? Ou será que podemos detectar uma das expressões do mal, qual seja, o mal banal como fruto do não exercício do pensar?


(Hannah Arendt, 1998.)


Hannah Arendt nasceu no ano de 1906, em Hannover, Alemanha. O conteúdo das reflexões filosóficas e sua intensa produção literária na área da filosofia foi (e é) muito importante, embora ela mesma não se incluísse dentro da categoria de pensadores. Dentre algumas de suas discussões, podemos apontar:


A

As questões políticas, em que defendia a ideia de um governo baseado no poder hegemônico dos estados de exceção, em nome da ordem e da equidade social, tão duramente rechaçada.


B

A necessidade, por parte das instituições sociais de estabelecerem uma coesão com a sociedade civil, por meio do compartilhamento dos espaços públicos e da própria vida privada.


C

A social-democracia, que discutia com militantes de partidos, dirigentes sindicais e intelectuais. Fazia uma análise crítica do imperialismo, como algo que permite a banalização das relações capitalistas.


D

O tema do totalitarismo, sobre o qual ela argumenta que a legitimidade totalitária desafiava a legalidade e a justiça, destruindo as instâncias de mediação, próprias dos regimes republicanos tradicionais.

Sempre que a relevância do discurso entra em jogo, a questão torna-se política por definição, pois é o discurso que faz do homem um ser político. E tudo que os homens fazem, sabem ou experimentam só tem sentido na medida em que pode ser discutido. Haverá, talvez, verdades que ficam além da linguagem e que podem ser de grande relevância para o homem no singular, isto é, para o homem que, seja o que for, não é um ser político. Mas homens no plural, isto é, os homens que vivem e se movem e agem neste mundo, só podem experimentar o significado das coisas por poderem falar e ser inteligíveis entre si e consigo mesmos.


ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.


No trecho, a filósofa Hannah Arendt mostra a importância da linguagem no processo de


A

entendimento da cultura.


B

aumento da criatividade


C

percepção da individualidade.


D

melhoria da técnica.


E

construção da sociabilidade.

Recentemente, a ciência vem se esforçando por tornar “artificial” a própria vida, por cortar o último laço que faz do próprio homem um filho da natureza. Esse homem futuro, que segundo os cientistas será produzido em menos de um século, parece motivado por uma rebelião contra a existência humana, tal como nos foi dada – um dom gratuito vindo do nada (secularmente falando), que ele deseja trocar, por assim dizer, por algo produzido por ele mesmo. Não há razão para duvidar de que sejamos capazes de realizar essa troca, assim como não há motivo para duvidar de nossa atual capacidade de destruir toda a vida orgânica da Terra.


ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001, p. 10 (adaptado).


Considerando o trecho apresentado e a partir da compreensão de Hannah Arendt a respeito do desenvolvimento da ciência, avalie as afirmações a seguir.


I. A situação criada pelas ciências tem grande significado político.

II. O homem futuro será produto também dos feitos da ciência.

III. A humanidade deseja permanecer para sempre presa à Terra.


É correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

III, apenas.


C

I e II, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

Hannah Arendt, filósofa de origem judaica, formulou seus pensamentos filosóficos nas experiências vividas na Segunda Guerra Mundial, o que serviu de reflexão sobre a relação entre poder e violência, onde discorda do que presenciou.

Assinale a afirmativa sobre poder e violência para Hannah.


A

Poder e violência devem estar cada vez mais próximos diante de uma sociedade que se revolta em busca de seus direitos


B

Poder é algo individual onde os objetivos particulares devem ser priorizados


C

A violência pode ser usada caso haja necessidade para o reconhecimento do poder


D

Para chegar ao poder é necessário que haja um consenso entre várias pessoas definindo aquele poder


E

O uso de violência é natural de um poder legítimo

“Dois dos regimes mais abomináveis da história da humanidade chegaram ao poder no século XX, e ambos se estabeleceram com base na violação e no esfacelamento da verdade, cientes de que o cinismo, o cansaço e o medo podem tornar as pessoas suscetíveis a mentiras e falsas promessas de líderes determinados a alcançar o poder incondicional. Como Hannah Arendt escreveu em seu livro de 1951, Origens do totalitarismo: 'O súdito ideal do governo totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas aquele para quem já não existe a diferença entre o fato e a ficção (isto é, a realidade da experiência) e a diferença entre o verdadeiro e o falso (isto é, os critérios do pensamento)'.”

(KAKUTANI, M. A morte da verdade: notas sobre a mentira na era Trump, Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018)

A partir da filosofia de Hannah Arendt e a analítica do poder de Michel Foucault, a não distinção entre o fato e a ficção, entre o verdadeiro e o falso, são estratégias das relações de poder que permitem:


A

um melhor controle econômico no sentido da gestão pública.


B

uma maior liberdade de expressão.


C

um maior controle da circulação de conhecimentos específicos.


D

uma melhor manipulação dos indivíduos e suas subjetividades.


E

suspender os efeitos negativos da divulgação de fakenews.

Hannah Arendt discípula de Martin Heidegger e Karl Jaspers, vê as pessoas como fonte espontânea de livre iniciativa, como início de ações criativas que são sempre inter-ações.


Para a filósofa, a ação humana é, por excelência, atividade


A

expressiva.


B

política.


C

original.


D

contestadora.

Hannah Arendt aborda a questão da liberdade para os gregos antigos da era clássica.


Segundo a filósofa, o cidadão da pólis grega possuía a seguinte relação com a liberdade


A

banalizava o mal e não tinha a menor noção de liberdade.


B

reconhecia todos os seres humanos como livres e, por isso, tratava todos como seus iguais.


C

era democrático na vida pública e um despótico na vida privada.


D

era apenas livre em seu lar, visto que na vida pública deveria obedecer às leis da coletividade.

 
 
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