

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Lógica é o ramo da filosofia que estuda princípios e métodos de inferência.
De acordo com Mortari, em sua obra Introdução à Lógica (2017), define-se um argumento válido como aquele em que
todas as premissas são verdadeiras.
se as premissas são verdadeiras, a verdade da conclusão é altamente provável.
se as premissas são verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa.
a verdade da conclusão garante a verdade das premissas.
No texto “As diferentes concepções de natureza na sociedade ocidental: da physis ao desenvolvimento sustentável”, Diogenes Rafael de Camargo e Kátia Vanessa Tarantini Silvestri afirmam: “O desenvolvimento sustentável se apresenta, formalmente e em ‘traje de gala’, na década de 1980, nos ‘discursos dos diferentes setores da sociedade, como a solução caída do céu, portadora de toda verdade e, por isso mesmo, capaz de resolver qualquer problema tangente à crise socioambiental de nosso tempo’. Mas, o grande problema desta proposição está na: ‘baixa problematização de suas premissas e meios de realização, dando ares de que seja uma proposta de legitimidade frágil e questionável’” (Adaptado).
Camargo e Silvestri ressaltam que a noção de desenvolvimento sustentável
supera a dicotomia ser humano-natureza ao incorporar saberes tradicionais.
sintetiza racionalidade econômica e justiça social em prol do bem comum.
opera como retórica ideológica que contribui para manter o status quo.
expressa um consenso técnico internacional sobre a proteção ambiental.
reflete um avanço ético diante dos limites de crescimento planetário.
Sobre os fundamentos da lógica, analise o trecho a seguir:
•Premissa 1: Pedro é homem e mortal.
•Premissa 2: João é homem e mortal.
•Premissa 3: Antônio é homem e mortal.
• ____________________________________ Premissa n: …
•Conclusão: Todos os homens são mortais.
Após leitura e análise dos elementos acima, podemos relacioná-los com o seguinte fundamento da lógica:
Aforismo.
Analogia.
Indução.
Dedução.
Falácia.
Leia com atenção o texto a seguir:
O objeto da lógica é a proposição, que exprime, por meio da ________________, os juízos formulados pelo pensamento.
A proposição é a atribuição de um predicado a um sujeito. O encadeamento dos juízos constitui o raciocínio e este se exprime logicamente por meio da conexão de proposições; essa conexão chama-se silogismo. A lógica estuda os elementos que constituem uma proposição, os tipos de proposições e de silogismos, bem como os princípios necessários que toda proposição e todo silogismo devem respeitar para serem considerados __________________.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
análise • lógicos
razão • objetivos
dedução • perfeitos
definição • coerentes
linguagem • verdadeiros
A relação entre filosofia e lógica é fundamental na tradição do pensamento ocidental. A lógica, enquanto ramo da filosofia, ocupa-se do estudo das formas de raciocínio e dos princípios que regem a validade dos argumentos. Desde a Grécia Antiga, pensadores como Aristóteles estabeleceram as bases da lógica formal, que se tornou uma ferramenta crucial para a análise e a sistematização do conhecimento (MEYER, 2015).
Assinale a alternativa correta que expressa a relação entre filosofia e lógica.
O ensino da lógica é considerado secundário na formação filosófica, sendo uma disciplina que não contribui significativamente para o desenvolvimento de habilidades críticas, ao contrário do que se observa em outras áreas do conhecimento.
A lógica é uma série de regras matemáticas, que não se relaciona com a linguagem ou com a filosofia, limitando sua aplicação ao campo da matemática pura e desconsiderando sua importância em outros contextos.
A lógica não tem qualquer relação com áreas como a ética e a epistemologia, não é aplicada na resolução de problemas complexos, o que a tornaria irrelevante para a filosofia moderna.
A lógica é uma ferramenta essencial que ajuda a estruturar argumentos de maneira rigorosa e a evitar falácias, sendo vital para a filosofia, a ética e a educação, ao desenvolver habilidades de pensamento crítico e analítico nos alunos.
A lógica desenvolvida por Aristóteles é irrelevante para os debates contemporâneos e suas contribuições não são mais utilizadas nas discussões filosóficas atuais, pois novas abordagens substituíram suas ideias.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Na lógica formal, se discute sobre a correção ou incorreção de um argumento. A correção lógica de um argumento depende da
relação estabelecida entre premissas e conclusão.
verdade das premissas, independentemente da conclusão.
verdade das premissas e da conclusão.
capacidade de generalização, se for um argumento indutivo.
Durante um debate filosófico, certo estudante argumentou: “o objetivo da lógica é organizar o pensamento humano, garantindo que ele seja claro e livre de contradições. Contudo, fiquei em dúvida sobre a diferença entre lógica formal e lógica simbólica”. Com base nos conceitos de lógica formal e lógica simbólica, assinale a afirmativa correta.
A lógica formal e a lógica simbólica são sinônimas, já que ambas utilizam símbolos para expressar a validade dos argumentos.
A lógica simbólica analisa o conteúdo dos argumentos em contextos históricos; a lógica formal utiliza exclusivamente a linguagem verbal.
A lógica simbólica está restrita aos estudos matemáticos; a lógica formal analisa argumentos com base na interpretação subjetiva do conteúdo.
A lógica formal analisa a estrutura dos argumentos sem considerar o conteúdo; a lógica simbólica emprega símbolos matemáticos para analisar argumentos de maneira mais precisa.
No artigo Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era pós-socialista, Nancy Fraser trata do dilema entre duas demandas de justiça, típicas de nossa era: demandas por redistribuição e demandas por reconhecimento. De acordo com a autora, esse dilema reside no fato de que:
demandas por redistribuição requerem a transformação da sociedade, ao passo que demandas por reconhecimento, não.
a correção de injustiças distributivas produz injustiças de reconhecimento e vice-versa.
lutas por reconhecimento são prioritárias, pois diferenças culturais determinam as econômicas.
lutas por reconhecimento desmobilizam as lutas por distribuição.
a lógica da redistribuição é a de acabar com a diferença entre os grupos, enquanto a lógica do reconhecimento é a de valorizar diferenças.
O conceito de causalidade expressa uma relação entre um:
evento anterior (a causa) e um evento posterior (o efeito)
evento anterior (o efeito) e um evento posterior (a causa)
único evento que é causa de si mesmo
único evento que é efeito de si mesmo
Uma das mais importantes funções da lógica contemporânea é a análise do argumento para realizar o juízo de sua consistência. Assim procedendo, os lógicos encontraram diversas inconsistências argumentativas, as quais chamaram de falácias lógicas. Essas falácias possuem problemas em suas premissas ou em suas conclusões que não se adéquam às premissas. Uma das “falácias lógicas” mais utilizadas na discussão cotidiana contemporânea é o argumento “ad hominem”, o qual ocorre quando uma ideia é posta em dúvida por meio de um ataque contra a pessoa que o defende. A expressão ad hominem vem do latim e quer dizer contra o homem. Então, um argumento ad hominem ocorre quando uma ideia é posta em dúvida por meio de um ataque contra a pessoa que o defende. Ora, as razões devem ser avaliadas por seus próprios méritos e não necessariamente pelo caráter das pessoas que as emitiram. O uso dessa estratégia argumentativa gera graves problemas, sendo a principal sua consequência: excluir uma pessoa do debate sem discutir o seu argumento. Ocorre que, quando estamos numa discussão, temos obrigação de explicar porque discordamos e não tentar silenciar aquele que pensa diferente. Diante do exposto, analise as afirmativas abaixo.
I. Meu velho vizinho Eduardo afirmou ter visto um disco voador no seu quintal, porém sua formação educacional não passou da quarta série na escola e ele mal consegue ler ou escrever. O fato é que ele é completamente ignorante das pesquisas científicas sobre esse assunto, logo seu relato não pode ter qualquer fundamento na verdade.
II. O Marcus, notório machista, fez-me questão de mostrar estudos recentes nos quais pesquisadores afirmam que as mulheres têm uma intuição mais precisa em relação aos homens. A razão citada no estudo é que a intuição dos homens é frequentemente equivocada.
III. Aírton, você geralmente não toma as decisões corretas. O que é certo é o que é moralmente obrigatório. O que é moralmente obrigatório é o que você deve fazer. Então, você deve fazer algo porque é a coisa certa a fazer.
IV. Não me importa quais são seus argumentos; você está usando táticas do Mickey Mouse. Os argumentos que você dá são simplesmente baratos, cafonas e pertence ao senso comum.
Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta argumentos “ad hominen”.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I e IV estão corretas


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma pessoa acaba de se mudar para um novo lugar. Passados seis meses, ela percebeu que um arco-íris apareceu no céu em todas as ocasiões em que choveu. Ao contar para um amigo, ele respondeu que não se poderia concluir legitimamente, a partir disso, que na próxima chuva apareceria um arco-íris.
Trata-se de uma crítica aos raciocínios de tipo
indutivo.
dedutivo.
abdutivo.
analógico.
Reflita sobre o seguinte processo lógico de pensamento: REGRA: Todos os feijões deste saco são brancos. CASO: Estes feijões são deste saco. RESULTADO: Estes feijões são brancos. Sobre como se nomeia na lógica esse tipo de raciocínio, assinale a alternativa correta.
Indutivo
Dedutivo
Abdutivo
Hipotético
Falacioso
Naquele que foi considerado por muitos o mais importante texto filosófico do século XX, Quine questionou dois dogmas do empirismo lógico. Esses dois dogmas eram:
Analiticidade e reducionismo.
Sentido e referência.
Identidade e contradição.
Ser e tempo.
Na lógica clássica, um silogismo é considerado verdadeiro quando
segue uma estrutura formalmente correta.
sua construção é livre de contradições.
corresponde a um conjunto de fatos reais.
sua conclusão é consequência das premissas.
Sobre os pares conceituais a-priori/a-posteriori, analítico/sintético, necessário/contingente e suas respectivas distinções é correto afirmar que(,)
de modo geral, os empiristas concordam que a fonte primária do nosso conhecimento é a experiência e apenas as proposições analíticas podem ser conhecidas a-priori.
os pares conceituais contidos no enunciado capturam uma mesma distinção, mas em seus diferentes aspectos: epistêmico (a-priori/a-posteriori), semântico (analítico/sintético) e metafísico (necessário/contingente). Ou seja, toda verdade necessária é expressa por uma proposição analítica que também é conhecível a-priori.
uma verdade contingente é expressa por uma proposição atualmente verdadeira, mas que poderia ser falsa. Como toda possibilidade é necessariamente possível, todas as verdades contingentes são conhecíveis a-priori.
uma proposição é analítica se o seu valor-verdade é função apenas do significado dos termos que ocorrem na frase. Por exemplo, a frase "Sócrates é filósofo" diz que Sócrates satisfaz o predicado que é definido como uma propriedade de Sócrates, portanto, a frase expressa uma proposição analítica.
todas as verdades lógicas são conhecíveis a-priori, mas nem todas as verdades lógicas são necessárias, pois os símbolos lógicos poderiam ter significados distintos e expressar proposições falsas.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Afirmar a existência de princípios lógicos universais significa:
afirmar a existência de padrões de racionalidade válidos independentemente dos contextos locais particulares
afirmar que nenhum padrão de racionalidade é válido independentemente de contextos locais particulares
afirmar que a validade de toda norma de racionalidade é relativa a uma comunidade linguística particular
afirmar a inexistência de normas de racionalidade válidas
O homem, após ter uma variedade de experiências, compara e estabelece relações entre os dados apreendidos. Desta forma, reconhece regularidades na natureza das coisas particulares e pode formular leis superiores por meio da generalização.
Este trecho descreve o método
dubitativo.
indutivo.
dialético.
crítico.
dedutivo.
Sobre o problema da indução, é INCORRETO afirmar que
Hume defende uma posição cética em relação ao problema da indução, para quem as inferências indutivas não podem ser justificadas. Ao mesmo tempo, Hume propõe uma explicação psicológica das inferências indutivas em termos do conceito de hábito.
toda inferência indutiva leva do particular ao universal; portanto, o problema da indução não afeta os aspectos preditivos das teorias científicas, já que a predição tem sempre a forma de uma inferência que leva do universal ao particular.
o problema da indução não é apenas o problema de justificar as inferências que levam do passado para o futuro, pois algumas inferências indutivas também levam de verdades acerca do presente para conclusões acerca do passado.
o Princípio de Uniformidade da Natureza, proposto por Hume como uma premissa adicional nas inferências indutivas, permitiria justificar tais inferências. Entretanto, não parece haver um modo de justificar esse princípio sem recorrer à própria indução.
mesmo supondo que a natureza seja regular e uniforme, o problema da indução não parece inteiramente resolvido, como ficou demonstrado pela formulação do assim denominado Paradoxo de Goodman (ou o Novo Enigma da Indução).
Falácias são argumentos não válidos. Sabendo disso, identifique o tipo de falácia do argumento apresentado a seguir.
Conceder a todos os homens uma liberdade ilimitada de expressão deverá ser sempre, no conjunto, vantajoso para o Estado, pois é altamente conveniente aos interesses da comunidade que cada indivíduo goze da liberdade perfeitamente ilimitada de expressar os seus sentimentos.
Falácia de petição de princípio.
Falácia de ambiguidade.
Falácia de conclusão irrelevante.
Falácia de falsa causa.
Falácia de ignorância de questão.
Considere o seguinte argumento:
Se eu tenho realmente duas mãos diante dos meus olhos agora, então é falso que eu seja apenas um cérebro sem mãos, mas plugado em um computador devidamente programado para causar em mim a sensação de ver agora duas mãos diante dos meus olhos. Ora, eu não estou justificado a crer que (portanto, não sei que) não sou apenas um cérebro plugado em um computador. Logo, eu não estou justificado a crer que (não sei que) tenho duas mãos diante dos meus olhos agora.
Com base nesse argumento é correto afirmar que ele
exemplifica as objeções do ceticismo radical em relação ao conhecimento proposicional. O argumento é formalmente válido, pressupõe apenas a lógica clássica e leva à inevitável conclusão de que eu não sei que tenho duas mãos.
caracteriza uma caricatura exagerada e vulgarizada da argumentação cética. Sugere-se com esse tipo de caricatura que as objeções céticas estejam apoiadas em falácias. Nesse caso em particular, poderíamos identificar uma falácia da irrelevância.
é formalmente inválido, mas torna-se válido pelo acréscimo do princípio de fechamento epistêmico, segundo o qual, se P implica Q e eu sei que P, então eu sei que Q. Assim, o argumento cético acima seria um entimema do argumento válido que inclui o fechamento epistêmico como premissa.
exemplifica a estratégia cética de oferecer cenários alternativos nos quais a proposição em questão seja falsa, mas tudo pareça ao agente como se ela fosse verdadeira. Essa estratégia é bastante limitada, pois não existem cenários alternativos desse tipo para verdades matemáticas, por exemplo.
é incorreto, pois a primeira premissa é falsa; o fato de eu ter duas mãos não implica que eu não seja um cérebro sem mãos plugado em um computador. Isso ilustra o caráter não dogmático da argumentação cética. O cético não assume a verdade dessa implicação, apenas argumenta a partir dela.